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Rua Bacaetava, 401 - Vila GertrudesAluguel de Conjunto Comercial – Brooklin Novo Endereço: Rua Bacaetava, 401 – Conjunto 82A – Brooklin Novo Área útil: 192 m² Vagas de garagem: 4 Portaria: 24 horas Imóvel: Vazio, pronto para receber sua empresa!São Paulo - SPAluguel de Conjunto Comercial – Brooklin Novo Endereço: Rua Bacaetava, 401 – Conjunto 82A – Brooklin Novo Área útil: 192 m² Vagas de garagem: 4 Portaria: 24 horas Imóvel: Vazio, pronto para receber sua empresa!
Rua Henri Dunant, 792 - Santo AmaroImóvel já mobiliado com sala de estética, sala ondontológica, deposito e uma recepção. Conheça o Condomínio Praça São Paulo, uma morada que reflete o espírito vibrante de São Paulo. Localizado na Rua Henri Dunant, disponibiliza vários recursos para trazer comodidade e aconchego ao dia a dia dos moradores. Contando com portaria 24 horas, elevador, academia, piscina, salão de festas, gás encanado, sauna e espaço gourmet na área comum, o Condomínio Praça São Paulo é preparado para atender às necessidades dos moradores que buscam lazer e conforto em um só lugar. A proximidade com Shopping Morumbi, Universidade Paulista, UAM - Anhembi Morumbi, Business School São Paulo, Interagir e Estação Borba Gato acrescenta praticidade e comodidade na rotina dos que residem no local.São Paulo - SPImóvel já mobiliado com sala de estética, sala ondontológica, deposito e uma recepção. Conheça o Condomínio Praça São Paulo, uma morada que reflete o espírito vibrante de São Paulo. Localizado na Rua Henri Dunant, disponibiliza vários recursos para trazer comodidade e aconchego ao dia a dia dos moradores. Contando com portaria 24 horas, elevador, academia, piscina, salão de festas, gás encanado, sauna e espaço gourmet na área comum, o Condomínio Praça São Paulo é preparado para atender às necessidades dos moradores que buscam lazer e conforto em um só lugar. A proximidade com Shopping Morumbi, Universidade Paulista, UAM - Anhembi Morumbi, Business School São Paulo, Interagir e Estação Borba Gato acrescenta praticidade e comodidade na rotina dos que residem no local.
Rua Alexandre Dumas, 1630 - Chácara Santo Antônio (Zona Sul)Conjunto comercial de 181m²São Paulo - SPConjunto comercial de 181m²
Rua Palacete das Águias, 300 - Vila Alexandria400 M2 terreno e 336 M2 área útil . Tem 16 salas + cozinha , sala TV + 6 vagas auto + 7 chuveiros + 4 banheiros Vila Mascote é um bairro nobre localizado no distrito do Jabaquara, zona sul da cidade de São Paulo[1][2]. Antes de ser totalmente ocupada, as limitações da Vila Mascote eram terras para cultivo de café e uma grande avenida próxima era um rio, que hoje está coberto. Fica próximo aos bairros de Campo Belo, Moema, Vila Santa Catarina, Jardim Prudência, Jabaquara, Chácara Flora e Brooklin. Até o final da década de 1980 era composto apenas por pequenos sobrados, semelhantes aos encontrados em bairros vizinhos, tais como o Brooklin Paulista, a Vila Santa Catarina, além do bairro do Jabaquara. Sua proximidade com o aeroporto de Congonhas e com vias importantes da cidade, como a Marginal Pinheiros, Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini e a Avenida 23 de Maio e o fácil acesso ao litoral paulista, fizeram a região sofrer um grande boom imobiliário na década de 1990, o que fez com que se tornasse um dos bairros mais valorizados da região, que permanece até os dias atuais.[2] Hoje o bairro é predominantemente formado por edifícios de luxo de alto padrão de 2, 3 e 4 dormitórios e edifícios de cerca de 20 andares[3][4] mas, mesmo assim, não perdeu suas características da década de 80, como ruas tranquilas e arborizadas. A maior concentração deles se localiza na região da Avenida Mascote. O bairro é conhecido também por ser semelhante a Moema, que possuía características semelhantes e sofreu processo de verticalização no mesmo período. É um bairro nobre classificado com zona B do CRECI assim como os bairros de Vila Mariana, Jardim Prudência, Planalto Paulista, Chácara Flora e Alto de Santana . Hoje é uns dos bairros mais cobiçados de São Paulo; tendo em vista sua localização, estrutura e segurança, a Vila Mascote é comparado a muitos bairros consagrados da cidade como Moema, Morumbi, Saúde e Jardim Paulista. Segundo o mercado imobiliário, o bairro foi um dos que mais se valorizaram em 2015 na cidade de São Paulo. A igreja do Padre Marcelo Rossi situava-se no bairro, e teve de ser deslocada no começo dos anos 2000 por, segundo a associação de moradores, incomodar e tumultuar o tráfego na região. O bairro conta também com uma unidade Escoteira, o cinquentenário Grupo Escoteiro Umuarama 81/SP, vindo do Bairro Ibirapuera para oferecer à comunidade a oportunidade de os jovens realizarem atividades ao ar livre, e se desenvolverem dentro de um método educacional único, o método escoteiro, que reúne crianças e adolescentes do mundo inteiro, no maior movimento Jovem da atualidade. A Vila Mascote é localizada no distrito do Jabaquara, no município de São Paulo, tendo em vista que este foi criado em 1964 e conta com cerca de 220.000 habitantes. No século XVII era ocupado por viajantes que prosseguiam em direção a Santo Amaro e a Borda do Campo, desde então começou a ser procurado com mais recorrência por fazendeiros, e ser constituído por alguns comércios e estabelecimentos agrícolas. Até os anos 50 cultivava-se na região flores selvagens para a população se sustentar: a Abaparia capenesis (tulipa-do-inverno) era a flor que obtinha a maior fonte de renda[5]. Todavia popularizou-se somente no século XIX, quando a prefeitura instalou o parque do Jabaquara que atraiu mais pessoas pela disponibilidade para fazer piqueniques e passeios. Começou o processo de loteamento no ano de 1920 e 1921, na Vila Santa Catarina. A partir do final da década de 1920, a área do Jabaquara começou a ganhar uma valorização cada vez maior devido ao desenvolvimento da urbanização. Esse desenvolvimento se deu com o primeiro loteamento na região, que aconteceu no bairro da Vila Santa Catarina, que era, até então, o bairro mais desenvolvido do Jabaquara (esse loteamento ocorreu entre os anos 1920 e 1921). Até 1950 aquela era uma região pouco povoada e consequentemente pouco desenvolvida, que contava com chácaras grandes