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Rua Solon, 829 - Bom RetiroLocalizado no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, este terreno representa uma oportunidade única para aqueles que buscam investir em um imóvel com grande potencial. Com uma área total de 348 m², este lote proporcionará ampla liberdade para a construção de um projeto personalizado, atendendo às suas necessidades específicas. O valor de venda deste imóvel é de R$ 3.000.000, tornando-o uma opção atraente para investidores e empreendedores que desejam explorar as possibilidades de desenvolvimento na região. A área útil de 348 m² e a área do terreno de 348 m² oferecem um espaço generoso para a realização de seus planos. Não há móveis inclusos na venda, permitindo que você personalize o projeto de acordo com suas preferências. Não perca essa oportunidade de adquirir um terreno estrategicamente localizado no Bom Retiro, em São Paulo, e transformá-lo no imóvel dos seus sonhos. ................................................................................................................................................................................................................................... Bom Retiro é um bairro situado na região central do município de São Paulo pertencente ao distrito homônimo. É conhecido pelo seu comércio, por ser o local onde foi fundado o Sport Club Corinthians Paulista[1][2] e por ser o bairro da torcida organizada e escola de samba Gaviões da Fiel.[2] É também onde se localiza a escola de samba Tom Maior. O bairro é uma mescla de culturas. Suas ruas abrigam judeus ortodoxos, restaurantes e docerias judaicas, a sinagoga mais antiga de São Paulo, e o Taib - Teatro Alternativo Israelita Brasileiro. A herança italiana é visível em nomes de ruas, cantinas e instituições católicas, enquanto a presença coreana é marcada por igrejas presbiterianas e estabelecimentos comerciais. Bolivianos, que começaram a chegar na década de 1980 para trabalhar em oficinas de costura, agora também são donos de suas próprias confecções, contribuindo para a diversidade cultural e econômica do bairro.[2][3] História O bairro do Bom Retiro, localizado entre os rios Tietê e Tamanduateí, é um testemunho vibrante da evolução social e cultural de São Paulo.[4] No século XIX, a região era composta por chácaras e sítios, como a "Chácara do Bom Retiro", que deu nome ao bairro. Estas propriedades serviam como retiros de fim de semana para a elite paulistana, incluindo a família Souza Aranha do Marquês de Três Rios, cujo nome ainda é lembrado em uma das ruas centrais do bairro.[5] Mapa do Bom Retiro em 1929 Largo do Bom Retiro Marco da fundação do Sport Club Corinthians Paulista O caráter de lazer do Bom Retiro começou a mudar com a instalação das primeiras olarias, aproveitando a argila das várzeas dos rios, frequentemente inundadas.[5] A Olaria Manfred, estabelecida em 1860, foi a primeira e mais importante dessas indústrias. O desenvolvimento significativo do bairro ocorreu com a chegada da Estrada de Ferro São Paulo Railway, conhecida como Estrada de Ferro "Inglesa", inaugurada em 1867. Esta linha ferroviária, que ligava Jundiaí a Santos, com uma parada em São Paulo na Estação da Luz, facilitou a chegada de imigrantes que desembarcavam no porto e incentivou a instalação de fábricas próximas à linha ferroviária.[5] A história do Bom Retiro e sua diversidade étnica estão intrinsecamente ligadas à industrialização e urbanização de São Paulo, além de refletirem guerras, revoluções e crises econômicas globais. Esses eventos impactaram profundamente os imigrantes, que foram os grandes afetados. As trajetórias do bairro, da cidade e dos estrangeiros se cruzam no final do século XIX, com o ciclo do café como ponto de partida. Em 1850, 40% da produção mundial de café vinha do Brasil, e o dinheiro gerado por essa exportação ajudou a fomentar o nascimento da indústria paulista, inicialmente nos bairros do Bom Retiro, Brás e Mooca.[6] Um marco importante na história do bairro é a fundação do Sport Club Corinthians Paulista.[7] Fundado em 1º de setembro de 1910 por um grupo de operários paulistas do Bom Retiro, o Corinthians rapidamente se tornou um dos clubes mais populares do Brasil.[7] O clube foi fundado após uma partida inspiradora entre o Corinthians Team, de Londres, e a Associação Atlética das Palmeiras, que motivou os fundadores a criar um time com o nome de "Corinthians" em homenagem à equipe inglesa. Com o tempo, o Corinthians se tornou um dos clubes de futebol mais bem-sucedidos do país, começando sua trajetória em um terreno baldio na Rua José Paulino.[7] Fachada do prédio do Desinfectório Central Edificações do bairro Fatec São Paulo Nossa Senhora Auxiliadora Em 1940, uma pesquisa sobre a concentração de estrangeiros – sírios, japoneses e judeus – realizada por Olavo Egidio de Araujo, técnico de estatística do Departamento de Cultura da PMSP, revelou a concentração de judeus no Bom Retiro.[8] Publicada sob o título “Enquistamentos Étnicos” na Revista do Arquivo Municipal, o estudo destacou que roupas feitas e artefatos de tecidos correspondiam a 39% das indústrias do bairro, e malharias a 15%. Além da atividade econômica, a presença de sinagogas, peixarias e filmes israelitas exibidos no cinema local, bem como a alta porcentagem de crianças israelitas frequentando escolas no bairro, foram apontados por Araújo como elementos distintivos da comunidade judaica.[8][9] O trabalho de Araújo marcou um divisor de águas, conferindo ao Bom Retiro uma identidade étnica associada à presença judaica.[10] Nos estudos subsequentes, como “A Cidade de São Paulo” de Aroldo de Azevedo e “O bairro do Bom Retiro” por Dertônio, a década de 1940 é destacada como o período em que os judeus começaram a influenciar fortemente a cultura local, inclusive através do uso da língua ídiche.[8][6] A partir dos anos 1960, os sul-coreanos começaram a chegar ao Bom Retiro, adquirindo as principais lojas do bairro, especialmente nos anos 1980, após a anistia de imigrantes ilegais em 1982.[11] Durante esse período, muitos judeus migraram para bairros mais residenciais, como Higienópolis, à medida que as novas gerações buscavam outras profissões.[8] A chegada dos bolivianos ao Bom Retiro começou a se intensificar na década de 1980. A princípio, muitos vieram em busca de melhores oportunidades econômicas, fugindo de condições difíceis em seu país de origem. No Brasil, encontraram trabalho principalmente nas oficinas de costura, um setor que estava em expansão no bairro devido à já estabelecida indústria têxtil. Infelizmente, muitos desses imigrantes trabalharam em condições precárias, enfrentando longas jornadas de trabalho e baixos salários.[12] Com o passar dos anos, no entanto, a comunidade boliviana no Bom Retiro começou a se estabelecer de forma mais sólida. Muitos imigrantes que inicialmente trabalhavam como empregados em oficinas de costura conseguiram abrir seus próprios negócios, contribuindo para o dinamismo econômico do bairro. Hoje, alguns bolivianos são proprietários de suas próprias confecções, e a comunidade é uma parte vital do setor de moda do Bom Retiro.[13] A presença boliviana no bairro não se limita apenas ao aspecto econômico. Eles também trouxeram suas tradições culturais, que são visíveis em eventos comunitários e festas tradicionais que ocorrem no Bom Retiro. A comida boliviana, por exemplo, é uma parte importante da oferta culinária local, com restaurantes que servem pratos típicos como salteñas e api.[14] Atualidade Edifícios da Rua Amazonas Av. Dr. Campos Sales x Rua José Paulino Rua José Paulino Área comercial a noite O Bom Retiro é um bairro que encapsula uma diversidade rica e única, refletindo uma fusão de tempos e culturas, que o torna um dos locais mais dinâmicos de São Paulo.[15][16] Essa mescla cultural é uma das razões pelas quais o bairro foi destacado pela revista cultural britânica Time Out, que o classificou como o bairro mais descolado do Brasil e ocupou o 25º lugar entre os 50 bairros "mais legais" do mundo em 2019.[16] O mapeamento foi feito com a colaboração de 27 mil moradores de diversos países, e destacou aspectos como os prédios culturais históricos do bairro, que são testemunhas da sua rica herança multicultural.[16][17] O multiétnico bairro paulistano seria rebatizado em 2017, quando o então prefeito João Dória teve a ideia de rebatizar o bairro como "Little Seul".[18] A proposta, que usava um anglicismo para renomear uma área em um país de língua portuguesa, foi amplamente criticada e vista como uma tentativa vil de apagar a identidade histórica do bairro, que remonta à "Chácara do Bom Retiro".[18] A ideia não foi adiante, mas despertou entre alguns coreanos, especialmente na área consular, a possibilidade de o bairro ser mais identificado com a Coreia do Sul.[15] Dos 50 mil coreanos e descendentes residentes no Brasil, 90% vivem em São Paulo, muitos no Bom Retiro.[18] No entanto, o bairro abriga também comunidades de judeus, italianos, gregos, húngaros, latino-americanos e outros, cuja presença é histórica e economicamente significativa, e que não podem ser apagadas.[18] Apesar desta diversidade étnica, ocorreu em 16 de janeiro de 2017 um ato que é um acinte à história do bairro: a mudança do nome de uma de suas principais ruas, a Prates, para Prates-Coreia,[18] totalmente alheia à importância do nome Prates, cuja rua era a entrada da chácara de Fidélis Nepomuceno de Carvalho Prates, um dos mais importantes e respeitados moradores da São Paulo do século XIX.[2] Cerca de 70% do comércio local é administrado por coreanos e descendentes. Boa parte do comércio se modernizou e hoje exibe vitrines dignas de figurar em endereços de alto padrão.[19][18] O Bom Retiro é relativamente extenso e limita-se com os bairros de Santana, Ponte Pequena, Canindé, Pari, Luz e Campos Elísios. Possui três estações de metrô: Luz, Tiradentes e Armênia.[2] Passam pelo bairro vias largas e movimentadas como: Avenida Tiradentes, Avenida do Estado e Avenida Santos Dumont. Outros importantes logradouros são: Rua João Teodoro, Rua Ribeiro de Lima, Rua Três Rios e Rua José Paulino - esta última, importante reduto de comércio de roupas.[20] Nele localiza-se a Defesa Civil do Município de São Paulo.[21] O bairro é classificado pelo CRECI como "Zona de Valor D", assim como outros bairros da capital: Casa Verde, Carandiru e Brás.[22] Na área de várzea próximo ao rio Tietê se situam o Parque do Gato, uma área que passou por transformações significativas, com projetos de urbanização e melhorias para os moradores.[23] É um exemplo de como a cidade de São Paulo tem trabalhado para integrar áreas menos favorecidas ao tecido urbano. O Centro Esportivo Tietê, situando no antigo Clube de Regatas Tietê, é um grande complexo esportivo que oferece uma variedade de atividades para a comunidade, incluindo piscinas, quadras esportivas e áreas de lazer.[24] Mostrando a influência japonesa na região o Estádio Municipal de Beisebol "Mie Nishi" foi o inaugurado em 21 de junho de 1958, sendo um marco nipônico, construído em comemoração ao cinquentenário da imigração japonesa no Brasil. É o único local público no Brasil que oferece beisebol, além de outras modalidades como gatebol e sumô. O estádio também oferece aulas gratuitas de beisebol e softbol, promovendo o esporte na comunidade.[25] Mais recentemente ganhou o Centro de Esportes Radicais, localizado ao lado do Estádio Mie Nishi, o Centro de Esportes Radicais é um espaço de 38.500 m² dedicado a esportes como skate, BMX, e patins. O local possui ciclovia, pista de caminhada, e diversas rampas para diferentes níveis de habilidade.[26] Conta com o Memorial da Imigração Judaica, dedicado à preservação da história da imigração judaica no Brasil e à memória do Holocausto. Ele oferece exposições e programas educativos que promovem a compreensão e a tolerância.[27] O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) possui uma unidade no Bom Retiro, oferecendo serviços relacionados a habilitação e veículos.[28] O Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) é responsável por coordenar as operações de segurança e emergências na cidade, garantindo uma resposta rápida e eficiente e além do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, centro administrativo e operacional da Polícia Militar do Estado de São Paulo, onde são tomadas decisões estratégicas para a segurança pública.[29] Semelhança com bairro portenho Estação da Luz em São Paulo Estação Retiro e a Torre dos Ingleses em Buenos Aires Bom Retiro em São Paulo e Retiro em Buenos Aires são bairros que, apesar de estarem localizados em cidades distintas, compartilham algumas características notáveis. Ambos situam-se em regiões centrais de suas respectivas metrópoles, apresentam denominações semelhantes, apresentam áreas com graves problemas sociais (Villa 31 e Cracolândia), parques históricos em suas cercanias (Plaza San Martín e Jardim da Luz) e possuem uma importância histórica significativa em suas respectivas cidades.[18] Ambos os bairros receberam seus nomes devido ao nome de propriedades rurais, o bairro paulistano remonta à "Chácara do Bom Retiro"[8] e o portenho remonta casa de campo construída no final do século XVII pelo governador de Buenos Aires, que a chamou de "El Retiro". Naquela época, a região estava afastada do centro da cidade, o que contribuiu para o nome. Com o tempo, a área começou a ser urbanizada, e o nome "Retiro" permaneceu, eventualmente se tornando o nome do bairro.[30] O bairro paulistano é conhecido por sua rica história de imigração e diversidade cultural. Ao longo dos anos, recebeu várias ondas de imigrantes, incluindo italianos, judeus, coreanos e bolivianos. Cada uma dessas comunidades contribuiu para formar o caráter multicultural vibrante do bairro.[8] O bairro portenho, essa diversidade é refletida na variedade de atividades culturais e na presença de diferentes comunidades, incluindo uma significativa população de imigrantes, e por infelicidade na Peace Plaza no bairro portenho ocorreu o Ataque contra a embaixada de Israel em Buenos Aires em 1992 ocorrido no dia 17 de março, com um saldo de 29 mortos e 242 feridos, marcando o primeiro incidente conhecido na América do Sul de terrorismo relacionado com o Oriente Médio.[31] Ambos possuem estações ferroviárias importantes em suas cercanias (Estação da Luz e Estação Retiro), a brasileira, foi fortemente influenciada pela arquitetura inglesa e sua estrutura foi trazida diretamente da Inglaterra, a estação argentina também foi influenciada pela arquitetura europeia, mas, diferentemente da Estação da Luz, a sua construção foi marcada por uma forte influência francesa, porém possui em sua frente a Torre Monumental (antiga Torre dos Ingleses).[6] Bibliografia Ponciano, Levino (2001). Bairros paulistanos de A a Z. São Paulo: SENAC. pp. 107–108. ISBN 8573592230 LEME, Maria Cristina da Silva (2000). As transformações urbanas do Bom Retiro: história e imigração em São Paulo Revista Brasileira de História, v. 20, n. 1 ed. São Paulo: ANPUH. pp. 85–102 KOSSOY, Boris (2001). Memória e identidade no Bom Retiro: do bairro operário ao espaço multicultural Revista Estudos Históricos, v. 15, n. 2 ed. São Paulo: FGV. pp. 45–60 ABRAMO, Pedro (2005). O papel da imigração na conformação do bairro do Bom Retiro em São Paulo Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, v. 12, n. 3 ed. São Paulo: ANPUR. pp. 98–122Bom Retiro é um bairro situado na região central do município de São Paulo pertencente ao distrito homônimo. É conhecido pelo seu comércio, por ser o local onde foi fundado o Sport Club Corinthians Paulista[1][2] e por ser o bairro da torcida organizada e escola de samba Gaviões da Fiel.[2] É também onde se localiza a escola de samba Tom Maior. O bairro é uma mescla de culturas. Suas ruas abrigam judeus ortodoxos, restaurantes e docerias judaicas, a sinagoga mais antiga de São Paulo, e o Taib - Teatro Alternativo Israelita Brasileiro. A herança italiana é visível em nomes de ruas, cantinas e instituições católicas, enquanto a presença coreana é marcada por igrejas presbiterianas e estabelecimentos comerciais. Bolivianos, que começaram a chegar na década de 1980 para trabalhar em oficinas de costura, agora também são donos de suas próprias confecções, contribuindo para a diversidade cultural e econômica do bairro.[2][3] História O bairro do Bom Retiro, localizado entre os rios Tietê e Tamanduateí, é um testemunho vibrante da evolução social e cultural de São Paulo.[4] No século XIX, a região era composta por chácaras e sítios, como a "Chácara do Bom Retiro", que deu nome ao bairro. Estas propriedades serviam como retiros de fim de semana para a elite paulistana, incluindo a família Souza Aranha do Marquês de Três Rios, cujo nome ainda é lembrado em uma das ruas centrais do bairro.[5] Mapa do Bom Retiro em 1929 Largo do Bom Retiro Marco da fundação do Sport Club Corinthians Paulista O caráter de lazer do Bom Retiro começou a mudar com a instalação das primeiras olarias, aproveitando a argila das várzeas dos rios, frequentemente inundadas.[5] A Olaria Manfred, estabelecida em 1860, foi a primeira e mais importante dessas indústrias. O desenvolvimento significativo do bairro ocorreu com a chegada da Estrada de Ferro São Paulo Railway, conhecida como Estrada de Ferro "Inglesa", inaugurada em 1867. Esta linha ferroviária, que ligava Jundiaí a Santos, com uma parada em São Paulo na Estação da Luz, facilitou a chegada de imigrantes que desembarcavam no porto e incentivou a instalação de fábricas próximas à linha ferroviária.[5] A história do Bom Retiro e sua diversidade étnica estão intrinsecamente ligadas à industrialização e urbanização de São Paulo, além de refletirem guerras, revoluções e crises econômicas globais. Esses eventos impactaram profundamente os imigrantes, que foram os grandes afetados. As trajetórias do bairro, da cidade e dos estrangeiros se cruzam no final do século XIX, com o ciclo do café como ponto de partida. Em 1850, 40% da produção mundial de café vinha do Brasil, e o dinheiro gerado por essa exportação ajudou a fomentar o nascimento da indústria paulista, inicialmente nos bairros do Bom Retiro, Brás e Mooca.[6] Um marco importante na história do bairro é a fundação do Sport Club Corinthians Paulista.[7] Fundado em 1º de setembro de 1910 por um grupo de operários paulistas do Bom Retiro, o Corinthians rapidamente se tornou um dos clubes mais populares do Brasil.[7] O clube foi fundado após uma partida inspiradora entre o Corinthians Team, de Londres, e a Associação Atlética das Palmeiras, que motivou os fundadores a criar um time com o nome de "Corinthians" em homenagem à equipe inglesa. Com o tempo, o Corinthians se tornou um dos clubes de futebol mais bem-sucedidos do país, começando sua trajetória em um terreno baldio na Rua José Paulino.[7] Fachada do prédio do Desinfectório Central Edificações do bairro Fatec São Paulo Nossa Senhora Auxiliadora Em 1940, uma pesquisa sobre a concentração de estrangeiros – sírios, japoneses e judeus – realizada por Olavo Egidio de Araujo, técnico de estatística do Departamento de Cultura da PMSP, revelou a concentração de judeus no Bom Retiro.[8] Publicada sob o título “Enquistamentos Étnicos” na Revista do Arquivo Municipal, o estudo destacou que roupas feitas e artefatos de tecidos correspondiam a 39% das indústrias do bairro, e malharias a 15%. Além da atividade econômica, a presença de sinagogas, peixarias e filmes israelitas exibidos no cinema local, bem como a alta porcentagem de crianças israelitas frequentando escolas no bairro, foram apontados por Araújo como elementos distintivos da comunidade judaica.[8][9] O trabalho de Araújo marcou um divisor de águas, conferindo ao Bom Retiro uma identidade étnica associada à presença judaica.[10] Nos estudos subsequentes, como “A Cidade de São Paulo” de Aroldo de Azevedo e “O bairro do Bom Retiro” por Dertônio, a década de 1940 é destacada como o período em que os judeus começaram a influenciar fortemente a cultura local, inclusive através do uso da língua ídiche.[8][6] A partir dos anos 1960, os sul-coreanos começaram a chegar ao Bom Retiro, adquirindo as principais lojas do bairro, especialmente nos anos 1980, após a anistia de imigrantes ilegais em 1982.[11] Durante esse período, muitos judeus migraram para bairros mais residenciais, como Higienópolis, à medida que as novas gerações buscavam outras profissões.[8] A chegada dos bolivianos ao Bom Retiro começou a se intensificar na década de 1980. A princípio, muitos vieram em busca de melhores oportunidades econômicas, fugindo de condições difíceis em seu país de origem. No Brasil, encontraram trabalho principalmente nas oficinas de costura, um setor que estava em expansão no bairro devido à já estabelecida indústria têxtil. Infelizmente, muitos desses imigrantes trabalharam em condições precárias, enfrentando longas jornadas de trabalho e baixos salários.[12] Com o passar dos anos, no entanto, a comunidade boliviana no Bom Retiro começou a se estabelecer de forma mais sólida. Muitos imigrantes que inicialmente trabalhavam como empregados em oficinas de costura conseguiram abrir seus próprios negócios, contribuindo para o dinamismo econômico do bairro. Hoje, alguns bolivianos são proprietários de suas próprias confecções, e a comunidade é uma parte vital do setor de moda do Bom Retiro.[13] A presença boliviana no bairro não se limita apenas ao aspecto econômico. Eles também trouxeram suas tradições culturais, que são visíveis em eventos comunitários e festas tradicionais que ocorrem no Bom Retiro. A comida boliviana, por exemplo, é uma parte importante da oferta culinária local, com restaurantes que servem pratos típicos como salteñas e api.[14] Atualidade Edifícios da Rua Amazonas Av. Dr. Campos Sales x Rua José Paulino Rua José Paulino Área comercial a noite O Bom Retiro é um bairro que encapsula uma diversidade rica e única, refletindo uma fusão de tempos e culturas, que o torna um dos locais mais dinâmicos de São Paulo.[15][16] Essa mescla cultural é uma das razões pelas quais o bairro foi destacado pela revista cultural britânica Time Out, que o classificou como o bairro mais descolado do Brasil e ocupou o 25º lugar entre os 50 bairros "mais legais" do mundo em 2019.[16] O mapeamento foi feito com a colaboração de 27 mil moradores de diversos países, e destacou aspectos como os prédios culturais históricos do bairro, que são testemunhas da sua rica herança multicultural.[16][17] O multiétnico bairro paulistano seria rebatizado em 2017, quando o então prefeito João Dória teve a ideia de rebatizar o bairro como "Little Seul".[18] A proposta, que usava um anglicismo para renomear uma área em um país de língua portuguesa, foi amplamente criticada e vista como uma tentativa vil de apagar a identidade histórica do bairro, que remonta à "Chácara do Bom Retiro".[18] A ideia não foi adiante, mas despertou entre alguns coreanos, especialmente na área consular, a possibilidade de o bairro ser mais identificado com a Coreia do Sul.[15] Dos 50 mil coreanos e descendentes residentes no Brasil, 90% vivem em São Paulo, muitos no Bom Retiro.[18] No entanto, o bairro abriga também comunidades de judeus, italianos, gregos, húngaros, latino-americanos e outros, cuja presença é histórica e economicamente significativa, e que não podem ser apagadas.[18] Apesar desta diversidade étnica, ocorreu em 16 de janeiro de 2017 um ato que é um acinte à história do bairro: a mudança do nome de uma de suas principais ruas, a Prates, para Prates-Coreia,[18] totalmente alheia à importância do nome Prates, cuja rua era a entrada da chácara de Fidélis Nepomuceno de Carvalho Prates, um dos mais importantes e respeitados moradores da São Paulo do século XIX.[2] Cerca de 70% do comércio local é administrado por coreanos e descendentes. Boa parte do comércio se modernizou e hoje exibe vitrines dignas de figurar em endereços de alto padrão.[19][18] O Bom Retiro é relativamente extenso e limita-se com os bairros de Santana, Ponte Pequena, Canindé, Pari, Luz e Campos Elísios. Possui três estações de metrô: Luz, Tiradentes e Armênia.[2] Passam pelo bairro vias largas e movimentadas como: Avenida Tiradentes, Avenida do Estado e Avenida Santos Dumont. Outros importantes logradouros são: Rua João Teodoro, Rua Ribeiro de Lima, Rua Três Rios e Rua José Paulino - esta última, importante reduto de comércio de roupas.[20] Nele localiza-se a Defesa Civil do Município de São Paulo.[21] O bairro é classificado pelo CRECI como "Zona de Valor D", assim como outros bairros da capital: Casa Verde, Carandiru e Brás.[22] Na área de várzea próximo ao rio Tietê se situam o Parque do Gato, uma área que passou por transformações significativas, com projetos de urbanização e melhorias para os moradores.[23] É um exemplo de como a cidade de São Paulo tem trabalhado para integrar áreas menos favorecidas ao tecido urbano. O Centro Esportivo Tietê, situando no antigo Clube de Regatas Tietê, é um grande complexo esportivo que oferece uma variedade de atividades para a comunidade, incluindo piscinas, quadras esportivas e áreas de lazer.[24] Mostrando a influência japonesa na região o Estádio Municipal de Beisebol "Mie Nishi" foi o inaugurado em 21 de junho de 1958, sendo um marco nipônico, construído em comemoração ao cinquentenário da imigração japonesa no Brasil. É o único local público no Brasil que oferece beisebol, além de outras modalidades como gatebol e sumô. O estádio também oferece aulas gratuitas de beisebol e softbol, promovendo o esporte na comunidade.[25] Mais recentemente ganhou o Centro de Esportes Radicais, localizado ao lado do Estádio Mie Nishi, o Centro de Esportes Radicais é um espaço de 38.500 m² dedicado a esportes como skate, BMX, e patins. O local possui ciclovia, pista de caminhada, e diversas rampas para diferentes níveis de habilidade.[26] Conta com o Memorial da Imigração Judaica, dedicado à preservação da história da imigração judaica no Brasil e à memória do Holocausto. Ele oferece exposições e programas educativos que promovem a compreensão e a tolerância.[27] O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) possui uma unidade no Bom Retiro, oferecendo serviços relacionados a habilitação e veículos.[28] O Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) é responsável por coordenar as operações de segurança e emergências na cidade, garantindo uma resposta rápida e eficiente e além do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, centro administrativo e operacional da Polícia Militar do Estado de São Paulo, onde são tomadas decisões estratégicas para a segurança pública.[29] Semelhança com bairro portenho Estação da Luz em São Paulo Estação Retiro e a Torre dos Ingleses em Buenos Aires Bom Retiro em São Paulo e Retiro em Buenos Aires são bairros que, apesar de estarem localizados em cidades distintas, compartilham algumas características notáveis. Ambos situam-se em regiões centrais de suas respectivas metrópoles, apresentam denominações semelhantes, apresentam áreas com graves problemas sociais (Villa 31 e Cracolândia), parques históricos em suas cercanias (Plaza San Martín e Jardim da Luz) e possuem uma importância histórica significativa em suas respectivas cidades.[18] Ambos os bairros receberam seus nomes devido ao nome de propriedades rurais, o bairro paulistano remonta à "Chácara do Bom Retiro"[8] e o portenho remonta casa de campo construída no final do século XVII pelo governador de Buenos Aires, que a chamou de "El Retiro". Naquela época, a região estava afastada do centro da cidade, o que contribuiu para o nome. Com o tempo, a área começou a ser urbanizada, e o nome "Retiro" permaneceu, eventualmente se tornando o nome do bairro.[30] O bairro paulistano é conhecido por sua rica história de imigração e diversidade cultural. Ao longo dos anos, recebeu várias ondas de imigrantes, incluindo italianos, judeus, coreanos e bolivianos. Cada uma dessas comunidades contribuiu para formar o caráter multicultural vibrante do bairro.