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Rua João de Carvalho, 23 - LiberdadeLiberdade é um bairro situado na zona central do município de São Paulo pertencente em parte ao distrito da Liberdade e em parte ao distrito da Sé. É conhecido como o maior reduto da comunidade japonesa no município, comunidade esta que é considerada a maior do mundo fora do Japão. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentesSão Paulo - SPLiberdade é um bairro situado na zona central do município de São Paulo pertencente em parte ao distrito da Liberdade e em parte ao distrito da Sé. É conhecido como o maior reduto da comunidade japonesa no município, comunidade esta que é considerada a maior do mundo fora do Japão. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentes
Rua Eli, 515 - Vila Maria BaixaALUGO Imóvel na rua Eli, - Vila Maria. 2 Km da Marg. Tietê e 1 Km da Dutra. Espaço versátil para várias atividades comerciais. Com 9 salas, 8 banheiros, 2 cozinhas, 4 vagas. Metragem: 500 m2 de terreno (50 m x 10m) . Área de construída 267 m2. Valor: R$ 8.900,00 Com IPTU incluso.São Paulo - SPALUGO Imóvel na rua Eli, - Vila Maria. 2 Km da Marg. Tietê e 1 Km da Dutra. Espaço versátil para várias atividades comerciais. Com 9 salas, 8 banheiros, 2 cozinhas, 4 vagas. Metragem: 500 m2 de terreno (50 m x 10m) . Área de construída 267 m2. Valor: R$ 8.900,00 Com IPTU incluso.
Rua Doutor Virgílio do Nascimento, 390 - BrásO imóvel está localizado próximo ao centro da cidade e a: 700m do acesso pela Via Local da Marginal Tietê; Brás é um bairro situado na Região Central do município de São Paulo, no Brasil. Se localiza próximo ao centro histórico da capital paulista. O bairro foi oficialmente fundado por Carlos Augusto Bresser, vereador paulistano. Apesar de sua posição geográfica, pertence à região administrativa do Sudeste, visto que o bairro integra a subprefeitura da Mooca. O Brás é um bairro comercial muito movimentado, que gera o interesse da população, a urbanização é a consequência da movimentação comercial e financeira do lugar. Possui duas estações de metrô, as estações Bresser-Mooca e Brás da Linha 3–Vermelha, estação integrada com a Estação Brás do Trem Metropolitano, das linhas 7–Rubi, 10–Turquesa (antiga Estrada de Ferro Santos-Jundiaí), 11–Coral e 12–Safira (antiga Estrada de Ferro Central do Brasil). O bairro do Brás é o líder no número de microempreendedores de São Paulo, somando mais de 8 mil pessoas. O distrito do Brás tem mais de dez shoppings em funcionamento, do total de MEIs ativos na capital, 42.777 atuam no setor de comércio varejista de roupas e acessórios, totalizando cerca de 6%. Nos últimos cinco anos, 66 mil pessoas iniciaram um empreendimento neste ramo. Uma curiosidade da origem nome é que “Brás” vem do nome do dono das terras onde hoje é o bairro, que se chamava José Brás, ainda no séc. XVIII. No Brasil, o local é conhecido pelo comércio de roupas e acessórios, sendo que, em sua maioria das vezes, são vendidos por atacado para revenda. O bairro foi eternizado na música "Samba do Arnesto" de Adoniran Barbosa. História Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. Durante o governo de Getúlio Vargas em 1943, o Brás, teve o ponta pé inicial do ensino técnico do Brasil. No dia 02 de agosto, de 1943, foi inaugurada a primeira escola SENAI, conhecida como SENAI "Roberto Simonsen"[1]. No dia 27 de setembro de 2015, aconteceu um incêndio de grande proporção em um Shopping no Brás. Brás é um bairro situado na Região Central do município de São Paulo, no Brasil. Se localiza próximo ao centro histórico da capital paulista. O bairro foi oficialmente fundado por Carlos Augusto Bresser, vereador paulistano. Apesar de sua posição geográfica, pertence à região administrativa do Sudeste, visto que o bairro integra a subprefeitura da Mooca. O Brás é um bairro comercial muito movimentado, que gera o interesse da população, a urbanização é a consequência da movimentação comercial e financeira do lugar. Possui duas estações de metrô, as