espalhadas pelo território e alguns núcleos urbanos. Porém, após o loteamento o processo de urbanização começou a ficar mais forte na região, em 1928 foi construída a auto-estrada Washington Luís, que liga a Vila Mariana ao aeroporto de Congonhas, que naquela época ainda era um loteamento suburbano. Já em 1936, foi inaugurado o aeroporto de Congonhas e em meados de 1940, a pedidos do até então arcebispo Dom José Gaspar Afonso e Silva, foi construída a Paróquia São Judas Tadeu, o que incentivou a abertura de novos loteamentos nas regiões do Jardim Aeroporto, Vila Santa Catarina, Vila Parque Jabaquara e Vila Mascote. Posteriormente ocorreu uma outra valorização, em 1968, ano em que começaram as obras do metrô de São Paulo e ficou determinada que a primeira estação da linha seria a estação Jabaquara. Três anos depois mais uma valorização ocorreu, com a criação do Terminal Rodoviário Intermunicipal Jabaquara, localizado no sul da cidade. A questão comercial também cresceu muito. Esses fatores fizeram com que toda a região fosse crescendo cada vez mais. Na década de 1990 ocorreu o boom imobiliário na Vila Mascote, o que fez com que o bairro que era conhecido pelas suas ruas calmas e cheias de árvores e principalmente com casas e sobrados, mais especificamente, ganhasse diversos prédios de alto padrão, tornando-a uma das áreas mais valorizadas da cidade. Mas mesmo com esse crescimento, o bairro da Vila Mascote não perdeu seu aspecto de "cidade do interior" pois suas ruas mantiveram-se calmas e repletas de árvores Vila Mascote é um bairro nobre localizado no distrito do Jabaquara, zona sul da cidade de São Paulo[1][2]. Antes de ser totalmente ocupada, as limitações da Vila Mascote eram terras para cultivo de café e uma grande avenida próxima era um rio, que hoje está coberto. Fica próximo aos bairros de Campo Belo, Moema, Vila Santa Catarina, Jardim Prudência, Jabaquara, Chácara Flora e Brooklin. Até o final da década de 1980 era composto apenas por pequenos sobrados, semelhantes aos encontrados em bairros vizinhos, tais como o Brooklin Paulista, a Vila Santa Catarina, além do bairro do Jabaquara. Sua proximidade com o aeroporto de Congonhas e com vias importantes da cidade, como a Marginal Pinheiros, Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini e a Avenida 23 de Maio e o fácil acesso ao litoral paulista, fizeram a região sofrer um grande boom imobiliário na década de 1990, o que fez com que se tornasse um dos bairros mais valorizados da região, que permanece até os dias atuais.[2] Hoje o bairro é predominantemente formado por edifícios de luxo de alto padrão de 2, 3 e 4 dormitórios e edifícios de cerca de 20 andares[3][4] mas, mesmo assim, não perdeu suas características da década de 80, como ruas tranquilas e arborizadas. A maior concentração deles se localiza na região da Avenida Mascote. O bairro é conhecido também por ser semelhante a Moema, que possuía características semelhantes e sofreu processo de verticalização no mesmo período. É um bairro nobre classificado com zona B do CRECI assim como os bairros de Vila Mariana, Jardim Prudência, Planalto Paulista, Chácara Flora e Alto de Santana . Hoje é uns dos bairros mais cobiçados de São Paulo; tendo em vista sua localização, estrutura e segurança, a Vila Mascote é comparado a muitos bairros consagrados da cidade como Moema, Morumbi, Saúde e Jardim Paulista. Segundo o mercado imobiliário, o bairro foi um dos que mais se valorizaram em 2015 na cidade de São Paulo. A igreja do Padre Marcelo Rossi situava-se no bairro, e teve de ser deslocada no começo dos anos 2000 por, segundo a associação de moradores, incomodar e tumultuar o tráfego na região. O bairro conta também com uma unidade Escoteira, o cinquentenário Grupo Escoteiro Umuarama 81/SP, vindo do Bairro Ibirapuera para oferecer à comunidade a oportunidade de os jovens realizarem atividades ao ar livre, e se desenvolverem dentro de um método educacional único, o método escoteiro, que reúne crianças e adolescentes do mundo inteiro, no maior movimento Jovem da atualidade. A Vila Mascote é localizada no distrito do Jabaquara, no município de São Paulo, tendo em vista que este foi criado em 1964 e conta com cerca de 220.000 habitantes. No século XVII era ocupado por viajantes que prosseguiam em direção a Santo Amaro e a Borda do Campo, desde então começou a ser procurado com mais recorrência por fazendeiros, e ser constituído por alguns comércios e estabelecimentos agrícolas. Até os anos 50 cultivava-se na região flores selvagens para a população se sustentar: a Abaparia capenesis (tulipa-do-inverno) era a flor que obtinha a maior fonte de renda[5]. Todavia popularizou-se somente no século XIX, quando a prefeitura instalou o parque do Jabaquara que atraiu mais pessoas pela disponibilidade para fazer piqueniques e passeios. Começou o processo de loteamento no ano de 1920 e 1921, na Vila Santa Catarina. A partir do final da década de 1920, a área do Jabaquara começou a ganhar uma valorização cada vez maior devido ao desenvolvimento da urbanização. Esse desenvolvimento se deu com o primeiro loteamento na região, que aconteceu no bairro da Vila Santa Catarina, que era, até então, o bairro mais desenvolvido do Jabaquara (esse loteamento ocorreu entre os anos 1920 e 1921). Até 1950 aquela era uma região pouco povoada e consequentemente pouco desenvolvida, que contava com chácaras grandes espalhadas pelo território e alguns núcleos urbanos. Porém, após o loteamento o processo de urbanização começou a ficar mais forte na região, em 1928 foi construída a auto-estrada Washington Luís, que liga a Vila Mariana ao aeroporto de Congonhas, que naquela época ainda era um loteamento suburbano. Já em 1936, foi inaugurado o aeroporto de Congonhas e em meados de 1940, a pedidos do até então arcebispo Dom José Gaspar Afonso e Silva, foi construída a Paróquia São Judas Tadeu, o que incentivou a abertura de novos loteamentos nas regiões do Jardim Aeroporto, Vila Santa Catarina, Vila Parque Jabaquara e Vila Mascote. Posteriormente ocorreu uma outra valorização, em 1968, ano em que começaram as obras do metrô de São Paulo e ficou determinada que a primeira estação da linha seria a estação Jabaquara. Três anos depois mais uma valorização ocorreu, com a criação do