Mapa
Rua Vergueiro, 3086 - LiberdadeSala comercial localizado naVila Mariana.São Paulo - SPSala comercial localizado naVila Mariana.
Rua Apeninos, 222 - AclimaçãoEndereço: Rua Apeninos, 222 • Região: Paraíso • Área do terreno: 2.261,16 m² • N° de pavimentos: 9 • N° de subsolos: 4 • Nº de elevadores: 3 • N° de escadas: 1 • N° de vagas: 1 • Gerador de energia com ligação automática no caso de interrupção do fornecimento de energia elétrica pela concessionária. • Sistema de circuito fechado de câmeras e monitoramento. • Sistema de acesso por catracas. Ao lado da estação Vergueiro do metrô • 600m da Av. 23 de Maio • 900m da Av. Paulista • Próximo dos principais hospitais da capital. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentes. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentes.São Paulo - SPEndereço: Rua Apeninos, 222 • Região: Paraíso • Área do terreno: 2.261,16 m² • N° de pavimentos: 9 • N° de subsolos: 4 • Nº de elevadores: 3 • N° de escadas: 1 • N° de vagas: 1 • Gerador de energia com ligação automática no caso de interrupção do fornecimento de energia elétrica pela concessionária. • Sistema de circuito fechado de câmeras e monitoramento. • Sistema de acesso por catracas. Ao lado da estação Vergueiro do metrô • 600m da Av. 23 de Maio • 900m da Av. Paulista • Próximo dos principais hospitais da capital. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentes. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentes.
Rua Gualaxo, 199 - AclimaçãoStudio mobiliado Aclimação.São Paulo - SPStudio mobiliado Aclimação.
Rua Maestro Cardim, 1191 - LiberdadeSala Comercial TAMANHO: 34 m² 02 banheiros e 01 vagaSão Paulo - SPSala Comercial TAMANHO: 34 m² 02 banheiros e 01 vaga
Rua do Paraíso, 775 - ParaísoEste moderno e versátil sobrado está disponível para locação em uma das regiões mais valorizadas de São Paulo, o bairro do Paraíso. Localizado em uma rua tranquila e arborizada, o imóvel oferece uma área total de 270 m², sendo 250 m² de área útil, distribuídos em diversos ambientes funcionais e bem planejados. O sobrado conta com 5 salas amplas e bem iluminadas, perfeitas para diversas finalidades, seja para uso residencial ou comercial. Sua localização privilegiada permite fácil acesso a diversos serviços, comércio, escolas e vias de transporte público, tornando-o uma excelente opção para quem busca praticidade e comodidade. Com o valor de locação de R$ 5.500,00, este sobrado desocupado representa uma ótima oportunidade para quem deseja investir em um imóvel com grande potencial de valorização na região do Paraíso. Agende uma visita e conheça de perto todas as características deste imóvel versátil e com excelente localização.São Paulo - SPEste moderno e versátil sobrado está disponível para locação em uma das regiões mais valorizadas de São Paulo, o bairro do Paraíso. Localizado em uma rua tranquila e arborizada, o imóvel oferece uma área total de 270 m², sendo 250 m² de área útil, distribuídos em diversos ambientes funcionais e bem planejados. O sobrado conta com 5 salas amplas e bem iluminadas, perfeitas para diversas finalidades, seja para uso residencial ou comercial. Sua localização privilegiada permite fácil acesso a diversos serviços, comércio, escolas e vias de transporte público, tornando-o uma excelente opção para quem busca praticidade e comodidade. Com o valor de locação de R$ 5.500,00, este sobrado desocupado representa uma ótima oportunidade para quem deseja investir em um imóvel com grande potencial de valorização na região do Paraíso. Agende uma visita e conheça de perto todas as características deste imóvel versátil e com excelente localização.