[8] O bairro portenho, essa diversidade é refletida na variedade de atividades culturais e na presença de diferentes comunidades, incluindo uma significativa população de imigrantes, e por infelicidade na Peace Plaza no bairro portenho ocorreu o Ataque contra a embaixada de Israel em Buenos Aires em 1992 ocorrido no dia 17 de março, com um saldo de 29 mortos e 242 feridos, marcando o primeiro incidente conhecido na América do Sul de terrorismo relacionado com o Oriente Médio.[31] Ambos possuem estações ferroviárias importantes em suas cercanias (Estação da Luz e Estação Retiro), a brasileira, foi fortemente influenciada pela arquitetura inglesa e sua estrutura foi trazida diretamente da Inglaterra, a estação argentina também foi influenciada pela arquitetura europeia, mas, diferentemente da Estação da Luz, a sua construção foi marcada por uma forte influência francesa, porém possui em sua frente a Torre Monumental (antiga Torre dos Ingleses).[6] Bibliografia Ponciano, Levino (2001). Bairros paulistanos de A a Z. São Paulo: SENAC. pp. 107–108. ISBN 8573592230 LEME, Maria Cristina da Silva (2000). As transformações urbanas do Bom Retiro: história e imigração em São Paulo Revista Brasileira de História, v. 20, n. 1 ed. São Paulo: ANPUH. pp. 85–102 KOSSOY, Boris (2001). Memória e identidade no Bom Retiro: do bairro operário ao espaço multicultural Revista Estudos Históricos, v. 15, n. 2 ed. São Paulo: FGV. pp. 45–60 ABRAMO, Pedro (2005). O papel da imigração na conformação do bairro do Bom Retiro em São Paulo Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, v. 12, n. 3 ed. São Paulo: ANPUR. pp. 98–122Bom Retiro é um bairro situado na região central do município de São Paulo pertencente ao distrito homônimo. É conhecido pelo seu comércio, por ser o local onde foi fundado o Sport Club Corinthians Paulista[1][2] e por ser o bairro da torcida organizada e escola de samba Gaviões da Fiel.[2] É também onde se localiza a escola de samba Tom Maior. O bairro é uma mescla de culturas. Suas ruas abrigam judeus ortodoxos, restaurantes e docerias judaicas, a sinagoga mais antiga de São Paulo, e o Taib - Teatro Alternativo Israelita Brasileiro. A herança italiana é visível em nomes de ruas, cantinas e instituições católicas, enquanto a presença coreana é marcada por igrejas presbiterianas e estabelecimentos comerciais. Bolivianos, que começaram a chegar na década de 1980 para trabalhar em oficinas de costura, agora também são donos de suas próprias confecções, contribuindo para a diversidade cultural e econômica do bairro.[2][3] História O bairro do Bom Retiro, localizado entre os rios Tietê e Tamanduateí, é um testemunho vibrante da evolução social e cultural de São Paulo.[4] No século XIX, a região era composta por chácaras e sítios, como a "Chácara do Bom Retiro", que deu nome ao bairro. Estas propriedades serviam como retiros de fim de semana para a elite paulistana, incluindo a família Souza Aranha do Marquês de Três Rios, cujo nome ainda é lembrado em uma das ruas centrais do bairro.[5] Mapa do Bom Retiro em 1929 Largo do Bom Retiro Marco da fundação do Sport Club Corinthians Paulista O caráter de lazer do Bom Retiro começou a mudar com a instalação das primeiras olarias, aproveitando a argila das várzeas dos rios, frequentemente inundadas.[5] A Olaria Manfred, estabelecida em 1860, foi a primeira e mais importante dessas indústrias. O desenvolvimento significativo do bairro ocorreu com a chegada da Estrada de Ferro São Paulo Railway, conhecida como Estrada de Ferro "Inglesa", inaugurada em 1867. Esta linha ferroviária, que ligava Jundiaí a Santos, com uma parada em São Paulo na Estação da Luz, facilitou a chegada de imigrantes que desembarcavam no porto e incentivou a instalação de fábricas próximas à linha ferroviária.[5] A história do Bom Retiro e sua diversidade étnica estão intrinsecamente ligadas à industrialização e urbanização de São Paulo, além de refletirem guerras, revoluções e crises econômicas globais. Esses eventos impactaram profundamente os imigrantes, que foram os grandes afetados. As trajetórias do bairro, da cidade e dos estrangeiros se cruzam no final do século XIX, com o ciclo do café como ponto de partida. Em 1850, 40% da produção mundial de café vinha do Brasil, e o dinheiro gerado por essa exportação ajudou a fomentar o nascimento da indústria paulista, inicialmente nos bairros do Bom Retiro, Brás e Mooca.[6] Um marco importante na história do bairro é a fundação do Sport Club Corinthians Paulista.[7] Fundado em 1º de setembro de 1910 por um grupo de operários paulistas do Bom Retiro, o Corinthians rapidamente se tornou um dos clubes mais populares do Brasil.[7] O clube foi fundado após uma partida inspiradora entre o Corinthians Team, de Londres, e a Associação Atlética das Palmeiras, que motivou os fundadores a criar um time com o nome de "Corinthians" em homenagem à equipe inglesa. Com o tempo, o Corinthians se tornou um dos clubes de futebol mais bem-sucedidos do país, começando sua trajetória em um terreno baldio na Rua José Paulino.[7] Fachada do prédio do Desinfectório Central Edificações do bairro Fatec São Paulo Nossa Senhora Auxiliadora Em 1940, uma pesquisa sobre a concentração de estrangeiros – sírios, japoneses e judeus – realizada por Olavo Egidio de Araujo, técnico de estatística do Departamento de Cultura da PMSP, revelou a concentração de judeus no Bom Retiro.[8] Publicada sob o título “Enquistamentos Étnicos” na Revista do Arquivo Municipal, o estudo destacou que roupas feitas e artefatos de tecidos correspondiam a 39% das indústrias do bairro, e malharias a 15%. Além da atividade econômica, a presença de sinagogas, peixarias e filmes israelitas exibidos no cinema local, bem como a alta porcentagem de crianças israelitas frequentando escolas no bairro, foram apontados por Araújo como elementos distintivos da comunidade judaica.[8][9] O trabalho de Araújo marcou um divisor de águas, conferindo ao Bom Retiro uma identidade étnica associada à presença judaica.[10] Nos estudos subsequentes, como “A Cidade de São Paulo” de Aroldo de Azevedo e “O bairro do Bom Retiro” por Dertônio, a década de 1940 é destacada como o período em que os judeus começaram a influenciar fortemente a cultura local, inclusive através do uso da língua ídiche.[8][6] A partir dos anos 1960, os sul-coreanos começaram a chegar ao Bom Retiro, adquirindo as principais lojas do bairro, especialmente nos anos 1980, após a anistia de imigrantes ilegais em 1982.[11] Durante esse período, muitos judeus migraram para bairros mais residenciais, como Higienópolis, à medida que as novas gerações buscavam outras profissões.[8] A chegada dos bolivianos ao Bom Retiro começou a se intensificar na década de 1980. A princípio, muitos vieram em busca de melhores oportunidades econômicas, fugindo de condições difíceis em seu país de origem. No Brasil, encontraram trabalho principalmente nas oficinas de costura, um setor que estava em expansão no bairro devido à já estabelecida indústria têxtil. Infelizmente, muitos desses imigrantes trabalharam em condições precárias, enfrentando longas jornadas de trabalho e baixos salários.[12] Com o passar dos anos, no entanto, a comunidade boliviana no Bom Retiro começou a se estabelecer de forma mais sólida. Muitos imigrantes que inicialmente trabalhavam como empregados em oficinas de costura conseguiram abrir seus próprios negócios, contribuindo para o dinamismo econômico do bairro. Hoje, alguns bolivianos são proprietários de suas próprias confecções, e a comunidade é uma parte vital do setor de moda do Bom Retiro.[13] A presença boliviana no bairro não se limita apenas ao aspecto econômico. Eles também trouxeram suas tradições culturais, que são visíveis em eventos comunitários e festas tradicionais que ocorrem no Bom Retiro. A comida boliviana, por exemplo, é uma parte importante da oferta culinária local, com restaurantes que servem pratos típicos como salteñas e api.[14] Atualidade Edifícios da Rua Amazonas Av. Dr. Campos Sales x Rua José Paulino Rua José Paulino Área comercial a noite O Bom Retiro é um bairro que encapsula uma diversidade rica e única, refletindo uma fusão de tempos e culturas, que o torna um dos locais mais dinâmicos de São Paulo.[15][16] Essa mescla cultural é uma das razões pelas quais o bairro foi destacado pela revista cultural britânica Time Out, que o classificou como o bairro mais descolado do Brasil e ocupou o 25º lugar entre os 50 bairros "mais legais" do mundo em 2019.[16] O mapeamento foi feito com a colaboração de 27 mil moradores de diversos países, e destacou aspectos como os prédios culturais históricos do bairro, que são testemunhas da sua rica herança multicultural.[16][17] O multiétnico bairro paulistano seria rebatizado em 2017, quando o então prefeito João Dória teve a ideia de rebatizar o bairro como "Little Seul".[18] A proposta, que usava um anglicismo para renomear uma área em um país de língua portuguesa, foi amplamente criticada e vista como uma tentativa vil de apagar a identidade histórica do bairro, que remonta à "Chácara do Bom Retiro".[18] A ideia não foi adiante, mas despertou entre alguns coreanos, especialmente na área consular, a possibilidade de o bairro ser mais identificado com a Coreia do Sul.[15] Dos 50 mil coreanos e descendentes residentes no Brasil, 90% vivem em São Paulo, muitos no Bom Retiro.[18] No entanto, o bairro abriga também comunidades de judeus, italianos, gregos, húngaros, latino-americanos e outros, cuja presença é histórica e economicamente significativa, e que não podem ser apagadas.[18] Apesar desta diversidade étnica, ocorreu em 16 de janeiro de 2017 um ato que é um acinte à história do bairro: a mudança do nome de uma de suas principais ruas, a Prates, para Prates-Coreia,[18] totalmente alheia à importância do nome Prates, cuja rua era a entrada da chácara de Fidélis Nepomuceno de Carvalho Prates, um dos mais importantes e respeitados moradores da São Paulo do século XIX.[2] Cerca de 70% do comércio local é administrado por coreanos e descendentes. Boa parte do comércio se modernizou e hoje exibe vitrines dignas de figurar em endereços de alto padrão.[19][18] O Bom Retiro é relativamente extenso e limita-se com os bairros de Santana, Ponte Pequena, Canindé, Pari, Luz e Campos Elísios. Possui três estações de metrô: Luz, Tiradentes e Armênia.[2] Passam pelo bairro vias largas e movimentadas como: Avenida Tiradentes, Avenida do Estado e Avenida Santos Dumont. Outros importantes logradouros são: Rua João Teodoro, Rua Ribeiro de Lima, Rua Três Rios e Rua José Paulino - esta última, importante reduto de comércio de roupas.[20] Nele localiza-se a Defesa Civil do Município de São Paulo.[21] O bairro é classificado pelo CRECI como "Zona de Valor D", assim como outros bairros da capital: Casa Verde, Carandiru e Brás.[22] Na área de várzea próximo ao rio Tietê se situam o Parque do Gato, uma área que passou por transformações significativas, com projetos de urbanização e melhorias para os moradores.[23] É um exemplo de como a cidade de São Paulo tem trabalhado para integrar áreas menos favorecidas ao tecido urbano. O Centro Esportivo Tietê, situando no antigo Clube de Regatas Tietê, é um grande complexo esportivo que oferece uma variedade de atividades para a comunidade, incluindo piscinas, quadras esportivas e áreas de lazer.[24] Mostrando a influência japonesa na região o Estádio Municipal de Beisebol "Mie Nishi" foi o inaugurado em 21 de junho de 1958, sendo um marco nipônico, construído em comemoração ao cinquentenário da imigração japonesa no Brasil. É o único local público no Brasil que oferece beisebol, além de outras modalidades como gatebol e sumô. O estádio também oferece aulas gratuitas de beisebol e softbol, promovendo o esporte na comunidade.[25] Mais recentemente ganhou o Centro de Esportes Radicais, localizado ao lado do Estádio Mie Nishi, o Centro de Esportes Radicais é um espaço de 38.500 m² dedicado a esportes como skate, BMX, e patins. O local possui ciclovia, pista de caminhada, e diversas rampas para diferentes níveis de habilidade.[26] Conta com o Memorial da Imigração Judaica, dedicado à preservação da história da imigração judaica no Brasil e à memória do Holocausto. Ele oferece exposições e programas educativos que promovem a compreensão e a tolerância.[27] O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) possui uma unidade no Bom Retiro, oferecendo serviços relacionados a habilitação e veículos.[28] O Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) é responsável por coordenar as operações de segurança e emergências na cidade, garantindo uma resposta rápida e eficiente e além do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, centro administrativo e operacional da Polícia Militar do Estado de São Paulo, onde são tomadas decisões estratégicas para a segurança pública.[29] Semelhança com bairro portenho Estação da Luz em São Paulo Estação Retiro e a Torre dos Ingleses em Buenos Aires Bom Retiro em São Paulo e Retiro em Buenos Aires são bairros que, apesar de estarem localizados em cidades distintas, compartilham algumas características notáveis. Ambos situam-se em regiões centrais de suas respectivas metrópoles, apresentam denominações semelhantes, apresentam áreas com graves problemas sociais (Villa 31 e Cracolândia), parques históricos em suas cercanias (Plaza San Martín e Jardim da Luz) e possuem uma importância histórica significativa em suas respectivas cidades.[18] Ambos os bairros receberam seus nomes devido ao nome de propriedades rurais, o bairro paulistano remonta à "Chácara do Bom Retiro"[8] e o portenho remonta casa de campo construída no final do século XVII pelo governador de Buenos Aires, que a chamou de "El Retiro". Naquela época, a região estava afastada do centro da cidade, o que contribuiu para o nome. Com o tempo, a área começou a ser urbanizada, e o nome "Retiro" permaneceu, eventualmente se tornando o nome do bairro.[30] O bairro paulistano é conhecido por sua rica história de imigração e diversidade cultural. Ao longo dos anos, recebeu várias ondas de imigrantes, incluindo italianos, judeus, coreanos e bolivianos. Cada uma dessas comunidades contribuiu para formar o caráter multicultural vibrante do bairro.[8] O bairro portenho, essa diversidade é refletida na variedade de atividades culturais e na presença de diferentes comunidades, incluindo uma significativa população de imigrantes, e por infelicidade na Peace Plaza no bairro portenho ocorreu o Ataque contra a embaixada de Israel em Buenos Aires em 1992 ocorrido no dia 17 de março, com um saldo de 29 mortos e 242 feridos, marcando o primeiro incidente conhecido na América do Sul de terrorismo relacionado com o Oriente Médio.[31] Ambos possuem estações ferroviárias importantes em suas cercanias (Estação da Luz e Estação Retiro), a brasileira, foi fortemente influenciada pela arquitetura inglesa e sua estrutura foi trazida diretamente da Inglaterra, a estação argentina também foi influenciada pela arquitetura europeia, mas, diferentemente da Estação da Luz, a sua construção foi marcada por uma forte influência francesa, porém possui em sua frente a Torre Monumental (antiga Torre dos Ingleses).[6] Bibliografia Ponciano, Levino (2001). Bairros paulistanos de A a Z. São Paulo: SENAC. pp. 107–108. ISBN 8573592230 LEME, Maria Cristina da Silva (2000). As transformações urbanas do Bom Retiro: história e imigração em São Paulo Revista Brasileira de História, v. 20, n. 1 ed. São Paulo: ANPUH. pp. 85–102 KOSSOY, Boris (2001). Memória e identidade no Bom Retiro: do bairro operário ao espaço multicultural Revista Estudos Históricos, v. 15, n. 2 ed. São Paulo: FGV. pp. 45–60 ABRAMO, Pedro (2005). O papel da imigração na conformação do bairro do Bom Retiro em São Paulo Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, v. 12, n. 3 ed. São Paulo: ANPUR. pp. 98–122Bom Retiro é um bairro situado na região central do município de São Paulo pertencente ao distrito homônimo. É conhecido pelo seu comércio, por ser o local onde foi fundado o Sport Club Corinthians Paulista[1][2] e por ser o bairro da torcida organizada e escola de samba Gaviões da Fiel.[2] É também onde se localiza a escola de samba Tom Maior. O bairro é uma mescla de culturas. Suas ruas abrigam judeus ortodoxos, restaurantes e docerias judaicas, a sinagoga mais antiga de São Paulo, e o Taib - Teatro Alternativo Israelita Brasileiro. A herança italiana é visível em nomes de ruas, cantinas e instituições católicas, enquanto a presença coreana é marcada por igrejas presbiterianas e estabelecimentos comerciais. Bolivianos, que começaram a chegar na década de 1980 para trabalhar em oficinas de costura, agora também são donos de suas próprias confecções, contribuindo para a diversidade cultural e econômica do bairro.[2][3] História O bairro do Bom Retiro, localizado entre os rios Tietê e Tamanduateí, é um testemunho vibrante da evolução social e cultural de São Paulo.[4] No século XIX, a região era composta por chácaras e sítios, como a "Chácara do Bom Retiro", que deu nome ao bairro. Estas propriedades serviam como retiros de fim de semana para a elite paulistana, incluindo a família Souza Aranha do Marquês de Três Rios, cujo nome ainda é lembrado em uma das ruas centrais do bairro.[5] Mapa do Bom Retiro em 1929 Largo do Bom Retiro Marco da fundação do Sport Club Corinthians Paulista O caráter de lazer do Bom Retiro começou a mudar com a instalação das primeiras olarias, aproveitando a argila das várzeas dos rios, frequentemente inundadas.[5] A Olaria Manfred, estabelecida em 1860, foi a primeira e mais importante dessas indústrias. O desenvolvimento significativo do bairro ocorreu com a chegada da Estrada de Ferro São Paulo Railway, conhecida como Estrada de Ferro "Inglesa", inaugurada em 1867. Esta linha ferroviária, que ligava Jundiaí a Santos, com uma parada em São Paulo na Estação da Luz, facilitou a chegada de imigrantes que desembarcavam no porto e incentivou a instalação de fábricas próximas à linha ferroviária.[5] A história do Bom Retiro e sua diversidade étnica estão intrinsecamente ligadas à industrialização e urbanização de São Paulo, além de refletirem guerras, revoluções e crises econômicas globais. Esses eventos impactaram profundamente os imigrantes, que foram os grandes afetados. As trajetórias do bairro, da cidade e dos estrangeiros se cruzam no final do século XIX, com o ciclo do café como ponto de partida. Em 1850, 40% da produção mundial de café vinha do Brasil, e o dinheiro gerado por essa exportação ajudou a fomentar o nascimento da indústria paulista, inicialmente nos bairros do Bom Retiro, Brás e Mooca.[6] Um marco importante na história do bairro é a fundação do Sport Club Corinthians Paulista.[7] Fundado em 1º de setembro de 1910 por um grupo de operários paulistas do Bom Retiro, o Corinthians rapidamente se tornou um dos clubes mais populares do Brasil.[7] O clube foi fundado após uma partida inspiradora entre o Corinthians Team, de Londres, e a Associação Atlética das Palmeiras, que motivou os fundadores a criar um time com o nome de "Corinthians" em homenagem à equipe inglesa. Com o tempo, o Corinthians se tornou um dos clubes de futebol mais bem-sucedidos do país, começando sua trajetória em um terreno baldio na Rua José Paulino.[7] Fachada do prédio do Desinfectório Central Edificações do bairro Fatec São Paulo Nossa Senhora Auxiliadora Em 1940, uma pesquisa sobre a concentração de estrangeiros – sírios, japoneses e judeus – realizada por Olavo Egidio de Araujo, técnico de estatística do Departamento de Cultura da PMSP, revelou a concentração de judeus no Bom Retiro.[8] Publicada sob o título “Enquistamentos Étnicos” na Revista do Arquivo Municipal, o estudo destacou que roupas feitas e artefatos de tecidos correspondiam a 39% das indústrias do bairro, e malharias a 15%. Além da atividade econômica, a presença de sinagogas, peixarias e filmes israelitas exibidos no cinema local, bem como a alta porcentagem de crianças israelitas frequentando escolas no bairro, foram apontados por Araújo como elementos distintivos da comunidade judaica.[8][9] O trabalho de Araújo marcou um divisor de águas, conferindo ao Bom Retiro uma identidade étnica associada à presença judaica.[10] Nos estudos subsequentes, como “A Cidade de São Paulo” de Aroldo de Azevedo e “O bairro do Bom Retiro” por Dertônio, a década de 1940 é destacada como o período em que os judeus começaram a influenciar fortemente a cultura local, inclusive através do uso da língua ídiche.[8][6] A partir dos anos 1960, os sul-coreanos começaram a chegar ao Bom Retiro, adquirindo as principais lojas do bairro, especialmente nos anos 1980, após a anistia de imigrantes ilegais em 1982.[11] Durante esse período, muitos judeus migraram para bairros mais residenciais, como Higienópolis, à medida que as novas gerações buscavam outras profissões.[8] A chegada dos bolivianos ao Bom Retiro começou a se intensificar na década de 1980. A princípio, muitos vieram em busca de melhores oportunidades econômicas, fugindo de condições difíceis em seu país de origem. No Brasil, encontraram trabalho principalmente nas oficinas de costura, um setor que estava em expansão no bairro devido à já estabelecida indústria têxtil. Infelizmente, muitos desses imigrantes trabalharam em condições precárias, enfrentando longas jornadas de trabalho e baixos salários.[12] Com o passar dos anos, no entanto, a comunidade boliviana no Bom Retiro começou a se estabelecer de forma mais sólida. Muitos imigrantes que inicialmente trabalhavam como empregados em oficinas de costura conseguiram abrir seus próprios negócios, contribuindo para o dinamismo econômico do bairro. Hoje, alguns bolivianos são proprietários de suas próprias confecções, e a comunidade é uma parte vital do setor de moda do Bom Retiro.[13] A presença boliviana no bairro não se limita apenas ao aspectoSão Paulo - SPLocalizado no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, este terreno representa uma oportunidade única para aqueles que buscam investir em um imóvel com grande potencial. Com uma área total de 348 m², este lote proporcionará ampla liberdade para a construção de um projeto personalizado, atendendo às suas necessidades específicas. O valor de venda deste imóvel é de R$ 3.000.000, tornando-o uma opção atraente para investidores e empreendedores que desejam explorar as possibilidades de desenvolvimento na região. A área útil de 348 m² e a área do terreno de 348 m² oferecem um espaço generoso para a realização de seus planos. Não há móveis inclusos na venda, permitindo que você personalize o projeto de acordo com suas preferências. Não perca essa oportunidade de adquirir um terreno estrategicamente localizado no Bom Retiro, em São Paulo, e transformá-lo no imóvel dos seus sonhos. ................................................................................................................................................................................................................................... Bom Retiro é um bairro situado na região central do município de São Paulo pertencente ao distrito homônimo. É conhecido pelo seu comércio, por ser o local onde foi fundado o Sport Club Corinthians Paulista[1][2] e por ser o bairro da torcida organizada e escola de samba Gaviões da Fiel.[2] É também onde se localiza a escola de samba Tom Maior. O bairro é uma mescla de culturas. Suas ruas abrigam judeus ortodoxos, restaurantes e docerias judaicas, a sinagoga mais antiga de São Paulo, e o Taib - Teatro Alternativo Israelita Brasileiro. A herança italiana é visível em nomes de ruas, cantinas e instituições católicas, enquanto a presença coreana é marcada por igrejas presbiterianas e estabelecimentos comerciais. Bolivianos, que começaram a chegar na década de 1980 para trabalhar em oficinas de costura, agora também são donos de suas próprias confecções, contribuindo para a diversidade cultural e econômica do bairro.[2][3] História O bairro do Bom Retiro, localizado entre os rios Tietê e Tamanduateí, é um testemunho vibrante da evolução social e cultural de São Paulo.[4] No século XIX, a região era composta por chácaras e sítios, como a "Chácara do Bom Retiro", que deu nome ao bairro. Estas propriedades serviam como retiros de fim de semana para a elite paulistana, incluindo a família Souza Aranha do Marquês de Três Rios, cujo nome ainda é lembrado em uma das ruas centrais do bairro.[5] Mapa do Bom Retiro em 1929 Largo do Bom Retiro Marco da fundação do Sport Club Corinthians Paulista O caráter de lazer do Bom Retiro começou a mudar com a instalação das primeiras olarias, aproveitando a argila das várzeas dos rios, frequentemente inundadas.[5] A Olaria Manfred, estabelecida em 1860, foi a primeira e mais importante dessas indústrias. O desenvolvimento significativo do bairro ocorreu com a chegada da Estrada de Ferro São Paulo Railway, conhecida como Estrada de Ferro "Inglesa", inaugurada em 1867. Esta linha ferroviária, que ligava Jundiaí a Santos, com uma parada em São Paulo na Estação da Luz, facilitou a chegada de imigrantes que desembarcavam no porto e incentivou a instalação de fábricas próximas à linha ferroviária.[5] A história do Bom Retiro e sua diversidade étnica estão intrinsecamente ligadas à industrialização e urbanização de São Paulo, além de refletirem guerras, revoluções e crises econômicas globais. Esses eventos impactaram profundamente os imigrantes, que foram os grandes afetados. As trajetórias do bairro, da cidade e dos estrangeiros se cruzam no final do século XIX, com o ciclo do café como ponto de partida. Em 1850, 40% da produção mundial de café vinha do Brasil, e o dinheiro gerado por essa exportação ajudou a fomentar o nascimento da indústria paulista, inicialmente nos bairros do Bom Retiro, Brás e Mooca.[6] Um marco importante na história do bairro é a fundação do Sport Club Corinthians Paulista.[7] Fundado em 1º de setembro de 1910 por um grupo de operários paulistas do Bom Retiro, o Corinthians rapidamente se tornou um dos clubes mais populares do Brasil.[7] O clube foi fundado após uma partida inspiradora entre o Corinthians Team, de Londres, e a Associação Atlética das Palmeiras, que motivou os fundadores a criar um time com o nome de "Corinthians" em homenagem à equipe inglesa. Com o tempo, o Corinthians se tornou um dos clubes de futebol mais bem-sucedidos do país, começando sua trajetória em um terreno baldio na Rua José Paulino.[7] Fachada do prédio do Desinfectório Central Edificações do bairro Fatec São Paulo Nossa Senhora Auxiliadora Em 1940, uma pesquisa sobre a concentração de estrangeiros – sírios, japoneses e judeus – realizada por Olavo Egidio de Araujo, técnico de estatística do Departamento de Cultura da PMSP, revelou a concentração de judeus no Bom Retiro.[8] Publicada sob o título “Enquistamentos Étnicos” na Revista do Arquivo Municipal, o estudo destacou que roupas feitas e artefatos de tecidos correspondiam a 39% das indústrias do bairro, e malharias a 15%. Além da atividade econômica, a presença de sinagogas, peixarias e filmes israelitas exibidos no cinema local, bem como a alta porcentagem de crianças israelitas frequentando escolas no bairro, foram apontados por Araújo como elementos distintivos da comunidade judaica.[8][9] O trabalho de Araújo marcou um divisor de águas, conferindo ao Bom Retiro uma identidade étnica associada à presença judaica.[10] Nos estudos subsequentes, como “A Cidade de São Paulo” de Aroldo de Azevedo e “O bairro do Bom Retiro” por Dertônio, a década de 1940 é destacada como o período em que os judeus começaram a influenciar fortemente a cultura local, inclusive através do uso da língua ídiche.[8][6] A partir dos anos 1960, os sul-coreanos começaram a chegar ao Bom Retiro, adquirindo as principais lojas do bairro, especialmente nos anos 1980, após a anistia de imigrantes ilegais em 1982.