Terminal Rodoviário Intermunicipal Jabaquara, localizado no sul da cidade. A questão comercial também cresceu muito. Esses fatores fizeram com que toda a região fosse crescendo cada vez mais. Na década de 1990 ocorreu o boom imobiliário na Vila Mascote, o que fez com que o bairro que era conhecido pelas suas ruas calmas e cheias de árvores e principalmente com casas e sobrados, mais especificamente, ganhasse diversos prédios de alto padrão, tornando-a uma das áreas mais valorizadas da cidade. Mas mesmo com esse crescimento, o bairro da Vila Mascote não perdeu seu aspecto de "cidade do interior" pois suas ruas mantiveram-se calmas e repletas de árvoresSão Paulo - SP400 M2 terreno e 336 M2 área útil . Tem 16 salas + cozinha , sala TV + 6 vagas auto + 7 chuveiros + 4 banheiros Vila Mascote é um bairro nobre localizado no distrito do Jabaquara, zona sul da cidade de São Paulo[1][2]. Antes de ser totalmente ocupada, as limitações da Vila Mascote eram terras para cultivo de café e uma grande avenida próxima era um rio, que hoje está coberto. Fica próximo aos bairros de Campo Belo, Moema, Vila Santa Catarina, Jardim Prudência, Jabaquara, Chácara Flora e Brooklin. Até o final da década de 1980 era composto apenas por pequenos sobrados, semelhantes aos encontrados em bairros vizinhos, tais como o Brooklin Paulista, a Vila Santa Catarina, além do bairro do Jabaquara. Sua proximidade com o aeroporto de Congonhas e com vias importantes da cidade, como a Marginal Pinheiros, Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini e a Avenida 23 de Maio e o fácil acesso ao litoral paulista, fizeram a região sofrer um grande boom imobiliário na década de 1990, o que fez com que se tornasse um dos bairros mais valorizados da região, que permanece até os dias atuais.[2] Hoje o bairro é predominantemente formado por edifícios de luxo de alto padrão de 2, 3 e 4 dormitórios e edifícios de cerca de 20 andares[3][4] mas, mesmo assim, não perdeu suas características da década de 80, como ruas tranquilas e arborizadas. A maior concentração deles se localiza na região da Avenida Mascote. O bairro é conhecido também por ser semelhante a Moema, que possuía características semelhantes e sofreu processo de verticalização no mesmo período. É um bairro nobre classificado com zona B do CRECI assim como os bairros de Vila Mariana, Jardim Prudência, Planalto Paulista, Chácara Flora e Alto de Santana . Hoje é uns dos bairros mais cobiçados de São Paulo; tendo em vista sua localização, estrutura e segurança, a Vila Mascote é comparado a muitos bairros consagrados da cidade como Moema, Morumbi, Saúde e Jardim Paulista. Segundo o mercado imobiliário, o bairro foi um dos que mais se valorizaram em 2015 na cidade de São Paulo. A igreja do Padre Marcelo Rossi situava-se no bairro, e teve de ser deslocada no começo dos anos 2000 por, segundo a associação de moradores, incomodar e tumultuar o tráfego na região. O bairro conta também com uma unidade Escoteira, o cinquentenário Grupo Escoteiro Umuarama 81/SP, vindo do Bairro Ibirapuera para oferecer à comunidade a oportunidade de os jovens realizarem atividades ao ar livre, e se desenvolverem dentro de um método educacional único, o método escoteiro, que reúne crianças e adolescentes do mundo inteiro, no maior movimento Jovem da atualidade. A Vila Mascote é localizada no distrito do Jabaquara, no município de São Paulo, tendo em vista que este foi criado em 1964 e conta com cerca de 220.000 habitantes. No século XVII era ocupado por viajantes que prosseguiam em direção a Santo Amaro e a Borda do Campo, desde então começou a ser procurado com mais recorrência por fazendeiros, e ser constituído por alguns comércios e estabelecimentos agrícolas. Até os anos 50 cultivava-se na região flores selvagens para a população se sustentar: a Abaparia capenesis (tulipa-do-inverno) era a flor que obtinha a maior fonte de renda[5]. Todavia popularizou-se somente no século XIX, quando a prefeitura instalou o parque do Jabaquara que atraiu mais pessoas pela disponibilidade para fazer piqueniques e passeios. Começou o processo de loteamento no ano de 1920 e 1921, na Vila Santa Catarina. A partir do final da década de 1920, a área do Jabaquara começou a ganhar uma valorização cada vez maior devido ao desenvolvimento da urbanização. Esse desenvolvimento se deu com o primeiro loteamento na região, que aconteceu no bairro da Vila Santa Catarina, que era, até então, o bairro mais desenvolvido do Jabaquara (esse loteamento ocorreu entre os anos 1920 e 1921). Até 1950 aquela era uma região pouco povoada e consequentemente pouco desenvolvida, que contava com chácaras grandes espalhadas pelo território e alguns núcleos urbanos. Porém, após o loteamento o processo de urbanização começou a ficar mais forte na região, em 1928 foi construída a auto-estrada Washington Luís, que liga a Vila Mariana ao aeroporto de Congonhas, que naquela época ainda era um loteamento suburbano. Já em 1936, foi inaugurado o aeroporto de Congonhas e em meados de 1940, a pedidos do até então arcebispo Dom José Gaspar Afonso e Silva, foi construída a Paróquia São Judas Tadeu, o que incentivou a abertura de novos loteamentos nas regiões do Jardim Aeroporto, Vila Santa Catarina, Vila Parque Jabaquara e Vila Mascote. Posteriormente ocorreu uma outra valorização, em 1968, ano em que começaram as obras do metrô de São Paulo e ficou determinada que a primeira estação da linha seria a estação Jabaquara. Três anos depois mais uma valorização ocorreu, com a criação do Terminal Rodoviário Intermunicipal Jabaquara, localizado no sul da cidade. A questão comercial também cresceu muito. Esses fatores fizeram com que toda a região fosse crescendo cada vez mais. Na década de 1990 ocorreu o boom imobiliário na Vila Mascote, o que fez com que o bairro que era conhecido pelas suas ruas calmas e cheias de árvores e principalmente com casas e sobrados, mais especificamente, ganhasse diversos prédios de alto padrão, tornando-a uma das áreas mais valorizadas da cidade. Mas mesmo com esse crescimento, o bairro da Vila Mascote não perdeu seu aspecto de "cidade do interior" pois suas ruas mantiveram-se calmas e repletas de árvores Vila Mascote é um bairro nobre localizado no distrito do Jabaquara, zona sul da cidade de São Paulo[1][2]. Antes de ser totalmente ocupada, as limitações da Vila Mascote eram terras para cultivo de café e uma grande avenida próxima era um rio, que hoje está coberto. Fica próximo aos bairros de Campo Belo, Moema, Vila Santa Catarina, Jardim Prudência, Jabaquara, Chácara Flora e Brooklin. Até o final da década de 1980 era composto apenas por pequenos sobrados, semelhantes aos encontrados em bairros vizinhos, tais como o Brooklin Paulista, a Vila Santa Catarina, além do bairro do Jabaquara. Sua proximidade com o aeroporto de Congonhas e com vias importantes da cidade, como a Marginal Pinheiros, Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini e a Avenida 23 de Maio e o fácil acesso ao litoral paulista, fizeram a região sofrer um grande boom imobiliário na década de 1990, o que fez com que se tornasse um dos bairros mais valorizados da região, que permanece até os dias atuais.