estações Bresser-Mooca e Brás da Linha 3–Vermelha, estação integrada com a Estação Brás do Trem Metropolitano, das linhas 7–Rubi, 10–Turquesa (antiga Estrada de Ferro Santos-Jundiaí), 11–Coral e 12–Safira (antiga Estrada de Ferro Central do Brasil). O bairro do Brás é o líder no número de microempreendedores de São Paulo, somando mais de 8 mil pessoas. O distrito do Brás tem mais de dez shoppings em funcionamento, do total de MEIs ativos na capital, 42.777 atuam no setor de comércio varejista de roupas e acessórios, totalizando cerca de 6%. Nos últimos cinco anos, 66 mil pessoas iniciaram um empreendimento neste ramo. Uma curiosidade da origem nome é que “Brás” vem do nome do dono das terras onde hoje é o bairro, que se chamava José Brás, ainda no séc. XVIII. No Brasil, o local é conhecido pelo comércio de roupas e acessórios, sendo que, em sua maioria das vezes, são vendidos por atacado para revenda. O bairro foi eternizado na música "Samba do Arnesto" de Adoniran Barbosa. História Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. Durante o governo de Getúlio Vargas em 1943, o Brás, teve o ponta pé inicial do ensino técnico do Brasil. No dia 02 de agosto, de 1943, foi inaugurada a primeira escola SENAI, conhecida como SENAI "Roberto Simonsen"[1]. No dia 27 de setembro de 2015, aconteceu um incêndio de grande proporção em um Shopping no Brás. Brás é um bairro situado na Região Central do município de São Paulo, no Brasil. Se localiza próximo ao centro histórico da capital paulista. O bairro foi oficialmente fundado por Carlos Augusto Bresser, vereador paulistano. Apesar de sua posição geográfica, pertence à região administrativa do Sudeste, visto que o bairro integra a subprefeitura da Mooca. O Brás é um bairro comercial muito movimentado, que gera o interesse da população, a urbanização é a consequência da movimentação comercial e financeira do lugar. Possui duas estações de metrô, as estações Bresser-Mooca e Brás da Linha 3–Vermelha, estação integrada com a Estação Brás do Trem Metropolitano, das linhas 7–Rubi, 10–Turquesa (antiga Estrada de Ferro Santos-Jundiaí), 11–Coral e 12–Safira (antiga Estrada de Ferro Central do Brasil). O bairro do Brás é o líder no número de microempreendedores de São Paulo, somando mais de 8 mil pessoas. O distrito do Brás tem mais de dez shoppings em funcionamento, do total de MEIs ativos na capital, 42.777 atuam no setor de comércio varejista de roupas e acessórios, totalizando cerca de 6%. Nos últimos cinco anos, 66 mil pessoas iniciaram um empreendimento neste ramo. Uma curiosidade da origem nome é que “Brás” vem do nome do dono das terras onde hoje é o bairro, que se chamava José Brás, ainda no séc. XVIII. No Brasil, o local é conhecido pelo comércio de roupas e acessórios, sendo que, em sua maioria das vezes, são vendidos por atacado para revenda. O bairro foi eternizado na música "Samba do Arnesto" de Adoniran Barbosa. História Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. Durante o governo de Getúlio Vargas em 1943, o Brás, teve o ponta pé inicial do ensino técnico do Brasil. No dia 02 de agosto, de 1943, foi inaugurada a primeira escola SENAI, conhecida como SENAI "Roberto Simonsen"[1]. No dia 27 de setembro de 2015, aconteceu um incêndio de grande proporção em um Shopping no Brás. 1,2 Km da Avenida do Estado, que liga a Zona Norte à Zona Sul / ABC Paulista 2,0 Km da Estação Brás e da Estação Bresser-Mooca da CPTM (L03 – Vermelha) 2,8 Km do Shopping Center Norte 3,0 Km da Rodovia Presidente Dutra O imóvel possui área total construída de 9.313m², com as seguintes características: Área disponível a partir de três lajes (equivalentes a 3.150m²), com possibilidade de ocupação monousuário; Pé direito livre de 3,90m; Piso industrial com capacidade de 1 ton/m²; 3 Elevadores, sendo 2 sociais e 1 de Carga; Instalação elétrica e hidráulica; Banheiros; Infraestrutura de dados e telefonia já instalados no empreendimento; Garagem: 12 vagas externas; além de 60 vagas no subsolo; Carga e Descarga no Piso Térreo