Rua do Paraíso, 788 - ParaísoA ótima localização do bairro Paraíso – perto do Centro, Consolação e Paulista – permite acesso a uma grande infraestrutura de comércio e serviços a uma curta distância. A região faz parte de um dos principais polos financeiros da cidade, onde estão as maiores instituições financeiras do Brasil e América Latina. É um dos metros quadrados mais valorizados, dando início à famosa avenida Paulista. Morar no Paraíso é uma escolha acertada para quem busca qualidade de vida aliada à praticidade para chegar ao trabalho e também facilidade para ter acesso a uma grande variedade de shoppings, lojas de rua, supermercados, cafés, entre outros tipos de serviços perto de casa. Quer saber mais? Confira, neste artigo, tudo sobre o bairro Paraíso! Conheça o Bairro Paraíso em São Paulo Qual é a origem do bairro Paraíso? Por volta de 1860, na região conhecida hoje como o bairro Paraíso, existia uma grande área rural chamada Chácara do Sertório, do vereador João Sertório, que foi dividida em diversas ruas, sendo que uma delas recebeu o nome Paraíso. De acordo com registros históricos, foi só a partir de 1897 que o bairro Paraíso foi fundado. Entre as construções referência da região, estão o Instituto Pasteur e a Casa das Rosas, fundadas no início do século XX. Como é morar no bairro Paraíso? Localização Situado no quadrilátero entre a Praça Osvaldo Cruz e as avenidas Paulista, 23 de Maio e Brigadeiro Luís Antônio, na região sul de São Paulo, o bairro Paraíso é conhecido pela localização estratégica bem no coração da cidade. Quem está no bairro Paraíso tem muitas opções para ir e vir, com bastante mobilidade: além das estações Paraíso (linha 1-azul) e Brigadeiro (linha 2-verde), é possível acessar muitas linhas de ônibus ou se locomover facilmente de carro para outras regiões pelas avenidas Paulista, Brigadeiro Luís Antônio, Nove de Julho e 23 de Maio. Com shoppings, lojas, restaurantes e inúmeros cafés, os moradores e frequentadores do bairro têm tudo à mão e podem desfrutar de todos esses serviços sem nem precisar tirar o carro da garagem, com a vantagem de poder fazer tudo a pé. Além das incríveis opções gastronômicas, o bairro Paraíso também oferece a praticidade de ser vizinho a outros bairros com ampla infraestrutura, como o Jardim Paulista, Cerqueira César, Bela Vista, Consolação e Higienópolis. Saúde e segurança Paraíso é um bairro muito bem-servido de serviços de saúde, com clínicas e hospitais particulares e da rede pública de saúde, farmácias e drogarias. Por ali, os moradores contam com o Hospital do Coração (HCor), Hospital Sancta Maggiore, Hospital São Rafael, Hospital da Saúde do Homem, Hospital e Maternidade Santa Joana, Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, Hospital Santa Helena e Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Considerado um bairro seguro, Paraíso é conhecido por sua atmosfera tranquila e arborizada. É uma excelente opção para quem busca viver em um dos melhores bairros de São Paulo, com uma ampla infraestrutura, mobilidade, lazer e pontos turísticos imperdíveis. Educação No quesito educação, o bairro concentra uma grande quantidade de escolas e faculdades de qualidade, tanto públicas quanto particulares – como os colégios Santa Catarina de Sena e Maria Imaculada; e as escolas de ensino superior, a Faculdade Belas Artes e Universidade Paulista – UNIP, por exemplo. Gastronomia Quando o assunto é gastronomia, Paraíso não decepciona. Uma das vantagens de estar na badalada região da Paulista é a possibilidade de conhecer restaurantes de diversas especialidades e comandados por renomados chefs de cozinha. Entre as vias, é possível encontrar uma variedade de restaurantes, como a Bucatini Culinária Italiana e Frutos do Mar e o famoso Ponto Chic. Há pizzarias tradicionais paulistanas, trattorias, gastronomia contemporânea e muitos outros funcionam coladinhos ao bairro. Além dos restaurantes de rua, o Shopping Pátio Paulista também abriga diversas opções