[2] Hoje o bairro é predominantemente formado por edifícios de luxo de alto padrão de 2, 3 e 4 dormitórios e edifícios de cerca de 20 andares[3][4] mas, mesmo assim, não perdeu suas características da década de 80, como ruas tranquilas e arborizadas. A maior concentração deles se localiza na região da Avenida Mascote. O bairro é conhecido também por ser semelhante a Moema, que possuía características semelhantes e sofreu processo de verticalização no mesmo período. É um bairro nobre classificado com zona B do CRECI assim como os bairros de Vila Mariana, Jardim Prudência, Planalto Paulista, Chácara Flora e Alto de Santana . Hoje é uns dos bairros mais cobiçados de São Paulo; tendo em vista sua localização, estrutura e segurança, a Vila Mascote é comparado a muitos bairros consagrados da cidade como Moema, Morumbi, Saúde e Jardim Paulista. Segundo o mercado imobiliário, o bairro foi um dos que mais se valorizaram em 2015 na cidade de São Paulo. A igreja do Padre Marcelo Rossi situava-se no bairro, e teve de ser deslocada no começo dos anos 2000 por, segundo a associação de moradores, incomodar e tumultuar o tráfego na região. O bairro conta também com uma unidade Escoteira, o cinquentenário Grupo Escoteiro Umuarama 81/SP, vindo do Bairro Ibirapuera para oferecer à comunidade a oportunidade de os jovens realizarem atividades ao ar livre, e se desenvolverem dentro de um método educacional único, o método escoteiro, que reúne crianças e adolescentes do mundo inteiro, no maior movimento Jovem da atualidade. A Vila Mascote é localizada no distrito do Jabaquara, no município de São Paulo, tendo em vista que este foi criado em 1964 e conta com cerca de 220.000 habitantes. No século XVII era ocupado por viajantes que prosseguiam em direção a Santo Amaro e a Borda do Campo, desde então começou a ser procurado com mais recorrência por fazendeiros, e ser constituído por alguns comércios e estabelecimentos agrícolas. Até os anos 50 cultivava-se na região flores selvagens para a população se sustentar: a Abaparia capenesis (tulipa-do-inverno) era a flor que obtinha a maior fonte de renda[5]. Todavia popularizou-se somente no século XIX, quando a prefeitura instalou o parque do Jabaquara que atraiu mais pessoas pela disponibilidade para fazer piqueniques e passeios. Começou o processo de loteamento no ano de 1920 e 1921, na Vila Santa Catarina. A partir do final da década de 1920, a área do Jabaquara começou a ganhar uma valorização cada vez maior devido ao desenvolvimento da urbanização. Esse desenvolvimento se deu com o primeiro loteamento na região, que aconteceu no bairro da Vila Santa Catarina, que era, até então, o bairro mais desenvolvido do Jabaquara (esse loteamento ocorreu entre os anos 1920 e 1921). Até 1950 aquela era uma região pouco povoada e consequentemente pouco desenvolvida, que contava com chácaras grandes espalhadas pelo território e alguns núcleos urbanos. 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Avenida dos Bandeirantes, 4819 - Planalto PaulistaOportunidade Sobrado Comercial no bairro Planalto Paulista (em frente ao Aeroporto de Congonhas/Moema) 179m² área construída 180m² terreno 5 Salas de escritório 2 Grandes salas 7 Salas no total Amplos armários em 3 salas Acessos separados para andar de baixo e de cima 6 vaga(s) 3 banheiro(s) (1 em cima e 2 embaixo) 2 copas (1 em cima e 1 embaixo) Quintal Área de serviço Portão automático Câmeras de monitoramento Alarme Cabeamento de rede e telefone Elétrica 100% nova Piso porcelanato 100% reformadoSão Paulo - SPOportunidade Sobrado Comercial no bairro Planalto Paulista (em frente ao Aeroporto de Congonhas/Moema) 179m² área construída 180m² terreno 5 Salas de escritório 2 Grandes salas 7 Salas no total Amplos armários em 3 salas Acessos separados para andar de baixo e de cima 6 vaga(s) 3 banheiro(s) (1 em cima e 2 embaixo) 2 copas (1 em cima e 1 embaixo) Quintal Área de serviço Portão automático Câmeras de monitoramento Alarme Cabeamento de rede e telefone Elétrica 100% nova Piso porcelanato 100% reformado
Rua Luís Correia de Melo, 148 - Vila CruzeiroTHE GIFT - VILA CRUZEIRO IMÓVEL: 210m² | 3 Suítes | 5 Banheiros | 4 Vagas DESTAQUES: Amplo terraço, elevador privativo, ar-condicionado e armários Todeschini. LAZER COMPLETO: 20 mil m² com 2 quadras de tênis, piscinas (raia 25m), academia, campo de futsal e monitoria inclusa (Ballet, Judô, Yoga, Natação, etc.).São Paulo - SPTHE GIFT - VILA CRUZEIRO IMÓVEL: 210m² | 3 Suítes | 5 Banheiros | 4 Vagas DESTAQUES: Amplo terraço, elevador privativo, ar-condicionado e armários Todeschini. LAZER COMPLETO: 20 mil m² com 2 quadras de tênis, piscinas (raia 25m), academia, campo de futsal e monitoria inclusa (Ballet, Judô, Yoga, Natação, etc.).
Rua Alexandre Dumas, 2220 - Chácara Santo Antônio (Zona Sul)Sala/Conjunto para aluguel e venda com 540 metros quadrados CHÁCARA SANTO ANTÔNIO Conjunto comercial, 540m2, 12 vagas. Ótima localização, com 540 metros quadrados, 12 vagas. Próximo de supermercados, restaurantes, transporte público e vias de acesso. Visitas agendadas com o corretor.São Paulo - SPSala/Conjunto para aluguel e venda com 540 metros quadrados CHÁCARA SANTO ANTÔNIO Conjunto comercial, 540m2, 12 vagas. Ótima localização, com 540 metros quadrados, 12 vagas. Próximo de supermercados, restaurantes, transporte público e vias de acesso. Visitas agendadas com o corretor.
