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Rua Antônio Gomes Ferreira, 89 - Parque FongaroOPORTUNIDADE IMPERDÍVEL – APARTAMENTO DE 2 QUARTOS! Se você procura praticidade, conforto e um excelente aproveitamento de espaço, este apartamento é a escolha ideal! 32m² de área útil 2 dormitórios Sala para 2 ambientes Cozinha funcional Aceita pets Unidades disponíveis do 8º ao 11º andar Sem vaga de garagem Sobre o imóvel Com cômodos de fácil circulação e uma distribuição inteligente dos ambientes, este apartamento oferece conforto e bem-estar para diferentes perfis de moradores. Seus espaços versáteis se adaptam às necessidades de casais, pequenas famílias ou investidores que buscam uma excelente oportunidade. Destaques: • Ambientes bem distribuídos • Excelente aproveitamento dos 32m² • Ideal para quem busca praticidade no dia a dia • Pet friendly Entre em contato e agende uma visita!São Paulo - SPOPORTUNIDADE IMPERDÍVEL – APARTAMENTO DE 2 QUARTOS! Se você procura praticidade, conforto e um excelente aproveitamento de espaço, este apartamento é a escolha ideal! 32m² de área útil 2 dormitórios Sala para 2 ambientes Cozinha funcional Aceita pets Unidades disponíveis do 8º ao 11º andar Sem vaga de garagem Sobre o imóvel Com cômodos de fácil circulação e uma distribuição inteligente dos ambientes, este apartamento oferece conforto e bem-estar para diferentes perfis de moradores. Seus espaços versáteis se adaptam às necessidades de casais, pequenas famílias ou investidores que buscam uma excelente oportunidade. Destaques: • Ambientes bem distribuídos • Excelente aproveitamento dos 32m² • Ideal para quem busca praticidade no dia a dia • Pet friendly Entre em contato e agende uma visita!
Rua Correia de Lemos, 158 - Chácara InglesaIMÓVEL cadastrado na prefeitura de são paulo sob nº 309.029.0291-9, com bom estado de conservação, sendo que para escritório pode ser ocupado imediatamente, inclusive com vários mobiliários instalados. Área: em 353,76 m2 de terreno, foram construídos 1.083 m2 com sete pisos, sendo o 2. sub-solo com 291,09 m2, 1. sub-solo com 238,79 m2, Térreo e 1. Andar com 151,31 m2 cada, 2., 3. e 4. Andar com 77,50 m2 cada, com total 1.083 m2 com garagem privativa para 9 automóveis descobertos, sendo que pode ser usado o primeiro subsolo para mais dez carros, 10,50 metros na rua correia de lemos, 7,20 metros em curva na esquina, 23 metros na rua Fernando de noronha, 6 metros ao fundo e 33 metros na divisa com a edificação vizinha. Edifício equipado com ar-condicionado, piso em ardósia, recepção com dois controles de acesso, três portões automatizados para a rua principal mais um portão automatizado pela rua lateral para entrada de serviço, com vestiário masculino e feminino, refeitório, dois terraços, sistema de içamento para limpeza da fachada, banheiros em todos os andares exceto o primeiro subsolo, sistema de ventilação forçada para aspersão de fumaça em caso de incêndio, portas corta fogo em todos os andares, relógios de consumo de energia separados andar por andar, corrimãos em aço inox, iluminação de emergência, hidrantes, extintores, 16 câmeras de segurança, cerca elétrica, alarme instalado, sensores de fumaça, caixas de alarme, detectores de presença em todos os andares, salas divididas em divisórias, teto em cerâmica comprada para refazer toda a fachada faltando a instalação. IPTU anual 2022: R$ 40.596,00 por ano Com boas áreas verdes, atrativos e gente trabalhadora e hospitaleira, o bairro Bosque da Saúde é o novo charme de São Paulo. Saiba o porquê. Acordar cedo não é algo fácil para muitas pessoas, mas no Bosque da Saúde, é algo até prazeroso. Quem tem que sair de casa de madrugada, por exemplo, nem sente isso como um problema, visto que são muitas as atrações pelo caminho até o trabalho. Seja de ônibus ou mesmo a pé, é possível apreciar, dentro do bairro, alguns lugares muito bonitos e atraentes, bem iluminados, aproveitando ainda aquele cheiro gostoso de café, acompanhado dos deliciosos lanches e o inconfundível “pão na chapa” com bastante manteiga, que ajudam qualquer pessoa a acordar. O cheiro bom vem das padarias que, no Bosque da Saúde, já atende logo cedo a clientela, em geral, pessoas que trabalham à noite ou acordam muito cedo. E o café da manhã, sempre farto, dá um gosto todo especial para o dia que vem a seguir. O Bosque da Saúde é um bairro que atrai por várias peculiaridades. Por exemplo, as ruas, embora movimentadas, ainda conservam uma tranquilidade, bem diferente das vias de outros pontos da capital, onde mesmo de madrugada, nota-se um fervilhar constante de carros e ônibus. No Bosque, contudo, tudo é tão planejado que lembra muito uma cidade do interior. Uma cidade tal qual tanta gente sonha em morar: com toda infraestrutura necessária e aquele aconchego que só um Bosque pode oferecer. Quem acorda mais tarde, lá pelas 9h ou 10h da manhã, também terá muito o que aproveitar no bairro. Embora o dia já tenha começado, sempre é possível tomar um bom café e sair por aí para fazer compras, colocar as vitrines do shopping em dia, fazer qualquer exame ou checar as contas no banco. Uma das qualidades do Bosque é a quantidade de prestadores de serviços que disponibilizam um atendimento de qualidade, principalmente, no ramo de comida. Padarias, lanchonetes, barzinhos… O Bosque da Saúde concentra uma grande quantidade de opções quando o assunto é comida. Se é para tomar um ótimo café da manhã, o que não faltam são opções, tais como Casas de Bolo, Confeitarias, como por exemplo, a Karol do Bosque, ou ainda a Sodiê Doces, famosíssima em todo país. E claro, tudo limpinho e com qualidade. São negócios de família que foram crescendo, se ampliando e conquistaram o paladar e o gosto de cada cliente que frequenta. Se é para trabalhar, o que não falta ao Bosque são oportunidades. Os principais empreendimentos da região geram renda, trabalho e atraem interessados e consumidores de várias partes da cidade e até do estado. Qualquer jovem ou profissional mais experiente que chegue para trabalhar no bairro, certamente se encantará com as oportunidades que vão lhe encher os olhos de sonhos e esperanças. O setor de serviços é algo tão forte no Bairro Bosque da Saúde, que um dos mais importantes Shoppings Centers da capital, localizado ali no coração do Bosque, revitalizou todo o seu espaço e ampliou o número de lojas e marcas. Tudo para poder atender à demanda que cresce