gastronômicas, como Paris 6, Pecorino, Almanara, Coco Bambu, Andiamo, Havanna Café, Le Pain Quotidien, Madero, TGI Fridays e Outback para agradar todos os perfis! Opções de lazer Além dos shoppings Pátio Paulista, Cidade São Paulo, Center 3, com lojas, cinema e teatros, a região conta com outras alternativas de lazer. Os moradores podem usufruir do Parque do Ibirapuera, o mais importante parque urbano de São Paulo, com três lagos artificiais interligados, ciclovias, pistas de corrida, quadras, áreas abertas para shows, museus, planetário, entre outros espaços. O Ginásio do Ibirapuera (parte do Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães) também fica por lá, e promove espetáculos culturais, eventos esportivos e de lazer. Para os que apreciam arte e história, vale conhecer a Casa das Rosas. Com estilo clássico francês, a mansão localizada na avenida Paulista abriga 38 cômodos, além de pomares e jardins que cultivavam as mais belas rosas paulistas. Desde 2004, a Casa das Rosas promove cursos, oficinas de criação e crítica literárias, palestras, ciclos de debates, lançamentos de livros, apresentações literárias e musicais, saraus, peças de teatro, exposições ligadas à literatura, entre outras atividades. Outros passeios culturais que valem a pena conferir, todos na avenida Paulista: o Mirante do Sesc Paulista; as peças teatrais gratuitas no Itaú Cultural; as exposições no Japan House e no MASP – Museu de Arte de São Paulo; Centro Cultural Coreano no Brasil; Centro Cultural Fiesp; e Instituto Moreira Salles. Apartamento no bairro Paraíso: conheça as opções da Vitacon • ON Paulista A ótima localização do bairro Paraíso – perto do Centro, Consolação e Paulista – permite acesso a uma grande infraestrutura de comércio e serviços a uma curta distância. A região faz parte de um dos principais polos financeiros da cidade, onde estão as maiores instituições financeiras do Brasil e América Latina. É um dos metros quadrados mais valorizados, dando início à famosa avenida Paulista. Morar no Paraíso é uma escolha acertada para quem busca qualidade de vida aliada à praticidade para chegar ao trabalho e também facilidade para ter acesso a uma grande variedade de shoppings, lojas de rua, supermercados, cafés, entre outros tipos de serviços perto de casa. Quer saber mais? Confira, neste artigo, tudo sobre o bairro Paraíso! Conheça o Bairro Paraíso em São Paulo Qual é a origem do bairro Paraíso? Por volta de 1860, na região conhecida hoje como o bairro Paraíso, existia uma grande área rural chamada Chácara do Sertório, do vereador João Sertório, que foi dividida em diversas ruas, sendo que uma delas recebeu o nome Paraíso. De acordo com registros históricos, foi só a partir de 1897 que o bairro Paraíso foi fundado. Entre as construções referência da região, estão o Instituto Pasteur e a Casa das Rosas, fundadas no início do século XX. Como é morar no bairro Paraíso? Localização Situado no quadrilátero entre a Praça Osvaldo Cruz e as avenidas Paulista, 23 de Maio e Brigadeiro Luís Antônio, na região sul de São Paulo, o bairro Paraíso é conhecido pela localização estratégica bem no coração da cidade. Quem está no bairro Paraíso tem muitas opções para ir e vir, com bastante mobilidade: além das estações Paraíso (linha 1-azul) e Brigadeiro (linha 2-verde), é possível acessar muitas linhas de ônibus ou se locomover facilmente de carro para outras regiões pelas avenidas Paulista, Brigadeiro Luís Antônio, Nove de Julho e 23 de Maio. Com shoppings, lojas, restaurantes e inúmeros cafés, os moradores e frequentadores do bairro têm tudo à mão e podem desfrutar de todos esses serviços sem nem precisar tirar o carro da garagem, com a vantagem de poder fazer tudo a pé. Além das incríveis opções gastronômicas, o bairro Paraíso também oferece a praticidade de ser vizinho a outros bairros com ampla infraestrutura, como o Jardim Paulista, Cerqueira César, Bela Vista, Consolação e Higienópolis. Saúde e segurança Paraíso é um bairro