Rua Luiz Seráphico Júnior, 511 - Chácara Santo AntônioLocalização privilegiada: - Nova Berrini, Continuação da Chucri Zaidan - Fácil acesso pela Chácara Santo Antônio (continuação da Chucri Zaidan), Marginal Pinheiros, Ponte Edson de Godoy Bueno (Panamby / Itapaiuna), Ponte Laguna, Av. João Dias - Próximo à Rua Verbo Divino, Av. João Dias, Av. Vereador José Diniz, Parque Burle Marx - Próximo a Restaurantes, Bancos, Comércios em geral - Em Frente ao Corredor de Ônibus (mesmo da Berrini) - A 10min da Estação CPTM Granja Julieta (Linha 9 - Esmeralda) - Fora da Zona de Rodízio de Veículos Sala comercial com 316m2 em Vão Livre - Andar Alto com vista privilegiada: 14º andar - Pronta para Ocupação - Área útil: 316 m2 - Banheiros: 4 - Ar Condicionado: Sim, VRF/VRV (última tecnologia, eficiente e econômica em consumo de energia) - Piso: Elevado Ardósia com Carpete em Placas Belgotex Novo - Forro: Mineral Anti-Acústico OWA Importado da Alemanha - Luminárias: LED - Persianas Novas - Sistema Detectores de Fumaça e Sprinklers contra Incêndio - Terraço Panorâmico com fechamento em vidros Mansur - Copa com Área de Descompressão - Vagas: 09 O prédio oferece: - Construção com Qualidade - Gerador - 04 Elevadores Inteligentes de Alta Velocidade - Hall com Pé Direito Duplo - Café - Bicicletário - Controle de Acesso c/ Catracas Eletrônicas - Estacionamento para Visitantes - Segurança CFTV - Portaria 24 horas, 7 dias por semanaSão Paulo - SPLocalização privilegiada: - Nova Berrini, Continuação da Chucri Zaidan - Fácil acesso pela Chácara Santo Antônio (continuação da Chucri Zaidan), Marginal Pinheiros, Ponte Edson de Godoy Bueno (Panamby / Itapaiuna), Ponte Laguna, Av. João Dias - Próximo à Rua Verbo Divino, Av. João Dias, Av. Vereador José Diniz, Parque Burle Marx - Próximo a Restaurantes, Bancos, Comércios em geral - Em Frente ao Corredor de Ônibus (mesmo da Berrini) - A 10min da Estação CPTM Granja Julieta (Linha 9 - Esmeralda) - Fora da Zona de Rodízio de Veículos Sala comercial com 316m2 em Vão Livre - Andar Alto com vista privilegiada: 14º andar - Pronta para Ocupação - Área útil: 316 m2 - Banheiros: 4 - Ar Condicionado: Sim, VRF/VRV (última tecnologia, eficiente e econômica em consumo de energia) - Piso: Elevado Ardósia com Carpete em Placas Belgotex Novo - Forro: Mineral Anti-Acústico OWA Importado da Alemanha - Luminárias: LED - Persianas Novas - Sistema Detectores de Fumaça e Sprinklers contra Incêndio - Terraço Panorâmico com fechamento em vidros Mansur - Copa com Área de Descompressão - Vagas: 09 O prédio oferece: - Construção com Qualidade - Gerador - 04 Elevadores Inteligentes de Alta Velocidade - Hall com Pé Direito Duplo - Café - Bicicletário - Controle de Acesso c/ Catracas Eletrônicas - Estacionamento para Visitantes - Segurança CFTV - Portaria 24 horas, 7 dias por semana
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Avenida Bem-te-vi, 333 - MoemaLinda sala comercial com 52m² de área útil e área total de 101m² na Avenida Bem-te-vi, Moema zona Sul de São Paulo. Totalmente reformada e equipada com banheiro, copa, piso de madeira, iluminação em Led e ar condicionado, uma vaga de garagem, com portaria 24hs com total segurança e uma vista para o Shopping Ibirapuera. Localização privilegiada com acesso pela Avenida Ibirapuera, Avenida dos Bandeirantes e Avenida 23 de Maio, a menos de 50 metros do Shopping Ibirapuera e da estação Eucaliptos do Metrô.São Paulo - SPLinda sala comercial com 52m² de área útil e área total de 101m² na Avenida Bem-te-vi, Moema zona Sul de São Paulo. Totalmente reformada e equipada com banheiro, copa, piso de madeira, iluminação em Led e ar condicionado, uma vaga de garagem, com portaria 24hs com total segurança e uma vista para o Shopping Ibirapuera. Localização privilegiada com acesso pela Avenida Ibirapuera, Avenida dos Bandeirantes e Avenida 23 de Maio, a menos de 50 metros do Shopping Ibirapuera e da estação Eucaliptos do Metrô.
Rua São Tomé, 119 - Vila OlímpiaSala comercial de 36 m² no Edifício Business Center Vila Olímpia, para entrada imediata! O espaço conta com: - Ar-condicionado instalado; - Piso em ótimo estado; - Copa com pia e armários embutidos; - Geladeira; - Possibilidade de adicionar mesas, cadeiras e armários; - 1 vaga de garagem; - 350m da Estação Vila Olimpia (CPTM). Ideal para profissionais liberais, startups, consultórios ou escritórios administrativos que buscam praticidade e localização privilegiada. O edifício possui portaria, elevadores e excelente infraestrutura empresarial, no coração da Vila Olímpia.São Paulo - SPSala comercial de 36 m² no Edifício Business Center Vila Olímpia, para entrada imediata! O espaço conta com: - Ar-condicionado instalado; - Piso em ótimo estado; - Copa com pia e armários embutidos; - Geladeira; - Possibilidade de adicionar mesas, cadeiras e armários; - 1 vaga de garagem; - 350m da Estação Vila Olimpia (CPTM). Ideal para profissionais liberais, startups, consultórios ou escritórios administrativos que buscam praticidade e localização privilegiada. O edifício possui portaria, elevadores e excelente infraestrutura empresarial, no coração da Vila Olímpia.
Alameda dos Aicás, 1404 - IndianópolisLindo apartamento com vista panorâmica, varanda gourmet em ótimo local ! Prédio com 14 anos de construcão .São Paulo - SPLindo apartamento com vista panorâmica, varanda gourmet em ótimo local ! Prédio com 14 anos de construcão .
Rua Apeninos, 222 - AclimaçãoEndereço: Rua Apeninos, 222... • Região: Paraíso • Área do terreno: 2.261,16 m² • N° de pavimentos: 9 • N° de subsolos: 4 • Nº de elevadores: 3 • N° de escadas: 1 • N° de vagas: 1 • Gerador de energia com ligação automática no caso de interrupção do fornecimento de energia elétrica pela concessionária. • Sistema de circuito fechado de câmeras e monitoramento. • Sistema de acesso por catracas. Ao lado da estação Vergueiro do metrô • 600m da Av. 23 de Maio • 900m da Av. Paulista • Próximo dos principais hospitais da capital. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentes. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. 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Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. 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Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentes. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentes.