oriunda tanto do Bosque como das regiões vizinhas. Estamos falando do Shopping Plaza Sul, que é fonte de lazer, de renda e de oportunidades no bairro. Em 2018, o Shopping Plaza Sul saiu na frente em seu segmento com um investimento milionário que aumentou de 207 para 220 lojas abertas, estacionamento maior (1360 vagas), espaço família e kid’s place para quem traz os filhos e cinema moderno em formato de estádio com telas de projeção bem maiores. Quem trabalha próximo das avenidas Prof. Abraão de Moraes, Avenida do Cursino ou Bosque da Saúde, por exemplo, dificilmente resiste a dar uma passadinha no Shopping Plaza Sul. Seja quem for, mesmo que venha ao bairro só para dar aquela voltinha depois do almoço ou ainda tomar suco ou sorvete, quer visitar o shopping que não para de crescer, sendo o orgulho do Bosque. É impressionante como o bairro Bosque da Saúde cresceu ao longo do século, e sem perder a identidade calma e aconchegante do velho bosque. Essa é uma opinião em comum de muita gente que conhece o bairro há anos. O Bosque da Saúde é um dos 13 bairros que compõem a Zona Sul de São Paulo, uma região considerada nobre. Segundo o livro “Bairros Paulistanos de A a Z”, do historiador Levino Ponciano, a zona Sul era, nos séculos passados, apenas um ponto de parada dos tropeiros que seguiam viagem pelo estado afora. Em pleno século XIX, os tropeiros encontraram uma cruz e não tardou até que o local se tornasse um ponto de peregrinação. Desta forma, surgiu em 1910, a capela de Santa Cruz, onde atualmente ficam as ruas Santa Cruz e Domingos de Morais. Inicialmente, a região foi então chamada de “Cruz das Almas”. Com o tempo, o povoamento se formou e cresceu ao redor desta capela, que em 1928, passou por obras de reforma, sendo transformada na Igreja Nossa Senhora da Saúde, cujo nome rebatizou a região. Contudo, foram as ferrovias que proporcionaram forte crescimento à região. Isto porque, ainda no século XIX, mais precisamente em 1886, chegava à zona sul a linha Tramway de Santo Amaro, uma ferrovia de bitola estreita que ligava São Paulo a Santo Amaro. Ela trazia e levava passageiros da capital à outra cidade. Era necessário que se compusesse de alguma forma uma atividade mais frequente para atender as demandas destes passageiros. Não tardou até que várias estações e paradas fossem erguidas, sendo uma delas a atual Estação São Judas. A ferrovia permaneceu ativa até 1913 quando foi então finalmente substituída pelas linhas do bonde, que circularam por toda capital até o início dos anos 70. destinava para lazer e eventos aos finais de semana. Uma área de conservação. Estendia-se da Praça da Árvore, pela avenida Bosque da Saúde, descendo a região e cruzando o então riacho do Ipiranga, formando pelo caminho várzeas com vários campos de futebol, e seguindo pelas ruas Ibirarema, Guararema até o final da rua Tiquatira, já de encontro com a avenida do Cursino. O bairro Bosque da Saúde, portanto, não tem esse nome à toa e se tratava de uma área verde imensa, que a partir dos anos 30, atendendo as necessidades de urbanização pelas quais a cidade já passava, foi totalmente dividida e loteada, sendo mantidos apenas alguns pontos de vegetação em áreas tidas como recreativas até os dias de hoje. Atualmente é uma das áreas consideradas mais bem planejadas de São Paulo, combinando a beleza do verde e a qualidade de vida do interior com a modernidade e conforto que só uma grande cidade como São Paulo oferece. Trabalhar é bom demais. Ainda mais quando se conta com um mercado promissor e a vantagem de se fazer o que gosta. Dedicação e amor ao que se faz e propõe no mercado é o que não falta no Bosque da Saúde e estas são as razões pelas quais a região concentra uma atividade econômica tão forte e variada. Muita gente sonha em ter um negócio próprio. Gente que vem de longa data trabalhando com carteira assinada e hoje, após um grave cenário de crise, dispõe de um valor satisfatório para realizar o sonho da independência financeira. Gente que encontrou, por exemplo, no Bosque da Saúde, a oportunidade de realizar o sonho de ser “chefe de si mesmo”. E assim, o trabalho no bairro se estende pelos mais variados segmentos e mercados, indo desde a pequena porta que conserta celulares às grandes indústrias de confecção, autopeças, educação, informática, mercearias e outros. Uma destas empresas no Bosque da Saúde, por exemplo, é a Yakult que exporta do bairro para cidades e estados brasileiros e até para outros países. Desde o tradicional leite fermentado até as mais variadas sobremesas, como iogurtes, achocolatados, sucos e outras bebidas, como a famosa Taffman Ex, Hiline F, dentre outras. Tudo derivado de alimentos com probióticos, que segundo pesquisas científicas, regulam a flora intestinal e colaboram para uma saúde com mais qualidade. Na área farmacêutica, uma empresa, em especial, possui suas únicas unidades físicas abertas no bairro Bosque da Saúde. É a Ultrafarma, cuja rede contempla a venda de medicamentos genéricos e muito mais baratos. Além da Ultrafarma, é grande também a quantidade de outras farmácias abertas em todo o bairro. Na área petroquímica, o Bosque da Saúde também acolhe uma marca. Mais precisamente na rua Itaboraí onde está localizada a Termax Paulista de Petróleo, empresa de refino de petróleo, que dentre outras coisas, cuida da fabricação de tintas para canetas, além de aglutinantes, peptona, óleos vegetais e outros. E dá-lhe mais empregos, investimentos, capital de giro e etc. Espantoso, não é? Mas não é só da atividade de grandes marcas que o bairro se projeta. O bairro Bosque da Saúde conta com uma infindável variedade de prestadores de serviços. Confecções de roupa, lojas de informática, escolas, salões de beleza e outras portas que também geram emprego e impulsionam a renda. Sem contar os supermercados Extra e Carrefour que abastecem o bairro. No setor da construção civil, destaques para o Center Castilho e a Telhanorte. No setor de Pet Shops, a COBASI é imbatível, vendendo e exportando para todo o Estado. Se em terra de grandes oportunidades, todos têm uma chance, não seria exagero afirmar que o Bosque é a “terra prometida” de muitos empreendedores e empreendimentos. Com boas áreas verdes, atrativos e gente trabalhadora e hospitaleira, o bairro Bosque da Saúde é o novo charme de São Paulo. Saiba o porquê. Acordar cedo não é algo fácil para muitas pessoas, mas no Bosque da Saúde, é algo