muito bem-servido de serviços de saúde, com clínicas e hospitais particulares e da rede pública de saúde, farmácias e drogarias. Por ali, os moradores contam com o Hospital do Coração (HCor), Hospital Sancta Maggiore, Hospital São Rafael, Hospital da Saúde do Homem, Hospital e Maternidade Santa Joana, Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, Hospital Santa Helena e Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Considerado um bairro seguro, Paraíso é conhecido por sua atmosfera tranquila e arborizada. É uma excelente opção para quem busca viver em um dos melhores bairros de São Paulo, com uma ampla infraestrutura, mobilidade, lazer e pontos turísticos imperdíveis. Educação No quesito educação, o bairro concentra uma grande quantidade de escolas e faculdades de qualidade, tanto públicas quanto particulares – como os colégios Santa Catarina de Sena e Maria Imaculada; e as escolas de ensino superior, a Faculdade Belas Artes e Universidade Paulista – UNIP, por exemplo. Gastronomia Quando o assunto é gastronomia, Paraíso não decepciona. Uma das vantagens de estar na badalada região da Paulista é a possibilidade de conhecer restaurantes de diversas especialidades e comandados por renomados chefs de cozinha. Entre as vias, é possível encontrar uma variedade de restaurantes, como a Bucatini Culinária Italiana e Frutos do Mar e o famoso Ponto Chic. Há pizzarias tradicionais paulistanas, trattorias, gastronomia contemporânea e muitos outros funcionam coladinhos ao bairro. Além dos restaurantes de rua, o Shopping Pátio Paulista também abriga diversas opções gastronômicas, como Paris 6, Pecorino, Almanara, Coco Bambu, Andiamo, Havanna Café, Le Pain Quotidien, Madero, TGI Fridays e Outback para agradar todos os perfis! Opções de lazer Além dos shoppings Pátio Paulista, Cidade São Paulo, Center 3, com lojas, cinema e teatros, a região conta com outras alternativas de lazer. Os moradores podem usufruir do Parque do Ibirapuera, o mais importante parque urbano de São Paulo, com três lagos artificiais interligados, ciclovias, pistas de corrida, quadras, áreas abertas para shows, museus, planetário, entre outros espaços. O Ginásio do Ibirapuera (parte do Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães) também fica por lá, e promove espetáculos culturais, eventos esportivos e de lazer. Para os que apreciam arte e história, vale conhecer a Casa das Rosas. Com estilo clássico francês, a mansão localizada na avenida Paulista abriga 38 cômodos, além de pomares e jardins que cultivavam as mais belas rosas paulistas. Desde 2004, a Casa das Rosas promove cursos, oficinas de criação e crítica literárias, palestras, ciclos de debates, lançamentos de livros, apresentações literárias e musicais, saraus, peças de teatro, exposições ligadas à literatura, entre outras atividades. Outros passeios culturais que valem a pena conferir, todos na avenida Paulista: o Mirante do Sesc Paulista; as peças teatrais gratuitas no Itaú Cultural; as exposições no Japan House e no MASP – Museu de Arte de São Paulo; Centro Cultural Coreano no Brasil; Centro Cultural Fiesp; e Instituto Moreira Salles. Apartamento no bairro Paraíso: conheça as opções da Vitacon • ON PaulistaSão Paulo - SPA ótima localização do bairro Paraíso – perto do Centro, Consolação e Paulista – permite acesso a uma grande infraestrutura de comércio e serviços a uma curta distância. A região faz parte de um dos principais polos financeiros da cidade, onde estão as maiores instituições financeiras do Brasil e América Latina. É um dos metros quadrados mais valorizados, dando início à famosa avenida Paulista. Morar no Paraíso é uma escolha acertada para quem busca qualidade de vida aliada à praticidade para chegar ao trabalho e também facilidade para ter acesso a uma grande variedade de shoppings, lojas de rua, supermercados, cafés, entre outros tipos de serviços perto de casa. Quer saber mais? Confira, neste artigo, tudo sobre o bairro Paraíso! Conheça o Bairro