Avenida Pedro Bueno, 900 - Jabaquara- Imóvel comercial, sobrado geminado com 200m2 de área útil (terreno de 5,5 m de frente e 32 m de fundo), 2 vagas de garagem, portão-automático, localizado há menos de 1,5km da estação Conceição do Metrô. Recentemente reformado, já dispõe de piso laminado para alta circulação, escada em granito, área externa para confraternizações, circuito fechado de TV, e circuitos para energia estabilizada (no-break) em todas as salas. - Piso superior: -- 4 Salas -- 3 Banheiros -- 1 Copa - Piso inferior: -- 1 Salão de 60m2 -- 1 Depósito -- 1 Banheiro -- 1 Cozinha - Estuda-se proposta considerando a inclusão dos seguintes equipamentos já presentes no imóvel (considerar acréscimo de R$50.000,00 no preço do imóvel): -- Piso inferior: --- 18 Postos de trabalho cada um com computador, monitor e cadeira --- 1 Computador para serviço de impressão e monitoramento --- 1 Impressora A3 jato de tinta --- 1 Impressora laser --- 3 Aparelhos de ar condicionado tipo split --- 1 Nobreak de 10 kVA para circuitos de energia estabilizada --- 1 Rack com PABX, switches para rede dos computadores/alarme e monitoramento --- 3 Aparelhos de telefone -- Piso superior: --- 3 salas já equipadas cada uma com computador, monitor, impressora (sendo uma das impressoras uma multifuncional Xerox laser colorida), 3 cadeiras (sendo 2 para visitas), mesas, armários, telefone e aparelho de ar condicionado do tipo split -- 1 sala de reunião com mesa, 6 cadeiras, telefone e aparelho de ar condicionado do tipo split Se você está procurando morar em uma região tranquila, segura e bem localizada, então o bairro Jabaquara, situado na Zona Sul de São Paulo, pode ser a opção ideal para você. O bairro apresenta ampla infraestrutura, ótimas opções de transporte, boa segurança, atrativos de lazer e entretenimento, serviços e comércios, além de uma localização estratégica para quem precisa se locomover na capital paulista. Mas lembre-se: por ser um bairro bastante movimentado, o alto fluxo de carros em horários de pico pode ser estressante. Por isso, planeje-se para sair com antecedência para os seus compromissos, seja de carro ou de transporte público. As principais vias de acesso que ligam o bairro Jabaquara a outras zonas paulistanas são as avenidas Jabaquara, Washington Luís, Bandeirantes e a Doutor Ricardo Jafet. A região também fornece acesso facilitado para as rodovias Imigrantes, Anchieta e para o Rodoanel trecho Sul. Ainda falando em mobilidade, Jabaquara tem uma estação rodoviária que oferece rotas para vários locais, incluindo cidades do litoral paulista, como Guarujá, Praia Grande e Santos. Além disso, quem mora por aqui pode aproveitar três estações de metrô da Linha - 1 Azul (linha azul): Jabaquara, São Judas e Conceição. Se você está procurando mais motivos para morar no bairro, saiba que deve considerar a grande variedade de comércios e serviços, como restaurantes, supermercados, drogarias, lanchonetes, academias, bancos e hospitais. Além disso, há colégios de Ensino Fundamental e Médio, assim como faculdades. Além disso, situado bem próximo ao Jabaquara, o Shopping Plaza Sul se tornou uma referência de entretenimento e lazer para quem mora na região. Com cerca de 220 lojas, 2 praças de alimentação e cinemas. No bairro você também encontra diversas atividades culturais, como o Museu da Lâmpada que retrata a história da iluminação, o Centro Cultural Jabaquara, que é um espaço arborizado com uma grande biblioteca aberta ao público, e a Paróquia São Judas Tadeu, que foi construída em 1940. Se você gosta de fazer atividades ao ar livre ou passear com seu pet, Jabaquara também conta com diversas áreas verdes para quem gosta de ter mais contato com a natureza. O Parque Nabuco, por exemplo, é uma ótima opção para relaxar e praticar esportes, como caminhada, corrida e ciclismo. Além disso, há banheiros e uma quadra poliesportiva. Outra excelente alternativa é o Parque Lina e Paulo Raia que tem um orquidário, aparelhos para ginástica, pista de corrida, etc. E para quem quer desfrutar de um lazer noturno, há diversos bares e restaurantes para curtir uma música ao vivo e jogar conversa fora com os amigos. Já pensando em segurança, o bairro conta com uma delegacia de polícia próxima à estação de metrô de mesmo nome, onde é comum se deparar com agentes policiais e patrulhas rondando as ruas. Como vimos, o bairro do Jabaquara é uma ótima escolha para pessoas que desejam morar em um local que oferece qualidade de vida, mobilidade urbana, boa infraestrutura e variadas opções de lazer. Quer morar no Jabaquara e fazer seu processo de aluguel ou compra de imóvel de forma simples e descomplicada? O QuintoAndar pode te ajudar. Se você está procurando morar em uma região tranquila, segura e bem localizada, então o bairro Jabaquara, situado na Zona Sul de São Paulo, pode ser a opção ideal para você. O bairro apresenta ampla infraestrutura, ótimas opções de transporte, boa segurança, atrativos de lazer e entretenimento, serviços e comércios, além de uma localização estratégica para quem precisa se locomover na capital paulista. Mas lembre-se: por ser um bairro bastante movimentado, o alto fluxo de carros em horários de pico pode ser estressante. Por isso, planeje-se para sair com antecedência para os seus compromissos, seja de carro ou de transporte público. 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Rua Kaoru Oda, 282 - Jardim das VertentesCasa à Venda Sobrado Reformado a 450m do Metrô Vila Sônia Rua Kaoro Oda, 282. Conforto, Espaço e Localização PrivilegiadaDescubra o equilíbrio perfeito entre conforto, praticidade e qualidade de vida neste belo sobrado localizado em uma rua tranquila e arborizada, com segurança 24 horas e a apenas 450 metros da estação Vila Sônia (Linha Amarela do Metrô).Totalmente reformado e pronto para morar, o imóvel é ideal para famílias que valorizam espaço e localização estraté[LINK_REMOVIDO]ísticas do Imóvel:3 dormitórios amplos, sendo 1 suíte com banheira e terraçoDormitórios com armários embutidos e ótima iluminação natural Banheiro social com box de vidro, chuveiro e gabineteSala ampla, incluindo sala com lareira e lavaboSala de jantar integrada à cozinha espaçosa com armários planejadosÁrea de serviço completa, com lavanderia e um quarto com banheiroSubsolo com área gourmet: salão de festas, churrasqueira, bar, banheiro e adega perfeito para receber amigos e familiaresGaragem coberta para dois carrosDiferenciais do Imóvel:Piso de madeira, escada em mármore, esquadrias e portas de madeiraParte elétrica totalmente revisadaReformado recentemente pronto para entrar e morarLocalização Privilegiada:Fácil acesso à Rod. Raposo Tavares (km 12,5), Av. Prof. Francisco Morato, Rodoanel e Av. PolitécnicaPróximo à USP, Parque Chácara do Jockey (menos de 2 km) e ao Parque Carlos PrestesRegião rica em comércio: - Shoppings Butantã e Raposo Tavares - Supermercados (Extra, Dia ), Makro Atacadista - Farmácias (Droga Raia, São Paulo, Drogasil), lanchonetes (McDonalds, Burger King, Habibs) - Postos de gasolina, bancos (Itaú, Bradesco, Santander), padarias, açougues, lotéricas e muito maisPróximo à Casa de Cultura do ButantãEscolas, serviços de saúde (AMA Butantã) e transporte público na portaAgende sua visita e venha conhecer essa casa incrível, que une conforto, localização e qualidade de vidaSão Paulo - SPCasa à Venda Sobrado Reformado a 450m do Metrô Vila Sônia Rua Kaoro Oda, 282. Conforto, Espaço e Localização PrivilegiadaDescubra o equilíbrio perfeito entre conforto, praticidade e