[11] Durante esse período, muitos judeus migraram para bairros mais residenciais, como Higienópolis, à medida que as novas gerações buscavam outras profissões.[8] A chegada dos bolivianos ao Bom Retiro começou a se intensificar na década de 1980. A princípio, muitos vieram em busca de melhores oportunidades econômicas, fugindo de condições difíceis em seu país de origem. No Brasil, encontraram trabalho principalmente nas oficinas de costura, um setor que estava em expansão no bairro devido à já estabelecida indústria têxtil. Infelizmente, muitos desses imigrantes trabalharam em condições precárias, enfrentando longas jornadas de trabalho e baixos salários.[12] Com o passar dos anos, no entanto, a comunidade boliviana no Bom Retiro começou a se estabelecer de forma mais sólida. Muitos imigrantes que inicialmente trabalhavam como empregados em oficinas de costura conseguiram abrir seus próprios negócios, contribuindo para o dinamismo econômico do bairro. Hoje, alguns bolivianos são proprietários de suas próprias confecções, e a comunidade é uma parte vital do setor de moda do Bom Retiro.[13] A presença boliviana no bairro não se limita apenas ao aspecto econômico. Eles também trouxeram suas tradições culturais, que são visíveis em eventos comunitários e festas tradicionais que ocorrem no Bom Retiro. A comida boliviana, por exemplo, é uma parte importante da oferta culinária local, com restaurantes que servem pratos típicos como salteñas e api.[14] Atualidade Edifícios da Rua Amazonas Av. Dr. Campos Sales x Rua José Paulino Rua José Paulino Área comercial a noite O Bom Retiro é um bairro que encapsula uma diversidade rica e única, refletindo uma fusão de tempos e culturas, que o torna um dos locais mais dinâmicos de São Paulo.[15][16] Essa mescla cultural é uma das razões pelas quais o bairro foi destacado pela revista cultural britânica Time Out, que o classificou como o bairro mais descolado do Brasil e ocupou o 25º lugar entre os 50 bairros "mais legais" do mundo em 2019.[16] O mapeamento foi feito com a colaboração de 27 mil moradores de diversos países, e destacou aspectos como os prédios culturais históricos do bairro, que são testemunhas da sua rica herança multicultural.[16][17] O multiétnico bairro paulistano seria rebatizado em 2017, quando o então prefeito João Dória teve a ideia de rebatizar o bairro como "Little Seul".[18] A proposta, que usava um anglicismo para renomear uma área em um país de língua portuguesa, foi amplamente criticada e vista como uma tentativa vil de apagar a identidade histórica do bairro, que remonta à "Chácara do Bom Retiro".[18] A ideia não foi adiante, mas despertou entre alguns coreanos, especialmente na área consular, a possibilidade de o bairro ser mais identificado com a Coreia do Sul.[15] Dos 50 mil coreanos e descendentes residentes no Brasil, 90% vivem em São Paulo, muitos no Bom Retiro.[18] No entanto, o bairro abriga também comunidades de judeus, italianos, gregos, húngaros, latino-americanos e outros, cuja presença é histórica e economicamente significativa, e que não podem ser apagadas.[18] Apesar desta diversidade étnica, ocorreu em 16 de janeiro de 2017 um ato que é um acinte à história do bairro: a mudança do nome de uma de suas principais ruas, a Prates, para Prates-Coreia,[18] totalmente alheia à importância do nome Prates, cuja rua era a entrada da chácara de Fidélis Nepomuceno de Carvalho Prates, um dos mais importantes e respeitados moradores da São Paulo do século XIX.[2] Cerca de 70% do comércio local é administrado por coreanos e descendentes. Boa parte do comércio se modernizou e hoje exibe vitrines dignas de figurar em endereços de alto padrão.[19][18] O Bom Retiro é relativamente extenso e limita-se com os bairros de Santana, Ponte Pequena, Canindé, Pari, Luz e Campos Elísios. Possui três estações de metrô: Luz, Tiradentes e Armênia.[2] Passam pelo bairro vias largas e movimentadas como: Avenida Tiradentes, Avenida do Estado e Avenida Santos Dumont. Outros importantes logradouros são: Rua João Teodoro, Rua Ribeiro de Lima, Rua Três Rios e Rua José Paulino - esta última, importante reduto de comércio de roupas.[20] Nele localiza-se a Defesa Civil do Município de São Paulo.[21] O bairro é classificado pelo CRECI como "Zona de Valor D", assim como outros bairros da capital: Casa Verde, Carandiru e Brás.[22] Na área de várzea próximo ao rio Tietê se situam o Parque do Gato, uma área que passou por transformações significativas, com projetos de urbanização e melhorias para os moradores.[23] É um exemplo de como a cidade de São Paulo tem trabalhado para integrar áreas menos favorecidas ao tecido urbano. O Centro Esportivo Tietê, situando no antigo Clube de Regatas Tietê, é um grande complexo esportivo que oferece uma variedade de atividades para a comunidade, incluindo piscinas, quadras esportivas e áreas de lazer.[24] Mostrando a influência japonesa na região o Estádio Municipal de Beisebol "Mie Nishi" foi o inaugurado em 21 de junho de 1958, sendo um marco nipônico, construído em comemoração ao cinquentenário da imigração japonesa no Brasil. É o único local público no Brasil que oferece beisebol, além de outras modalidades como gatebol e sumô. O estádio também oferece aulas gratuitas de beisebol e softbol, promovendo o esporte na comunidade.[25] Mais recentemente ganhou o Centro de Esportes Radicais, localizado ao lado do Estádio Mie Nishi, o Centro de Esportes Radicais é um espaço de 38.500 m² dedicado a esportes como skate, BMX, e patins. O local possui ciclovia, pista de caminhada, e diversas rampas para diferentes níveis de habilidade.[26] Conta com o Memorial da Imigração Judaica, dedicado à preservação da história da imigração judaica no Brasil e à memória do Holocausto. Ele oferece exposições e programas educativos que promovem a compreensão e a tolerância.[27] O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) possui uma unidade no Bom Retiro, oferecendo serviços relacionados a habilitação e veículos.[28] O Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) é responsável por coordenar as operações de segurança e emergências na cidade, garantindo uma resposta rápida e eficiente e além do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, centro administrativo e operacional da Polícia Militar do Estado de São Paulo, onde são tomadas decisões estratégicas para a segurança pública.[29] Semelhança com bairro portenho Estação da Luz em São Paulo Estação Retiro e a Torre dos Ingleses em Buenos Aires Bom Retiro em São Paulo e Retiro em Buenos Aires são bairros que, apesar de estarem localizados em cidades distintas, compartilham algumas características notáveis. Ambos situam-se em regiões centrais de suas respectivas metrópoles, apresentam denominações semelhantes, apresentam áreas com graves problemas sociais (Villa 31 e Cracolândia), parques históricos em suas cercanias (Plaza San Martín e Jardim da Luz) e possuem uma importância histórica significativa em suas respectivas cidades.[18] Ambos os bairros receberam seus nomes devido ao nome de propriedades rurais, o bairro paulistano remonta à "Chácara do Bom Retiro"[8] e o portenho remonta casa de campo construída no final do século XVII pelo governador de Buenos Aires, que a chamou de "El Retiro". Naquela época, a região estava afastada do centro da cidade, o que contribuiu para o nome. Com o tempo, a área começou a ser urbanizada, e o nome "Retiro" permaneceu, eventualmente se tornando o nome do bairro.[30] O bairro paulistano é conhecido por sua rica história de imigração e diversidade cultural. Ao longo dos anos, recebeu várias ondas de imigrantes, incluindo italianos, judeus, coreanos e bolivianos. Cada uma dessas comunidades contribuiu para formar o caráter multicultural vibrante do bairro.[8] O bairro portenho, essa diversidade é refletida na variedade de atividades culturais e na presença de diferentes comunidades, incluindo uma significativa população de imigrantes, e por infelicidade na Peace Plaza no bairro portenho ocorreu o Ataque contra a embaixada de Israel em Buenos Aires em 1992 ocorrido no dia 17 de março, com um saldo de 29 mortos e 242 feridos, marcando o primeiro incidente conhecido na América do Sul de terrorismo relacionado com o Oriente Médio.[31] Ambos possuem estações ferroviárias importantes em suas cercanias (Estação da Luz e Estação Retiro), a brasileira, foi fortemente influenciada pela arquitetura inglesa e sua estrutura foi trazida diretamente da Inglaterra, a estação argentina também foi influenciada pela arquitetura europeia, mas, diferentemente da Estação da Luz, a sua construção foi marcada por uma forte influência francesa, porém possui em sua frente a Torre Monumental (antiga Torre dos Ingleses).[6] Bibliografia Ponciano, Levino (2001). Bairros paulistanos de A a Z. São Paulo: SENAC. pp. 107–108. ISBN 8573592230 LEME, Maria Cristina da Silva (2000). As transformações urbanas do Bom Retiro: história e imigração em São Paulo Revista Brasileira de História, v. 20, n. 1 ed. São Paulo: ANPUH. pp. 85–102 KOSSOY, Boris (2001). Memória e identidade no Bom Retiro: do bairro operário ao espaço multicultural Revista Estudos Históricos, v. 15, n. 2 ed. São Paulo: FGV. pp. 45–60 ABRAMO, Pedro (2005). O papel da imigração na conformação do bairro do Bom Retiro em São Paulo Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, v. 12, n. 3 ed. São Paulo: ANPUR. pp. 98–122Bom Retiro é um bairro situado na região central do município de São Paulo pertencente ao distrito homônimo. É conhecido pelo seu comércio, por ser o local onde foi fundado o Sport Club Corinthians Paulista[1][2] e por ser o bairro da torcida organizada e escola de samba Gaviões da Fiel.[2] É também onde se localiza a escola de samba Tom Maior. O bairro é uma mescla de culturas. Suas ruas abrigam judeus ortodoxos, restaurantes e docerias judaicas, a sinagoga mais antiga de São Paulo, e o Taib - Teatro Alternativo Israelita Brasileiro. A herança italiana é visível em nomes de ruas, cantinas e instituições católicas, enquanto a presença coreana é marcada por igrejas presbiterianas e estabelecimentos comerciais. Bolivianos, que começaram a chegar na década de 1980 para trabalhar em oficinas de costura, agora também são donos de suas próprias confecções, contribuindo para a diversidade cultural e econômica do bairro.[2][3] História O bairro do Bom Retiro, localizado entre os rios Tietê e Tamanduateí, é um testemunho vibrante da evolução social e cultural de São Paulo.[4] No século XIX, a região era composta por chácaras e sítios, como a "Chácara do Bom Retiro", que deu nome ao bairro. Estas propriedades serviam como retiros de fim de semana para a elite paulistana, incluindo a família Souza Aranha do Marquês de Três Rios, cujo nome ainda é lembrado em uma das ruas centrais do bairro.[5] Mapa do Bom Retiro em 1929 Largo do Bom Retiro Marco da fundação do Sport Club Corinthians Paulista O caráter de lazer do Bom Retiro começou a mudar com a instalação das primeiras olarias, aproveitando a argila das várzeas dos rios, frequentemente inundadas.[5] A Olaria Manfred, estabelecida em 1860, foi a primeira e mais importante dessas indústrias. O desenvolvimento significativo do bairro ocorreu com a chegada da Estrada de Ferro São Paulo Railway, conhecida como Estrada de Ferro "Inglesa", inaugurada em 1867. Esta linha ferroviária, que ligava Jundiaí a Santos, com uma parada em São Paulo na Estação da Luz, facilitou a chegada de imigrantes que desembarcavam no porto e incentivou a instalação de fábricas próximas à linha ferroviária.[5] A história do Bom Retiro e sua diversidade étnica estão intrinsecamente ligadas à industrialização e urbanização de São Paulo, além de refletirem guerras, revoluções e crises econômicas globais. Esses eventos impactaram profundamente os imigrantes, que foram os grandes afetados. As trajetórias do bairro, da cidade e dos estrangeiros se cruzam no final do século XIX, com o ciclo do café como ponto de partida. Em 1850, 40% da produção mundial de café vinha do Brasil, e o dinheiro gerado por essa exportação ajudou a fomentar o nascimento da indústria paulista, inicialmente nos bairros do Bom Retiro, Brás e Mooca.[6] Um marco importante na história do bairro é a fundação do Sport Club Corinthians Paulista.[7] Fundado em 1º de setembro de 1910 por um grupo de operários paulistas do Bom Retiro, o Corinthians rapidamente se tornou um dos clubes mais populares do Brasil.[7] O clube foi fundado após uma partida inspiradora entre o Corinthians Team, de Londres, e a Associação Atlética das Palmeiras, que motivou os fundadores a criar um time com o nome de "Corinthians" em homenagem à equipe inglesa. Com o tempo, o Corinthians se tornou um dos clubes de futebol mais bem-sucedidos do país, começando sua trajetória em um terreno baldio na Rua José Paulino.[7] Fachada do prédio do Desinfectório Central Edificações do bairro Fatec São Paulo Nossa Senhora Auxiliadora Em 1940, uma pesquisa sobre a concentração de estrangeiros – sírios, japoneses e judeus – realizada por Olavo Egidio de Araujo, técnico de estatística do Departamento de Cultura da PMSP, revelou a concentração de judeus no Bom Retiro.[8] Publicada sob o título “Enquistamentos Étnicos” na Revista do Arquivo Municipal, o estudo destacou que roupas feitas e artefatos de tecidos correspondiam a 39% das indústrias do bairro, e malharias a 15%. Além da atividade econômica, a presença de sinagogas, peixarias e filmes israelitas exibidos no cinema local, bem como a alta porcentagem de crianças israelitas frequentando escolas no bairro, foram apontados por Araújo como elementos distintivos da comunidade judaica.[8][9] O trabalho de Araújo marcou um divisor de águas, conferindo ao Bom Retiro uma identidade étnica associada à presença judaica.[10] Nos estudos subsequentes, como “A Cidade de São Paulo” de Aroldo de Azevedo e “O bairro do Bom Retiro” por Dertônio, a década de 1940 é destacada como o período em que os judeus começaram a influenciar fortemente a cultura local, inclusive através do uso da língua ídiche.[8][6] A partir dos anos 1960, os sul-coreanos começaram a chegar ao Bom Retiro, adquirindo as principais lojas do bairro, especialmente nos anos 1980, após a anistia de imigrantes ilegais em 1982.[11] Durante esse período, muitos judeus migraram para bairros mais residenciais, como Higienópolis, à medida que as novas gerações buscavam outras profissões.[8] A chegada dos bolivianos ao Bom Retiro começou a se intensificar na década de 1980. A princípio, muitos vieram em busca de melhores oportunidades econômicas, fugindo de condições difíceis em seu país de origem. No Brasil, encontraram trabalho principalmente nas oficinas de costura, um setor que estava em expansão no bairro devido à já estabelecida indústria têxtil. Infelizmente, muitos desses imigrantes trabalharam em condições precárias, enfrentando longas jornadas de trabalho e baixos salários.[12] Com o passar dos anos, no entanto, a comunidade boliviana no Bom Retiro começou a se estabelecer de forma mais sólida. Muitos imigrantes que inicialmente trabalhavam como empregados em oficinas de costura conseguiram abrir seus próprios negócios, contribuindo para o dinamismo econômico do bairro. Hoje, alguns bolivianos são proprietários de suas próprias confecções, e a comunidade é uma parte vital do setor de moda do Bom Retiro.[13] A presença boliviana no bairro não se limita apenas ao aspecto econômico. Eles também trouxeram suas tradições culturais, que são visíveis em eventos comunitários e festas tradicionais que ocorrem no Bom Retiro. A comida boliviana, por exemplo, é uma parte importante da oferta culinária local, com restaurantes que servem pratos típicos como salteñas e api.[14] Atualidade Edifícios da Rua Amazonas Av. Dr. Campos Sales x Rua José Paulino Rua José Paulino Área comercial a noite O Bom Retiro é um bairro que encapsula uma diversidade rica e única, refletindo uma fusão de tempos e culturas, que o torna um dos locais mais dinâmicos de São Paulo.[15][16] Essa mescla cultural é uma das razões pelas quais o bairro foi destacado pela revista cultural britânica Time Out, que o classificou como o bairro mais descolado do Brasil e ocupou o 25º lugar entre os 50 bairros "mais legais" do mundo em 2019.[16] O mapeamento foi feito com a colaboração de 27 mil moradores de diversos países, e destacou aspectos como os prédios culturais históricos do bairro, que são testemunhas da sua rica herança multicultural.[16][17] O multiétnico bairro paulistano seria rebatizado em 2017, quando o então prefeito João Dória teve a ideia de rebatizar o bairro como "Little Seul".[18] A proposta, que usava um anglicismo para renomear uma área em um país de língua portuguesa, foi amplamente criticada e vista como uma tentativa vil de apagar a identidade histórica do bairro, que remonta à "Chácara do Bom Retiro".[18] A ideia não foi adiante, mas despertou entre alguns coreanos, especialmente na área consular, a possibilidade de o bairro ser mais identificado com a Coreia do Sul.[15] Dos 50 mil coreanos e descendentes residentes no Brasil, 90% vivem em São Paulo, muitos no Bom Retiro.[18] No entanto, o bairro abriga também comunidades de judeus, italianos, gregos, húngaros, latino-americanos e outros, cuja presença é histórica e economicamente significativa, e que não podem ser apagadas.[18] Apesar desta diversidade étnica, ocorreu em 16 de janeiro de 2017 um ato que é um acinte à história do bairro: a mudança do nome de uma de suas principais ruas, a Prates, para Prates-Coreia,[18] totalmente alheia à importância do nome Prates, cuja rua era a entrada da chácara de Fidélis Nepomuceno de Carvalho Prates, um dos mais importantes e respeitados moradores da São Paulo do século XIX.[2] Cerca de 70% do comércio local é administrado por coreanos e descendentes. Boa parte do comércio se modernizou e hoje exibe vitrines dignas de figurar em endereços de alto padrão.[19][18] O Bom Retiro é relativamente extenso e limita-se com os bairros de Santana, Ponte Pequena, Canindé, Pari, Luz e Campos Elísios. Possui três estações de metrô: Luz, Tiradentes e Armênia.[2] Passam pelo bairro vias largas e movimentadas como: Avenida Tiradentes, Avenida do Estado e Avenida Santos Dumont. Outros importantes logradouros são: Rua João Teodoro, Rua Ribeiro de Lima, Rua Três Rios e Rua José Paulino - esta última, importante reduto de comércio de roupas.[20] Nele localiza-se a Defesa Civil do Município de São Paulo.[21] O bairro é classificado pelo CRECI como "Zona de Valor D", assim como outros bairros da capital: Casa Verde, Carandiru e Brás.[22] Na área de várzea próximo ao rio Tietê se situam o Parque do Gato, uma área que passou por transformações significativas, com projetos de urbanização e melhorias para os moradores.[23] É um exemplo de como a cidade de São Paulo tem trabalhado para integrar áreas menos favorecidas ao tecido urbano. O Centro Esportivo Tietê, situando no antigo Clube de Regatas Tietê, é um grande complexo esportivo que oferece uma variedade de atividades para a comunidade, incluindo piscinas, quadras esportivas e áreas de lazer.[24] Mostrando a influência japonesa na região o Estádio Municipal de Beisebol "Mie Nishi" foi o inaugurado em 21 de junho de 1958, sendo um marco nipônico, construído em comemoração ao cinquentenário da imigração japonesa no Brasil. É o único local público no Brasil que oferece beisebol, além de outras modalidades como gatebol e sumô. O estádio também oferece aulas gratuitas de beisebol e softbol, promovendo o esporte na comunidade.[25] Mais recentemente ganhou o Centro de Esportes Radicais, localizado ao lado do Estádio Mie Nishi, o Centro de Esportes Radicais é um espaço de 38.500 m² dedicado a esportes como skate, BMX, e patins. O local possui ciclovia, pista de caminhada, e diversas rampas para diferentes níveis de habilidade.[26] Conta com o Memorial da Imigração Judaica, dedicado à preservação da história da imigração judaica no Brasil e à memória do Holocausto. Ele oferece exposições e programas educativos que promovem a compreensão e a tolerância.[27] O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) possui uma unidade no Bom Retiro, oferecendo serviços relacionados a habilitação e veículos.[28] O Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) é responsável por coordenar as operações de segurança e emergências na cidade, garantindo uma resposta rápida e eficiente e além do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, centro administrativo e operacional da Polícia Militar do Estado de São Paulo, onde são tomadas decisões estratégicas para a segurança pública.[29] Semelhança com bairro portenho Estação da Luz em São Paulo Estação Retiro e a Torre dos Ingleses em Buenos Aires Bom Retiro em São Paulo e Retiro em Buenos Aires são bairros que, apesar de estarem localizados em cidades distintas, compartilham algumas características notáveis. Ambos situam-se em regiões centrais de suas respectivas metrópoles, apresentam denominações semelhantes, apresentam áreas com graves problemas sociais (Villa 31 e Cracolândia), parques históricos em suas cercanias (Plaza San Martín e Jardim da Luz) e possuem uma importância histórica significativa em suas respectivas cidades.[18] Ambos os bairros receberam seus nomes devido ao nome de propriedades rurais, o bairro paulistano remonta à "Chácara do Bom Retiro"[8] e o portenho remonta casa de campo construída no final do século XVII pelo governador de Buenos Aires, que a chamou de "El Retiro". Naquela época, a região estava afastada do centro da cidade, o que contribuiu para o nome. Com o tempo, a área começou a ser urbanizada, e o nome "Retiro" permaneceu, eventualmente se tornando o nome do bairro.[30] O bairro paulistano é conhecido por sua rica história de imigração e diversidade cultural. Ao longo dos anos, recebeu várias ondas de imigrantes, incluindo italianos, judeus, coreanos e bolivianos. Cada uma dessas comunidades contribuiu para formar o caráter multicultural vibrante do bairro.[8] O bairro portenho, essa diversidade é refletida na variedade de atividades culturais e na presença de diferentes comunidades, incluindo uma significativa população de imigrantes, e por infelicidade na Peace Plaza no bairro portenho ocorreu o Ataque contra a embaixada de Israel em Buenos Aires em 1992 ocorrido no dia 17 de março, com um saldo de 29 mortos e 242 feridos, marcando o primeiro incidente conhecido na América do Sul de terrorismo relacionado com o Oriente Médio.[31] Ambos possuem estações ferroviárias importantes em suas cercanias (Estação da Luz e Estação Retiro), a brasileira, foi fortemente influenciada pela arquitetura inglesa e sua estrutura foi trazida diretamente da Inglaterra, a estação argentina também foi influenciada pela arquitetura europeia, mas, diferentemente da Estação da Luz, a sua construção foi marcada por uma forte influência francesa, porém possui em sua frente a Torre Monumental (antiga Torre dos Ingleses).[6] Bibliografia Ponciano, Levino (2001). Bairros paulistanos de A a Z. São Paulo: SENAC. pp. 107–108. ISBN 8573592230 LEME, Maria Cristina da Silva (2000). As transformações urbanas do Bom Retiro: história e imigração em São Paulo Revista Brasileira de História, v. 20, n. 1 ed. São Paulo: ANPUH. pp. 85–102 KOSSOY, Boris (2001). Memória e identidade no Bom Retiro: do bairro operário ao espaço multicultural Revista Estudos Históricos, v. 15, n. 2 ed. São Paulo: FGV. pp. 45–60 ABRAMO, Pedro (2005). O papel da imigração na conformação do bairro do Bom Retiro em São Paulo Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, v. 12, n. 3 ed. São Paulo: ANPUR. pp. 98–122Bom Retiro é um bairro situado na região central do município de São Paulo pertencente ao distrito homônimo. É conhecido pelo seu comércio, por ser o local onde foi fundado o Sport Club Corinthians Paulista[1][2] e por ser o bairro da torcida organizada e escola de samba Gaviões da Fiel.[2] É também onde se localiza a escola de samba Tom Maior. O bairro é uma mescla de culturas. Suas ruas abrigam judeus ortodoxos, restaurantes e docerias judaicas, a sinagoga mais antiga de São Paulo, e o Taib - Teatro Alternativo Israelita Brasileiro. A herança italiana é visível em nomes de ruas, cantinas e instituições católicas, enquanto a presença coreana é marcada por igrejas presbiterianas e estabelecimentos comerciais. Bolivianos, que começaram a chegar na década de 1980 para trabalhar em oficinas de costura, agora também são donos de suas próprias confecções, contribuindo para a diversidade cultural e econômica do bairro.[2][3] História O bairro do Bom Retiro, localizado entre os rios Tietê e Tamanduateí, é um testemunho vibrante da evolução social e cultural de São Paulo.[4] No século XIX, a região era composta por chácaras e sítios, como a "Chácara do Bom Retiro", que deu nome ao bairro. Estas propriedades serviam como retiros de fim de semana para a elite paulistana, incluindo a família Souza Aranha do Marquês de Três Rios, cujo nome ainda é lembrado em uma das ruas centrais do bairro.[5] Mapa do Bom Retiro em 1929 Largo do Bom Retiro Marco da fundação do Sport Club Corinthians Paulista O caráter de lazer do Bom Retiro começou a mudar com a instalação das primeiras olarias, aproveitando a argila das várzeas dos rios, frequentemente inundadas.[5] A Olaria Manfred, estabelecida em 1860, foi a primeira e mais importante dessas indústrias. O desenvolvimento significativo do bairro ocorreu com a chegada da Estrada de Ferro São Paulo Railway, conhecida como Estrada de Ferro "Inglesa", inaugurada em 1867. Esta linha ferroviária, que ligava Jundiaí a Santos, com uma parada em São Paulo na Estação da Luz, facilitou a chegada de imigrantes que desembarcavam no porto e incentivou a instalação de fábricas próximas à linha ferroviária.[5] A história do Bom Retiro e sua diversidade étnica estão intrinsecamente ligadas à industrialização e urbanização de São Paulo, além de refletirem guerras, revoluções e crises econômicas globais. Esses eventos impactaram profundamente os imigrantes, que foram os grandes afetados. As trajetórias do bairro, da cidade e dos estrangeiros se cruzam no final do século XIX, com o ciclo do café como ponto de partida. Em 1850, 40% da produção mundial de café vinha do Brasil, e o dinheiro gerado por essa exportação ajudou a fomentar o nascimento da indústria paulista, inicialmente nos bairros do Bom Retiro, Brás e Mooca.[6] Um marco importante na história do bairro é a fundação do Sport Club Corinthians Paulista.[7] Fundado em 1º de setembro de 1910 por um grupo de operários paulistas do Bom Retiro, o Corinthians rapidamente se tornou um dos clubes mais populares do Brasil.[7] O clube foi fundado após uma partida inspiradora entre o Corinthians Team, de Londres, e a Associação Atlética das Palmeiras, que motivou os fundadores a criar um time com o nome de "Corinthians" em homenagem à equipe inglesa. Com o tempo, o Corinthians se tornou um dos clubes de futebol mais bem-sucedidos do país, começando sua trajetória em um terreno baldio na Rua José Paulino.[7] Fachada do prédio do Desinfectório Central Edificações do bairro Fatec São Paulo Nossa Senhora Auxiliadora Em 1940, uma pesquisa sobre a concentração de estrangeiros – sírios, japoneses e judeus – realizada por Olavo Egidio de Araujo, técnico de estatística do Departamento de Cultura da PMSP, revelou a concentração de judeus no Bom Retiro.[8] Publicada sob o título “Enquistamentos Étnicos” na Revista do Arquivo Municipal, o estudo destacou que roupas feitas e artefatos de tecidos correspondiam a 39% das indústrias do bairro, e malharias a 15%. Além da atividade econômica, a presença de sinagogas, peixarias e filmes israelitas exibidos no cinema local, bem como a alta porcentagem de crianças israelitas frequentando escolas no bairro, foram apontados por Araújo como elementos distintivos da comunidade judaica.