e/ou no Subsolo; Possibilidade de utilização da cabine primária existente; Entrada privativa de veículos e pedestres; Portaria com sistema de segurança 24 horas (telefone, portões de entrada e sistema de CFTV); Sistema de combate a incêndio com hidrantes; Sistema de Ar Comprimido; Possibilidade de instalação de gerador para as áreas privativas;São Paulo - SPO imóvel está localizado próximo ao centro da cidade e a: 700m do acesso pela Via Local da Marginal Tietê; Brás é um bairro situado na Região Central do município de São Paulo, no Brasil. Se localiza próximo ao centro histórico da capital paulista. O bairro foi oficialmente fundado por Carlos Augusto Bresser, vereador paulistano. Apesar de sua posição geográfica, pertence à região administrativa do Sudeste, visto que o bairro integra a subprefeitura da Mooca. O Brás é um bairro comercial muito movimentado, que gera o interesse da população, a urbanização é a consequência da movimentação comercial e financeira do lugar. Possui duas estações de metrô, as estações Bresser-Mooca e Brás da Linha 3–Vermelha, estação integrada com a Estação Brás do Trem Metropolitano, das linhas 7–Rubi, 10–Turquesa (antiga Estrada de Ferro Santos-Jundiaí), 11–Coral e 12–Safira (antiga Estrada de Ferro Central do Brasil). O bairro do Brás é o líder no número de microempreendedores de São Paulo, somando mais de 8 mil pessoas. O distrito do Brás tem mais de dez shoppings em funcionamento, do total de MEIs ativos na capital, 42.777 atuam no setor de comércio varejista de roupas e acessórios, totalizando cerca de 6%. Nos últimos cinco anos, 66 mil pessoas iniciaram um empreendimento neste ramo. Uma curiosidade da origem nome é que “Brás” vem do nome do dono das terras onde hoje é o bairro, que se chamava José Brás, ainda no séc. XVIII. No Brasil, o local é conhecido pelo comércio de roupas e acessórios, sendo que, em sua maioria das vezes, são vendidos por atacado para revenda. O bairro foi eternizado na música "Samba do Arnesto" de Adoniran Barbosa. História Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. Durante o governo de Getúlio Vargas em 1943, o Brás, teve o ponta pé inicial do ensino técnico do Brasil. No dia 02 de agosto, de 1943, foi inaugurada a primeira escola SENAI, conhecida como SENAI "Roberto Simonsen"[1]. No dia 27 de setembro de 2015, aconteceu um incêndio de grande proporção em um Shopping no Brás. Brás é um bairro situado na Região Central do município de São Paulo, no Brasil. Se localiza próximo ao centro histórico da capital paulista. O bairro foi oficialmente fundado por Carlos Augusto Bresser, vereador paulistano. Apesar de sua posição geográfica, pertence à região administrativa do Sudeste, visto que o bairro integra a subprefeitura da Mooca. O Brás é um bairro comercial muito movimentado, que gera o interesse da população, a urbanização é a consequência da movimentação comercial e financeira do lugar. 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O bairro foi eternizado na música "Samba do Arnesto" de Adoniran Barbosa. História Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. Durante o governo de Getúlio Vargas em 1943, o Brás, teve o ponta pé inicial do ensino técnico do Brasil. No dia 02 de agosto, de 1943, foi inaugurada a primeira escola SENAI, conhecida como SENAI "Roberto Simonsen"[1]. No dia 27 de setembro de 2015, aconteceu um incêndio de grande proporção em um Shopping no Brás. Brás é um bairro situado na Região Central do município de São Paulo, no Brasil. Se localiza próximo ao centro histórico da capital paulista. O bairro foi oficialmente fundado por Carlos Augusto Bresser, vereador paulistano. Apesar de sua posição geográfica, pertence à região administrativa do Sudeste, visto que o bairro integra a subprefeitura da Mooca. O Brás é um bairro comercial muito movimentado, que gera o interesse da população, a urbanização é a consequência da movimentação comercial e financeira do lugar. Possui duas estações de metrô, as estações Bresser-Mooca e Brás da Linha 