qualidade de vida neste belo sobrado localizado em uma rua tranquila e arborizada, com segurança 24 horas e a apenas 450 metros da estação Vila Sônia (Linha Amarela do Metrô).Totalmente reformado e pronto para morar, o imóvel é ideal para famílias que valorizam espaço e localização estraté[LINK_REMOVIDO]ísticas do Imóvel:3 dormitórios amplos, sendo 1 suíte com banheira e terraçoDormitórios com armários embutidos e ótima iluminação natural Banheiro social com box de vidro, chuveiro e gabineteSala ampla, incluindo sala com lareira e lavaboSala de jantar integrada à cozinha espaçosa com armários planejadosÁrea de serviço completa, com lavanderia e um quarto com banheiroSubsolo com área gourmet: salão de festas, churrasqueira, bar, banheiro e adega perfeito para receber amigos e familiaresGaragem coberta para dois carrosDiferenciais do Imóvel:Piso de madeira, escada em mármore, esquadrias e portas de madeiraParte elétrica totalmente revisadaReformado recentemente pronto para entrar e morarLocalização Privilegiada:Fácil acesso à Rod. Raposo Tavares (km 12,5), Av. Prof. Francisco Morato, Rodoanel e Av. PolitécnicaPróximo à USP, Parque Chácara do Jockey (menos de 2 km) e ao Parque Carlos PrestesRegião rica em comércio: - Shoppings Butantã e Raposo Tavares - Supermercados (Extra, Dia ), Makro Atacadista - Farmácias (Droga Raia, São Paulo, Drogasil), lanchonetes (McDonalds, Burger King, Habibs) - Postos de gasolina, bancos (Itaú, Bradesco, Santander), padarias, açougues, lotéricas e muito maisPróximo à Casa de Cultura do ButantãEscolas, serviços de saúde (AMA Butantã) e transporte público na portaAgende sua visita e venha conhecer essa casa incrível, que une conforto, localização e qualidade de vida
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Rua Comendador Miguel Calfat, 128 - Vila Nova ConceiçãoA Vila Nova Conceição, localizada na Zona Sul de São Paulo, é considerada um dos melhores bairros para se morar em São Paulo. Com áreas arborizadas, ruas bem conservadas e iluminadas, o bairro é uma excelente opção para quem gosta de realizar atividades ao ar livre. Alugar ou comprar um imóvel em Vila Nova Conceição pode ser interessante para quem admira um passeio ao ar livre e gosta de contemplar amplas áreas verdes dentro da cidade de São Paulo.... A mobilidade no bairro é outro ponto positivo. Na Avenida Santo Amaro, que corta o bairro, existe um corredor de ônibus, o que facilita muito a vida dos moradores que utilizam as linhas para trabalhar, estudar ou simplesmente se deslocar. O bairro possui hospitais, escolas e universidades. Considerado um local bastante tranquilo, oferece opções de alta gastronomia. Há excelentes restaurantes, ótimos cafés, padarias e bares - se você alugar ou comprar uma ou apartamento na Vila Nova Conceição, basta alguns passos e estará na frente de uma boa opção gastronômica. E também é um bairro para quem gosta de se divertir à noite. Por lá existem bares com música ao vivo e opções que ficam cheias no famoso happy hour. Quando o assunto é segurança, Vila Nova Conceição é considerada uma das áreas mais seguras de toda a cidade. São diversos condomínios que contam com serviços de segurança e proteção ao patrimônio. As ruas contam com um excelente sistema de iluminação e a tranquilidade pode ser percebida na rotina de cada um que vive ou passa pelo bairro - fatores positivos para quem quer comprar ou alugar casas ou apartamentos na Vila Nova Conceição. Para os estudantes, a Vila Nova Conceição oferece uma ampla rede. O local abriga as mais diversas instituições, sendo algumas delas bastante conhecidas, como o Grupo Escolar Martim Francisco e a FMU. São muitos os motivos para morar ou frequentar Vila Nova Conceição: muita área verde, fácil mobilidade, amplo suporte educacional, bares, restaurantes e tranquilidade. É um dos melhores bairros da capital e investir em imóveis por ali, sendo para alugar ou comprar, é uma ideia bastante interessante. A Vila Nova Conceição, localizada na Zona Sul de São Paulo, é considerada um dos melhores bairros para se morar em São Paulo. Com áreas arborizadas, ruas bem conservadas e iluminadas, o bairro é uma excelente opção para quem gosta de realizar atividades ao ar livre. Alugar ou comprar um imóvel em Vila Nova Conceição pode ser interessante para quem admira um passeio ao ar livre e gosta de contemplar amplas áreas verdes dentro da cidade de São Paulo. A mobilidade no bairro é outro ponto positivo. Na Avenida Santo Amaro, que corta o bairro, existe um corredor de ônibus, o que facilita muito a vida dos moradores que utilizam as linhas para trabalhar, estudar ou simplesmente se deslocar. O bairro possui hospitais, escolas e universidades. Considerado um local bastante tranquilo, oferece opções de alta gastronomia. Há excelentes restaurantes, ótimos cafés, padarias e bares - se você alugar ou comprar uma ou apartamento na Vila Nova Conceição, basta alguns passos e estará na frente de uma boa opção gastronômica. E também é um bairro para quem gosta de se divertir à noite. Por lá existem bares com música ao vivo e opções que ficam cheias no famoso happy hour. Quando o assunto é segurança, Vila Nova Conceição é considerada uma das áreas mais seguras de toda a cidade. São diversos condomínios que contam com serviços de segurança e proteção ao patrimônio. As ruas contam com um excelente sistema de iluminação e a tranquilidade pode ser percebida na rotina de cada um que vive ou passa pelo bairro - fatores positivos para quem quer comprar ou alugar casas ou apartamentos na Vila Nova Conceição. Para os estudantes, a Vila Nova Conceição oferece uma ampla rede. O local abriga as mais diversas instituições, sendo algumas delas bastante conhecidas, como o Grupo Escolar Martim Francisco e a FMU. São muitos os motivos para morar ou frequentar Vila Nova Conceição: muita área verde, fácil mobilidade, amplo suporte educacional, bares, restaurantes e tranquilidade. É um dos melhores bairros da capital e investir em imóveis por ali, sendo para alugar ou comprar, é uma ideia bastante interessante. A Vila Nova Conceição, localizada na Zona Sul de São Paulo, é considerada um dos melhores bairros para se morar em São Paulo. Com áreas arborizadas, ruas bem conservadas e iluminadas, o bairro é uma excelente opção para quem gosta de realizar atividades ao ar livre. Alugar ou comprar um imóvel em Vila Nova Conceição pode ser interessante para quem admira um passeio ao ar livre e gosta de contemplar amplas áreas verdes dentro da cidade de São Paulo. A mobilidade no bairro é outro ponto positivo. Na Avenida Santo Amaro, que corta o bairro, existe um corredor de ônibus, o que facilita muito a vida dos moradores que utilizam as linhas para trabalhar, estudar ou simplesmente se deslocar. O bairro possui hospitais, escolas e universidades. Considerado um local bastante tranquilo, oferece opções de alta gastronomia. Há excelentes restaurantes, ótimos cafés, padarias e bares - se você alugar ou comprar uma ou apartamento na Vila Nova Conceição, basta alguns passos e estará na frente de uma boa opção gastronômica. E também é um bairro para quem gosta de se divertir à noite. Por lá existem bares com música ao vivo e opções que ficam cheias no famoso happy hour. Quando o assunto é segurança, Vila Nova Conceição é considerada uma das áreas mais seguras de toda a cidade. São diversos condomínios que contam com serviços de segurança e proteção ao patrimônio. As ruas contam com um excelente sistema de iluminação e a tranquilidade pode ser percebida na rotina de