[8][9] O trabalho de Araújo marcou um divisor de águas, conferindo ao Bom Retiro uma identidade étnica associada à presença judaica.[10] Nos estudos subsequentes, como “A Cidade de São Paulo” de Aroldo de Azevedo e “O bairro do Bom Retiro” por Dertônio, a década de 1940 é destacada como o período em que os judeus começaram a influenciar fortemente a cultura local, inclusive através do uso da língua ídiche.[8][6] A partir dos anos 1960, os sul-coreanos começaram a chegar ao Bom Retiro, adquirindo as principais lojas do bairro, especialmente nos anos 1980, após a anistia de imigrantes ilegais em 1982.[11] Durante esse período, muitos judeus migraram para bairros mais residenciais, como Higienópolis, à medida que as novas gerações buscavam outras profissões.[8] A chegada dos bolivianos ao Bom Retiro começou a se intensificar na década de 1980. A princípio, muitos vieram em busca de melhores oportunidades econômicas, fugindo de condições difíceis em seu país de origem. No Brasil, encontraram trabalho principalmente nas oficinas de costura, um setor que estava em expansão no bairro devido à já estabelecida indústria têxtil. Infelizmente, muitos desses imigrantes trabalharam em condições precárias, enfrentando longas jornadas de trabalho e baixos salários.[12] Com o passar dos anos, no entanto, a comunidade boliviana no Bom Retiro começou a se estabelecer de forma mais sólida. Muitos imigrantes que inicialmente trabalhavam como empregados em oficinas de costura conseguiram abrir seus próprios negócios, contribuindo para o dinamismo econômico do bairro. Hoje, alguns bolivianos são proprietários de suas próprias confecções, e a comunidade é uma parte vital do setor de moda do Bom Retiro.[13] A presença boliviana no bairro não se limita apenas ao aspecto econômico. Eles também trouxeram suas tradições culturais, que são visíveis em eventos comunitários e festas tradicionais que ocorrem no Bom Retiro. A comida boliviana, por exemplo, é uma parte importante da oferta culinária local, com restaurantes que servem pratos típicos como salteñas e api.[14] Atualidade Edifícios da Rua Amazonas Av. Dr. Campos Sales x Rua José Paulino Rua José Paulino Área comercial a noite O Bom Retiro é um bairro que encapsula uma diversidade rica e única, refletindo uma fusão de tempos e culturas, que o torna um dos locais mais dinâmicos de São Paulo.[15][16] Essa mescla cultural é uma das razões pelas quais o bairro foi destacado pela revista cultural britânica Time Out, que o classificou como o bairro mais descolado do Brasil e ocupou o 25º lugar entre os 50 bairros "mais legais" do mundo em 2019.[16] O mapeamento foi feito com a colaboração de 27 mil moradores de diversos países, e destacou aspectos como os prédios culturais históricos do bairro, que são testemunhas da sua rica herança multicultural.[16][17] O multiétnico bairro paulistano seria rebatizado em 2017, quando o então prefeito João Dória teve a ideia de rebatizar o bairro como "Little Seul".[18] A proposta, que usava um anglicismo para renomear uma área em um país de língua portuguesa, foi amplamente criticada e vista como uma tentativa vil de apagar a identidade histórica do bairro, que remonta à "Chácara do Bom Retiro".[18] A ideia não foi adiante, mas despertou entre alguns coreanos, especialmente na área consular, a possibilidade de o bairro ser mais identificado com a Coreia do Sul.[15] Dos 50 mil coreanos e descendentes residentes no Brasil, 90% vivem em São Paulo, muitos no Bom Retiro.[18] No entanto, o bairro abriga também comunidades de judeus, italianos, gregos, húngaros, latino-americanos e outros, cuja presença é histórica e economicamente significativa, e que não podem ser apagadas.[18] Apesar desta diversidade étnica, ocorreu em 16 de janeiro de 2017 um ato que é um acinte à história do bairro: a mudança do nome de uma de suas principais ruas, a Prates, para Prates-Coreia,[18] totalmente alheia à importância do nome Prates, cuja rua era a entrada da chácara de Fidélis Nepomuceno de Carvalho Prates, um dos mais importantes e respeitados moradores da São Paulo do século XIX.[2] Cerca de 70% do comércio local é administrado por coreanos e descendentes. Boa parte do comércio se modernizou e hoje exibe vitrines dignas de figurar em endereços de alto padrão.[19][18] O Bom Retiro é relativamente extenso e limita-se com os bairros de Santana, Ponte Pequena, Canindé, Pari, Luz e Campos Elísios. Possui três estações de metrô: Luz, Tiradentes e Armênia.[2] Passam pelo bairro vias largas e movimentadas como: Avenida Tiradentes, Avenida do Estado e Avenida Santos Dumont. Outros importantes logradouros são: Rua João Teodoro, Rua Ribeiro de Lima, Rua Três Rios e Rua José Paulino - esta última, importante reduto de comércio de roupas.[20] Nele localiza-se a Defesa Civil do Município de São Paulo.[21] O bairro é classificado pelo CRECI como "Zona de Valor D", assim como outros bairros da capital: Casa Verde, Carandiru e Brás.[22] Na área de várzea próximo ao rio Tietê se situam o Parque do Gato, uma área que passou por transformações significativas, com projetos de urbanização e melhorias para os moradores.[23] É um exemplo de como a cidade de São Paulo tem trabalhado para integrar áreas menos favorecidas ao tecido urbano. O Centro Esportivo Tietê, situando no antigo Clube de Regatas Tietê, é um grande complexo esportivo que oferece uma variedade de atividades para a comunidade, incluindo piscinas, quadras esportivas e áreas de lazer.[24] Mostrando a influência japonesa na região o Estádio Municipal de Beisebol "Mie Nishi" foi o inaugurado em 21 de junho de 1958, sendo um marco nipônico, construído em comemoração ao cinquentenário da imigração japonesa no Brasil. É o único local público no Brasil que oferece beisebol, além de outras modalidades como gatebol e sumô. O estádio também oferece aulas gratuitas de beisebol e softbol, promovendo o esporte na comunidade.[25] Mais recentemente ganhou o Centro de Esportes Radicais, localizado ao lado do Estádio Mie Nishi, o Centro de Esportes Radicais é um espaço de 38.500 m² dedicado a esportes como skate, BMX, e patins. O local possui ciclovia, pista de caminhada, e diversas rampas para diferentes níveis de habilidade.[26] Conta com o Memorial da Imigração Judaica, dedicado à preservação da história da imigração judaica no Brasil e à memória do Holocausto. Ele oferece exposições e programas educativos que promovem a compreensão e a tolerância.[27] O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) possui uma unidade no Bom Retiro, oferecendo serviços relacionados a habilitação e veículos.[28] O Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) é responsável por coordenar as operações de segurança e emergências na cidade, garantindo uma resposta rápida e eficiente e além do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, centro administrativo e operacional da Polícia Militar do Estado de São Paulo, onde são tomadas decisões estratégicas para a segurança pública.[29] Semelhança com bairro portenho Estação da Luz em São Paulo Estação Retiro e a Torre dos Ingleses em Buenos Aires Bom Retiro em São Paulo e Retiro em Buenos Aires são bairros que, apesar de estarem localizados em cidades distintas, compartilham algumas características notáveis. Ambos situam-se em regiões centrais de suas respectivas metrópoles, apresentam denominações semelhantes, apresentam áreas com graves problemas sociais (Villa 31 e Cracolândia), parques históricos em suas cercanias (Plaza San Martín e Jardim da Luz) e possuem uma importância histórica significativa em suas respectivas cidades.[18] Ambos os bairros receberam seus nomes devido ao nome de propriedades rurais, o bairro paulistano remonta à "Chácara do Bom Retiro"[8] e o portenho remonta casa de campo construída no final do século XVII pelo governador de Buenos Aires, que a chamou de "El Retiro". Naquela época, a região estava afastada do centro da cidade, o que contribuiu para o nome. Com o tempo, a área começou a ser urbanizada, e o nome "Retiro" permaneceu, eventualmente se tornando o nome do bairro.[30] O bairro paulistano é conhecido por sua rica história de imigração e diversidade cultural. Ao longo dos anos, recebeu várias ondas de imigrantes, incluindo italianos, judeus, coreanos e bolivianos. Cada uma dessas comunidades contribuiu para formar o caráter multicultural vibrante do bairro.[8] O bairro portenho, essa diversidade é refletida na variedade de atividades culturais e na presença de diferentes comunidades, incluindo uma significativa população de imigrantes, e por infelicidade na Peace Plaza no bairro portenho ocorreu o Ataque contra a embaixada de Israel em Buenos Aires em 1992 ocorrido no dia 17 de março, com um saldo de 29 mortos e 242 feridos, marcando o primeiro incidente conhecido na América do Sul de terrorismo relacionado com o Oriente Médio.[31] Ambos possuem estações ferroviárias importantes em suas cercanias (Estação da Luz e Estação Retiro), a brasileira, foi fortemente influenciada pela arquitetura inglesa e sua estrutura foi trazida diretamente da Inglaterra, a estação argentina também foi influenciada pela arquitetura europeia, mas, diferentemente da Estação da Luz, a sua construção foi marcada por uma forte influência francesa, porém possui em sua frente a Torre Monumental (antiga Torre dos Ingleses).[6] Bibliografia Ponciano, Levino (2001). Bairros paulistanos de A a Z. São Paulo: SENAC. pp. 107–108. ISBN 8573592230 LEME, Maria Cristina da Silva (2000). As transformações urbanas do Bom Retiro: história e imigração em São Paulo Revista Brasileira de História, v. 20, n. 1 ed. São Paulo: ANPUH. pp. 85–102 KOSSOY, Boris (2001). Memória e identidade no Bom Retiro: do bairro operário ao espaço multicultural Revista Estudos Históricos, v. 15, n. 2 ed. São Paulo: FGV. pp. 45–60 ABRAMO, Pedro (2005). O papel da imigração na conformação do bairro do Bom Retiro em São Paulo Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, v. 12, n. 3 ed. São Paulo: ANPUR. pp. 98–122Bom Retiro é um bairro situado na região central do município de São Paulo pertencente ao distrito homônimo. É conhecido pelo seu comércio, por ser o local onde foi fundado o Sport Club Corinthians Paulista[1][2] e por ser o bairro da torcida organizada e escola de samba Gaviões da Fiel.[2] É também onde se localiza a escola de samba Tom Maior. O bairro é uma mescla de culturas. Suas ruas abrigam judeus ortodoxos, restaurantes e docerias judaicas, a sinagoga mais antiga de São Paulo, e o Taib - Teatro Alternativo Israelita Brasileiro. A herança italiana é visível em nomes de ruas, cantinas e instituições católicas, enquanto a presença coreana é marcada por igrejas presbiterianas e estabelecimentos comerciais. Bolivianos, que começaram a chegar na década de 1980 para trabalhar em oficinas de costura, agora também são donos de suas próprias confecções, contribuindo para a diversidade cultural e econômica do bairro.[2][3] História O bairro do Bom Retiro, localizado entre os rios Tietê e Tamanduateí, é um testemunho vibrante da evolução social e cultural de São Paulo.[4] No século XIX, a região era composta por chácaras e sítios, como a "Chácara do Bom Retiro", que deu nome ao bairro. Estas propriedades serviam como retiros de fim de semana para a elite paulistana, incluindo a família Souza Aranha do Marquês de Três Rios, cujo nome ainda é lembrado em uma das ruas centrais do bairro.[5] Mapa do Bom Retiro em 1929 Largo do Bom Retiro Marco da fundação do Sport Club Corinthians Paulista O caráter de lazer do Bom Retiro começou a mudar com a instalação das primeiras olarias, aproveitando a argila das várzeas dos rios, frequentemente inundadas.[5] A Olaria Manfred, estabelecida em 1860, foi a primeira e mais importante dessas indústrias. O desenvolvimento significativo do bairro ocorreu com a chegada da Estrada de Ferro São Paulo Railway, conhecida como Estrada de Ferro "Inglesa", inaugurada em 1867. Esta linha ferroviária, que ligava Jundiaí a Santos, com uma parada em São Paulo na Estação da Luz, facilitou a chegada de imigrantes que desembarcavam no porto e incentivou a instalação de fábricas próximas à linha ferroviária.[5] A história do Bom Retiro e sua diversidade étnica estão intrinsecamente ligadas à industrialização e urbanização de São Paulo, além de refletirem guerras, revoluções e crises econômicas globais. Esses eventos impactaram profundamente os imigrantes, que foram os grandes afetados. As trajetórias do bairro, da cidade e dos estrangeiros se cruzam no final do século XIX, com o ciclo do café como ponto de partida. Em 1850, 40% da produção mundial de café vinha do Brasil, e o dinheiro gerado por essa exportação ajudou a fomentar o nascimento da indústria paulista, inicialmente nos bairros do Bom Retiro, Brás e Mooca.[6] Um marco importante na história do bairro é a fundação do Sport Club Corinthians Paulista.[7] Fundado em 1º de setembro de 1910 por um grupo de operários paulistas do Bom Retiro, o Corinthians rapidamente se tornou um dos clubes mais populares do Brasil.[7] O clube foi fundado após uma partida inspiradora entre o Corinthians Team, de Londres, e a Associação Atlética das Palmeiras, que motivou os fundadores a criar um time com o nome de "Corinthians" em homenagem à equipe inglesa. Com o tempo, o Corinthians se tornou um dos clubes de futebol mais bem-sucedidos do país, começando sua trajetória em um terreno baldio na Rua José Paulino.[7] Fachada do prédio do Desinfectório Central Edificações do bairro Fatec São Paulo Nossa Senhora Auxiliadora Em 1940, uma pesquisa sobre a concentração de estrangeiros – sírios, japoneses e judeus – realizada por Olavo Egidio de Araujo, técnico de estatística do Departamento de Cultura da PMSP, revelou a concentração de judeus no Bom Retiro.[8] Publicada sob o título “Enquistamentos Étnicos” na Revista do Arquivo Municipal, o estudo destacou que roupas feitas e artefatos de tecidos correspondiam a 39% das indústrias do bairro, e malharias a 15%. Além da atividade econômica, a presença de sinagogas, peixarias e filmes israelitas exibidos no cinema local, bem como a alta porcentagem de crianças israelitas frequentando escolas no bairro, foram apontados por Araújo como elementos distintivos da comunidade judaica.[8][9] O trabalho de Araújo marcou um divisor de águas, conferindo ao Bom Retiro uma identidade étnica associada à presença judaica.[10] Nos estudos subsequentes, como “A Cidade de São Paulo” de Aroldo de Azevedo e “O bairro do Bom Retiro” por Dertônio, a década de 1940 é destacada como o período em que os judeus começaram a influenciar fortemente a cultura local, inclusive através do uso da língua ídiche.[8][6] A partir dos anos 1960, os sul-coreanos começaram a chegar ao Bom Retiro, adquirindo as principais lojas do bairro, especialmente nos anos 1980, após a anistia de imigrantes ilegais em 1982.[11] Durante esse período, muitos judeus migraram para bairros mais residenciais, como Higienópolis, à medida que as novas gerações buscavam outras profissões.[8] A chegada dos bolivianos ao Bom Retiro começou a se intensificar na década de 1980. A princípio, muitos vieram em busca de melhores oportunidades econômicas, fugindo de condições difíceis em seu país de origem. No Brasil, encontraram trabalho principalmente nas oficinas de costura, um setor que estava em expansão no bairro devido à já estabelecida indústria têxtil. Infelizmente, muitos desses imigrantes trabalharam em condições precárias, enfrentando longas jornadas de trabalho e baixos salários.[12] Com o passar dos anos, no entanto, a comunidade boliviana no Bom Retiro começou a se estabelecer de forma mais sólida. Muitos imigrantes que inicialmente trabalhavam como empregados em oficinas de costura conseguiram abrir seus próprios negócios, contribuindo para o dinamismo econômico do bairro. Hoje, alguns bolivianos são proprietários de suas próprias confecções, e a comunidade é uma parte vital do setor de moda do Bom Retiro.[13] A presença boliviana no bairro não se limita apenas ao aspecto
Rua Silva Pinto, 443 - Bom RetiroPrédio no Bom Retiro muito bem localizado! Fica bem no centro do Bom Retiro, ao lado da José Paulino. Prédio de 3 andares com loja e terraço. Total de mais ou menos 500 m² de área construída. Bom Retiro é um bairro situado na região central do município de São Paulo pertencente ao distrito homônimo. É conhecido pelo seu comércio, por ser o local onde foi fundado o Sport Club Corinthians Paulista[1][2] e por ser o bairro da torcida organizada e escola de samba Gaviões da Fiel.[2] É também onde se localiza a escola de samba Tom Maior. Seu nome se origina da "Chácara do Bom Retiro", uma das destinadas ao recreio das famílias ricas nos idos do século XIX, dentre elas a do marquês de Três Rios, Joaquim Egídio de Sousa Aranha, abastado fazendeiro campineiro, que por três vezes foi presidente da Província de São Paulo, onde ficava o "Solar do Marquês", mais tarde sede da Escola Politécnica da USP, onde se hospedou a família imperial. No bairro resta o nome da Rua Três Rios. O Bom Retiro abrigou também o primeiro prédio no Brasil destinado à instalação de uma linha de montagem de automóveis, com a inauguração da fábrica da Ford do Brasil na Rua Solon em 1921. Esse prédio, que ainda existe, foi a sede da filial brasileira da Ford até 1953, quando esta mudou-se para uma fábrica maior (que foi recentemente demolida[quando?]), no bairro de Vila Prudente. O bairro abriga um campus da FATEC e o Museu de Arte Sacra de São Paulo. Bom Retiro é um bairro situado na região central do município de São Paulo pertencente ao distrito homônimo. É conhecido pelo seu comércio, por ser o local onde foi fundado o Sport Club Corinthians Paulista[1][2] e por ser o bairro da torcida organizada e escola de samba Gaviões da Fiel.[2] É também onde se localiza a escola de samba Tom Maior. 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Rua Brigadeiro Galvão, 772 - Barra FundaLocalizado na prestigiada região da Barra Funda, em São Paulo, este imóvel comercial representa uma oportunidade única para quem busca um ponto estratégico para seu negócio. Com uma área total de 959 metros quadrados, este espaço versátil e funcional está pronto para abrigar diversos tipos de empreendimentos, desde lojas até escritórios. A ampla metragem, aliada à sua localização privilegiada, torna este imóvel uma opção atraente para quem deseja expandir ou estabelecer seu negócio em uma região de alto fluxo e grande potencial de desenvolvimento. A sua pronta ocupação e a ausência de mobiliário permitem que o novo proprietário personalize o espaço de acordo com suas necessidades específicas. Com um valor de venda de R$ 8.000.000, este imóvel comercial na Barra Funda representa um investimento sólido e promissor. Agende uma visita e descubra as possibilidades que este espaço oferece para o crescimento e sucesso do seu empreendimento.São Paulo - SPLocalizado na prestigiada região da Barra Funda, em São Paulo, este imóvel comercial representa uma oportunidade única para quem busca um ponto estratégico para seu negócio. Com uma área total de 959 metros quadrados, este espaço versátil e funcional está pronto para abrigar diversos tipos de empreendimentos, desde lojas até escritórios. A ampla metragem, aliada à sua localização privilegiada, torna este imóvel uma opção atraente para quem deseja expandir ou estabelecer seu negócio em uma região de alto fluxo e grande potencial de desenvolvimento. A sua pronta ocupação e a ausência de mobiliário permitem que o novo proprietário personalize o espaço de acordo com suas necessidades específicas. Com um valor de venda de R$ 8.000.000, este imóvel comercial na Barra Funda representa um investimento sólido e promissor. Agende uma visita e descubra as possibilidades que este espaço oferece para o crescimento e sucesso do seu empreendimento.
Rua do Bosque, 1589 - Barra FundaImóvel térreo com mezanino, com 63,54 m², no piso frio, localizado na praça de alimentação do Edif. Lex Offices, Excelente localização ao lado do Fórum da Barra Funda. Excelente valor abaixo do valor de mercado por metro quadrado pedido. Barra Funda é um distrito situado na região oeste do município de São Paulo, com 5,6 km² de superfície.[1] Apesar da pequena superfície, o distrito possui em seu território o Terminal Barra Funda, a quadra da Camisa Verde e Branco o Memorial da América Latina, o Estádio Allianz Parque, pertencente ao clube de futebol Palmeiras, os Centros de Treinamento (CT) do mesmo Palmeiras e do São Paulo F.C., prédios empresariais como os da PricewaterhouseCoopers e os estúdios da RecordTV. Situado em uma área de várzea ao sul do rio Tietê, cortada desde o século XIX por duas ferrovias (Santos-Jundiaí e Sorocabana), foi durante muitos anos uma região de vocação industrial. Atualmente se tornou uma zona de classe média e pequenos escritórios. Em seu limite se encontram o Parque Fernando Costa (Parque da Água Branca) e o terminal rodoviário da Barra Funda, que funciona junto com a estação terminal da Linha 3 (vermelha) do Metrô de São Paulo. Foi retratada na obra de Alcântara Machado "Brás, Bexiga e Barra Funda", que aborda o cotidiano das classes proletárias da cidade de São Paulo na primeira metade do século XX. Por volta de 1850, a região que corresponde atualmente à Barra Funda fazia parte da antiga Fazenda Iguape, propriedade de Antônio da Silva Prado, o Barão de Iguape. Essa fazenda após loteada deu origem a várias chácaras, entre elas a Chácara do Carvalho, pertencente ao Conselheiro Antônio Prado, neto do Barão de Iguape, e que mais tarde se tornaria prefeito do município de São Paulo. A importância da família e a grandiosidade dessas terras pode ser expressa pelo fato do Conselheiro Prado ter contratado Luigi Puci, responsável pelo projeto do Museu do Ipiranga, para projetar a casa sede da chácara. Anos depois, a chácara também foi loteada e sua Casa Sede foi adquirida pelo Instituto de Educação Bonni Consilii (que ainda situa-se no local). As outras áreas loteadas deram origem ao distrito da Barra Funda e a parte dos atuais distritos da Casa Verde e Freguesia do Ó. Logo após o loteamento da área, os primeiros a povoarem a região foram os italianos. Trabalhavam em serrarias e oficinas mecânicas, principalmente para atenderem a população do elitizado bairro vizinho dos Campos Elísios. Muitos também trabalharam na ferrovia que seria inaugurada no final deste século. O desenvolvimento maior da região ocorreu após a inauguração da Estação Barra Funda da Estrada de Ferro Sorocabana, em 1875, funcionando como escoamento da produção de café paulista e também como armazém dos produtos que eram transportados do porto de Santos para o interior. Isso incentivou o aumento populacional e a ocupação da região e de seus arredores, que se intensificou com a criação, em 1892, da São Paulo Railway, inaugurada próxima à Estrada Sorocabana, justamente onde se encontra atualmente o Viaduto da Avenida Pacaembu. O crescimento demográfico na região proporcionado pela ferrovia fez com que essa passasse a transportar, a partir de 1920, não apenas cargas mas também passageiros. A partir do século XX a população negra começou a povoar a região, alterando a característica essencialmente italiana da Barra Funda. Avenida Água Branca, atual Avenida Francisco Matarazzo, década de 1920. Arquivo Nacional. O primeiro bonde elétrico de São Paulo foi lançado em 7 de Maio de 1902, ligando a Barra Funda ao Largo São Bento. Neste trajeto, passava através das ruas Barra Funda, Brigadeiro Galvão, até seu ponto final, na rua Anhanguera. O Estádio Palestra Itália, localizado na Água Branca. Esse desenvolvimento comercial do bairro, aliado à grande facilidade no transporte e à proximidade dos elitizados bairro de Higienópolis e Campos Elísios, fez com que parte da elite paulista da indústria e do café se instalasse nessa região ao sul do bairro, entre a linha férrea e as margens do rio Tietê. Outro fator que colaborou para o desenvolvimento da Barra Funda foi a proximidade com o Parque Industrial das "Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo", instalado no bairro vizinho da Água Branca, em 1920. As Indústrias Matarazzo empregavam boa parte da população da região, assim como em grande parte da cidade e foram a base do conhecido "Império Matarazzo", que foi se enfraquecendo até se extinguir na década de 1980. O desenvolvimento da região sofreu um forte abalo com a crise de 1929, que resultou no fechamento de indústrias e deslocamento da elite dessa região, abandonando seus casarões (alguns se tornaram cortiços mais adiante). Restou basicamente a indústria artesanal com oficinas, marcenarias, serraria ou indústrias alimentícias e têxteis de pequeno porte. Apesar das aparentes dificuldades, foi nesta época que a Barra Funda viveu uma época de grande manifestação cultural. O bairro expôs para o país grandes paulistanos como Mário de Andrade, que nasceu e viveu no bairro, que conserva até hoje sua antiga residência. Em 1917 foi inaugurado o Teatro São Pedro. Três anos depois, o Palestra Itália de São Paulo comprou um terreno em que foi construído o Estádio Palestra Itália, pertencente ao clube que em 1942 mudaria seu nome para Sociedade Esportiva Palmeiras. O Memorial da América Latina, construído por Oscar Niemeyer. A Barra Funda também foi palco da criação do mais antigo cordão de carnaval da cidade: o Grupo Carnavalesco Barra Funda. O Grupo foi perseguido por pressão do presidente Getúlio Vargas, que confundiu a associação já que os mesmos utilizavam camisas verdes e calças brancas, mesmas cores da ação Integralista de Plinio Salgado. Finalmente, mudou o nome em 1953 para o cordão Camisa Verde e Branco , mais tarde tornando - se escola de samba em 1972 ganhando o carnaval paulistano por 9 vezes e mantém sua sede no distrito. A partir da década de 1970 começou a migração nordestina para a região e a atividade industrial, anteriormente um dos grandes pontos fortes da Barra Funda, diminuiu sensivelmente. Essa situação começou a mudar apenas no final da década seguinte, com a construção do Terminal Intermodal Barra Funda, um dos maiores do país e com importância semelhante ao Terminal Tietê, pois reunia todas os tipos de transporte coletivo existentes na capital paulista: metrô (com a inauguração da estação terminal da linha 3 - Barra Funda), trens das antigas linhas Sorocabana e Santos-Jundiaí, além de ônibus para viagens municipais, intermunicipais e internacionais. Neste mesmo ano (1989) foi concluída a construção do Memorial da América Latina, um grande reduto cultural inaugurado sobre o antigo Largo da Banana e projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer.São Paulo - SPImóvel térreo com mezanino, com 63,54 m², no piso frio, localizado na praça de alimentação do Edif. Lex Offices, Excelente localização ao lado do Fórum da Barra Funda. Excelente valor abaixo do valor de mercado por metro quadrado pedido. 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Rua Doutor Albuquerque Lins, 928 - Santa CecíliaApartamento em Higienopolis. Fácil acesso à avenida Angélica e Pacaembu. Próximo à estação Marechal Deodoro do metrô. Perto da praça Buenos Aires e do shopping Pátio Higienopolis. Recém reformado. São 4 quartos, sendo 1suíte. São 4 banheiros no total.Sala de jantar e sala de visitas. Cozinha americana integrada, área de serviço. 