até prazeroso. Quem tem que sair de casa de madrugada, por exemplo, nem sente isso como um problema, visto que são muitas as atrações pelo caminho até o trabalho. Seja de ônibus ou mesmo a pé, é possível apreciar, dentro do bairro, alguns lugares muito bonitos e atraentes, bem iluminados, aproveitando ainda aquele cheiro gostoso de café, acompanhado dos deliciosos lanches e o inconfundível “pão na chapa” com bastante manteiga, que ajudam qualquer pessoa a acordar. O cheiro bom vem das padarias que, no Bosque da Saúde, já atende logo cedo a clientela, em geral, pessoas que trabalham à noite ou acordam muito cedo. E o café da manhã, sempre farto, dá um gosto todo especial para o dia que vem a seguir. O Bosque da Saúde é um bairro que atrai por várias peculiaridades. Por exemplo, as ruas, embora movimentadas, ainda conservam uma tranquilidade, bem diferente das vias de outros pontos da capital, onde mesmo de madrugada, nota-se um fervilhar constante de carros e ônibus. No Bosque, contudo, tudo é tão planejado que lembra muito uma cidade do interior. Uma cidade tal qual tanta gente sonha em morar: com toda infraestrutura necessária e aquele aconchego que só um Bosque pode oferecer. Quem acorda mais tarde, lá pelas 9h ou 10h da manhã, também terá muito o que aproveitar no bairro. Embora o dia já tenha começado, sempre é possível tomar um bom café e sair por aí para fazer compras, colocar as vitrines do shopping em dia, fazer qualquer exame ou checar as contas no banco. Uma das qualidades do Bosque é a quantidade de prestadores de serviços que disponibilizam um atendimento de qualidade, principalmente, no ramo de comida. Padarias, lanchonetes, barzinhos… O Bosque da Saúde concentra uma grande quantidade de opções quando o assunto é comida. Se é para tomar um ótimo café da manhã, o que não faltam são opções, tais como Casas de Bolo, Confeitarias, como por exemplo, a Karol do Bosque, ou ainda a Sodiê Doces, famosíssima em todo país. E claro, tudo limpinho e com qualidade. São negócios de família que foram crescendo, se ampliando e conquistaram o paladar e o gosto de cada cliente que frequenta. Se é para trabalhar, o que não falta ao Bosque são oportunidades. Os principais empreendimentos da região geram renda, trabalho e atraem interessados e consumidores de várias partes da cidade e até do estado. Qualquer jovem ou profissional mais experiente que chegue para trabalhar no bairro, certamente se encantará com as oportunidades que vão lhe encher os olhos de sonhos e esperanças. O setor de serviços é algo tão forte no Bairro Bosque da Saúde, que um dos mais importantes Shoppings Centers da capital, localizado ali no coração do Bosque, revitalizou todo o seu espaço e ampliou o número de lojas e marcas. Tudo para poder atender à demanda que cresce oriunda tanto do Bosque como das regiões vizinhas. Estamos falando do Shopping Plaza Sul, que é fonte de lazer, de renda e de oportunidades no bairro. Em 2018, o Shopping Plaza Sul saiu na frente em seu segmento com um investimento milionário que aumentou de 207 para 220 lojas abertas, estacionamento maior (1360 vagas), espaço família e kid’s place para quem traz os filhos e cinema moderno em formato de estádio com telas de projeção bem maiores. Quem trabalha próximo das avenidas Prof. Abraão de Moraes, Avenida do Cursino ou Bosque da Saúde, por exemplo, dificilmente resiste a dar uma passadinha no Shopping Plaza Sul. Seja quem for, mesmo que venha ao bairro só para dar aquela voltinha depois do almoço ou ainda tomar suco ou sorvete, quer visitar o shopping que não para de crescer, sendo o orgulho do Bosque. É impressionante como o bairro Bosque da Saúde cresceu ao longo do século, e sem perder a identidade calma e aconchegante do velho bosque. Essa é uma opinião em comum de muita gente que conhece o bairro há anos. O Bosque da Saúde é um dos 13 bairros que compõem a Zona Sul de São Paulo, uma região considerada nobre. Segundo o livro “Bairros Paulistanos de A a Z”, do historiador Levino Ponciano, a zona Sul era, nos séculos passados, apenas um ponto de parada dos tropeiros que seguiam viagem pelo estado afora. Em pleno século XIX, os tropeiros encontraram uma cruz e não tardou até que o local se tornasse um ponto de peregrinação. Desta forma, surgiu em 1910, a capela de Santa Cruz, onde atualmente ficam as ruas Santa Cruz e Domingos de Morais. Inicialmente, a região foi então chamada de “Cruz das Almas”. Com o tempo, o povoamento se formou e cresceu ao redor desta capela, que em 1928, passou por obras de reforma, sendo transformada na Igreja Nossa Senhora da Saúde, cujo nome rebatizou a região. Contudo, foram as ferrovias que proporcionaram forte crescimento à região. Isto porque, ainda no século XIX, mais precisamente em 1886, chegava à zona sul a linha Tramway de Santo Amaro, uma ferrovia de bitola estreita que ligava São Paulo a Santo Amaro. Ela trazia e levava passageiros da capital à outra cidade. Era necessário que se compusesse de alguma forma uma atividade mais frequente para atender as demandas destes passageiros. Não tardou até que várias estações e paradas fossem erguidas, sendo uma delas a atual Estação São Judas. A ferrovia permaneceu ativa até 1913 quando foi então finalmente substituída pelas linhas do bonde, que circularam por toda capital até o início dos anos 70. destinava para lazer e eventos aos finais de semana. Uma área de conservação. Estendia-se da Praça da Árvore, pela avenida Bosque da Saúde, descendo a região e cruzando o então riacho do Ipiranga, formando pelo caminho várzeas com vários campos de futebol, e seguindo pelas ruas Ibirarema, Guararema até o final da rua Tiquatira, já de encontro com a avenida do Cursino. O bairro Bosque da Saúde, portanto, não tem esse nome à toa e se tratava de uma área verde imensa, que a partir dos anos 30, atendendo as necessidades de urbanização pelas quais a cidade já passava, foi totalmente dividida e loteada, sendo mantidos apenas alguns pontos de vegetação em áreas tidas como recreativas até os dias de hoje. Atualmente é uma das áreas consideradas mais bem planejadas de São Paulo, combinando a beleza do verde e a qualidade de vida do interior com a modernidade e conforto que só uma grande cidade como São Paulo oferece. Trabalhar é bom demais. Ainda mais quando se conta com um mercado promissor e a vantagem de se fazer o que gosta. Dedicação e amor ao que se faz e propõe no mercado