3–Vermelha, estação integrada com a Estação Brás do Trem Metropolitano, das linhas 7–Rubi, 10–Turquesa (antiga Estrada de Ferro Santos-Jundiaí), 11–Coral e 12–Safira (antiga Estrada de Ferro Central do Brasil). O bairro do Brás é o líder no número de microempreendedores de São Paulo, somando mais de 8 mil pessoas. O distrito do Brás tem mais de dez shoppings em funcionamento, do total de MEIs ativos na capital, 42.777 atuam no setor de comércio varejista de roupas e acessórios, totalizando cerca de 6%. Nos últimos cinco anos, 66 mil pessoas iniciaram um empreendimento neste ramo. Uma curiosidade da origem nome é que “Brás” vem do nome do dono das terras onde hoje é o bairro, que se chamava José Brás, ainda no séc. XVIII. No Brasil, o local é conhecido pelo comércio de roupas e acessórios, sendo que, em sua maioria das vezes, são vendidos por atacado para revenda. O bairro foi eternizado na música "Samba do Arnesto" de Adoniran Barbosa. História Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. Durante o governo de Getúlio Vargas em 1943, o Brás, teve o ponta pé inicial do ensino técnico do Brasil. No dia 02 de agosto, de 1943, foi inaugurada a primeira escola SENAI, conhecida como SENAI "Roberto Simonsen"[1]. No dia 27 de setembro de 2015, aconteceu um incêndio de grande proporção em um Shopping no Brás. 1,2 Km da Avenida do Estado, que liga a Zona Norte à Zona Sul / ABC Paulista 2,0 Km da Estação Brás e da Estação Bresser-Mooca da CPTM (L03 – Vermelha) 2,8 Km do Shopping Center Norte 3,0 Km da Rodovia Presidente Dutra O imóvel possui área total construída de 9.313m², com as seguintes características: Área disponível a partir de três lajes (equivalentes a 3.150m²), com possibilidade de ocupação monousuário; Pé direito livre de 3,90m; Piso industrial com capacidade de 1 ton/m²; 3 Elevadores, sendo 2 sociais e 1 de Carga; Instalação elétrica e hidráulica; Banheiros; Infraestrutura de dados e telefonia já instalados no empreendimento; Garagem: 12 vagas externas; além de 60 vagas no subsolo; Carga e Descarga no Piso Térreo e/ou no Subsolo; Possibilidade de utilização da cabine primária existente; Entrada privativa de veículos e pedestres; Portaria com sistema de segurança 24 horas (telefone, portões de entrada e sistema de CFTV); Sistema de combate a incêndio com hidrantes; Sistema de Ar Comprimido; Possibilidade de instalação de gerador para as áreas privativas;
Avenida Doutor Abílio Sampaio, 370 - Vila GustavoSOBRADO EM CONDOMÍNIO Características Área total 90,69 m² Área útil 69,99 m² Quartos suíte 2 Lavabo 1 Sala de estar 1 Cozinha 1 Banheiros + da suíte 3 Varanda 1 Garagens 1 Terraço com pia e banheiro para churrasco e lazer 1 Banheiro completo no solário 1 Lavanderia 1 Espaço privativo em baixo da escada 1 Disposição do sol Norte e oeste Idade do imóvel 2 anos Comodidades do Condomínio: Portão automático Portão de pedestre com sistema eletrônico Vaga livre e fixa Calçada larga que permite ao visitante estacionar na calçada em frente da vaga. Sobrado ensolarado e novo, num condomínio com 12 casas, pouco uso. Lugar tranquilo, rua larga, há 4 minutos de carro do Metrô Tucuruvi, 1,7 km. Mercados, padaria, feira, escola e farmácia bem perto. Bem servido de transporte público.São Paulo - SPSOBRADO EM CONDOMÍNIO Características Área total 90,69 m² Área útil 69,99 m² Quartos suíte 2 Lavabo 1 Sala de estar 1 Cozinha 1 Banheiros + da suíte 3 Varanda 1 Garagens 1 Terraço com pia e banheiro para churrasco e lazer 1 Banheiro completo no solário 1 Lavanderia 1 Espaço privativo em baixo da escada 1 Disposição do sol Norte e oeste Idade do imóvel 2 anos Comodidades do Condomínio: Portão automático Portão de pedestre com sistema eletrônico Vaga livre e fixa Calçada larga que permite ao visitante estacionar na calçada em frente da vaga. Sobrado ensolarado e novo, num condomínio com 12 casas, pouco uso. Lugar tranquilo, rua larga, há 4 minutos de carro do Metrô Tucuruvi, 1,7 km. Mercados, padaria, feira, escola e farmácia bem perto. Bem servido de transporte público.