180m² 2 vagas de garagem. Salão de festas e playground. Portão eletrônico e portaria 24h. Consolação é um distrito da região central do município de São Paulo e uma das regiões históricas e culturais mais importantes do município. Compreende parte do bairro de Vila Buarque, onde está sediada a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o teatro da Universidade de São Paulo (TUSP) e o Centro Universitário Maria Antônia; parte do bairro de Cerqueira César, onde está o Colégio São Luís. Também estão dentro do distrito os bairros nobres de Higienópolis e do Pacaembu, tradicionais redutos intelectuais e de famílias descendentes dos grandes cafeicultores do início do século XX onde estão situadas a Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Fundação Armando Álvares Penteado O distrito é atendido pela linhas 2-Verde (Estação Consolação) do Metrô de São Paulo e 4-Amarela (Estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie) da ViaQuatro. Futuramente também será atendido pela Linha 6-Laranja, com a construção da Estação Higienópolis–Mackenzie e Estação Angélica-Pacaembu. Consolação é um distrito da região central do município de São Paulo e uma das regiões históricas e culturais mais importantes do município. Compreende parte do bairro de Vila Buarque, onde está sediada a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o teatro da Universidade de São Paulo (TUSP) e o Centro Universitário Maria Antônia; parte do bairro de Cerqueira César, onde está o Colégio São Luís. 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Compreende parte do bairro de Vila Buarque, onde está sediada a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o teatro da Universidade de São Paulo (TUSP) e o Centro Universitário Maria Antônia; parte do bairro de Cerqueira César, onde está o Colégio São Luís. Também estão dentro do distrito os bairros nobres de Higienópolis e do Pacaembu, tradicionais redutos intelectuais e de famílias descendentes dos grandes cafeicultores do início do século XX onde estão situadas a Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Fundação Armando Álvares Penteado O distrito é atendido pela linhas 2-Verde (Estação Consolação) do Metrô de São Paulo e 4-Amarela (Estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie) da ViaQuatro. Futuramente também será atendido pela Linha 6-Laranja, com a construção da Estação Higienópolis–Mackenzie e Estação Angélica-Pacaembu.Consolação é um distrito da região central do município de São Paulo e uma das regiões históricas e culturais mais importantes do município. Compreende parte do bairro de Vila Buarque, onde está sediada a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o teatro da Universidade de São Paulo (TUSP) e o Centro Universitário Maria Antônia; parte do bairro de Cerqueira César, onde está o Colégio São Luís. Também estão dentro do distrito os bairros nobres de Higienópolis e do Pacaembu, tradicionais redutos intelectuais e de famílias descendentes dos grandes cafeicultores do início do século XX onde estão situadas a Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Fundação Armando Álvares Penteado O distrito é atendido pela linhas 2-Verde (Estação Consolação) do Metrô de São Paulo e 4-Amarela (Estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie) da ViaQuatro. Futuramente também será atendido pela Linha 6-Laranja, com a construção da Estação Higienópolis–Mackenzie e Estação Angélica-Pacaembu.Consolação é um distrito da região central do município de São Paulo e uma das regiões históricas e culturais mais importantes do município. Compreende parte do bairro de Vila Buarque, onde está sediada a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o teatro da Universidade de São Paulo (TUSP) e o Centro Universitário Maria Antônia; parte do bairro de Cerqueira César, onde está o Colégio São Luís. Também estão dentro do distrito os bairros nobres de Higienópolis e do Pacaembu, tradicionais redutos intelectuais e de famílias descendentes dos grandes cafeicultores do início do século XX onde estão situadas a Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Fundação Armando Álvares Penteado O distrito é atendido pela linhas 2-Verde (Estação Consolação) do Metrô de São Paulo e 4-Amarela (Estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie) da ViaQuatro. Futuramente também será atendido pela Linha 6-Laranja, com a construção da Estação Higienópolis–Mackenzie e Estação Angélica-Pacaembu.Consolação é um distrito da região central do município de São Paulo e uma das regiões históricas e culturais mais importantes do município. Compreende parte do bairro de Vila Buarque, onde está sediada a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o teatro da Universidade de São Paulo (TUSP) e o Centro Universitário Maria Antônia; parte do bairro de Cerqueira César, onde está o Colégio São Luís. Também estão dentro do distrito os bairros nobres de Higienópolis e do Pacaembu, tradicionais redutos intelectuais e de famílias descendentes dos grandes cafeicultores do início do século XX onde estão situadas a Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Fundação Armando Álvares Penteado O distrito é atendido pela linhas 2-Verde (Estação Consolação) do Metrô de São Paulo e 4-Amarela (Estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie) da ViaQuatro. Futuramente também será atendido pela Linha 6-Laranja, com a construção da Estação Higienópolis–Mackenzie e Estação Angélica-Pacaembu.Consolação é um distrito da região central do município de São Paulo e uma das regiões históricas e culturais mais importantes do município. Compreende parte do bairro de Vila Buarque, onde está sediada a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o teatro da Universidade de São Paulo (TUSP) e o Centro Universitário Maria Antônia; parte do bairro de Cerqueira César, onde está o Colégio São Luís. Também estão dentro do distrito os bairros nobres de Higienópolis e do Pacaembu, tradicionais redutos intelectuais e de famílias descendentes dos grandes cafeicultores do início do século XX onde estão situadas a Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Fundação Armando Álvares Penteado O distrito é atendido pela linhas 2-Verde (Estação Consolação) do Metrô de São Paulo e 4-Amarela (Estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie) da ViaQuatro. Futuramente também será atendido pela Linha 6-Laranja, com a construção da Estação Higienópolis–Mackenzie e Estação Angélica-Pacaembu.Consolação é um distrito da região central do município de São Paulo e uma das regiões históricas e culturais mais importantes do município. 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Compreende parte do bairro de Vila Buarque, onde está sediada a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o teatro da Universidade de São Paulo (TUSP) e o Centro Universitário Maria Antônia; parte do bairro de Cerqueira César, onde está o Colégio São Luís. Também estão dentro do distrito os bairros nobres de Higienópolis e do Pacaembu, tradicionais redutos intelectuais e de famílias descendentes dos grandes cafeicultores do início do século XX onde estão situadas a Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Fundação Armando Álvares Penteado O distrito é atendido pela linhas 2-Verde (Estação Consolação) do Metrô de São Paulo e 4-Amarela (Estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie) da ViaQuatro. Futuramente também será atendido pela Linha 6-Laranja, com a construção da Estação Higienópolis–Mackenzie e Estação Angélica-Pacaembu.Consolação é um distrito da região central do município de São Paulo e uma das regiões históricas e culturais mais importantes do município. Compreende parte do bairro de Vila Buarque, onde está sediada a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o teatro da Universidade de São Paulo (TUSP) e o Centro Universitário Maria Antônia; parte do bairro de Cerqueira César, onde está o Colégio São Luís. Também estão dentro do distrito os bairros nobres de Higienópolis e do Pacaembu, tradicionais redutos intelectuais e de famílias descendentes dos grandes cafeicultores do início do século XX onde estão situadas a Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Fundação Armando Álvares Penteado O distrito é atendido pela linhas 2-Verde (Estação Consolação) do Metrô de São Paulo e 4-Amarela (Estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie) da ViaQuatro. Futuramente também será atendido pela Linha 6-Laranja, com a construção da Estação Higienópolis–Mackenzie e Estação Angélica-Pacaembu.Consolação é um distrito da região central do município de São Paulo e uma das regiões históricas e culturais mais importantes do município. Compreende parte do bairro de Vila Buarque, onde está sediada a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o teatro da Universidade de São Paulo (TUSP) e o Centro Universitário Maria Antônia; parte do bairro de Cerqueira César, onde está o Colégio São Luís. Também estão dentro do distrito os bairros nobres de Higienópolis e do Pacaembu, tradicionais redutos intelectuais e de famílias descendentes dos grandes cafeicultores do início do século XX onde estão situadas a Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Fundação Armando Álvares Penteado O distrito é atendido pela linhas 2-Verde (Estação Consolação) do Metrô de São Paulo e 4-Amarela (Estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie) da ViaQuatro. Futuramente também será atendido pela Linha 6-Laranja, com a construção da Estação Higienópolis–Mackenzie e Estação Angélica-Pacaembu.Consolação é um distrito da região central do município de São Paulo e uma das regiões históricas e culturais mais importantes do município. Compreende parte do bairro de Vila Buarque, onde está sediada a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o teatro da Universidade de São Paulo (TUSP) e o Centro Universitário Maria Antônia; parte do bairro de Cerqueira César, onde está o Colégio São Luís. Também estão dentro do distrito os bairros nobres de Higienópolis e do Pacaembu, tradicionais redutos intelectuais e de famílias descendentes dos grandes cafeicultores do início do século XX onde estão situadas a Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Fundação Armando Álvares Penteado O distrito é atendido pela linhas 2-Verde (Estação Consolação) do Metrô de São Paulo e 4-Amarela (Estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie) da ViaQuatro. Futuramente também será atendido pela Linha 6-Laranja, com a construção da Estação Higienópolis–Mackenzie e Estação Angélica-Pacaembu.Consolação é um distrito da região central do município de São Paulo e uma das regiões históricas e culturais mais importantes do município. Compreende parte do bairro de Vila Buarque, onde está sediada a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o teatro da Universidade de São Paulo (TUSP) e o Centro Universitário Maria Antônia; parte do bairro de Cerqueira César, onde está o Colégio São Luís. Também estão dentro do distrito os bairros nobres de Higienópolis e do Pacaembu, tradicionais redutos intelectuais e de famílias descendentes dos grandes cafeicultores do início do século XX onde estão situadas a Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Fundação Armando Álvares Penteado O distrito é atendido pela linhas 2-Verde (Estação Consolação) do Metrô de São Paulo e 4-Amarela (Estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie) da ViaQuatro. Futuramente também será atendido pela Linha 6-Laranja, com a construção da Estação Higienópolis–Mackenzie e Estação Angélica-Pacaembu.Consolação é um distrito da região central do município de São Paulo e uma das regiões históricas e culturais mais importantes do município. Compreende parte do bairro de Vila Buarque, onde está sediada a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o teatro da Universidade de São Paulo (TUSP) e o Centro Universitário Maria Antônia; parte do bairro de Cerqueira César, onde está o Colégio São Luís. Também estão dentro do distrito os bairros nobres de Higienópolis e do Pacaembu, tradicionais redutos intelectuais e de famílias descendentes dos grandes cafeicultores do início do século XX onde estão situadas a Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Fundação Armando Álvares Penteado O distrito é atendido pela linhas 2-Verde (Estação Consolação) do Metrô de São Paulo e 4-Amarela (Estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie) da ViaQuatro. Futuramente também será atendido pela Linha 6-Laranja, com a construção da Estação Higienópolis–Mackenzie e Estação Angélica-Pacaembu.Consolação é um distrito da região central do município de São Paulo e uma das regiões históricas e culturais mais importantes do município. Compreende parte do bairro de Vila Buarque, onde está sediada a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o teatro da Universidade de São Paulo (TUSP) e o Centro Universitário Maria Antônia; parte do bairro de Cerqueira César, onde está o Colégio São Luís. Também estão dentro do distrito os bairros nobres de Higienópolis e do Pacaembu, tradicionais redutos intelectuais e de famílias descendentes dos grandes cafeicultores do início do século XX onde estão situadas a Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Fundação Armando Álvares Penteado O distrito é atendido pela linhas 2-Verde (Estação Consolação) do Metrô de São Paulo e 4-Amarela (Estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie) da ViaQuatro. Futuramente também será atendido pela Linha 6-Laranja, com a construção da Estação Higienópolis–Mackenzie e Estação Angélica-Pacaembu.Consolação é um distrito da região central do município de São Paulo e uma das regiões históricas e culturais mais importantes do município. 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Rua Doutor Albuquerque Lins, 1184 - Santa CecíliaO condomínio Edificio Ferrara foi construído em 1972 (há 53 anos) e está localizado em rua doutor albuquerque lins no bairro Santa Cecília, na cidade São Paulo-SP.São Paulo - SPO condomínio Edificio Ferrara foi construído em 1972 (há 53 anos) e está localizado em rua doutor albuquerque lins no bairro Santa Cecília, na cidade São Paulo-SP.
Largo do Arouche - lado par, 184 - RepúblicaEste amplo apartamento padrão à venda em São Paulo, na região da República, conta com uma área total de 110m², sendo 98m² de área útil. Com três quartos e duas salas, o imóvel oferece o espaço ideal para a sua família desfrutar de momentos especiais.Localizado em uma região privilegiada, o apartamento está próximo a uma variedade de serviços, comércios e opções de lazer, proporcionando praticidade e conforto no dia a dia. Além disso, a facilidade de acesso a diferentes pontos da cidade de São Paulo é um ponto positivo para quem busca mobilidade e comodidade. Com um valor de venda de R$ 650.000, este imóvel é uma excelente oportunidade para quem deseja investir em um espaço versátil e bem distribuído. Não mobiliado, o apartamento oferece a liberdade para personalização de acordo com o seu gosto e estilo de vida. Agende uma visita e conheça de perto todos os detalhes deste imóvel. Largo do Arouche[1] é uma praça tradicional da região central, considerada patrimônio cultural da cidade de São Paulo.[2][3] É considerado um polo de diversidade, uma vez que é ocupado por grupos sociais LGBTQIAP+ desde os anos 1940, ocupação que resistiu à ditadura militar na luta pelo direito à diversidade sexual e de gênero.[4][5] Situa-se no distrito da República, próximo à estação República do metrô.[6][7] O local também é conhecido como Praça das Flores ou Mercado de Flores e abriga diversos floristas que se instalaram após a retirada das bancas existentes na Praça da República pelo prefeito Armando de Arruda Pereira por volta de 1914. Durante os anos 1900 a praça abrigou a "Feira Livre do Arouche", a segunda da cidade, criada no contexto da crise do abastecimento de produtos hortifrutigranjeiros e encerrada em 1954.[8][9] O nome atual remete ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, reconhecido por ser o primeiro diretor da Faculdade de Direito de São Paulo e do Jardim Botânico. Durante a história, foi renomeada diversas vezes e já foi chamado de Largo do Ouvidor, Largo da Artilharia e Praça Alexandre Herculano.[10] A praça tornou-se nacionalmente conhecida em razão da sitcom Sai de Baixo, produzida pela TV Globo. A série, exibida entre 1996 e 2002, retratava situações humorísticas que tinham lugar em um edifício fictício localizado no Largo do Arouche.[11][12] História O Largo é composto pelas ruas Jaguaribe, Amaral Gurgel, a avenida Duque de Caxias e o término da rua do Arouche. Em seu lado oposto passa a avenida Vieira de Carvalho, dados que constam na planta genérica da cidade de São Paulo. O nome da praça é uma homenagem ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, dono do terreno desde a demarcação da Cidade Nova, marcos formados a partir da transposição do vale do rio Anhangabaú, regiões hoje conhecidas como Santa Cecília, Praça da República e Vale do Anhangabaú. Arouche era proprietário de boa parte da zona central da cidade de São Paulo, hoje conhecida como Vila Buarque, uma área que abrangia o atual Largo do Arouche e a Praça da República.[13] Em 1881, a pedido do tenente, a Câmara de São Paulo cedeu à sua vontade de desterrar e aplainar a Praça então chamada de Legião para "disciplinar os milicianos por brigadas" e mudar seu nome para Praça dos Milicianos.[14] Desde então o espaço quadrangular entre as ruas Jaguaribe e do Arouche, considerado a parte baixa, recebeu muitos nomes (Tanque do Arouche, Praça da Alegria, Praça da Legião), até finalmente em 1865 receber o nome de Campo do Arouche, que perdurou até 1910, quando pela Lei nº 1.312 mudou para "Praça Alexandre Herculano". Três anos depois, o art. 2° da Lei Municipal nº 1.741 reverteu "Largo do Arouche" como o nome definitivo de toda praça. Em 1953 foi chamada "Mercado de Flores do Arouche" a partir de ato normativo exarado pela prefeitura municipal.[15] A parte alta, antiga praça da Artilharia, logo mudou seu nome para Largo do Arouche, como até hoje é conhecida.[14] Reduto LGBTQIA+ A Praça é conhecida principalmente por sua abertura à comunidade LGBTQIA+, abrangendo boates, lojas, centros de convivência e pontos de encontro para reuniões e eventos.[16] De acordo com arquivos herdados dos antigos proprietários do bar Caneca de Prata, antes chamado Bar Pierrot, o Largo do Arouche começou a ser frequentado por executivos da cidade por volta dos anos 1940, que buscavam locais mais discretos para se relacionarem com homens. O bar é frequentado por pessoas LGBT+ e foi fundado em 1960, considerado por importantes veículos como símbolo da resistência em prol da diversidade.[17] Esses locais não eram apenas palco de festividades e diversão. Além do Caneca de Prata, havia a balada Freedom, dentre outros lugares da boemia que se tornaram redutos durante a ditadura. Quando eram realizadas batidas policiais, em que pessoas LGBT eram presas por serem quem eram, esses bares eram locais políticos, que acolhiam esses indivíduos e os acobertavam até a saída dos agentes policiais do local.[18] Na década de 1980 o Largo do Arouche foi palco de repressão à circulação de travestis que circulavam na região sob o argumento de "luta contra a AIDS". A ação, empreendida pela polícia, foi intitulada "Operação Tarântula", contexto em que um dos chefes, agente de segurança, disse que a presença de travestis em São Paulo era indicativa do "fim do mundo".[17] Em 2015, no dia 28 de junho foram instaladas sete bandeiras em homenagem ao Dia do Orgulho LGBT, que vão continuar no local.[19] Mais tarde, naquele ano, a Prefeitura de São Paulo, como parte das ações do Programa de Metas da Gestão, instalou o Centro de Cidadania LGBT na Rua do Arouche, que compõe a Praça.[20] Revitalização Em maio de 2019 a Prefeitura de São Paulo iniciou obras de revitalização do Largo do Arouche. O novo projeto incluía a pavimentação e o nivelamento do piso, bem como a instalação de novos bancos, além de bebedouros e novos postes de iluminação. Estava prevista, também, a construção de quiosques e até de uma horta.[21] A mudança relevante preocupou o Ministério Público, que conseguiu paralisar a obra através do Poder Judiciário, apontando uma possível descaracterização do local. O projeto foi revisto e posteriormente as obras foram liberadas, ausentes os riscos de danos ambientais e urbanísticos. O Largo foi reaberto em março de 2020.[22] Prédios históricos O local abriga importantes esculturas de renomados artistas, tais como: A Menina e o Bezerro, obra do escultor carioca Luís Christophe, encomendada pelo prefeito Raimundo Duprat; Afonso d'Escragnolle Taunay, um dos maiores historiadores brasileiros, principalmente na história das bandeiras paulistas, uma obra concebida pela artista plástica Claude Dunin; "Amor Materno", escultura que traz uma cadela e seu filhote, em cena que costuma comover quem passa pelo largo, obra do francês Louis Eugéne Virion, adquirida na década de 1910.[9] As esculturas, que são parte do patrimônio histórico-cultural da Praça, passam por processos de intemperismo, natural das rochas mesmo nos monumentos históricos. Esse processo, somado a crescente poluição da atmosfera, principalmente em metrópoles como São Paulo, intensifica o processo de deterioração das esculturas.[23] A Academia Paulista de Letras tem sua sede no Largo do Arouche e homenageou o imortal Aureliano Leite, com um busto no largo inaugurado em 1979, dois anos após a morte do escritor, historiador e político. Obra do escultor Luís Morrone.[24] Na cultura popular O apartamento onde se passavam os episódios de Sai de Baixo ficava no largo do Arouche.[11][12] Brechós Além da resistência política e das festividades, o Largo também é reduto dos brechós, conhecidos por proporcionarem acesso à moda por preços mais baixos que as grandes lojas, reduzindo, ainda, o consumo de fast-fashion.[25] Referências Costa, Rodrigo Inácio da. «Largo do Arouche». LEMAD - Laboratório de Ensino e Material Didático. Consultado em 30 de abril de 2017 Amadio, Decio (2005). «Desenho urbano e bairros centrais de São Paulo». biblioteca digital da usp. Consultado em 30 de abril de 2017 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003. Consultado em 18 de maio de 2023 Nakamuta, Adriana. Arte, Cidade e Patrimônio: futuro e memória nas poéticas contemporâneas. [S.l.]: Automática Edições. ISBN 9786589579052 Silva Vicente, Tiago Augusto (2014). «Da segregação social à segregação espacial: a apropriação do espaço urbano pela população LGBT no Largo do Arouche». usp digital. Consultado em 30 de abril de 2014. Arquivado do original em 10 de setembro de 2017 ABCdoABC, Portal do. «Largo do Arouche recebe nessa sexta-feira (17) a 5ª edição da Marcha do Orgulho Trans». www.abcdoabc.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Martins, Rodrigo. «Largo do Arouche agrada moradores com reforma e bancos esculpidos - Hoje São Paulo». hojesaopaulo.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Largo do Arouche». www.cidadedesaopaulo.com. Consultado em 30 de abril de 2017. Arquivado do original em 12 de maio de 2017 «Prédios de São Paulo: Arouche». Estadão. Consultado em 18 de maio de 2023 «Família do Largo Arouche volta em "Sai de baixo - O Filme" neste mês». O Liberal. 19 de fevereiro de 2019. Consultado em 26 de setembro de 2019 FURTADO, Renato (7 de janeiro de 2019). «Sai de Baixo: A louca família do Largo do Arouche desembarca nas telonas no primeiro trailer do filme». AdoroCinema. Consultado em 26 de setembro de 2019 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados | Governo do Estado de São Paulo». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003 Jorge, Clóvis de Athayde (1989). Consolação, uma reportagem histórica. [S.l.: s.n.] Minas, Estado de (31 de dezembro de 2016). «Doria quer Arouche com ares franceses». Estado de Minas. Consultado em 22 de maio de 2023 Simões e França, Júlio Assis e Isadora Lins (2001). «Do "gueto" ao mercado» (PDF). Consultado em 30 de abril de 2017 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Para celebrar Carnaval, Museu da Diversidade promove caminhada em SP». Agência Brasil. 11 de fevereiro de 2023. Consultado em 18 de maio de 2023 «Bandeiras LGBT instaladas no Largo do Arouche serão permanentes - São Paulo - Estadão». Estadão «Portal da Prefeitura da Cidade de São Paulo». www.prefeitura.sp.gov.br. Consultado em 30 de abril de 2017 «Justiça libera obras de revitalização no Largo do Arouche, no Centro de SP». G1. 23 de outubro de 2019. Consultado em 18 de maio de 2023 «Prefeitura de SP reabre largo do Arouche às vésperas de inauguração». GZH. 11 de março de 2020. Consultado em 18 de maio de 2023 Eliane Aparecida Del Lama, Lauro Kazumi Dehira & Aranda Calió dos Reys. Visão geológica dos monumentos da cidade de São Paulo. [S.l.: s.n.] «Largo do Arouche - algumas considerações». Academia Paulista de Letras - APL. Consultado em 18 de maio de 2023 «Moda barata, grifada e consciente: Largo do Arouche é polo de brechós em SP». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Ligações externas Largo do Arouche[1] é uma praça tradicional da região central, considerada patrimônio cultural da cidade de São Paulo.[2][3] É considerado um polo de diversidade, uma vez que é ocupado por grupos sociais LGBTQIAP+ desde os anos 1940, ocupação que resistiu à ditadura militar na luta pelo direito à diversidade sexual e de gênero.[4][5] Situa-se no distrito da República, próximo à estação República do metrô.[6][7] O local também é conhecido como Praça das Flores ou Mercado de Flores e abriga diversos floristas que se instalaram após a retirada das bancas existentes na Praça da República pelo prefeito Armando de Arruda Pereira por volta de 1914. Durante os anos 1900 a praça abrigou a "Feira Livre do Arouche", a segunda da cidade, criada no contexto da crise do abastecimento de produtos hortifrutigranjeiros e encerrada em 1954.[8][9] O nome atual remete ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, reconhecido por ser o primeiro diretor da Faculdade de Direito de São Paulo e do Jardim Botânico. Durante a história, foi renomeada diversas vezes e já foi chamado de Largo do Ouvidor, Largo da Artilharia e Praça Alexandre Herculano.[10] A praça tornou-se nacionalmente conhecida em razão da sitcom Sai de Baixo, produzida pela TV Globo. A série, exibida entre 1996 e 2002, retratava situações humorísticas que tinham lugar em um edifício fictício localizado no Largo do Arouche.[11][12] História O Largo é composto pelas ruas Jaguaribe, Amaral Gurgel, a avenida Duque de Caxias e o término da rua do Arouche. Em seu lado oposto passa a avenida Vieira de Carvalho, dados que constam na planta genérica da cidade de São Paulo. O nome da praça é uma homenagem ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, dono do terreno desde a demarcação da Cidade Nova, marcos formados a partir da transposição do vale do rio Anhangabaú, regiões hoje conhecidas como Santa Cecília, Praça da República e Vale do Anhangabaú. Arouche era proprietário de boa parte da zona central da cidade de São Paulo, hoje conhecida como Vila Buarque, uma área que abrangia o atual Largo do Arouche e a Praça da República.[13] Em 1881, a pedido do tenente, a Câmara de São Paulo cedeu à sua vontade de desterrar e aplainar a Praça então chamada de Legião para "disciplinar os milicianos por brigadas" e mudar seu nome para Praça dos Milicianos.[14] Desde então o espaço quadrangular entre as ruas Jaguaribe e do Arouche, considerado a parte baixa, recebeu muitos nomes (Tanque do Arouche, Praça da Alegria, Praça da Legião), até finalmente em 1865 receber o nome de Campo do Arouche, que perdurou até 1910, quando pela Lei nº 1.312 mudou para "Praça Alexandre Herculano". Três anos depois, o art. 2° da Lei Municipal nº 1.741 reverteu "Largo do Arouche" como o nome definitivo de toda praça. Em 1953 foi chamada "Mercado de Flores do Arouche" a partir de ato normativo exarado pela prefeitura municipal.[15] A parte alta, antiga praça da Artilharia, logo mudou seu nome para Largo do Arouche, como até hoje é conhecida.[14] Reduto LGBTQIA+ A Praça é conhecida principalmente por sua abertura à comunidade LGBTQIA+, abrangendo boates, lojas, centros de convivência e pontos de encontro para reuniões e eventos.