Paraíso em São Paulo Qual é a origem do bairro Paraíso? Por volta de 1860, na região conhecida hoje como o bairro Paraíso, existia uma grande área rural chamada Chácara do Sertório, do vereador João Sertório, que foi dividida em diversas ruas, sendo que uma delas recebeu o nome Paraíso. De acordo com registros históricos, foi só a partir de 1897 que o bairro Paraíso foi fundado. Entre as construções referência da região, estão o Instituto Pasteur e a Casa das Rosas, fundadas no início do século XX. Como é morar no bairro Paraíso? Localização Situado no quadrilátero entre a Praça Osvaldo Cruz e as avenidas Paulista, 23 de Maio e Brigadeiro Luís Antônio, na região sul de São Paulo, o bairro Paraíso é conhecido pela localização estratégica bem no coração da cidade. Quem está no bairro Paraíso tem muitas opções para ir e vir, com bastante mobilidade: além das estações Paraíso (linha 1-azul) e Brigadeiro (linha 2-verde), é possível acessar muitas linhas de ônibus ou se locomover facilmente de carro para outras regiões pelas avenidas Paulista, Brigadeiro Luís Antônio, Nove de Julho e 23 de Maio. Com shoppings, lojas, restaurantes e inúmeros cafés, os moradores e frequentadores do bairro têm tudo à mão e podem desfrutar de todos esses serviços sem nem precisar tirar o carro da garagem, com a vantagem de poder fazer tudo a pé. Além das incríveis opções gastronômicas, o bairro Paraíso também oferece a praticidade de ser vizinho a outros bairros com ampla infraestrutura, como o Jardim Paulista, Cerqueira César, Bela Vista, Consolação e Higienópolis. Saúde e segurança Paraíso é um bairro muito bem-servido de serviços de saúde, com clínicas e hospitais particulares e da rede pública de saúde, farmácias e drogarias. Por ali, os moradores contam com o Hospital do Coração (HCor), Hospital Sancta Maggiore, Hospital São Rafael, Hospital da Saúde do Homem, Hospital e Maternidade Santa Joana, Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, Hospital Santa Helena e Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Considerado um bairro seguro, Paraíso é conhecido por sua atmosfera tranquila e arborizada. É uma excelente opção para quem busca viver em um dos melhores bairros de São Paulo, com uma ampla infraestrutura, mobilidade, lazer e pontos turísticos imperdíveis. Educação No quesito educação, o bairro concentra uma grande quantidade de escolas e faculdades de qualidade, tanto públicas quanto particulares – como os colégios Santa Catarina de Sena e Maria Imaculada; e as escolas de ensino superior, a Faculdade Belas Artes e Universidade Paulista – UNIP, por exemplo. Gastronomia Quando o assunto é gastronomia, Paraíso não decepciona. Uma das vantagens de estar na badalada região da Paulista é a possibilidade de conhecer restaurantes de diversas especialidades e comandados por renomados chefs de cozinha. Entre as vias, é possível encontrar uma variedade de restaurantes, como a Bucatini Culinária Italiana e Frutos do Mar e o famoso Ponto Chic. Há pizzarias tradicionais paulistanas, trattorias, gastronomia contemporânea e muitos outros funcionam coladinhos ao bairro. Além dos restaurantes de rua, o Shopping Pátio Paulista também abriga diversas opções gastronômicas, como Paris 6, Pecorino, Almanara, Coco Bambu, Andiamo, Havanna Café, Le Pain Quotidien, Madero, TGI Fridays e Outback para agradar todos os perfis! Opções de lazer Além dos shoppings Pátio Paulista, Cidade São Paulo, Center 3, com lojas, cinema e teatros, a região conta com outras alternativas de lazer. Os moradores podem usufruir do Parque do Ibirapuera, o mais importante parque urbano de São Paulo, com três lagos artificiais interligados, ciclovias, pistas de corrida, quadras, áreas abertas para shows, museus, planetário, entre outros espaços. O Ginásio do Ibirapuera (parte do Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães) também fica por lá, e promove espetáculos culturais, eventos esportivos e de lazer. Para os que apreciam arte e história, vale