é o que não falta no Bosque da Saúde e estas são as razões pelas quais a região concentra uma atividade econômica tão forte e variada. Muita gente sonha em ter um negócio próprio. Gente que vem de longa data trabalhando com carteira assinada e hoje, após um grave cenário de crise, dispõe de um valor satisfatório para realizar o sonho da independência financeira. Gente que encontrou, por exemplo, no Bosque da Saúde, a oportunidade de realizar o sonho de ser “chefe de si mesmo”. E assim, o trabalho no bairro se estende pelos mais variados segmentos e mercados, indo desde a pequena porta que conserta celulares às grandes indústrias de confecção, autopeças, educação, informática, mercearias e outros. Uma destas empresas no Bosque da Saúde, por exemplo, é a Yakult que exporta do bairro para cidades e estados brasileiros e até para outros países. Desde o tradicional leite fermentado até as mais variadas sobremesas, como iogurtes, achocolatados, sucos e outras bebidas, como a famosa Taffman Ex, Hiline F, dentre outras. Tudo derivado de alimentos com probióticos, que segundo pesquisas científicas, regulam a flora intestinal e colaboram para uma saúde com mais qualidade. Na área farmacêutica, uma empresa, em especial, possui suas únicas unidades físicas abertas no bairro Bosque da Saúde. É a Ultrafarma, cuja rede contempla a venda de medicamentos genéricos e muito mais baratos. Além da Ultrafarma, é grande também a quantidade de outras farmácias abertas em todo o bairro. Na área petroquímica, o Bosque da Saúde também acolhe uma marca. Mais precisamente na rua Itaboraí onde está localizada a Termax Paulista de Petróleo, empresa de refino de petróleo, que dentre outras coisas, cuida da fabricação de tintas para canetas, além de aglutinantes, peptona, óleos vegetais e outros. E dá-lhe mais empregos, investimentos, capital de giro e etc. Espantoso, não é? Mas não é só da atividade de grandes marcas que o bairro se projeta. O bairro Bosque da Saúde conta com uma infindável variedade de prestadores de serviços. Confecções de roupa, lojas de informática, escolas, salões de beleza e outras portas que também geram emprego e impulsionam a renda. Sem contar os supermercados Extra e Carrefour que abastecem o bairro. No setor da construção civil, destaques para o Center Castilho e a Telhanorte. No setor de Pet Shops, a COBASI é imbatível, vendendo e exportando para todo o Estado. Se em terra de grandes oportunidades, todos têm uma chance, não seria exagero afirmar que o Bosque é a “terra prometida” de muitos empreendedores e empreendimentos. Com boas áreas verdes, atrativos e gente trabalhadora e hospitaleira, o bairro Bosque da Saúde é o novo charme de São Paulo. Saiba o porquê. Acordar cedo não é algo fácil para muitas pessoas, mas no Bosque da Saúde, é algo até prazeroso. Quem tem que sair de casa de madrugada, por exemplo, nem sente isso como um problema, visto que são muitas as atrações pelo caminho até o trabalho. Seja de ônibus ou mesmo a pé, é possível apreciar, dentro do bairro, alguns lugares muito bonitos e atraentes, bem iluminados, aproveitando ainda aquele cheiro gostoso de café, acompanhado dos deliciosos lanches e o inconfundível “pão na chapa” com bastante manteiga, que ajudam qualquer pessoa a acordar. O cheiro bom vem das padarias que, no Bosque da Saúde, já atende logo cedo a clientela, em geral, pessoas que trabalham à noite ou acordam muito cedo. E o café da manhã, sempre farto, dá um gosto todo especial para o dia que vem a seguir. O Bosque da Saúde é um bairro que atrai por várias peculiaridades. Por exemplo, as ruas, embora movimentadas, ainda conservam uma tranquilidade, bem diferente das vias de outros pontos da capital, onde mesmo de madrugada, nota-se um fervilhar constante de carros e ônibus. No Bosque, contudo, tudo é tão planejado que lembra muito uma cidade do interior. Uma cidade tal qual tanta gente sonha em morar: com toda infraestrutura necessária e aquele aconchego que só um Bosque pode oferecer. Quem acorda mais tarde, lá pelas 9h ou 10h da manhã, também terá muito o que aproveitar no bairro. Embora o dia já tenha começado, sempre é possível tomar um bom café e sair por aí para fazer compras, colocar as vitrines do shopping em dia, fazer qualquer exame ou checar as contas no banco. Uma das qualidades do Bosque é a quantidade de prestadores de serviços que disponibilizam um atendimento de qualidade, principalmente, no ramo de comida. Padarias, lanchonetes, barzinhos… O Bosque da Saúde concentra uma grande quantidade de opções quando o assunto é comida. Se é para tomar um ótimo café da manhã, o que não faltam são opções, tais como Casas de Bolo, Confeitarias, como por exemplo, a Karol do Bosque, ou ainda a Sodiê Doces, famosíssima em todo país. E claro, tudo limpinho e com qualidade. São negócios de família que foram crescendo, se ampliando e conquistaram o paladar e o gosto de cada cliente que frequenta. Se é para trabalhar, o que não falta ao Bosque são oportunidades. Os principais empreendimentos da região geram renda, trabalho e atraem interessados e consumidores de várias partes da cidade e até do estado. Qualquer jovem ou profissional mais experiente que chegue para trabalhar no bairro, certamente se encantará com as oportunidades que vão lhe encher os olhos de sonhos e esperanças. O setor de serviços é algo tão forte no Bairro Bosque da Saúde, que um dos mais importantes Shoppings Centers da capital, localizado ali no coração do Bosque, revitalizou todo o seu espaço e ampliou o número de lojas e marcas. Tudo para poder atender à demanda que cresce oriunda tanto do Bosque como das regiões vizinhas. Estamos falando do Shopping Plaza Sul, que é fonte de lazer, de renda e de oportunidades no bairro. Em 2018, o Shopping Plaza Sul saiu na frente em seu segmento com um investimento milionário que aumentou de 207 para 220 lojas abertas, estacionamento maior (1360 vagas), espaço família e kid’s place para quem traz os filhos e cinema moderno em formato de estádio com telas de projeção bem maiores. Quem trabalha próximo das avenidas Prof. Abraão de Moraes, Avenida do Cursino ou Bosque da Saúde, por exemplo, dificilmente resiste a dar uma passadinha no Shopping Plaza Sul. Seja quem for, mesmo que venha ao bairro só para dar aquela voltinha depois do almoço ou ainda tomar suco ou sorvete, quer visitar o shopping que não para de crescer, sendo o orgulho do Bosque. É