[16] De acordo com arquivos herdados dos antigos proprietários do bar Caneca de Prata, antes chamado Bar Pierrot, o Largo do Arouche começou a ser frequentado por executivos da cidade por volta dos anos 1940, que buscavam locais mais discretos para se relacionarem com homens. O bar é frequentado por pessoas LGBT+ e foi fundado em 1960, considerado por importantes veículos como símbolo da resistência em prol da diversidade.[17] Esses locais não eram apenas palco de festividades e diversão. Além do Caneca de Prata, havia a balada Freedom, dentre outros lugares da boemia que se tornaram redutos durante a ditadura. Quando eram realizadas batidas policiais, em que pessoas LGBT eram presas por serem quem eram, esses bares eram locais políticos, que acolhiam esses indivíduos e os acobertavam até a saída dos agentes policiais do local.[18] Na década de 1980 o Largo do Arouche foi palco de repressão à circulação de travestis que circulavam na região sob o argumento de "luta contra a AIDS". A ação, empreendida pela polícia, foi intitulada "Operação Tarântula", contexto em que um dos chefes, agente de segurança, disse que a presença de travestis em São Paulo era indicativa do "fim do mundo".[17] Em 2015, no dia 28 de junho foram instaladas sete bandeiras em homenagem ao Dia do Orgulho LGBT, que vão continuar no local.[19] Mais tarde, naquele ano, a Prefeitura de São Paulo, como parte das ações do Programa de Metas da Gestão, instalou o Centro de Cidadania LGBT na Rua do Arouche, que compõe a Praça.[20] Revitalização Em maio de 2019 a Prefeitura de São Paulo iniciou obras de revitalização do Largo do Arouche. O novo projeto incluía a pavimentação e o nivelamento do piso, bem como a instalação de novos bancos, além de bebedouros e novos postes de iluminação. Estava prevista, também, a construção de quiosques e até de uma horta.[21] A mudança relevante preocupou o Ministério Público, que conseguiu paralisar a obra através do Poder Judiciário, apontando uma possível descaracterização do local. O projeto foi revisto e posteriormente as obras foram liberadas, ausentes os riscos de danos ambientais e urbanísticos. O Largo foi reaberto em março de 2020.[22] Prédios históricos O local abriga importantes esculturas de renomados artistas, tais como: A Menina e o Bezerro, obra do escultor carioca Luís Christophe, encomendada pelo prefeito Raimundo Duprat; Afonso d'Escragnolle Taunay, um dos maiores historiadores brasileiros, principalmente na história das bandeiras paulistas, uma obra concebida pela artista plástica Claude Dunin; "Amor Materno", escultura que traz uma cadela e seu filhote, em cena que costuma comover quem passa pelo largo, obra do francês Louis Eugéne Virion, adquirida na década de 1910.[9] As esculturas, que são parte do patrimônio histórico-cultural da Praça, passam por processos de intemperismo, natural das rochas mesmo nos monumentos históricos. Esse processo, somado a crescente poluição da atmosfera, principalmente em metrópoles como São Paulo, intensifica o processo de deterioração das esculturas.[23] A Academia Paulista de Letras tem sua sede no Largo do Arouche e homenageou o imortal Aureliano Leite, com um busto no largo inaugurado em 1979, dois anos após a morte do escritor, historiador e político. Obra do escultor Luís Morrone.[24] Na cultura popular O apartamento onde se passavam os episódios de Sai de Baixo ficava no largo do Arouche.[11][12] Brechós Além da resistência política e das festividades, o Largo também é reduto dos brechós, conhecidos por proporcionarem acesso à moda por preços mais baixos que as grandes lojas, reduzindo, ainda, o consumo de fast-fashion.[25] Referências Costa, Rodrigo Inácio da. «Largo do Arouche». LEMAD - Laboratório de Ensino e Material Didático. Consultado em 30 de abril de 2017 Amadio, Decio (2005). «Desenho urbano e bairros centrais de São Paulo». biblioteca digital da usp. Consultado em 30 de abril de 2017 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003. Consultado em 18 de maio de 2023 Nakamuta, Adriana. Arte, Cidade e Patrimônio: futuro e memória nas poéticas contemporâneas. [S.l.]: Automática Edições. ISBN 9786589579052 Silva Vicente, Tiago Augusto (2014). «Da segregação social à segregação espacial: a apropriação do espaço urbano pela população LGBT no Largo do Arouche». usp digital. Consultado em 30 de abril de 2014. Arquivado do original em 10 de setembro de 2017 ABCdoABC, Portal do. «Largo do Arouche recebe nessa sexta-feira (17) a 5ª edição da Marcha do Orgulho Trans». www.abcdoabc.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Martins, Rodrigo. «Largo do Arouche agrada moradores com reforma e bancos esculpidos - Hoje São Paulo». hojesaopaulo.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Largo do Arouche». www.cidadedesaopaulo.com. Consultado em 30 de abril de 2017. Arquivado do original em 12 de maio de 2017 «Prédios de São Paulo: Arouche». Estadão. Consultado em 18 de maio de 2023 «Família do Largo Arouche volta em "Sai de baixo - O Filme" neste mês». O Liberal. 19 de fevereiro de 2019. Consultado em 26 de setembro de 2019 FURTADO, Renato (7 de janeiro de 2019). «Sai de Baixo: A louca família do Largo do Arouche desembarca nas telonas no primeiro trailer do filme». AdoroCinema. Consultado em 26 de setembro de 2019 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados | Governo do Estado de São Paulo». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003 Jorge, Clóvis de Athayde (1989). Consolação, uma reportagem histórica. [S.l.: s.n.] Minas, Estado de (31 de dezembro de 2016). «Doria quer Arouche com ares franceses». Estado de Minas. Consultado em 22 de maio de 2023 Simões e França, Júlio Assis e Isadora Lins (2001). «Do "gueto" ao mercado» (PDF). Consultado em 30 de abril de 2017 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Para celebrar Carnaval, Museu da Diversidade promove caminhada em SP». Agência Brasil. 11 de fevereiro de 2023. Consultado em 18 de maio de 2023 «Bandeiras LGBT instaladas no Largo do Arouche serão permanentes - São Paulo - Estadão». Estadão «Portal da Prefeitura da Cidade de São Paulo». www.prefeitura.sp.gov.br. Consultado em 30 de abril de 2017 «Justiça libera obras de revitalização no Largo do Arouche, no Centro de SP». G1. 23 de outubro de 2019. Consultado em 18 de maio de 2023 «Prefeitura de SP reabre largo do Arouche às vésperas de inauguração». GZH. 11 de março de 2020. Consultado em 18 de maio de 2023 Eliane Aparecida Del Lama, Lauro Kazumi Dehira & Aranda Calió dos Reys. Visão geológica dos monumentos da cidade de São Paulo. [S.l.: s.n.] «Largo do Arouche - algumas considerações». Academia Paulista de Letras - APL. Consultado em 18 de maio de 2023 «Moda barata, grifada e consciente: Largo do Arouche é polo de brechós em SP». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Ligações externasLargo do Arouche[1] é uma praça tradicional da região central, considerada patrimônio cultural da cidade de São Paulo.[2][3] É considerado um polo de diversidade, uma vez que é ocupado por grupos sociais LGBTQIAP+ desde os anos 1940, ocupação que resistiu à ditadura militar na luta pelo direito à diversidade sexual e de gênero.[4][5] Situa-se no distrito da República, próximo à estação República do metrô.[6][7] O local também é conhecido como Praça das Flores ou Mercado de Flores e abriga diversos floristas que se instalaram após a retirada das bancas existentes na Praça da República pelo prefeito Armando de Arruda Pereira por volta de 1914. Durante os anos 1900 a praça abrigou a "Feira Livre do Arouche", a segunda da cidade, criada no contexto da crise do abastecimento de produtos hortifrutigranjeiros e encerrada em 1954.[8][9] O nome atual remete ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, reconhecido por ser o primeiro diretor da Faculdade de Direito de São Paulo e do Jardim Botânico. Durante a história, foi renomeada diversas vezes e já foi chamado de Largo do Ouvidor, Largo da Artilharia e Praça Alexandre Herculano.[10] A praça tornou-se nacionalmente conhecida em razão da sitcom Sai de Baixo, produzida pela TV Globo. A série, exibida entre 1996 e 2002, retratava situações humorísticas que tinham lugar em um edifício fictício localizado no Largo do Arouche.[11][12] História O Largo é composto pelas ruas Jaguaribe, Amaral Gurgel, a avenida Duque de Caxias e o término da rua do Arouche. Em seu lado oposto passa a avenida Vieira de Carvalho, dados que constam na planta genérica da cidade de São Paulo. O nome da praça é uma homenagem ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, dono do terreno desde a demarcação da Cidade Nova, marcos formados a partir da transposição do vale do rio Anhangabaú, regiões hoje conhecidas como Santa Cecília, Praça da República e Vale do Anhangabaú. Arouche era proprietário de boa parte da zona central da cidade de São Paulo, hoje conhecida como Vila Buarque, uma área que abrangia o atual Largo do Arouche e a Praça da República.[13] Em 1881, a pedido do tenente, a Câmara de São Paulo cedeu à sua vontade de desterrar e aplainar a Praça então chamada de Legião para "disciplinar os milicianos por brigadas" e mudar seu nome para Praça dos Milicianos.[14] Desde então o espaço quadrangular entre as ruas Jaguaribe e do Arouche, considerado a parte baixa, recebeu muitos nomes (Tanque do Arouche, Praça da Alegria, Praça da Legião), até finalmente em 1865 receber o nome de Campo do Arouche, que perdurou até 1910, quando pela Lei nº 1.312 mudou para "Praça Alexandre Herculano". Três anos depois, o art. 2° da Lei Municipal nº 1.741 reverteu "Largo do Arouche" como o nome definitivo de toda praça. Em 1953 foi chamada "Mercado de Flores do Arouche" a partir de ato normativo exarado pela prefeitura municipal.[15] A parte alta, antiga praça da Artilharia, logo mudou seu nome para Largo do Arouche, como até hoje é conhecida.[14] Reduto LGBTQIA+ A Praça é conhecida principalmente por sua abertura à comunidade LGBTQIA+, abrangendo boates, lojas, centros de convivência e pontos de encontro para reuniões e eventos.[16] De acordo com arquivos herdados dos antigos proprietários do bar Caneca de Prata, antes chamado Bar Pierrot, o Largo do Arouche começou a ser frequentado por executivos da cidade por volta dos anos 1940, que buscavam locais mais discretos para se relacionarem com homens. O bar é frequentado por pessoas LGBT+ e foi fundado em 1960, considerado por importantes veículos como símbolo da resistência em prol da diversidade.[17] Esses locais não eram apenas palco de festividades e diversão. Além do Caneca de Prata, havia a balada Freedom, dentre outros lugares da boemia que se tornaram redutos durante a ditadura. Quando eram realizadas batidas policiais, em que pessoas LGBT eram presas por serem quem eram, esses bares eram locais políticos, que acolhiam esses indivíduos e os acobertavam até a saída dos agentes policiais do local.[18] Na década de 1980 o Largo do Arouche foi palco de repressão à circulação de travestis que circulavam na região sob o argumento de "luta contra a AIDS". A ação, empreendida pela polícia, foi intitulada "Operação Tarântula", contexto em que um dos chefes, agente de segurança, disse que a presença de travestis em São Paulo era indicativa do "fim do mundo".[17] Em 2015, no dia 28 de junho foram instaladas sete bandeiras em homenagem ao Dia do Orgulho LGBT, que vão continuar no local.[19] Mais tarde, naquele ano, a Prefeitura de São Paulo, como parte das ações do Programa de Metas da Gestão, instalou o Centro de Cidadania LGBT na Rua do Arouche, que compõe a Praça.[20] Revitalização Em maio de 2019 a Prefeitura de São Paulo iniciou obras de revitalização do Largo do Arouche. O novo projeto incluía a pavimentação e o nivelamento do piso, bem como a instalação de novos bancos, além de bebedouros e novos postes de iluminação. Estava prevista, também, a construção de quiosques e até de uma horta.[21] A mudança relevante preocupou o Ministério Público, que conseguiu paralisar a obra através do Poder Judiciário, apontando uma possível descaracterização do local. O projeto foi revisto e posteriormente as obras foram liberadas, ausentes os riscos de danos ambientais e urbanísticos. O Largo foi reaberto em março de 2020.[22] Prédios históricos O local abriga importantes esculturas de renomados artistas, tais como: A Menina e o Bezerro, obra do escultor carioca Luís Christophe, encomendada pelo prefeito Raimundo Duprat; Afonso d'Escragnolle Taunay, um dos maiores historiadores brasileiros, principalmente na história das bandeiras paulistas, uma obra concebida pela artista plástica Claude Dunin; "Amor Materno", escultura que traz uma cadela e seu filhote, em cena que costuma comover quem passa pelo largo, obra do francês Louis Eugéne Virion, adquirida na década de 1910.[9] As esculturas, que são parte do patrimônio histórico-cultural da Praça, passam por processos de intemperismo, natural das rochas mesmo nos monumentos históricos. Esse processo, somado a crescente poluição da atmosfera, principalmente em metrópoles como São Paulo, intensifica o processo de deterioração das esculturas.[23] A Academia Paulista de Letras tem sua sede no Largo do Arouche e homenageou o imortal Aureliano Leite, com um busto no largo inaugurado em 1979, dois anos após a morte do escritor, historiador e político. Obra do escultor Luís Morrone.[24] Na cultura popular O apartamento onde se passavam os episódios de Sai de Baixo ficava no largo do Arouche.[11][12] Brechós Além da resistência política e das festividades, o Largo também é reduto dos brechós, conhecidos por proporcionarem acesso à moda por preços mais baixos que as grandes lojas, reduzindo, ainda, o consumo de fast-fashion.[25] Referências Costa, Rodrigo Inácio da. «Largo do Arouche». LEMAD - Laboratório de Ensino e Material Didático. Consultado em 30 de abril de 2017 Amadio, Decio (2005). «Desenho urbano e bairros centrais de São Paulo». biblioteca digital da usp. Consultado em 30 de abril de 2017 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003. Consultado em 18 de maio de 2023 Nakamuta, Adriana. Arte, Cidade e Patrimônio: futuro e memória nas poéticas contemporâneas. [S.l.]: Automática Edições. ISBN 9786589579052 Silva Vicente, Tiago Augusto (2014). «Da segregação social à segregação espacial: a apropriação do espaço urbano pela população LGBT no Largo do Arouche». usp digital. Consultado em 30 de abril de 2014. Arquivado do original em 10 de setembro de 2017 ABCdoABC, Portal do. «Largo do Arouche recebe nessa sexta-feira (17) a 5ª edição da Marcha do Orgulho Trans». www.abcdoabc.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Martins, Rodrigo. «Largo do Arouche agrada moradores com reforma e bancos esculpidos - Hoje São Paulo». hojesaopaulo.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Largo do Arouche». www.cidadedesaopaulo.com. Consultado em 30 de abril de 2017. Arquivado do original em 12 de maio de 2017 «Prédios de São Paulo: Arouche». Estadão. Consultado em 18 de maio de 2023 «Família do Largo Arouche volta em "Sai de baixo - O Filme" neste mês». O Liberal. 19 de fevereiro de 2019. Consultado em 26 de setembro de 2019 FURTADO, Renato (7 de janeiro de 2019). «Sai de Baixo: A louca família do Largo do Arouche desembarca nas telonas no primeiro trailer do filme». AdoroCinema. Consultado em 26 de setembro de 2019 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados | Governo do Estado de São Paulo». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003 Jorge, Clóvis de Athayde (1989). Consolação, uma reportagem histórica. [S.l.: s.n.] Minas, Estado de (31 de dezembro de 2016). «Doria quer Arouche com ares franceses». Estado de Minas. Consultado em 22 de maio de 2023 Simões e França, Júlio Assis e Isadora Lins (2001). «Do "gueto" ao mercado» (PDF). Consultado em 30 de abril de 2017 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Para celebrar Carnaval, Museu da Diversidade promove caminhada em SP». Agência Brasil. 11 de fevereiro de 2023. Consultado em 18 de maio de 2023 «Bandeiras LGBT instaladas no Largo do Arouche serão permanentes - São Paulo - Estadão». Estadão «Portal da Prefeitura da Cidade de São Paulo». www.prefeitura.sp.gov.br. Consultado em 30 de abril de 2017 «Justiça libera obras de revitalização no Largo do Arouche, no Centro de SP». G1. 23 de outubro de 2019. Consultado em 18 de maio de 2023 «Prefeitura de SP reabre largo do Arouche às vésperas de inauguração». GZH. 11 de março de 2020. Consultado em 18 de maio de 2023 Eliane Aparecida Del Lama, Lauro Kazumi Dehira & Aranda Calió dos Reys. Visão geológica dos monumentos da cidade de São Paulo. [S.l.: s.n.] «Largo do Arouche - algumas considerações». Academia Paulista de Letras - APL. Consultado em 18 de maio de 2023 «Moda barata, grifada e consciente: Largo do Arouche é polo de brechós em SP». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Ligações externasLargo do Arouche[1] é uma praça tradicional da região central, considerada patrimônio cultural da cidade de São Paulo.[2][3] É considerado um polo de diversidade, uma vez que é ocupado por grupos sociais LGBTQIAP+ desde os anos 1940, ocupação que resistiu à ditadura militar na luta pelo direito à diversidade sexual e de gênero.[4][5] Situa-se no distrito da República, próximo à estação República do metrô.[6][7] O local também é conhecido como Praça das Flores ou Mercado de Flores e abriga diversos floristas que se instalaram após a retirada das bancas existentes na Praça da República pelo prefeito Armando de Arruda Pereira por volta de 1914. Durante os anos 1900 a praça abrigou a "Feira Livre do Arouche", a segunda da cidade, criada no contexto da crise do abastecimento de produtos hortifrutigranjeiros e encerrada em 1954.[8][9] O nome atual remete ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, reconhecido por ser o primeiro diretor da Faculdade de Direito de São Paulo e do Jardim Botânico. Durante a história, foi renomeada diversas vezes e já foi chamado de Largo do Ouvidor, Largo da Artilharia e Praça Alexandre Herculano.[10] A praça tornou-se nacionalmente conhecida em razão da sitcom Sai de Baixo, produzida pela TV Globo. A série, exibida entre 1996 e 2002, retratava situações humorísticas que tinham lugar em um edifício fictício localizado no Largo do Arouche.[11][12] História O Largo é composto pelas ruas Jaguaribe, Amaral Gurgel, a avenida Duque de Caxias e o término da rua do Arouche. Em seu lado oposto passa a avenida Vieira de Carvalho, dados que constam na planta genérica da cidade de São Paulo. O nome da praça é uma homenagem ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, dono do terreno desde a demarcação da Cidade Nova, marcos formados a partir da transposição do vale do rio Anhangabaú, regiões hoje conhecidas como Santa Cecília, Praça da República e Vale do Anhangabaú. Arouche era proprietário de boa parte da zona central da cidade de São Paulo, hoje conhecida como Vila Buarque, uma área que abrangia o atual Largo do Arouche e a Praça da República.[13] Em 1881, a pedido do tenente, a Câmara de São Paulo cedeu à sua vontade de desterrar e aplainar a Praça então chamada de Legião para "disciplinar os milicianos por brigadas" e mudar seu nome para Praça dos Milicianos.[14] Desde então o espaço quadrangular entre as ruas Jaguaribe e do Arouche, considerado a parte baixa, recebeu muitos nomes (Tanque do Arouche, Praça da Alegria, Praça da Legião), até finalmente em 1865 receber o nome de Campo do Arouche, que perdurou até 1910, quando pela Lei nº 1.312 mudou para "Praça Alexandre Herculano". Três anos depois, o art. 2° da Lei Municipal nº 1.741 reverteu "Largo do Arouche" como o nome definitivo de toda praça. Em 1953 foi chamada "Mercado de Flores do Arouche" a partir de ato normativo exarado pela prefeitura municipal.[15] A parte alta, antiga praça da Artilharia, logo mudou seu nome para Largo do Arouche, como até hoje é conhecida.[14] Reduto LGBTQIA+ A Praça é conhecida principalmente por sua abertura à comunidade LGBTQIA+, abrangendo boates, lojas, centros de convivência e pontos de encontro para reuniões e eventos.[16] De acordo com arquivos herdados dos antigos proprietários do bar Caneca de Prata, antes chamado Bar Pierrot, o Largo do Arouche começou a ser frequentado por executivos da cidade por volta dos anos 1940, que buscavam locais mais discretos para se relacionarem com homens. O bar é frequentado por pessoas LGBT+ e foi fundado em 1960, considerado por importantes veículos como símbolo da resistência em prol da diversidade.[17] Esses locais não eram apenas palco de festividades e diversão. Além do Caneca de Prata, havia a balada Freedom, dentre outros lugares da boemia que se tornaram redutos durante a ditadura. Quando eram realizadas batidas policiais, em que pessoas LGBT eram presas por serem quem eram, esses bares eram locais políticos, que acolhiam esses indivíduos e os acobertavam até a saída dos agentes policiais do local.[18] Na década de 1980 o Largo do Arouche foi palco de repressão à circulação de travestis que circulavam na região sob o argumento de "luta contra a AIDS". A ação, empreendida pela polícia, foi intitulada "Operação Tarântula", contexto em que um dos chefes, agente de segurança, disse que a presença de travestis em São Paulo era indicativa do "fim do mundo".[17] Em 2015, no dia 28 de junho foram instaladas sete bandeiras em homenagem ao Dia do Orgulho LGBT, que vão continuar no local.[19] Mais tarde, naquele ano, a Prefeitura de São Paulo, como parte das ações do Programa de Metas da Gestão, instalou o Centro de Cidadania LGBT na Rua do Arouche, que compõe a Praça.[20] Revitalização Em maio de 2019 a Prefeitura de São Paulo iniciou obras de revitalização do Largo do Arouche. O novo projeto incluía a pavimentação e o nivelamento do piso, bem como a instalação de novos bancos, além de bebedouros e novos postes de iluminação. Estava prevista, também, a construção de quiosques e até de uma horta.[21] A mudança relevante preocupou o Ministério Público, que conseguiu paralisar a obra através do Poder Judiciário, apontando uma possível descaracterização do local. O projeto foi revisto e posteriormente as obras foram liberadas, ausentes os riscos de danos ambientais e urbanísticos. O Largo foi reaberto em março de 2020.[22] Prédios históricos O local abriga importantes esculturas de renomados artistas, tais como: A Menina e o Bezerro, obra do escultor carioca Luís Christophe, encomendada pelo prefeito Raimundo Duprat; Afonso d'Escragnolle Taunay, um dos maiores historiadores brasileiros, principalmente na história das bandeiras paulistas, uma obra concebida pela artista plástica Claude Dunin; "Amor Materno", escultura que traz uma cadela e seu filhote, em cena que costuma comover quem passa pelo largo, obra do francês Louis Eugéne Virion, adquirida na década de 1910.[9] As esculturas, que são parte do patrimônio histórico-cultural da Praça, passam por processos de intemperismo, natural das rochas mesmo nos monumentos históricos. Esse processo, somado a crescente poluição da atmosfera, principalmente em metrópoles como São Paulo, intensifica o processo de deterioração das esculturas.[23] A Academia Paulista de Letras tem sua sede no Largo do Arouche e homenageou o imortal Aureliano Leite, com um busto no largo inaugurado em 1979, dois anos após a morte do escritor, historiador e político. Obra do escultor Luís Morrone.[24] Na cultura popular O apartamento onde se passavam os episódios de Sai de Baixo ficava no largo do Arouche.[11][12] Brechós Além da resistência política e das festividades, o Largo também é reduto dos brechós, conhecidos por proporcionarem acesso à moda por preços mais baixos que as grandes lojas, reduzindo, ainda, o consumo de fast-fashion.[25] Referências Costa, Rodrigo Inácio da. «Largo do Arouche». LEMAD - Laboratório de Ensino e Material Didático. Consultado em 30 de abril de 2017 Amadio, Decio (2005). «Desenho urbano e bairros centrais de São Paulo». biblioteca digital da usp. Consultado em 30 de abril de 2017 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003. Consultado em 18 de maio de 2023 Nakamuta, Adriana. Arte, Cidade e Patrimônio: futuro e memória nas poéticas contemporâneas. [S.l.]: Automática Edições. ISBN 9786589579052 Silva Vicente, Tiago Augusto (2014). «Da segregação social à segregação espacial: a apropriação do espaço urbano pela população LGBT no Largo do Arouche». usp digital. Consultado em 30 de abril de 2014. Arquivado do original em 10 de setembro de 2017 ABCdoABC, Portal do. «Largo do Arouche recebe nessa sexta-feira (17) a 5ª edição da Marcha do Orgulho Trans». www.abcdoabc.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Martins, Rodrigo. «Largo do Arouche agrada moradores com reforma e bancos esculpidos - Hoje São Paulo». hojesaopaulo.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Largo do Arouche». www.cidadedesaopaulo.com. Consultado em 30 de abril de 2017. Arquivado do original em 12 de maio de 2017 «Prédios de São Paulo: Arouche». Estadão. Consultado em 18 de maio de 2023 «Família do Largo Arouche volta em "Sai de baixo - O Filme" neste mês». O Liberal. 19 de fevereiro de 2019. Consultado em 26 de setembro de 2019 FURTADO, Renato (7 de janeiro de 2019). «Sai de Baixo: A louca família do Largo do Arouche desembarca nas telonas no primeiro trailer do filme». AdoroCinema. Consultado em 26 de setembro de 2019 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados | Governo do Estado de São Paulo». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003 Jorge, Clóvis de Athayde (1989). Consolação, uma reportagem histórica. [S.l.: s.n.] Minas, Estado de (31 de dezembro de 2016). «Doria quer Arouche com ares franceses». Estado de Minas. Consultado em 22 de maio de 2023 Simões e França, Júlio Assis e Isadora Lins (2001). «Do "gueto" ao mercado» (PDF). Consultado em 30 de abril de 2017 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Para celebrar Carnaval, Museu da Diversidade promove caminhada em SP». Agência Brasil. 11 de fevereiro de 2023. Consultado em 18 de maio de 2023 «Bandeiras LGBT instaladas no Largo do Arouche serão permanentes - São Paulo - Estadão». Estadão «Portal da Prefeitura da Cidade de São Paulo». www.prefeitura.sp.gov.br. Consultado em 30 de abril de 2017 «Justiça libera obras de revitalização no Largo do Arouche, no Centro de SP». G1. 23 de outubro de 2019. Consultado em 18 de maio de 2023 «Prefeitura de SP reabre largo do Arouche às vésperas de inauguração». GZH. 11 de março de 2020. Consultado em 18 de maio de 2023 Eliane Aparecida Del Lama, Lauro Kazumi Dehira & Aranda Calió dos Reys. Visão geológica dos monumentos da cidade de São Paulo. [S.l.: s.n.] «Largo do Arouche - algumas considerações». Academia Paulista de Letras - APL. Consultado em 18 de maio de 2023 «Moda barata, grifada e consciente: Largo do Arouche é polo de brechós em SP». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Ligações externasLargo do Arouche[1] é uma praça tradicional da região central, considerada patrimônio cultural da cidade de São Paulo.[2][3] É considerado um polo de diversidade, uma vez que é ocupado por grupos sociais LGBTQIAP+ desde os anos 1940, ocupação que resistiu à ditadura militar na luta pelo direito à diversidade sexual e de gênero.[4][5] Situa-se no distrito da República, próximo à estação República do metrô.[6][7] O local também é conhecido como Praça das Flores ou Mercado de Flores e abriga diversos floristas que se instalaram após a retirada das bancas existentes na Praça da República pelo prefeito Armando de Arruda Pereira por volta de 1914. Durante os anos 1900 a praça abrigou a "Feira Livre do Arouche", a segunda da cidade, criada no contexto da crise do abastecimento de produtos hortifrutigranjeiros e encerrada em 1954.[8][9] O nome atual remete ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, reconhecido por ser o primeiro diretor da Faculdade de Direito de São Paulo e do Jardim Botânico. Durante a história, foi renomeada diversas vezes e já foi chamado de Largo do Ouvidor, Largo da Artilharia e Praça Alexandre Herculano.