cada um que vive ou passa pelo bairro - fatores positivos para quem quer comprar ou alugar casas ou apartamentos na Vila Nova Conceição. Para os estudantes, a Vila Nova Conceição oferece uma ampla rede. O local abriga as mais diversas instituições, sendo algumas delas bastante conhecidas, como o Grupo Escolar Martim Francisco e a FMU. São muitos os motivos para morar ou frequentar Vila Nova Conceição: muita área verde, fácil mobilidade, amplo suporte educacional, bares, restaurantes e tranquilidade. É um dos melhores bairros da capital e investir em imóveis por ali, sendo para alugar ou comprar, é uma ideia bastante interessante. A Vila Nova Conceição, localizada na Zona Sul de São Paulo, é considerada um dos melhores bairros para se morar em São Paulo. Com áreas arborizadas, ruas bem conservadas e iluminadas, o bairro é uma excelente opção para quem gosta de realizar atividades ao ar livre. Alugar ou comprar um imóvel em Vila Nova Conceição pode ser interessante para quem admira um passeio ao ar livre e gosta de contemplar amplas áreas verdes dentro da cidade de São Paulo. A mobilidade no bairro é outro ponto positivo. Na Avenida Santo Amaro, que corta o bairro, existe um corredor de ônibus, o que facilita muito a vida dos moradores que utilizam as linhas para trabalhar, estudar ou simplesmente se deslocar. O bairro possui hospitais, escolas e universidades. Considerado um local bastante tranquilo, oferece opções de alta gastronomia. Há excelentes restaurantes, ótimos cafés, padarias e bares - se você alugar ou comprar uma ou apartamento na Vila Nova Conceição, basta alguns passos e estará na frente de uma boa opção gastronômica. E também é um bairro para quem gosta de se divertir à noite. Por lá existem bares com música ao vivo e opções que ficam cheias no famoso happy hour. Quando o assunto é segurança, Vila Nova Conceição é considerada uma das áreas mais seguras de toda a cidade. São diversos condomínios que contam com serviços de segurança e proteção ao patrimônio. As ruas contam com um excelente sistema de iluminação e a tranquilidade pode ser percebida na rotina de cada um que vive ou passa pelo bairro - fatores positivos para quem quer comprar ou alugar casas ou apartamentos na Vila Nova Conceição. Para os estudantes, a Vila Nova Conceição oferece uma ampla rede. O local abriga as mais diversas instituições, sendo algumas delas bastante conhecidas, como o Grupo Escolar Martim Francisco e a FMU. São muitos os motivos para morar ou frequentar Vila Nova Conceição: muita área verde, fácil mobilidade, amplo suporte educacional, bares, restaurantes e tranquilidade. É um dos melhores bairros da capital e investir em imóveis por ali, sendo para alugar ou comprar, é uma ideia bastante interessante.São Paulo - SPA Vila Nova Conceição, localizada na Zona Sul de São Paulo, é considerada um dos melhores bairros para se morar em São Paulo. Com áreas arborizadas, ruas bem conservadas e iluminadas, o bairro é uma excelente opção para quem gosta de realizar atividades ao ar livre. Alugar ou comprar um imóvel em Vila Nova Conceição pode ser interessante para quem admira um passeio ao ar livre e gosta de contemplar amplas áreas verdes dentro da cidade de São Paulo.... A mobilidade no bairro é outro ponto positivo. Na Avenida Santo Amaro, que corta o bairro, existe um corredor de ônibus, o que facilita muito a vida dos moradores que utilizam as linhas para trabalhar, estudar ou simplesmente se deslocar. O bairro possui hospitais, escolas e universidades. Considerado um local bastante tranquilo, oferece opções de alta gastronomia. Há excelentes restaurantes, ótimos cafés, padarias e bares - se você alugar ou comprar uma ou apartamento na Vila Nova Conceição, basta alguns passos e estará na frente de uma boa opção gastronômica. E também é um bairro para quem gosta de se divertir à noite. Por lá existem bares com música ao vivo e opções que ficam cheias no famoso happy hour. Quando o assunto é segurança, Vila Nova Conceição é considerada uma das áreas mais seguras de toda a cidade. São diversos condomínios que contam com serviços de segurança e proteção ao patrimônio. As ruas contam com um excelente sistema de iluminação e a tranquilidade pode ser percebida na rotina de cada um que vive ou passa pelo bairro - fatores positivos para quem quer comprar ou alugar casas ou apartamentos na Vila Nova Conceição. Para os estudantes, a Vila Nova Conceição oferece uma ampla rede. O local abriga as mais diversas instituições, sendo algumas delas bastante conhecidas, como o Grupo Escolar Martim Francisco e a FMU. São muitos os motivos para morar ou frequentar Vila Nova Conceição: muita área verde, fácil mobilidade, amplo suporte educacional, bares, restaurantes e tranquilidade. É um dos melhores bairros da capital e investir em imóveis por ali, sendo para alugar ou comprar, é uma ideia bastante interessante. A Vila Nova Conceição, localizada na Zona Sul de São Paulo, é considerada um dos melhores bairros para se morar em São Paulo. Com áreas arborizadas, ruas bem conservadas e iluminadas, o bairro é uma excelente opção para quem gosta de realizar atividades ao ar livre. Alugar ou comprar um imóvel em Vila Nova Conceição pode ser interessante para quem admira um passeio ao ar livre e gosta de contemplar amplas áreas verdes dentro da cidade de São Paulo. A mobilidade no bairro é outro ponto positivo. Na Avenida Santo Amaro, que corta o bairro, existe um corredor de ônibus, o que facilita muito a vida dos moradores que utilizam as linhas para trabalhar, estudar ou simplesmente se deslocar. O bairro possui hospitais, escolas e universidades. Considerado um local bastante tranquilo, oferece opções de alta gastronomia. Há excelentes restaurantes, ótimos cafés, padarias e bares - se você alugar ou comprar uma ou apartamento na Vila Nova Conceição, basta alguns passos e estará na frente de uma boa opção gastronômica. E também é um bairro para quem gosta de se divertir à noite. Por lá existem bares com música ao vivo e opções que ficam cheias no famoso happy hour. Quando o assunto é segurança, Vila Nova Conceição é considerada uma das áreas mais seguras de toda a cidade. São diversos condomínios que contam com serviços de segurança e proteção ao patrimônio. As ruas contam com um excelente sistema de iluminação e a tranquilidade pode ser percebida na rotina de cada um que vive ou passa pelo bairro - fatores positivos para quem quer comprar ou alugar casas ou apartamentos na Vila Nova Conceição. Para os estudantes, a Vila Nova Conceição oferece uma ampla rede. 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Na Avenida Santo Amaro, que corta o bairro, existe um corredor de ônibus, o que facilita muito a vida dos moradores que utilizam as linhas para trabalhar, estudar ou simplesmente se deslocar. O bairro possui hospitais, escolas e universidades. Considerado um local bastante tranquilo, oferece opções de alta gastronomia. Há excelentes restaurantes, ótimos cafés, padarias e bares - se você alugar ou comprar uma ou apartamento na Vila Nova Conceição, basta alguns passos e estará na frente de uma boa opção gastronômica. E também é um bairro para quem gosta de se divertir à noite. Por lá existem bares com música ao vivo e opções que ficam cheias no famoso happy hour. Quando o assunto é segurança, Vila Nova Conceição é considerada uma das áreas mais seguras de toda a cidade. São diversos condomínios que contam com serviços de segurança e proteção ao patrimônio. 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