impressionante como o bairro Bosque da Saúde cresceu ao longo do século, e sem perder a identidade calma e aconchegante do velho bosque. Essa é uma opinião em comum de muita gente que conhece o bairro há anos. O Bosque da Saúde é um dos 13 bairros que compõem a Zona Sul de São Paulo, uma região considerada nobre. Segundo o livro “Bairros Paulistanos de A a Z”, do historiador Levino Ponciano, a zona Sul era, nos séculos passados, apenas um ponto de parada dos tropeiros que seguiam viagem pelo estado afora. Em pleno século XIX, os tropeiros encontraram uma cruz e não tardou até que o local se tornasse um ponto de peregrinação. Desta forma, surgiu em 1910, a capela de Santa Cruz, onde atualmente ficam as ruas Santa Cruz e Domingos de Morais. Inicialmente, a região foi então chamada de “Cruz das Almas”. Com o tempo, o povoamento se formou e cresceu ao redor desta capela, que em 1928, passou por obras de reforma, sendo transformada na Igreja Nossa Senhora da Saúde, cujo nome rebatizou a região. Contudo, foram as ferrovias que proporcionaram forte crescimento à região. Isto porque, ainda no século XIX, mais precisamente em 1886, chegava à zona sul a linha Tramway de Santo Amaro, uma ferrovia de bitola estreita que ligava São Paulo a Santo Amaro. Ela trazia e levava passageiros da capital à outra cidade. Era necessário que se compusesse de alguma forma uma atividade mais frequente para atender as demandas destes passageiros. Não tardou até que várias estações e paradas fossem erguidas, sendo uma delas a atual Estação São Judas. A ferrovia permaneceu ativa até 1913 quando foi então finalmente substituída pelas linhas do bonde, que circularam por toda capital até o início dos anos 70. destinava para lazer e eventos aos finais de semana. Uma área de conservação. Estendia-se da Praça da Árvore, pela avenida Bosque da Saúde, descendo a região e cruzando o então riacho do Ipiranga, formando pelo caminho várzeas com vários campos de futebol, e seguindo pelas ruas Ibirarema, Guararema até o final da rua Tiquatira, já de encontro com a avenida do Cursino. O bairro Bosque da Saúde, portanto, não tem esse nome à toa e se tratava de uma área verde imensa, que a partir dos anos 30, atendendo as necessidades de urbanização pelas quais a cidade já passava, foi totalmente dividida e loteada, sendo mantidos apenas alguns pontos de vegetação em áreas tidas como recreativas até os dias de hoje. Atualmente é uma das áreas consideradas mais bem planejadas de São Paulo, combinando a beleza do verde e a qualidade de vida do interior com a modernidade e conforto que só uma grande cidade como São Paulo oferece. Trabalhar é bom demais. Ainda mais quando se conta com um mercado promissor e a vantagem de se fazer o que gosta. Dedicação e amor ao que se faz e propõe no mercado é o que não falta no Bosque da Saúde e estas são as razões pelas quais a região concentra uma atividade econômica tão forte e variada. Muita gente sonha em ter um negócio próprio. Gente que vem de longa data trabalhando com carteira assinada e hoje, após um grave cenário de crise, dispõe de um valor satisfatório para realizar o sonho da independência financeira. Gente que encontrou, por exemplo, no Bosque da Saúde, a oportunidade de realizar o sonho de ser “chefe de si mesmo”. E assim, o trabalho no bairro se estende pelos mais variados segmentos e mercados, indo desde a pequena porta que conserta celulares às grandes indústrias de confecção, autopeças, educação, informática, mercearias e outros. Uma destas empresas no Bosque da Saúde, por exemplo, é a Yakult que exporta do bairro para cidades e estados brasileiros e até para outros países. Desde o tradicional leite fermentado até as mais variadas sobremesas, como iogurtes, achocolatados, sucos e outras bebidas, como a famosa Taffman Ex, Hiline F, dentre outras. Tudo derivado de alimentos com probióticos, que segundo pesquisas científicas, regulam a flora intestinal e colaboram para uma saúde com mais qualidade. Na área farmacêutica, uma empresa, em especial, possui suas únicas unidades físicas abertas no bairro Bosque da Saúde. É a Ultrafarma, cuja rede contempla a venda de medicamentos genéricos e muito mais baratos. Além da Ultrafarma, é grande também a quantidade de outras farmácias abertas em todo o bairro. Na área petroquímica, o Bosque da Saúde também acolhe uma marca. Mais precisamente na rua Itaboraí onde está localizada a Termax Paulista de Petróleo, empresa de refino de petróleo, que dentre outras coisas, cuida da fabricação de tintas para canetas, além de aglutinantes, peptona, óleos vegetais e outros. E dá-lhe mais empregos, investimentos, capital de giro e etc. Espantoso, não é? Mas não é só da atividade de grandes marcas que o bairro se projeta. O bairro Bosque da Saúde conta com uma infindável variedade de prestadores de serviços. Confecções de roupa, lojas de informática, escolas, salões de beleza e outras portas que também geram emprego e impulsionam a renda. Sem contar os supermercados Extra e Carrefour que abastecem o bairro. No setor da construção civil, destaques para o Center Castilho e a Telhanorte. No setor de Pet Shops, a COBASI é imbatível, vendendo e exportando para todo o Estado. Se em terra de grandes oportunidades, todos têm uma chance, não seria exagero afirmar que o Bosque é a “terra prometida” de muitos empreendedores e empreendimentos.São Paulo - SPIMÓVEL cadastrado na prefeitura de são paulo sob nº 309.029.0291-9, com bom estado de conservação, sendo que para escritório pode ser ocupado imediatamente, inclusive com vários mobiliários instalados. Área: em 353,76 m2 de terreno, foram construídos 1.083 m2 com sete pisos, sendo o 2. sub-solo com 291,09 m2, 1. sub-solo com 238,79 m2, Térreo e 1. Andar com 151,31 m2 cada, 2., 3. e 4. Andar com 77,50 m2 cada, com total 1.083 m2 com garagem privativa para 9 automóveis descobertos, sendo que pode ser usado o primeiro subsolo para mais dez carros, 10,50 metros na rua correia de lemos, 7,20 metros em curva na esquina, 23 metros na rua Fernando de noronha, 6 metros ao fundo e 33 metros na divisa com a edificação vizinha. Edifício equipado com ar-condicionado, piso em ardósia, recepção com dois controles de acesso, três portões automatizados para a rua principal mais um portão automatizado pela rua lateral para entrada de serviço, com vestiário masculino e feminino, refeitório, dois terraços, sistema de içamento para