conhecer a Casa das Rosas. Com estilo clássico francês, a mansão localizada na avenida Paulista abriga 38 cômodos, além de pomares e jardins que cultivavam as mais belas rosas paulistas. Desde 2004, a Casa das Rosas promove cursos, oficinas de criação e crítica literárias, palestras, ciclos de debates, lançamentos de livros, apresentações literárias e musicais, saraus, peças de teatro, exposições ligadas à literatura, entre outras atividades. Outros passeios culturais que valem a pena conferir, todos na avenida Paulista: o Mirante do Sesc Paulista; as peças teatrais gratuitas no Itaú Cultural; as exposições no Japan House e no MASP – Museu de Arte de São Paulo; Centro Cultural Coreano no Brasil; Centro Cultural Fiesp; e Instituto Moreira Salles. Apartamento no bairro Paraíso: conheça as opções da Vitacon • ON Paulista A ótima localização do bairro Paraíso – perto do Centro, Consolação e Paulista – permite acesso a uma grande infraestrutura de comércio e serviços a uma curta distância. A região faz parte de um dos principais polos financeiros da cidade, onde estão as maiores instituições financeiras do Brasil e América Latina. É um dos metros quadrados mais valorizados, dando início à famosa avenida Paulista. Morar no Paraíso é uma escolha acertada para quem busca qualidade de vida aliada à praticidade para chegar ao trabalho e também facilidade para ter acesso a uma grande variedade de shoppings, lojas de rua, supermercados, cafés, entre outros tipos de serviços perto de casa. Quer saber mais? Confira, neste artigo, tudo sobre o bairro Paraíso! Conheça o Bairro Paraíso em São Paulo Qual é a origem do bairro Paraíso? Por volta de 1860, na região conhecida hoje como o bairro Paraíso, existia uma grande área rural chamada Chácara do Sertório, do vereador João Sertório, que foi dividida em diversas ruas, sendo que uma delas recebeu o nome Paraíso. De acordo com registros históricos, foi só a partir de 1897 que o bairro Paraíso foi fundado. Entre as construções referência da região, estão o Instituto Pasteur e a Casa das Rosas, fundadas no início do século XX. Como é morar no bairro Paraíso? Localização Situado no quadrilátero entre a Praça Osvaldo Cruz e as avenidas Paulista, 23 de Maio e Brigadeiro Luís Antônio, na região sul de São Paulo, o bairro Paraíso é conhecido pela localização estratégica bem no coração da cidade. Quem está no bairro Paraíso tem muitas opções para ir e vir, com bastante mobilidade: além das estações Paraíso (linha 1-azul) e Brigadeiro (linha 2-verde), é possível acessar muitas linhas de ônibus ou se locomover facilmente de carro para outras regiões pelas avenidas Paulista, Brigadeiro Luís Antônio, Nove de Julho e 23 de Maio. Com shoppings, lojas, restaurantes e inúmeros cafés, os moradores e frequentadores do bairro têm tudo à mão e podem desfrutar de todos esses serviços sem nem precisar tirar o carro da garagem, com a vantagem de poder fazer tudo a pé. Além das incríveis opções gastronômicas, o bairro Paraíso também oferece a praticidade de ser vizinho a outros bairros com ampla infraestrutura, como o Jardim Paulista, Cerqueira César, Bela Vista, Consolação e Higienópolis. Saúde e segurança Paraíso é um bairro muito bem-servido de serviços de saúde, com clínicas e hospitais particulares e da rede pública de saúde, farmácias e drogarias. Por ali, os moradores contam com o Hospital do Coração (HCor), Hospital Sancta Maggiore, Hospital São Rafael, Hospital da Saúde do Homem, Hospital e Maternidade Santa Joana, Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, Hospital Santa Helena e Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Considerado um bairro seguro, Paraíso é conhecido por sua atmosfera tranquila e arborizada. É uma excelente opção para quem busca viver em um dos melhores bairros de São Paulo, com uma ampla infraestrutura, mobilidade, lazer e pontos turísticos imperdíveis. Educação No quesito educação, o bairro concentra uma grande quantidade de escolas e faculdades de