[10] A praça tornou-se nacionalmente conhecida em razão da sitcom Sai de Baixo, produzida pela TV Globo. A série, exibida entre 1996 e 2002, retratava situações humorísticas que tinham lugar em um edifício fictício localizado no Largo do Arouche.[11][12] História O Largo é composto pelas ruas Jaguaribe, Amaral Gurgel, a avenida Duque de Caxias e o término da rua do Arouche. Em seu lado oposto passa a avenida Vieira de Carvalho, dados que constam na planta genérica da cidade de São Paulo. O nome da praça é uma homenagem ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, dono do terreno desde a demarcação da Cidade Nova, marcos formados a partir da transposição do vale do rio Anhangabaú, regiões hoje conhecidas como Santa Cecília, Praça da República e Vale do Anhangabaú. Arouche era proprietário de boa parte da zona central da cidade de São Paulo, hoje conhecida como Vila Buarque, uma área que abrangia o atual Largo do Arouche e a Praça da República.[13] Em 1881, a pedido do tenente, a Câmara de São Paulo cedeu à sua vontade de desterrar e aplainar a Praça então chamada de Legião para "disciplinar os milicianos por brigadas" e mudar seu nome para Praça dos Milicianos.[14] Desde então o espaço quadrangular entre as ruas Jaguaribe e do Arouche, considerado a parte baixa, recebeu muitos nomes (Tanque do Arouche, Praça da Alegria, Praça da Legião), até finalmente em 1865 receber o nome de Campo do Arouche, que perdurou até 1910, quando pela Lei nº 1.312 mudou para "Praça Alexandre Herculano". Três anos depois, o art. 2° da Lei Municipal nº 1.741 reverteu "Largo do Arouche" como o nome definitivo de toda praça. Em 1953 foi chamada "Mercado de Flores do Arouche" a partir de ato normativo exarado pela prefeitura municipal.[15] A parte alta, antiga praça da Artilharia, logo mudou seu nome para Largo do Arouche, como até hoje é conhecida.[14] Reduto LGBTQIA+ A Praça é conhecida principalmente por sua abertura à comunidade LGBTQIA+, abrangendo boates, lojas, centros de convivência e pontos de encontro para reuniões e eventos.[16] De acordo com arquivos herdados dos antigos proprietários do bar Caneca de Prata, antes chamado Bar Pierrot, o Largo do Arouche começou a ser frequentado por executivos da cidade por volta dos anos 1940, que buscavam locais mais discretos para se relacionarem com homens. O bar é frequentado por pessoas LGBT+ e foi fundado em 1960, considerado por importantes veículos como símbolo da resistência em prol da diversidade.[17] Esses locais não eram apenas palco de festividades e diversão. Além do Caneca de Prata, havia a balada Freedom, dentre outros lugares da boemia que se tornaram redutos durante a ditadura. Quando eram realizadas batidas policiais, em que pessoas LGBT eram presas por serem quem eram, esses bares eram locais políticos, que acolhiam esses indivíduos e os acobertavam até a saída dos agentes policiais do local.[18] Na década de 1980 o Largo do Arouche foi palco de repressão à circulação de travestis que circulavam na região sob o argumento de "luta contra a AIDS". A ação, empreendida pela polícia, foi intitulada "Operação Tarântula", contexto em que um dos chefes, agente de segurança, disse que a presença de travestis em São Paulo era indicativa do "fim do mundo".[17] Em 2015, no dia 28 de junho foram instaladas sete bandeiras em homenagem ao Dia do Orgulho LGBT, que vão continuar no local.[19] Mais tarde, naquele ano, a Prefeitura de São Paulo, como parte das ações do Programa de Metas da Gestão, instalou o Centro de Cidadania LGBT na Rua do Arouche, que compõe a Praça.[20] Revitalização Em maio de 2019 a Prefeitura de São Paulo iniciou obras de revitalização do Largo do Arouche. O novo projeto incluía a pavimentação e o nivelamento do piso, bem como a instalação de novos bancos, além de bebedouros e novos postes de iluminação. Estava prevista, também, a construção de quiosques e até de uma horta.[21] A mudança relevante preocupou o Ministério Público, que conseguiu paralisar a obra através do Poder Judiciário, apontando uma possível descaracterização do local. O projeto foi revisto e posteriormente as obras foram liberadas, ausentes os riscos de danos ambientais e urbanísticos. O Largo foi reaberto em março de 2020.[22] Prédios históricos O local abriga importantes esculturas de renomados artistas, tais como: A Menina e o Bezerro, obra do escultor carioca Luís Christophe, encomendada pelo prefeito Raimundo Duprat; Afonso d'Escragnolle Taunay, um dos maiores historiadores brasileiros, principalmente na história das bandeiras paulistas, uma obra concebida pela artista plástica Claude Dunin; "Amor Materno", escultura que traz uma cadela e seu filhote, em cena que costuma comover quem passa pelo largo, obra do francês Louis Eugéne Virion, adquirida na década de 1910.[9] As esculturas, que são parte do patrimônio histórico-cultural da Praça, passam por processos de intemperismo, natural das rochas mesmo nos monumentos históricos. Esse processo, somado a crescente poluição da atmosfera, principalmente em metrópoles como São Paulo, intensifica o processo de deterioração das esculturas.[23] A Academia Paulista de Letras tem sua sede no Largo do Arouche e homenageou o imortal Aureliano Leite, com um busto no largo inaugurado em 1979, dois anos após a morte do escritor, historiador e político. Obra do escultor Luís Morrone.[24] Na cultura popular O apartamento onde se passavam os episódios de Sai de Baixo ficava no largo do Arouche.[11][12] Brechós Além da resistência política e das festividades, o Largo também é reduto dos brechós, conhecidos por proporcionarem acesso à moda por preços mais baixos que as grandes lojas, reduzindo, ainda, o consumo de fast-fashion.[25] Referências Costa, Rodrigo Inácio da. «Largo do Arouche». LEMAD - Laboratório de Ensino e Material Didático. Consultado em 30 de abril de 2017 Amadio, Decio (2005). «Desenho urbano e bairros centrais de São Paulo». biblioteca digital da usp. Consultado em 30 de abril de 2017 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003. Consultado em 18 de maio de 2023 Nakamuta, Adriana. Arte, Cidade e Patrimônio: futuro e memória nas poéticas contemporâneas. [S.l.]: Automática Edições. ISBN 9786589579052 Silva Vicente, Tiago Augusto (2014). «Da segregação social à segregação espacial: a apropriação do espaço urbano pela população LGBT no Largo do Arouche». usp digital. Consultado em 30 de abril de 2014. Arquivado do original em 10 de setembro de 2017 ABCdoABC, Portal do. «Largo do Arouche recebe nessa sexta-feira (17) a 5ª edição da Marcha do Orgulho Trans». www.abcdoabc.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Martins, Rodrigo. «Largo do Arouche agradSão Paulo - SPEste amplo apartamento padrão à venda em São Paulo, na região da República, conta com uma área total de 110m², sendo 98m² de área útil. Com três quartos e duas salas, o imóvel oferece o espaço ideal para a sua família desfrutar de momentos especiais.Localizado em uma região privilegiada, o apartamento está próximo a uma variedade de serviços, comércios e opções de lazer, proporcionando praticidade e conforto no dia a dia. Além disso, a facilidade de acesso a diferentes pontos da cidade de São Paulo é um ponto positivo para quem busca mobilidade e comodidade. Com um valor de venda de R$ 650.000, este imóvel é uma excelente oportunidade para quem deseja investir em um espaço versátil e bem distribuído. Não mobiliado, o apartamento oferece a liberdade para personalização de acordo com o seu gosto e estilo de vida. Agende uma visita e conheça de perto todos os detalhes deste imóvel. Largo do Arouche[1] é uma praça tradicional da região central, considerada patrimônio cultural da cidade de São Paulo.[2][3] É considerado um polo de diversidade, uma vez que é ocupado por grupos sociais LGBTQIAP+ desde os anos 1940, ocupação que resistiu à ditadura militar na luta pelo direito à diversidade sexual e de gênero.[4][5] Situa-se no distrito da República, próximo à estação República do metrô.[6][7] O local também é conhecido como Praça das Flores ou Mercado de Flores e abriga diversos floristas que se instalaram após a retirada das bancas existentes na Praça da República pelo prefeito Armando de Arruda Pereira por volta de 1914. Durante os anos 1900 a praça abrigou a "Feira Livre do Arouche", a segunda da cidade, criada no contexto da crise do abastecimento de produtos hortifrutigranjeiros e encerrada em 1954.[8][9] O nome atual remete ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, reconhecido por ser o primeiro diretor da Faculdade de Direito de São Paulo e do Jardim Botânico. Durante a história, foi renomeada diversas vezes e já foi chamado de Largo do Ouvidor, Largo da Artilharia e Praça Alexandre Herculano.[10] A praça tornou-se nacionalmente conhecida em razão da sitcom Sai de Baixo, produzida pela TV Globo. A série, exibida entre 1996 e 2002, retratava situações humorísticas que tinham lugar em um edifício fictício localizado no Largo do Arouche.[11][12] História O Largo é composto pelas ruas Jaguaribe, Amaral Gurgel, a avenida Duque de Caxias e o término da rua do Arouche. Em seu lado oposto passa a avenida Vieira de Carvalho, dados que constam na planta genérica da cidade de São Paulo. O nome da praça é uma homenagem ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, dono do terreno desde a demarcação da Cidade Nova, marcos formados a partir da transposição do vale do rio Anhangabaú, regiões hoje conhecidas como Santa Cecília, Praça da República e Vale do Anhangabaú. Arouche era proprietário de boa parte da zona central da cidade de São Paulo, hoje conhecida como Vila Buarque, uma área que abrangia o atual Largo do Arouche e a Praça da República.[13] Em 1881, a pedido do tenente, a Câmara de São Paulo cedeu à sua vontade de desterrar e aplainar a Praça então chamada de Legião para "disciplinar os milicianos por brigadas" e mudar seu nome para Praça dos Milicianos.[14] Desde então o espaço quadrangular entre as ruas Jaguaribe e do Arouche, considerado a parte baixa, recebeu muitos nomes (Tanque do Arouche, Praça da Alegria, Praça da Legião), até finalmente em 1865 receber o nome de Campo do Arouche, que perdurou até 1910, quando pela Lei nº 1.312 mudou para "Praça Alexandre Herculano". Três anos depois, o art. 2° da Lei Municipal nº 1.741 reverteu "Largo do Arouche" como o nome definitivo de toda praça. Em 1953 foi chamada "Mercado de Flores do Arouche" a partir de ato normativo exarado pela prefeitura municipal.[15] A parte alta, antiga praça da Artilharia, logo mudou seu nome para Largo do Arouche, como até hoje é conhecida.[14] Reduto LGBTQIA+ A Praça é conhecida principalmente por sua abertura à comunidade LGBTQIA+, abrangendo boates, lojas, centros de convivência e pontos de encontro para reuniões e eventos.[16] De acordo com arquivos herdados dos antigos proprietários do bar Caneca de Prata, antes chamado Bar Pierrot, o Largo do Arouche começou a ser frequentado por executivos da cidade por volta dos anos 1940, que buscavam locais mais discretos para se relacionarem com homens. O bar é frequentado por pessoas LGBT+ e foi fundado em 1960, considerado por importantes veículos como símbolo da resistência em prol da diversidade.[17] Esses locais não eram apenas palco de festividades e diversão. Além do Caneca de Prata, havia a balada Freedom, dentre outros lugares da boemia que se tornaram redutos durante a ditadura. Quando eram realizadas batidas policiais, em que pessoas LGBT eram presas por serem quem eram, esses bares eram locais políticos, que acolhiam esses indivíduos e os acobertavam até a saída dos agentes policiais do local.[18] Na década de 1980 o Largo do Arouche foi palco de repressão à circulação de travestis que circulavam na região sob o argumento de "luta contra a AIDS". A ação, empreendida pela polícia, foi intitulada "Operação Tarântula", contexto em que um dos chefes, agente de segurança, disse que a presença de travestis em São Paulo era indicativa do "fim do mundo".[17] Em 2015, no dia 28 de junho foram instaladas sete bandeiras em homenagem ao Dia do Orgulho LGBT, que vão continuar no local.[19] Mais tarde, naquele ano, a Prefeitura de São Paulo, como parte das ações do Programa de Metas da Gestão, instalou o Centro de Cidadania LGBT na Rua do Arouche, que compõe a Praça.[20] Revitalização Em maio de 2019 a Prefeitura de São Paulo iniciou obras de revitalização do Largo do Arouche. O novo projeto incluía a pavimentação e o nivelamento do piso, bem como a instalação de novos bancos, além de bebedouros e novos postes de iluminação. Estava prevista, também, a construção de quiosques e até de uma horta.[21] A mudança relevante preocupou o Ministério Público, que conseguiu paralisar a obra através do Poder Judiciário, apontando uma possível descaracterização do local. O projeto foi revisto e posteriormente as obras foram liberadas, ausentes os riscos de danos ambientais e urbanísticos. O Largo foi reaberto em março de 2020.[22] Prédios históricos O local abriga importantes esculturas de renomados artistas, tais como: A Menina e o Bezerro, obra do escultor carioca Luís Christophe, encomendada pelo prefeito Raimundo Duprat; Afonso d'Escragnolle Taunay, um dos maiores historiadores brasileiros, principalmente na história das bandeiras paulistas, uma obra concebida pela artista plástica Claude Dunin; "Amor Materno", escultura que traz uma cadela e seu filhote, em cena que costuma comover quem passa pelo largo, obra do francês Louis Eugéne Virion, adquirida na década de 1910.[9] As esculturas, que são parte do patrimônio histórico-cultural da Praça, passam por processos de intemperismo, natural das rochas mesmo nos monumentos históricos. Esse processo, somado a crescente poluição da atmosfera, principalmente em metrópoles como São Paulo, intensifica o processo de deterioração das esculturas.[23] A Academia Paulista de Letras tem sua sede no Largo do Arouche e homenageou o imortal Aureliano Leite, com um busto no largo inaugurado em 1979, dois anos após a morte do escritor, historiador e político. Obra do escultor Luís Morrone.[24] Na cultura popular O apartamento onde se passavam os episódios de Sai de Baixo ficava no largo do Arouche.[11][12] Brechós Além da resistência política e das festividades, o Largo também é reduto dos brechós, conhecidos por proporcionarem acesso à moda por preços mais baixos que as grandes lojas, reduzindo, ainda, o consumo de fast-fashion.[25] Referências Costa, Rodrigo Inácio da. «Largo do Arouche». LEMAD - Laboratório de Ensino e Material Didático. Consultado em 30 de abril de 2017 Amadio, Decio (2005). «Desenho urbano e bairros centrais de São Paulo». biblioteca digital da usp. Consultado em 30 de abril de 2017 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003. Consultado em 18 de maio de 2023 Nakamuta, Adriana. Arte, Cidade e Patrimônio: futuro e memória nas poéticas contemporâneas. [S.l.]: Automática Edições. ISBN 9786589579052 Silva Vicente, Tiago Augusto (2014). «Da segregação social à segregação espacial: a apropriação do espaço urbano pela população LGBT no Largo do Arouche». usp digital. Consultado em 30 de abril de 2014. Arquivado do original em 10 de setembro de 2017 ABCdoABC, Portal do. «Largo do Arouche recebe nessa sexta-feira (17) a 5ª edição da Marcha do Orgulho Trans». www.abcdoabc.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Martins, Rodrigo. «Largo do Arouche agrada moradores com reforma e bancos esculpidos - Hoje São Paulo». hojesaopaulo.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Largo do Arouche». www.cidadedesaopaulo.com. Consultado em 30 de abril de 2017. Arquivado do original em 12 de maio de 2017 «Prédios de São Paulo: Arouche». Estadão. Consultado em 18 de maio de 2023 «Família do Largo Arouche volta em "Sai de baixo - O Filme" neste mês». O Liberal. 19 de fevereiro de 2019. Consultado em 26 de setembro de 2019 FURTADO, Renato (7 de janeiro de 2019). «Sai de Baixo: A louca família do Largo do Arouche desembarca nas telonas no primeiro trailer do filme». AdoroCinema. Consultado em 26 de setembro de 2019 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados | Governo do Estado de São Paulo». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003 Jorge, Clóvis de Athayde (1989). Consolação, uma reportagem histórica. [S.l.: s.n.] Minas, Estado de (31 de dezembro de 2016). «Doria quer Arouche com ares franceses». Estado de Minas. Consultado em 22 de maio de 2023 Simões e França, Júlio Assis e Isadora Lins (2001). «Do "gueto" ao mercado» (PDF). Consultado em 30 de abril de 2017 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Para celebrar Carnaval, Museu da Diversidade promove caminhada em SP». Agência Brasil. 11 de fevereiro de 2023. Consultado em 18 de maio de 2023 «Bandeiras LGBT instaladas no Largo do Arouche serão permanentes - São Paulo - Estadão». Estadão «Portal da Prefeitura da Cidade de São Paulo». www.prefeitura.sp.gov.br. Consultado em 30 de abril de 2017 «Justiça libera obras de revitalização no Largo do Arouche, no Centro de SP». G1. 23 de outubro de 2019. Consultado em 18 de maio de 2023 «Prefeitura de SP reabre largo do Arouche às vésperas de inauguração». GZH. 11 de março de 2020. Consultado em 18 de maio de 2023 Eliane Aparecida Del Lama, Lauro Kazumi Dehira & Aranda Calió dos Reys. Visão geológica dos monumentos da cidade de São Paulo. [S.l.: s.n.] «Largo do Arouche - algumas considerações». Academia Paulista de Letras - APL. Consultado em 18 de maio de 2023 «Moda barata, grifada e consciente: Largo do Arouche é polo de brechós em SP». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Ligações externas Largo do Arouche[1] é uma praça tradicional da região central, considerada patrimônio cultural da cidade de São Paulo.[2][3] É considerado um polo de diversidade, uma vez que é ocupado por grupos sociais LGBTQIAP+ desde os anos 1940, ocupação que resistiu à ditadura militar na luta pelo direito à diversidade sexual e de gênero.[4][5] Situa-se no distrito da República, próximo à estação República do metrô.[6][7] O local também é conhecido como Praça das Flores ou Mercado de Flores e abriga diversos floristas que se instalaram após a retirada das bancas existentes na Praça da República pelo prefeito Armando de Arruda Pereira por volta de 1914. Durante os anos 1900 a praça abrigou a "Feira Livre do Arouche", a segunda da cidade, criada no contexto da crise do abastecimento de produtos hortifrutigranjeiros e encerrada em 1954.[8][9] O nome atual remete ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, reconhecido por ser o primeiro diretor da Faculdade de Direito de São Paulo e do Jardim Botânico. Durante a história, foi renomeada diversas vezes e já foi chamado de Largo do Ouvidor, Largo da Artilharia e Praça Alexandre Herculano.[10] A praça tornou-se nacionalmente conhecida em razão da sitcom Sai de Baixo, produzida pela TV Globo. A série, exibida entre 1996 e 2002, retratava situações humorísticas que tinham lugar em um edifício fictício localizado no Largo do Arouche.[11][12] História O Largo é composto pelas ruas Jaguaribe, Amaral Gurgel, a avenida Duque de Caxias e o término da rua do Arouche. Em seu lado oposto passa a avenida Vieira de Carvalho, dados que constam na planta genérica da cidade de São Paulo. O nome da praça é uma homenagem ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, dono do terreno desde a demarcação da Cidade Nova, marcos formados a partir da transposição do vale do rio Anhangabaú, regiões hoje conhecidas como Santa Cecília, Praça da República e Vale do Anhangabaú. Arouche era proprietário de boa parte da zona central da cidade de São Paulo, hoje conhecida como Vila Buarque, uma área que abrangia o atual Largo do Arouche e a Praça da República.[13] Em 1881, a pedido do tenente, a Câmara de São Paulo cedeu à sua vontade de desterrar e aplainar a Praça então chamada de Legião para "disciplinar os milicianos por brigadas" e mudar seu nome para Praça dos Milicianos.[14] Desde então o espaço quadrangular entre as ruas Jaguaribe e do Arouche, considerado a parte baixa, recebeu muitos nomes (Tanque do Arouche, Praça da Alegria, Praça da Legião), até finalmente em 1865 receber o nome de Campo do Arouche, que perdurou até 1910, quando pela Lei nº 1.312 mudou para "Praça Alexandre Herculano". Três anos depois, o art. 2° da Lei Municipal nº 1.741 reverteu "Largo do Arouche" como o nome definitivo de toda praça. Em 1953 foi chamada "Mercado de Flores do Arouche" a partir de ato normativo exarado pela prefeitura municipal.[15] A parte alta, antiga praça da Artilharia, logo mudou seu nome para Largo do Arouche, como até hoje é conhecida.[14] Reduto LGBTQIA+ A Praça é conhecida principalmente por sua abertura à comunidade LGBTQIA+, abrangendo boates, lojas, centros de convivência e pontos de encontro para reuniões e eventos.[16] De acordo com arquivos herdados dos antigos proprietários do bar Caneca de Prata, antes chamado Bar Pierrot, o Largo do Arouche começou a ser frequentado por executivos da cidade por volta dos anos 1940, que buscavam locais mais discretos para se relacionarem com homens. O bar é frequentado por pessoas LGBT+ e foi fundado em 1960, considerado por importantes veículos como símbolo da resistência em prol da diversidade.[17] Esses locais não eram apenas palco de festividades e diversão. Além do Caneca de Prata, havia a balada Freedom, dentre outros lugares da boemia que se tornaram redutos durante a ditadura. Quando eram realizadas batidas policiais, em que pessoas LGBT eram presas por serem quem eram, esses bares eram locais políticos, que acolhiam esses indivíduos e os acobertavam até a saída dos agentes policiais do local.[18] Na década de 1980 o Largo do Arouche foi palco de repressão à circulação de travestis que circulavam na região sob o argumento de "luta contra a AIDS". A ação, empreendida pela polícia, foi intitulada "Operação Tarântula", contexto em que um dos chefes, agente de segurança, disse que a presença de travestis em São Paulo era indicativa do "fim do mundo".[17] Em 2015, no dia 28 de junho foram instaladas sete bandeiras em homenagem ao Dia do Orgulho LGBT, que vão continuar no local.[19] Mais tarde, naquele ano, a Prefeitura de São Paulo, como parte das ações do Programa de Metas da Gestão, instalou o Centro de Cidadania LGBT na Rua do Arouche, que compõe a Praça.[20] Revitalização Em maio de 2019 a Prefeitura de São Paulo iniciou obras de revitalização do Largo do Arouche. O novo projeto incluía a pavimentação e o nivelamento do piso, bem como a instalação de novos bancos, além de bebedouros e novos postes de iluminação. Estava prevista, também, a construção de quiosques e até de uma horta.[21] A mudança relevante preocupou o Ministério Público, que conseguiu paralisar a obra através do Poder Judiciário, apontando uma possível descaracterização do local. O projeto foi revisto e posteriormente as obras foram liberadas, ausentes os riscos de danos ambientais e urbanísticos. O Largo foi reaberto em março de 2020.[22] Prédios históricos O local abriga importantes esculturas de renomados artistas, tais como: A Menina e o Bezerro, obra do escultor carioca Luís Christophe, encomendada pelo prefeito Raimundo Duprat; Afonso d'Escragnolle Taunay, um dos maiores historiadores brasileiros, principalmente na história das bandeiras paulistas, uma obra concebida pela artista plástica Claude Dunin; "Amor Materno", escultura que traz uma cadela e seu filhote, em cena que costuma comover quem passa pelo largo, obra do francês Louis Eugéne Virion, adquirida na década de 1910.[9] As esculturas, que são parte do patrimônio histórico-cultural da Praça, passam por processos de intemperismo, natural das rochas mesmo nos monumentos históricos. Esse processo, somado a crescente poluição da atmosfera, principalmente em metrópoles como São Paulo, intensifica o processo de deterioração das esculturas.[23] A Academia Paulista de Letras tem sua sede no Largo do Arouche e homenageou o imortal Aureliano Leite, com um busto no largo inaugurado em 1979, dois anos após a morte do escritor, historiador e político. Obra do escultor Luís Morrone.[24] Na cultura popular O apartamento onde se passavam os episódios de Sai de Baixo ficava no largo do Arouche.[11][12] Brechós Além da resistência política e das festividades, o Largo também é reduto dos brechós, conhecidos por proporcionarem acesso à moda por preços mais baixos que as grandes lojas, reduzindo, ainda, o consumo de fast-fashion.[25] Referências Costa, Rodrigo Inácio da. «Largo do Arouche». LEMAD - Laboratório de Ensino e Material Didático. Consultado em 30 de abril de 2017 Amadio, Decio (2005). «Desenho urbano e bairros centrais de São Paulo». biblioteca digital da usp. Consultado em 30 de abril de 2017 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003. Consultado em 18 de maio de 2023 Nakamuta, Adriana. Arte, Cidade e Patrimônio: futuro e memória nas poéticas contemporâneas. [S.l.]: Automática Edições. ISBN 9786589579052 Silva Vicente, Tiago Augusto (2014). «Da segregação social à segregação espacial: a apropriação do espaço urbano pela população LGBT no Largo do Arouche». usp digital. Consultado em 30 de abril de 2014. Arquivado do original em 10 de setembro de 2017 ABCdoABC, Portal do. «Largo do Arouche recebe nessa sexta-feira (17) a 5ª edição da Marcha do Orgulho Trans». www.abcdoabc.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Martins, Rodrigo. «Largo do Arouche agrada moradores com reforma e bancos esculpidos - Hoje São Paulo». hojesaopaulo.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Largo do Arouche». www.cidadedesaopaulo.com. Consultado em 30 de abril de 2017. Arquivado do original em 12 de maio de 2017 «Prédios de São Paulo: Arouche». Estadão. Consultado em 18 de maio de 2023 «Família do Largo Arouche volta em "Sai de baixo - O Filme" neste mês». O Liberal. 19 de fevereiro de 2019. Consultado em 26 de setembro de 2019 FURTADO, Renato (7 de janeiro de 2019). «Sai de Baixo: A louca família do Largo do Arouche desembarca nas telonas no primeiro trailer do filme». AdoroCinema. Consultado em 26 de setembro de 2019 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados | Governo do Estado de São Paulo». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003 Jorge, Clóvis de Athayde (1989). Consolação, uma reportagem histórica. [S.l.: s.n.] Minas, Estado de (31 de dezembro de 2016). «Doria quer Arouche com ares franceses». Estado de Minas. Consultado em 22 de maio de 2023 Simões e França, Júlio Assis e Isadora Lins (2001). «Do "gueto" ao mercado» (PDF). Consultado em 30 de abril de 2017 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Para celebrar Carnaval, Museu da Diversidade promove caminhada em SP». Agência Brasil. 11 de fevereiro de 2023. Consultado em 18 de maio de 2023 «Bandeiras LGBT instaladas no Largo do Arouche serão permanentes - São Paulo - Estadão». Estadão «Portal da Prefeitura da Cidade de São Paulo». www.prefeitura.sp.gov.br. Consultado em 30 de abril de 2017 «Justiça libera obras de revitalização no Largo do Arouche, no Centro de SP». G1. 23 de outubro de 2019. Consultado em 18 de maio de 2023 «Prefeitura de SP reabre largo do Arouche às vésperas de inauguração». GZH. 11 de março de 2020. Consultado em 18 de maio de 2023 Eliane Aparecida Del Lama, Lauro Kazumi Dehira & Aranda Calió dos Reys. Visão geológica dos monumentos da cidade de São Paulo. [S.l.: s.n.] «Largo do Arouche - algumas considerações». Academia Paulista de Letras - APL. Consultado em 18 de maio de 2023 «Moda barata, grifada e consciente: Largo do Arouche é polo de brechós em SP». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Ligações externasLargo do Arouche[1] é uma praça tradicional da região central, considerada patrimônio cultural da cidade de São Paulo.