limpeza da fachada, banheiros em todos os andares exceto o primeiro subsolo, sistema de ventilação forçada para aspersão de fumaça em caso de incêndio, portas corta fogo em todos os andares, relógios de consumo de energia separados andar por andar, corrimãos em aço inox, iluminação de emergência, hidrantes, extintores, 16 câmeras de segurança, cerca elétrica, alarme instalado, sensores de fumaça, caixas de alarme, detectores de presença em todos os andares, salas divididas em divisórias, teto em cerâmica comprada para refazer toda a fachada faltando a instalação. IPTU anual 2022: R$ 40.596,00 por ano Com boas áreas verdes, atrativos e gente trabalhadora e hospitaleira, o bairro Bosque da Saúde é o novo charme de São Paulo. Saiba o porquê. Acordar cedo não é algo fácil para muitas pessoas, mas no Bosque da Saúde, é algo até prazeroso. Quem tem que sair de casa de madrugada, por exemplo, nem sente isso como um problema, visto que são muitas as atrações pelo caminho até o trabalho. Seja de ônibus ou mesmo a pé, é possível apreciar, dentro do bairro, alguns lugares muito bonitos e atraentes, bem iluminados, aproveitando ainda aquele cheiro gostoso de café, acompanhado dos deliciosos lanches e o inconfundível “pão na chapa” com bastante manteiga, que ajudam qualquer pessoa a acordar. O cheiro bom vem das padarias que, no Bosque da Saúde, já atende logo cedo a clientela, em geral, pessoas que trabalham à noite ou acordam muito cedo. E o café da manhã, sempre farto, dá um gosto todo especial para o dia que vem a seguir. O Bosque da Saúde é um bairro que atrai por várias peculiaridades. Por exemplo, as ruas, embora movimentadas, ainda conservam uma tranquilidade, bem diferente das vias de outros pontos da capital, onde mesmo de madrugada, nota-se um fervilhar constante de carros e ônibus. No Bosque, contudo, tudo é tão planejado que lembra muito uma cidade do interior. Uma cidade tal qual tanta gente sonha em morar: com toda infraestrutura necessária e aquele aconchego que só um Bosque pode oferecer. Quem acorda mais tarde, lá pelas 9h ou 10h da manhã, também terá muito o que aproveitar no bairro. Embora o dia já tenha começado, sempre é possível tomar um bom café e sair por aí para fazer compras, colocar as vitrines do shopping em dia, fazer qualquer exame ou checar as contas no banco. Uma das qualidades do Bosque é a quantidade de prestadores de serviços que disponibilizam um atendimento de qualidade, principalmente, no ramo de comida. Padarias, lanchonetes, barzinhos… O Bosque da Saúde concentra uma grande quantidade de opções quando o assunto é comida. Se é para tomar um ótimo café da manhã, o que não faltam são opções, tais como Casas de Bolo, Confeitarias, como por exemplo, a Karol do Bosque, ou ainda a Sodiê Doces, famosíssima em todo país. E claro, tudo limpinho e com qualidade. São negócios de família que foram crescendo, se ampliando e conquistaram o paladar e o gosto de cada cliente que frequenta. Se é para trabalhar, o que não falta ao Bosque são oportunidades. Os principais empreendimentos da região geram renda, trabalho e atraem interessados e consumidores de várias partes da cidade e até do estado. Qualquer jovem ou profissional mais experiente que chegue para trabalhar no bairro, certamente se encantará com as oportunidades que vão lhe encher os olhos de sonhos e esperanças. O setor de serviços é algo tão forte no Bairro Bosque da Saúde, que um dos mais importantes Shoppings Centers da capital, localizado ali no coração do Bosque, revitalizou todo o seu espaço e ampliou o número de lojas e marcas. Tudo para poder atender à demanda que cresce oriunda tanto do Bosque como das regiões vizinhas. Estamos falando do Shopping Plaza Sul, que é fonte de lazer, de renda e de oportunidades no bairro. Em 2018, o Shopping Plaza Sul saiu na frente em seu segmento com um investimento milionário que aumentou de 207 para 220 lojas abertas, estacionamento maior (1360 vagas), espaço família e kid’s place para quem traz os filhos e cinema moderno em formato de estádio com telas de projeção bem maiores. Quem trabalha próximo das avenidas Prof. Abraão de Moraes, Avenida do Cursino ou Bosque da Saúde, por exemplo, dificilmente resiste a dar uma passadinha no Shopping Plaza Sul. Seja quem for, mesmo que venha ao bairro só para dar aquela voltinha depois do almoço ou ainda tomar suco ou sorvete, quer visitar o shopping que não para de crescer, sendo o orgulho do Bosque. É impressionante como o bairro Bosque da Saúde cresceu ao longo do século, e sem perder a identidade calma e aconchegante do velho bosque. Essa é uma opinião em comum de muita gente que conhece o bairro há anos. O Bosque da Saúde é um dos 13 bairros que compõem a Zona Sul de São Paulo, uma região considerada nobre. Segundo o livro “Bairros Paulistanos de A a Z”, do historiador Levino Ponciano, a zona Sul era, nos séculos passados, apenas um ponto de parada dos tropeiros que seguiam viagem pelo estado afora. Em pleno século XIX, os tropeiros encontraram uma cruz e não tardou até que o local se tornasse um ponto de peregrinação. Desta forma, surgiu em 1910, a capela de Santa Cruz, onde atualmente ficam as ruas Santa Cruz e Domingos de Morais. Inicialmente, a região foi então chamada de “Cruz das Almas”. Com o tempo, o povoamento se formou e cresceu ao redor desta capela, que em 1928, passou por obras de reforma, sendo transformada na Igreja Nossa Senhora da Saúde, cujo nome rebatizou a região. Contudo, foram as ferrovias que proporcionaram forte crescimento à região. Isto porque, ainda no século XIX, mais precisamente em 1886, chegava à zona sul a linha Tramway de Santo Amaro, uma ferrovia de bitola estreita que ligava São Paulo a Santo Amaro. Ela trazia e levava passageiros da capital à outra cidade. Era necessário que se compusesse de alguma forma uma atividade mais frequente para atender as demandas destes passageiros. Não tardou até que várias estações e paradas fossem erguidas, sendo uma delas a atual Estação São Judas. A ferrovia permaneceu ativa até 1913 quando foi então finalmente substituída pelas linhas do bonde, que circularam por toda capital até o início dos anos 70. destinava para lazer e eventos aos finais de semana. Uma área de conservação. Estendia-se da Praça da Árvore, pela avenida Bosque da Saúde, descendo a região e cruzando o então riacho do Ipiranga, formando pelo caminho várzeas com vários campos de futebol, e