Rua Ibirataia, 39 - Parada InglesaCasa recém-reformada em rua super tranquila, entre as estações Parada Inglesa e Tucuruvi. São 3 dormitórios,( sendo 1 no quintal ).sala, cozinha com armários, banheiro, área de serviço no quintal, lavanderia, porão e vaga de garagem. Pronta para morar, com conforto e fácil acesso ao metrô!"São Paulo - SPCasa recém-reformada em rua super tranquila, entre as estações Parada Inglesa e Tucuruvi. São 3 dormitórios,( sendo 1 no quintal ).sala, cozinha com armários, banheiro, área de serviço no quintal, lavanderia, porão e vaga de garagem. Pronta para morar, com conforto e fácil acesso ao metrô!"
Rua Caetano Pinto, 98 - BrásO prédio possui uma área total de 416m² e está dividido em duas partes: - Parte inferior composta por dois salões comerciais e a parte superior composta por dois apartamentos. - Cada apartamento possui a seguinte distribuição interna: 2 quartos, sala, cozinha e banheiro. Com essa estrutura, o prédio oferece a possibilidade de um investimento misto, com espaços residenciais e comerciais.São Paulo - SPO prédio possui uma área total de 416m² e está dividido em duas partes: - Parte inferior composta por dois salões comerciais e a parte superior composta por dois apartamentos. - Cada apartamento possui a seguinte distribuição interna: 2 quartos, sala, cozinha e banheiro. Com essa estrutura, o prédio oferece a possibilidade de um investimento misto, com espaços residenciais e comerciais.
Avenida Guapira, 2026 - TucuruviNa condição atual, o imóvel possui 8.813m² (área total disponível para locação monousuário), além das vagas de garagem e pátio de manobras. O empreendimento está localizado em uma das regiões mais procuradas por empresas que buscam ocupação para uso fabril, instituições de ensino e hospitais. O imóvel está localizado a: 720m do Hipermercado Bergamini da Av. Luis Stamatis 2,0 KM do acesso à Rod. Fernão Dias (BR-381) 2,3 KM da Estação Tucuruvi 6,3 KM do acesso à Rodovia Pres. Dutra FACILITIES: A região conta com infraestrutura de restaurantes, lojas e demais serviços. IMÓVEL: O imóvel possui área útil interna de 8.813m² (fora as vagas de garagem e pátio de manobras), com as seguintes características: Pé direito livre de 3,5m, no mínimo; Piso em concreto industrial; Elevador de carga; Instalação elétrica e hidráulica; Banheiros com louças e metais; Vestiários masculinos e femininos; Escritórios mobiliados; Show room; Infraestrutura de dados e telefonia; Portaria com guarita; Garagem: 25 vagas internas; Área de carga e descarga; Possibilidade de utilização da cabine primária existente; Gerador de energia a diesel (450KvA); Testada de 50m; 3 acessos aprovados (Av. Guapira, R. Tanque Velho e R. Roque de Paula Monteiro); Entrada privativa de veículos e pedestres; Sistema de combate a incêndio com hidrantes; O Imóvel possui AVCB válido até Outubro/2020.São Paulo - SPNa condição atual, o imóvel possui 8.813m² (área total disponível para locação monousuário), além das vagas de garagem e pátio de manobras. O empreendimento está localizado em uma das regiões mais procuradas por empresas que buscam ocupação para uso fabril, instituições de ensino e hospitais. O imóvel está localizado a: 720m do Hipermercado Bergamini da Av. Luis Stamatis 2,0 KM do acesso à Rod. Fernão Dias (BR-381) 2,3 KM da Estação Tucuruvi 6,3 KM do acesso à Rodovia Pres. Dutra FACILITIES: A região conta com infraestrutura de restaurantes, lojas e demais serviços. IMÓVEL: O imóvel possui área útil interna de 8.813m² (fora as vagas de garagem e pátio de manobras), com as seguintes características: Pé direito livre de 3,5m, no mínimo; Piso em concreto industrial; Elevador de carga; Instalação elétrica e hidráulica; Banheiros com louças e metais; Vestiários masculinos e femininos; Escritórios mobiliados; Show room; Infraestrutura de dados e telefonia; Portaria com guarita; Garagem: 25 vagas internas; Área de carga e descarga; Possibilidade de utilização da cabine primária existente; Gerador de energia a diesel (450KvA); Testada de 50m; 3 acessos aprovados (Av. Guapira, R. Tanque Velho e R. Roque de Paula Monteiro); Entrada privativa de veículos e pedestres; Sistema de combate a incêndio com hidrantes; O Imóvel possui AVCB válido até Outubro/2020.