qualidade, tanto públicas quanto particulares – como os colégios Santa Catarina de Sena e Maria Imaculada; e as escolas de ensino superior, a Faculdade Belas Artes e Universidade Paulista – UNIP, por exemplo. Gastronomia Quando o assunto é gastronomia, Paraíso não decepciona. Uma das vantagens de estar na badalada região da Paulista é a possibilidade de conhecer restaurantes de diversas especialidades e comandados por renomados chefs de cozinha. Entre as vias, é possível encontrar uma variedade de restaurantes, como a Bucatini Culinária Italiana e Frutos do Mar e o famoso Ponto Chic. Há pizzarias tradicionais paulistanas, trattorias, gastronomia contemporânea e muitos outros funcionam coladinhos ao bairro. Além dos restaurantes de rua, o Shopping Pátio Paulista também abriga diversas opções gastronômicas, como Paris 6, Pecorino, Almanara, Coco Bambu, Andiamo, Havanna Café, Le Pain Quotidien, Madero, TGI Fridays e Outback para agradar todos os perfis! Opções de lazer Além dos shoppings Pátio Paulista, Cidade São Paulo, Center 3, com lojas, cinema e teatros, a região conta com outras alternativas de lazer. Os moradores podem usufruir do Parque do Ibirapuera, o mais importante parque urbano de São Paulo, com três lagos artificiais interligados, ciclovias, pistas de corrida, quadras, áreas abertas para shows, museus, planetário, entre outros espaços. O Ginásio do Ibirapuera (parte do Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães) também fica por lá, e promove espetáculos culturais, eventos esportivos e de lazer. Para os que apreciam arte e história, vale conhecer a Casa das Rosas. Com estilo clássico francês, a mansão localizada na avenida Paulista abriga 38 cômodos, além de pomares e jardins que cultivavam as mais belas rosas paulistas. Desde 2004, a Casa das Rosas promove cursos, oficinas de criação e crítica literárias, palestras, ciclos de debates, lançamentos de livros, apresentações literárias e musicais, saraus, peças de teatro, exposições ligadas à literatura, entre outras atividades. Outros passeios culturais que valem a pena conferir, todos na avenida Paulista: o Mirante do Sesc Paulista; as peças teatrais gratuitas no Itaú Cultural; as exposições no Japan House e no MASP – Museu de Arte de São Paulo; Centro Cultural Coreano no Brasil; Centro Cultural Fiesp; e Instituto Moreira Salles. Apartamento no bairro Paraíso: conheça as opções da Vitacon • ON Paulista
Rua Nilo, 170 - AclimaçãoConheça o Condomínio Retrato Paulista, uma morada que reflete o espírito vibrante de São Paulo. Localizado na Rua Nilo, disponibiliza vários recursos para trazer comodidade e aconchego ao dia a dia dos moradores. Contando com portaria 24 horas, elevador, academia, piscina, quadra esportiva, salão de festas, churrasqueira, playground, sauna, salão de jogos, brinquedoteca e lavanderia no prédio, o Condomínio Retrato Paulista é preparado para atender às necessidades dos moradores que buscam lazer e conforto em um só lugar. A proximidade com Estação Vergueiro, Hospital Sancta Maggiore Paraíso, Gastroclínica, Estação Paraíso, Hospital do Servidor Público Municipal e Hospital Oswaldo Cruz acrescenta praticidade e comodidade na rotina dos que residem no local.São Paulo - SPConheça o Condomínio Retrato Paulista, uma morada que reflete o espírito vibrante de São Paulo. Localizado na Rua Nilo, disponibiliza vários recursos para trazer comodidade e aconchego ao dia a dia dos moradores. Contando com portaria 24 horas, elevador, academia, piscina, quadra esportiva, salão de festas, churrasqueira, playground, sauna, salão de jogos, brinquedoteca e lavanderia no prédio, o Condomínio Retrato Paulista é preparado para atender às necessidades dos moradores que buscam lazer e conforto em um só lugar. A proximidade com Estação Vergueiro, Hospital Sancta Maggiore Paraíso, Gastroclínica, Estação Paraíso, Hospital do Servidor Público Municipal e Hospital Oswaldo Cruz acrescenta praticidade e comodidade na rotina dos que residem no local.