seguindo pelas ruas Ibirarema, Guararema até o final da rua Tiquatira, já de encontro com a avenida do Cursino. O bairro Bosque da Saúde, portanto, não tem esse nome à toa e se tratava de uma área verde imensa, que a partir dos anos 30, atendendo as necessidades de urbanização pelas quais a cidade já passava, foi totalmente dividida e loteada, sendo mantidos apenas alguns pontos de vegetação em áreas tidas como recreativas até os dias de hoje. Atualmente é uma das áreas consideradas mais bem planejadas de São Paulo, combinando a beleza do verde e a qualidade de vida do interior com a modernidade e conforto que só uma grande cidade como São Paulo oferece. Trabalhar é bom demais. Ainda mais quando se conta com um mercado promissor e a vantagem de se fazer o que gosta. Dedicação e amor ao que se faz e propõe no mercado é o que não falta no Bosque da Saúde e estas são as razões pelas quais a região concentra uma atividade econômica tão forte e variada. Muita gente sonha em ter um negócio próprio. Gente que vem de longa data trabalhando com carteira assinada e hoje, após um grave cenário de crise, dispõe de um valor satisfatório para realizar o sonho da independência financeira. Gente que encontrou, por exemplo, no Bosque da Saúde, a oportunidade de realizar o sonho de ser “chefe de si mesmo”. E assim, o trabalho no bairro se estende pelos mais variados segmentos e mercados, indo desde a pequena porta que conserta celulares às grandes indústrias de confecção, autopeças, educação, informática, mercearias e outros. Uma destas empresas no Bosque da Saúde, por exemplo, é a Yakult que exporta do bairro para cidades e estados brasileiros e até para outros países. Desde o tradicional leite fermentado até as mais variadas sobremesas, como iogurtes, achocolatados, sucos e outras bebidas, como a famosa Taffman Ex, Hiline F, dentre outras. Tudo derivado de alimentos com probióticos, que segundo pesquisas científicas, regulam a flora intestinal e colaboram para uma saúde com mais qualidade. Na área farmacêutica, uma empresa, em especial, possui suas únicas unidades físicas abertas no bairro Bosque da Saúde. É a Ultrafarma, cuja rede contempla a venda de medicamentos genéricos e muito mais baratos. Além da Ultrafarma, é grande também a quantidade de outras farmácias abertas em todo o bairro. Na área petroquímica, o Bosque da Saúde também acolhe uma marca. Mais precisamente na rua Itaboraí onde está localizada a Termax Paulista de Petróleo, empresa de refino de petróleo, que dentre outras coisas, cuida da fabricação de tintas para canetas, além de aglutinantes, peptona, óleos vegetais e outros. E dá-lhe mais empregos, investimentos, capital de giro e etc. Espantoso, não é? Mas não é só da atividade de grandes marcas que o bairro se projeta. O bairro Bosque da Saúde conta com uma infindável variedade de prestadores de serviços. Confecções de roupa, lojas de informática, escolas, salões de beleza e outras portas que também geram emprego e impulsionam a renda. Sem contar os supermercados Extra e Carrefour que abastecem o bairro. No setor da construção civil, destaques para o Center Castilho e a Telhanorte. No setor de Pet Shops, a COBASI é imbatível, vendendo e exportando para todo o Estado. Se em terra de grandes oportunidades, todos têm uma chance, não seria exagero afirmar que o Bosque é a “terra prometida” de muitos empreendedores e empreendimentos. Com boas áreas verdes, atrativos e gente trabalhadora e hospitaleira, o bairro Bosque da Saúde é o novo charme de São Paulo. Saiba o porquê. Acordar cedo não é algo fácil para muitas pessoas, mas no Bosque da Saúde, é algo até prazeroso. Quem tem que sair de casa de madrugada, por exemplo, nem sente isso como um problema, visto que são muitas as atrações pelo caminho até o trabalho. Seja de ônibus ou mesmo a pé, é possível apreciar, dentro do bairro, alguns lugares muito bonitos e atraentes, bem iluminados, aproveitando ainda aquele cheiro gostoso de café, acompanhado dos deliciosos lanches e o inconfundível “pão na chapa” com bastante manteiga, que ajudam qualquer pessoa a acordar. O cheiro bom vem das padarias que, no Bosque da Saúde, já atende logo cedo a clientela, em geral, pessoas que trabalham à noite ou acordam muito cedo. E o café da manhã, sempre farto, dá um gosto todo especial para o dia que vem a seguir. O Bosque da Saúde é um bairro que atrai por várias peculiaridades. Por exemplo, as ruas, embora movimentadas, ainda conservam uma tranquilidade, bem diferente das vias de outros pontos da capital, onde mesmo de madrugada, nota-se um fervilhar constante de carros e ônibus. No Bosque, contudo, tudo é tão planejado que lembra muito uma cidade do interior. Uma cidade tal qual tanta gente sonha em morar: com toda infraestrutura necessária e aquele aconchego que só um Bosque pode oferecer. Quem acorda mais tarde, lá pelas 9h ou 10h da manhã, também terá muito o que aproveitar no bairro. Embora o dia já tenha começado, sempre é possível tomar um bom café e sair por aí para fazer compras, colocar as vitrines do shopping em dia, fazer qualquer exame ou checar as contas no banco. Uma das qualidades do Bosque é a quantidade de prestadores de serviços que disponibilizam um atendimento de qualidade, principalmente, no ramo de comida. Padarias, lanchonetes, barzinhos… O Bosque da Saúde concentra uma grande quantidade de opções quando o assunto é comida. Se é para tomar um ótimo café da manhã, o que não faltam são opções, tais como Casas de Bolo, Confeitarias, como por exemplo, a Karol do Bosque, ou ainda a Sodiê Doces, famosíssima em todo país. E claro, tudo limpinho e com qualidade. São negócios de família que foram crescendo, se ampliando e conquistaram o paladar e o gosto de cada cliente que frequenta. Se é para trabalhar, o que não falta ao Bosque são oportunidades. Os principais empreendimentos da região geram renda, trabalho e atraem interessados e consumidores de várias partes da cidade e até do estado. Qualquer jovem ou profissional mais experiente que chegue para trabalhar no bairro, certamente se encantará com as oportunidades que vão lhe encher os olhos de sonhos e esperanças. O setor de serviços é algo tão forte no Bairro Bosque da Saúde, que um dos mais importantes Shoppings Centers da capital, localizado ali no coração do Bosque, revitalizou todo o seu espaço e ampliou o número de lojas e marcas. Tudo para poder atender à demanda que