[2][3] É considerado um polo de diversidade, uma vez que é ocupado por grupos sociais LGBTQIAP+ desde os anos 1940, ocupação que resistiu à ditadura militar na luta pelo direito à diversidade sexual e de gênero.[4][5] Situa-se no distrito da República, próximo à estação República do metrô.[6][7] O local também é conhecido como Praça das Flores ou Mercado de Flores e abriga diversos floristas que se instalaram após a retirada das bancas existentes na Praça da República pelo prefeito Armando de Arruda Pereira por volta de 1914. Durante os anos 1900 a praça abrigou a "Feira Livre do Arouche", a segunda da cidade, criada no contexto da crise do abastecimento de produtos hortifrutigranjeiros e encerrada em 1954.[8][9] O nome atual remete ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, reconhecido por ser o primeiro diretor da Faculdade de Direito de São Paulo e do Jardim Botânico. Durante a história, foi renomeada diversas vezes e já foi chamado de Largo do Ouvidor, Largo da Artilharia e Praça Alexandre Herculano.[10] A praça tornou-se nacionalmente conhecida em razão da sitcom Sai de Baixo, produzida pela TV Globo. A série, exibida entre 1996 e 2002, retratava situações humorísticas que tinham lugar em um edifício fictício localizado no Largo do Arouche.[11][12] História O Largo é composto pelas ruas Jaguaribe, Amaral Gurgel, a avenida Duque de Caxias e o término da rua do Arouche. Em seu lado oposto passa a avenida Vieira de Carvalho, dados que constam na planta genérica da cidade de São Paulo. O nome da praça é uma homenagem ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, dono do terreno desde a demarcação da Cidade Nova, marcos formados a partir da transposição do vale do rio Anhangabaú, regiões hoje conhecidas como Santa Cecília, Praça da República e Vale do Anhangabaú. Arouche era proprietário de boa parte da zona central da cidade de São Paulo, hoje conhecida como Vila Buarque, uma área que abrangia o atual Largo do Arouche e a Praça da República.[13] Em 1881, a pedido do tenente, a Câmara de São Paulo cedeu à sua vontade de desterrar e aplainar a Praça então chamada de Legião para "disciplinar os milicianos por brigadas" e mudar seu nome para Praça dos Milicianos.[14] Desde então o espaço quadrangular entre as ruas Jaguaribe e do Arouche, considerado a parte baixa, recebeu muitos nomes (Tanque do Arouche, Praça da Alegria, Praça da Legião), até finalmente em 1865 receber o nome de Campo do Arouche, que perdurou até 1910, quando pela Lei nº 1.312 mudou para "Praça Alexandre Herculano". Três anos depois, o art. 2° da Lei Municipal nº 1.741 reverteu "Largo do Arouche" como o nome definitivo de toda praça. Em 1953 foi chamada "Mercado de Flores do Arouche" a partir de ato normativo exarado pela prefeitura municipal.[15] A parte alta, antiga praça da Artilharia, logo mudou seu nome para Largo do Arouche, como até hoje é conhecida.[14] Reduto LGBTQIA+ A Praça é conhecida principalmente por sua abertura à comunidade LGBTQIA+, abrangendo boates, lojas, centros de convivência e pontos de encontro para reuniões e eventos.[16] De acordo com arquivos herdados dos antigos proprietários do bar Caneca de Prata, antes chamado Bar Pierrot, o Largo do Arouche começou a ser frequentado por executivos da cidade por volta dos anos 1940, que buscavam locais mais discretos para se relacionarem com homens. O bar é frequentado por pessoas LGBT+ e foi fundado em 1960, considerado por importantes veículos como símbolo da resistência em prol da diversidade.[17] Esses locais não eram apenas palco de festividades e diversão. Além do Caneca de Prata, havia a balada Freedom, dentre outros lugares da boemia que se tornaram redutos durante a ditadura. Quando eram realizadas batidas policiais, em que pessoas LGBT eram presas por serem quem eram, esses bares eram locais políticos, que acolhiam esses indivíduos e os acobertavam até a saída dos agentes policiais do local.[18] Na década de 1980 o Largo do Arouche foi palco de repressão à circulação de travestis que circulavam na região sob o argumento de "luta contra a AIDS". A ação, empreendida pela polícia, foi intitulada "Operação Tarântula", contexto em que um dos chefes, agente de segurança, disse que a presença de travestis em São Paulo era indicativa do "fim do mundo".[17] Em 2015, no dia 28 de junho foram instaladas sete bandeiras em homenagem ao Dia do Orgulho LGBT, que vão continuar no local.[19] Mais tarde, naquele ano, a Prefeitura de São Paulo, como parte das ações do Programa de Metas da Gestão, instalou o Centro de Cidadania LGBT na Rua do Arouche, que compõe a Praça.[20] Revitalização Em maio de 2019 a Prefeitura de São Paulo iniciou obras de revitalização do Largo do Arouche. O novo projeto incluía a pavimentação e o nivelamento do piso, bem como a instalação de novos bancos, além de bebedouros e novos postes de iluminação. Estava prevista, também, a construção de quiosques e até de uma horta.[21] A mudança relevante preocupou o Ministério Público, que conseguiu paralisar a obra através do Poder Judiciário, apontando uma possível descaracterização do local. O projeto foi revisto e posteriormente as obras foram liberadas, ausentes os riscos de danos ambientais e urbanísticos. O Largo foi reaberto em março de 2020.[22] Prédios históricos O local abriga importantes esculturas de renomados artistas, tais como: A Menina e o Bezerro, obra do escultor carioca Luís Christophe, encomendada pelo prefeito Raimundo Duprat; Afonso d'Escragnolle Taunay, um dos maiores historiadores brasileiros, principalmente na história das bandeiras paulistas, uma obra concebida pela artista plástica Claude Dunin; "Amor Materno", escultura que traz uma cadela e seu filhote, em cena que costuma comover quem passa pelo largo, obra do francês Louis Eugéne Virion, adquirida na década de 1910.[9] As esculturas, que são parte do patrimônio histórico-cultural da Praça, passam por processos de intemperismo, natural das rochas mesmo nos monumentos históricos. Esse processo, somado a crescente poluição da atmosfera, principalmente em metrópoles como São Paulo, intensifica o processo de deterioração das esculturas.[23] A Academia Paulista de Letras tem sua sede no Largo do Arouche e homenageou o imortal Aureliano Leite, com um busto no largo inaugurado em 1979, dois anos após a morte do escritor, historiador e político. Obra do escultor Luís Morrone.[24] Na cultura popular O apartamento onde se passavam os episódios de Sai de Baixo ficava no largo do Arouche.[11][12] Brechós Além da resistência política e das festividades, o Largo também é reduto dos brechós, conhecidos por proporcionarem acesso à moda por preços mais baixos que as grandes lojas, reduzindo, ainda, o consumo de fast-fashion.[25] Referências Costa, Rodrigo Inácio da. «Largo do Arouche». LEMAD - Laboratório de Ensino e Material Didático. Consultado em 30 de abril de 2017 Amadio, Decio (2005). «Desenho urbano e bairros centrais de São Paulo». biblioteca digital da usp. Consultado em 30 de abril de 2017 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003. Consultado em 18 de maio de 2023 Nakamuta, Adriana. Arte, Cidade e Patrimônio: futuro e memória nas poéticas contemporâneas. [S.l.]: Automática Edições. ISBN 9786589579052 Silva Vicente, Tiago Augusto (2014). «Da segregação social à segregação espacial: a apropriação do espaço urbano pela população LGBT no Largo do Arouche». usp digital. Consultado em 30 de abril de 2014. Arquivado do original em 10 de setembro de 2017 ABCdoABC, Portal do. «Largo do Arouche recebe nessa sexta-feira (17) a 5ª edição da Marcha do Orgulho Trans». www.abcdoabc.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Martins, Rodrigo. «Largo do Arouche agrada moradores com reforma e bancos esculpidos - Hoje São Paulo». hojesaopaulo.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Largo do Arouche». www.cidadedesaopaulo.com. Consultado em 30 de abril de 2017. Arquivado do original em 12 de maio de 2017 «Prédios de São Paulo: Arouche». Estadão. Consultado em 18 de maio de 2023 «Família do Largo Arouche volta em "Sai de baixo - O Filme" neste mês». O Liberal. 19 de fevereiro de 2019. Consultado em 26 de setembro de 2019 FURTADO, Renato (7 de janeiro de 2019). «Sai de Baixo: A louca família do Largo do Arouche desembarca nas telonas no primeiro trailer do filme». AdoroCinema. Consultado em 26 de setembro de 2019 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados | Governo do Estado de São Paulo». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003 Jorge, Clóvis de Athayde (1989). Consolação, uma reportagem histórica. [S.l.: s.n.] Minas, Estado de (31 de dezembro de 2016). «Doria quer Arouche com ares franceses». Estado de Minas. Consultado em 22 de maio de 2023 Simões e França, Júlio Assis e Isadora Lins (2001). «Do "gueto" ao mercado» (PDF). Consultado em 30 de abril de 2017 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Para celebrar Carnaval, Museu da Diversidade promove caminhada em SP». Agência Brasil. 11 de fevereiro de 2023. Consultado em 18 de maio de 2023 «Bandeiras LGBT instaladas no Largo do Arouche serão permanentes - São Paulo - Estadão». Estadão «Portal da Prefeitura da Cidade de São Paulo». www.prefeitura.sp.gov.br. Consultado em 30 de abril de 2017 «Justiça libera obras de revitalização no Largo do Arouche, no Centro de SP». G1. 23 de outubro de 2019. Consultado em 18 de maio de 2023 «Prefeitura de SP reabre largo do Arouche às vésperas de inauguração». GZH. 11 de março de 2020. Consultado em 18 de maio de 2023 Eliane Aparecida Del Lama, Lauro Kazumi Dehira & Aranda Calió dos Reys. Visão geológica dos monumentos da cidade de São Paulo. [S.l.: s.n.] «Largo do Arouche - algumas considerações». Academia Paulista de Letras - APL. Consultado em 18 de maio de 2023 «Moda barata, grifada e consciente: Largo do Arouche é polo de brechós em SP». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Ligações externasLargo do Arouche[1] é uma praça tradicional da região central, considerada patrimônio cultural da cidade de São Paulo.[2][3] É considerado um polo de diversidade, uma vez que é ocupado por grupos sociais LGBTQIAP+ desde os anos 1940, ocupação que resistiu à ditadura militar na luta pelo direito à diversidade sexual e de gênero.[4][5] Situa-se no distrito da República, próximo à estação República do metrô.[6][7] O local também é conhecido como Praça das Flores ou Mercado de Flores e abriga diversos floristas que se instalaram após a retirada das bancas existentes na Praça da República pelo prefeito Armando de Arruda Pereira por volta de 1914. Durante os anos 1900 a praça abrigou a "Feira Livre do Arouche", a segunda da cidade, criada no contexto da crise do abastecimento de produtos hortifrutigranjeiros e encerrada em 1954.[8][9] O nome atual remete ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, reconhecido por ser o primeiro diretor da Faculdade de Direito de São Paulo e do Jardim Botânico. Durante a história, foi renomeada diversas vezes e já foi chamado de Largo do Ouvidor, Largo da Artilharia e Praça Alexandre Herculano.[10] A praça tornou-se nacionalmente conhecida em razão da sitcom Sai de Baixo, produzida pela TV Globo. A série, exibida entre 1996 e 2002, retratava situações humorísticas que tinham lugar em um edifício fictício localizado no Largo do Arouche.[11][12] História O Largo é composto pelas ruas Jaguaribe, Amaral Gurgel, a avenida Duque de Caxias e o término da rua do Arouche. Em seu lado oposto passa a avenida Vieira de Carvalho, dados que constam na planta genérica da cidade de São Paulo. O nome da praça é uma homenagem ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, dono do terreno desde a demarcação da Cidade Nova, marcos formados a partir da transposição do vale do rio Anhangabaú, regiões hoje conhecidas como Santa Cecília, Praça da República e Vale do Anhangabaú. Arouche era proprietário de boa parte da zona central da cidade de São Paulo, hoje conhecida como Vila Buarque, uma área que abrangia o atual Largo do Arouche e a Praça da República.[13] Em 1881, a pedido do tenente, a Câmara de São Paulo cedeu à sua vontade de desterrar e aplainar a Praça então chamada de Legião para "disciplinar os milicianos por brigadas" e mudar seu nome para Praça dos Milicianos.[14] Desde então o espaço quadrangular entre as ruas Jaguaribe e do Arouche, considerado a parte baixa, recebeu muitos nomes (Tanque do Arouche, Praça da Alegria, Praça da Legião), até finalmente em 1865 receber o nome de Campo do Arouche, que perdurou até 1910, quando pela Lei nº 1.312 mudou para "Praça Alexandre Herculano". Três anos depois, o art. 2° da Lei Municipal nº 1.741 reverteu "Largo do Arouche" como o nome definitivo de toda praça. Em 1953 foi chamada "Mercado de Flores do Arouche" a partir de ato normativo exarado pela prefeitura municipal.[15] A parte alta, antiga praça da Artilharia, logo mudou seu nome para Largo do Arouche, como até hoje é conhecida.[14] Reduto LGBTQIA+ A Praça é conhecida principalmente por sua abertura à comunidade LGBTQIA+, abrangendo boates, lojas, centros de convivência e pontos de encontro para reuniões e eventos.[16] De acordo com arquivos herdados dos antigos proprietários do bar Caneca de Prata, antes chamado Bar Pierrot, o Largo do Arouche começou a ser frequentado por executivos da cidade por volta dos anos 1940, que buscavam locais mais discretos para se relacionarem com homens. O bar é frequentado por pessoas LGBT+ e foi fundado em 1960, considerado por importantes veículos como símbolo da resistência em prol da diversidade.[17] Esses locais não eram apenas palco de festividades e diversão. Além do Caneca de Prata, havia a balada Freedom, dentre outros lugares da boemia que se tornaram redutos durante a ditadura. Quando eram realizadas batidas policiais, em que pessoas LGBT eram presas por serem quem eram, esses bares eram locais políticos, que acolhiam esses indivíduos e os acobertavam até a saída dos agentes policiais do local.[18] Na década de 1980 o Largo do Arouche foi palco de repressão à circulação de travestis que circulavam na região sob o argumento de "luta contra a AIDS". A ação, empreendida pela polícia, foi intitulada "Operação Tarântula", contexto em que um dos chefes, agente de segurança, disse que a presença de travestis em São Paulo era indicativa do "fim do mundo".[17] Em 2015, no dia 28 de junho foram instaladas sete bandeiras em homenagem ao Dia do Orgulho LGBT, que vão continuar no local.[19] Mais tarde, naquele ano, a Prefeitura de São Paulo, como parte das ações do Programa de Metas da Gestão, instalou o Centro de Cidadania LGBT na Rua do Arouche, que compõe a Praça.[20] Revitalização Em maio de 2019 a Prefeitura de São Paulo iniciou obras de revitalização do Largo do Arouche. O novo projeto incluía a pavimentação e o nivelamento do piso, bem como a instalação de novos bancos, além de bebedouros e novos postes de iluminação. Estava prevista, também, a construção de quiosques e até de uma horta.[21] A mudança relevante preocupou o Ministério Público, que conseguiu paralisar a obra através do Poder Judiciário, apontando uma possível descaracterização do local. O projeto foi revisto e posteriormente as obras foram liberadas, ausentes os riscos de danos ambientais e urbanísticos. O Largo foi reaberto em março de 2020.[22] Prédios históricos O local abriga importantes esculturas de renomados artistas, tais como: A Menina e o Bezerro, obra do escultor carioca Luís Christophe, encomendada pelo prefeito Raimundo Duprat; Afonso d'Escragnolle Taunay, um dos maiores historiadores brasileiros, principalmente na história das bandeiras paulistas, uma obra concebida pela artista plástica Claude Dunin; "Amor Materno", escultura que traz uma cadela e seu filhote, em cena que costuma comover quem passa pelo largo, obra do francês Louis Eugéne Virion, adquirida na década de 1910.[9] As esculturas, que são parte do patrimônio histórico-cultural da Praça, passam por processos de intemperismo, natural das rochas mesmo nos monumentos históricos. Esse processo, somado a crescente poluição da atmosfera, principalmente em metrópoles como São Paulo, intensifica o processo de deterioração das esculturas.[23] A Academia Paulista de Letras tem sua sede no Largo do Arouche e homenageou o imortal Aureliano Leite, com um busto no largo inaugurado em 1979, dois anos após a morte do escritor, historiador e político. Obra do escultor Luís Morrone.[24] Na cultura popular O apartamento onde se passavam os episódios de Sai de Baixo ficava no largo do Arouche.[11][12] Brechós Além da resistência política e das festividades, o Largo também é reduto dos brechós, conhecidos por proporcionarem acesso à moda por preços mais baixos que as grandes lojas, reduzindo, ainda, o consumo de fast-fashion.[25] Referências Costa, Rodrigo Inácio da. «Largo do Arouche». LEMAD - Laboratório de Ensino e Material Didático. Consultado em 30 de abril de 2017 Amadio, Decio (2005). «Desenho urbano e bairros centrais de São Paulo». biblioteca digital da usp. Consultado em 30 de abril de 2017 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003. Consultado em 18 de maio de 2023 Nakamuta, Adriana. Arte, Cidade e Patrimônio: futuro e memória nas poéticas contemporâneas. [S.l.]: Automática Edições. ISBN 9786589579052 Silva Vicente, Tiago Augusto (2014). «Da segregação social à segregação espacial: a apropriação do espaço urbano pela população LGBT no Largo do Arouche». usp digital. Consultado em 30 de abril de 2014. Arquivado do original em 10 de setembro de 2017 ABCdoABC, Portal do. «Largo do Arouche recebe nessa sexta-feira (17) a 5ª edição da Marcha do Orgulho Trans». www.abcdoabc.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Martins, Rodrigo. «Largo do Arouche agrada moradores com reforma e bancos esculpidos - Hoje São Paulo». hojesaopaulo.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Largo do Arouche». www.cidadedesaopaulo.com. Consultado em 30 de abril de 2017. Arquivado do original em 12 de maio de 2017 «Prédios de São Paulo: Arouche». Estadão. Consultado em 18 de maio de 2023 «Família do Largo Arouche volta em "Sai de baixo - O Filme" neste mês». O Liberal. 19 de fevereiro de 2019. Consultado em 26 de setembro de 2019 FURTADO, Renato (7 de janeiro de 2019). «Sai de Baixo: A louca família do Largo do Arouche desembarca nas telonas no primeiro trailer do filme». AdoroCinema. Consultado em 26 de setembro de 2019 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados | Governo do Estado de São Paulo». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003 Jorge, Clóvis de Athayde (1989). Consolação, uma reportagem histórica. [S.l.: s.n.] Minas, Estado de (31 de dezembro de 2016). «Doria quer Arouche com ares franceses». Estado de Minas. Consultado em 22 de maio de 2023 Simões e França, Júlio Assis e Isadora Lins (2001). «Do "gueto" ao mercado» (PDF). Consultado em 30 de abril de 2017 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Para celebrar Carnaval, Museu da Diversidade promove caminhada em SP». Agência Brasil. 11 de fevereiro de 2023. Consultado em 18 de maio de 2023 «Bandeiras LGBT instaladas no Largo do Arouche serão permanentes - São Paulo - Estadão». Estadão «Portal da Prefeitura da Cidade de São Paulo». www.prefeitura.sp.gov.br. Consultado em 30 de abril de 2017 «Justiça libera obras de revitalização no Largo do Arouche, no Centro de SP». G1. 23 de outubro de 2019. Consultado em 18 de maio de 2023 «Prefeitura de SP reabre largo do Arouche às vésperas de inauguração». GZH. 11 de março de 2020. Consultado em 18 de maio de 2023 Eliane Aparecida Del Lama, Lauro Kazumi Dehira & Aranda Calió dos Reys. Visão geológica dos monumentos da cidade de São Paulo. [S.l.: s.n.] «Largo do Arouche - algumas considerações». Academia Paulista de Letras - APL. Consultado em 18 de maio de 2023 «Moda barata, grifada e consciente: Largo do Arouche é polo de brechós em SP». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Ligações externasLargo do Arouche[1] é uma praça tradicional da região central, considerada patrimônio cultural da cidade de São Paulo.[2][3] É considerado um polo de diversidade, uma vez que é ocupado por grupos sociais LGBTQIAP+ desde os anos 1940, ocupação que resistiu à ditadura militar na luta pelo direito à diversidade sexual e de gênero.[4][5] Situa-se no distrito da República, próximo à estação República do metrô.[6][7] O local também é conhecido como Praça das Flores ou Mercado de Flores e abriga diversos floristas que se instalaram após a retirada das bancas existentes na Praça da República pelo prefeito Armando de Arruda Pereira por volta de 1914. Durante os anos 1900 a praça abrigou a "Feira Livre do Arouche", a segunda da cidade, criada no contexto da crise do abastecimento de produtos hortifrutigranjeiros e encerrada em 1954.[8][9] O nome atual remete ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, reconhecido por ser o primeiro diretor da Faculdade de Direito de São Paulo e do Jardim Botânico. Durante a história, foi renomeada diversas vezes e já foi chamado de Largo do Ouvidor, Largo da Artilharia e Praça Alexandre Herculano.[10] A praça tornou-se nacionalmente conhecida em razão da sitcom Sai de Baixo, produzida pela TV Globo. A série, exibida entre 1996 e 2002, retratava situações humorísticas que tinham lugar em um edifício fictício localizado no Largo do Arouche.[11][12] História O Largo é composto pelas ruas Jaguaribe, Amaral Gurgel, a avenida Duque de Caxias e o término da rua do Arouche. Em seu lado oposto passa a avenida Vieira de Carvalho, dados que constam na planta genérica da cidade de São Paulo. O nome da praça é uma homenagem ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, dono do terreno desde a demarcação da Cidade Nova, marcos formados a partir da transposição do vale do rio Anhangabaú, regiões hoje conhecidas como Santa Cecília, Praça da República e Vale do Anhangabaú. Arouche era proprietário de boa parte da zona central da cidade de São Paulo, hoje conhecida como Vila Buarque, uma área que abrangia o atual Largo do Arouche e a Praça da República.[13] Em 1881, a pedido do tenente, a Câmara de São Paulo cedeu à sua vontade de desterrar e aplainar a Praça então chamada de Legião para "disciplinar os milicianos por brigadas" e mudar seu nome para Praça dos Milicianos.[14] Desde então o espaço quadrangular entre as ruas Jaguaribe e do Arouche, considerado a parte baixa, recebeu muitos nomes (Tanque do Arouche, Praça da Alegria, Praça da Legião), até finalmente em 1865 receber o nome de Campo do Arouche, que perdurou até 1910, quando pela Lei nº 1.312 mudou para "Praça Alexandre Herculano". Três anos depois, o art. 2° da Lei Municipal nº 1.741 reverteu "Largo do Arouche" como o nome definitivo de toda praça. Em 1953 foi chamada "Mercado de Flores do Arouche" a partir de ato normativo exarado pela prefeitura municipal.[15] A parte alta, antiga praça da Artilharia, logo mudou seu nome para Largo do Arouche, como até hoje é conhecida.[14] Reduto LGBTQIA+ A Praça é conhecida principalmente por sua abertura à comunidade LGBTQIA+, abrangendo boates, lojas, centros de convivência e pontos de encontro para reuniões e eventos.[16] De acordo com arquivos herdados dos antigos proprietários do bar Caneca de Prata, antes chamado Bar Pierrot, o Largo do Arouche começou a ser frequentado por executivos da cidade por volta dos anos 1940, que buscavam locais mais discretos para se relacionarem com homens. O bar é frequentado por pessoas LGBT+ e foi fundado em 1960, considerado por importantes veículos como símbolo da resistência em prol da diversidade.[17] Esses locais não eram apenas palco de festividades e diversão. Além do Caneca de Prata, havia a balada Freedom, dentre outros lugares da boemia que se tornaram redutos durante a ditadura. Quando eram realizadas batidas policiais, em que pessoas LGBT eram presas por serem quem eram, esses bares eram locais políticos, que acolhiam esses indivíduos e os acobertavam até a saída dos agentes policiais do local.[18] Na década de 1980 o Largo do Arouche foi palco de repressão à circulação de travestis que circulavam na região sob o argumento de "luta contra a AIDS". A ação, empreendida pela polícia, foi intitulada "Operação Tarântula", contexto em que um dos chefes, agente de segurança, disse que a presença de travestis em São Paulo era indicativa do "fim do mundo".[17] Em 2015, no dia 28 de junho foram instaladas sete bandeiras em homenagem ao Dia do Orgulho LGBT, que vão continuar no local.[19] Mais tarde, naquele ano, a Prefeitura de São Paulo, como parte das ações do Programa de Metas da Gestão, instalou o Centro de Cidadania LGBT na Rua do Arouche, que compõe a Praça.[20] Revitalização Em maio de 2019 a Prefeitura de São Paulo iniciou obras de revitalização do Largo do Arouche. O novo projeto incluía a pavimentação e o nivelamento do piso, bem como a instalação de novos bancos, além de bebedouros e novos postes de iluminação. Estava prevista, também, a construção de quiosques e até de uma horta.[21] A mudança relevante preocupou o Ministério Público, que conseguiu paralisar a obra através do Poder Judiciário, apontando uma possível descaracterização do local. O projeto foi revisto e posteriormente as obras foram liberadas, ausentes os riscos de danos ambientais e urbanísticos. O Largo foi reaberto em março de 2020.[22] Prédios históricos O local abriga importantes esculturas de renomados artistas, tais como: A Menina e o Bezerro, obra do escultor carioca Luís Christophe, encomendada pelo prefeito Raimundo Duprat; Afonso d'Escragnolle Taunay, um dos maiores historiadores brasileiros, principalmente na história das bandeiras paulistas, uma obra concebida pela artista plástica Claude Dunin; "Amor Materno", escultura que traz uma cadela e seu filhote, em cena que costuma comover quem passa pelo largo, obra do francês Louis Eugéne Virion, adquirida na década de 1910.[9] As esculturas, que são parte do patrimônio histórico-cultural da Praça, passam por processos de intemperismo, natural das rochas mesmo nos monumentos históricos. Esse processo, somado a crescente poluição da atmosfera, principalmente em metrópoles como São Paulo, intensifica o processo de deterioração das esculturas.[23] A Academia Paulista de Letras tem sua sede no Largo do Arouche e homenageou o imortal Aureliano Leite, com um busto no largo inaugurado em 1979, dois anos após a morte do escritor, historiador e político. Obra do escultor Luís Morrone.[24] Na cultura popular O apartamento onde se passavam os episódios de Sai de Baixo ficava no largo do Arouche.[11][12] Brechós Além da resistência política e das festividades, o Largo também é reduto dos brechós, conhecidos por proporcionarem acesso à moda por preços mais baixos que as grandes lojas, reduzindo, ainda, o consumo de fast-fashion.[25] Referências Costa, Rodrigo Inácio da. «Largo do Arouche». LEMAD - Laboratório de Ensino e Material Didático. Consultado em 30 de abril de 2017 Amadio, Decio (2005). «Desenho urbano e bairros centrais de São Paulo». biblioteca digital da usp. Consultado em 30 de abril de 2017 «Praça da República e Largo do Arouche podem ser tombados». Governo do Estado de São Paulo. 10 de abril de 2003. Consultado em 18 de maio de 2023 Nakamuta, Adriana. Arte, Cidade e Patrimônio: futuro e memória nas poéticas contemporâneas. [S.l.]: Automática Edições. ISBN 9786589579052 Silva Vicente, Tiago Augusto (2014). «Da segregação social à segregação espacial: a apropriação do espaço urbano pela população LGBT no Largo do Arouche». usp digital. Consultado em 30 de abril de 2014. Arquivado do original em 10 de setembro de 2017 ABCdoABC, Portal do. «Largo do Arouche recebe nessa sexta-feira (17) a 5ª edição da Marcha do Orgulho Trans». www.abcdoabc.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 «Arouche 100% gay: grupo luta para região de 'Sai de Baixo' continuar LGBT». www.uol.com.br. Consultado em 18 de maio de 2023 Martins, Rodrigo. «Largo do Arouche agrad