cresce oriunda tanto do Bosque como das regiões vizinhas. Estamos falando do Shopping Plaza Sul, que é fonte de lazer, de renda e de oportunidades no bairro. Em 2018, o Shopping Plaza Sul saiu na frente em seu segmento com um investimento milionário que aumentou de 207 para 220 lojas abertas, estacionamento maior (1360 vagas), espaço família e kid’s place para quem traz os filhos e cinema moderno em formato de estádio com telas de projeção bem maiores. Quem trabalha próximo das avenidas Prof. Abraão de Moraes, Avenida do Cursino ou Bosque da Saúde, por exemplo, dificilmente resiste a dar uma passadinha no Shopping Plaza Sul. Seja quem for, mesmo que venha ao bairro só para dar aquela voltinha depois do almoço ou ainda tomar suco ou sorvete, quer visitar o shopping que não para de crescer, sendo o orgulho do Bosque. É impressionante como o bairro Bosque da Saúde cresceu ao longo do século, e sem perder a identidade calma e aconchegante do velho bosque. Essa é uma opinião em comum de muita gente que conhece o bairro há anos. O Bosque da Saúde é um dos 13 bairros que compõem a Zona Sul de São Paulo, uma região considerada nobre. Segundo o livro “Bairros Paulistanos de A a Z”, do historiador Levino Ponciano, a zona Sul era, nos séculos passados, apenas um ponto de parada dos tropeiros que seguiam viagem pelo estado afora. Em pleno século XIX, os tropeiros encontraram uma cruz e não tardou até que o local se tornasse um ponto de peregrinação. Desta forma, surgiu em 1910, a capela de Santa Cruz, onde atualmente ficam as ruas Santa Cruz e Domingos de Morais. Inicialmente, a região foi então chamada de “Cruz das Almas”. Com o tempo, o povoamento se formou e cresceu ao redor desta capela, que em 1928, passou por obras de reforma, sendo transformada na Igreja Nossa Senhora da Saúde, cujo nome rebatizou a região. Contudo, foram as ferrovias que proporcionaram forte crescimento à região. Isto porque, ainda no século XIX, mais precisamente em 1886, chegava à zona sul a linha Tramway de Santo Amaro, uma ferrovia de bitola estreita que ligava São Paulo a Santo Amaro. Ela trazia e levava passageiros da capital à outra cidade. Era necessário que se compusesse de alguma forma uma atividade mais frequente para atender as demandas destes passageiros. Não tardou até que várias estações e paradas fossem erguidas, sendo uma delas a atual Estação São Judas. A ferrovia permaneceu ativa até 1913 quando foi então finalmente substituída pelas linhas do bonde, que circularam por toda capital até o início dos anos 70. destinava para lazer e eventos aos finais de semana. Uma área de conservação. Estendia-se da Praça da Árvore, pela avenida Bosque da Saúde, descendo a região e cruzando o então riacho do Ipiranga, formando pelo caminho várzeas com vários campos de futebol, e seguindo pelas ruas Ibirarema, Guararema até o final da rua Tiquatira, já de encontro com a avenida do Cursino. O bairro Bosque da Saúde, portanto, não tem esse nome à toa e se tratava de uma área verde imensa, que a partir dos anos 30, atendendo as necessidades de urbanização pelas quais a cidade já passava, foi totalmente dividida e loteada, sendo mantidos apenas alguns pontos de vegetação em áreas tidas como recreativas até os dias de hoje. Atualmente é uma das áreas consideradas mais bem planejadas de São Paulo, combinando a beleza do verde e a qualidade de vida do interior com a modernidade e conforto que só uma grande cidade como São Paulo oferece. Trabalhar é bom demais. Ainda mais quando se conta com um mercado promissor e a vantagem de se fazer o que gosta. Dedicação e amor ao que se faz e propõe no mercado é o que não falta no Bosque da Saúde e estas são as razões pelas quais a região concentra uma atividade econômica tão forte e variada. Muita gente sonha em ter um negócio próprio. Gente que vem de longa data trabalhando com carteira assinada e hoje, após um grave cenário de crise, dispõe de um valor satisfatório para realizar o sonho da independência financeira. Gente que encontrou, por exemplo, no Bosque da Saúde, a oportunidade de realizar o sonho de ser “chefe de si mesmo”. E assim, o trabalho no bairro se estende pelos mais variados segmentos e mercados, indo desde a pequena porta que conserta celulares às grandes indústrias de confecção, autopeças, educação, informática, mercearias e outros. Uma destas empresas no Bosque da Saúde, por exemplo, é a Yakult que exporta do bairro para cidades e estados brasileiros e até para outros países. Desde o tradicional leite fermentado até as mais variadas sobremesas, como iogurtes, achocolatados, sucos e outras bebidas, como a famosa Taffman Ex, Hiline F, dentre outras. Tudo derivado de alimentos com probióticos, que segundo pesquisas científicas, regulam a flora intestinal e colaboram para uma saúde com mais qualidade. Na área farmacêutica, uma empresa, em especial, possui suas únicas unidades físicas abertas no bairro Bosque da Saúde. É a Ultrafarma, cuja rede contempla a venda de medicamentos genéricos e muito mais baratos. Além da Ultrafarma, é grande também a quantidade de outras farmácias abertas em todo o bairro. Na área petroquímica, o Bosque da Saúde também acolhe uma marca. Mais precisamente na rua Itaboraí onde está localizada a Termax Paulista de Petróleo, empresa de refino de petróleo, que dentre outras coisas, cuida da fabricação de tintas para canetas, além de aglutinantes, peptona, óleos vegetais e outros. E dá-lhe mais empregos, investimentos, capital de giro e etc. Espantoso, não é? Mas não é só da atividade de grandes marcas que o bairro se projeta. O bairro Bosque da Saúde conta com uma infindável variedade de prestadores de serviços. Confecções de roupa, lojas de informática, escolas, salões de beleza e outras portas que também geram emprego e impulsionam a renda. Sem contar os supermercados Extra e Carrefour que abastecem o bairro. No setor da construção civil, destaques para o Center Castilho e a Telhanorte. No setor de Pet Shops, a COBASI é imbatível, vendendo e exportando para todo o Estado. Se em terra de grandes oportunidades, todos têm uma chance, não seria exagero afirmar que o Bosque é a “terra prometida” de muitos empreendedores e empreendimentos. Com boas áreas verdes, atrativos e gente trabalhadora e hospitaleira, o bairro Bosque da Saúde é o novo charme de São Paulo. Saiba o porquê. Acordar cedo não é algo fácil para muitas pessoas, mas no Bosque da Saúde, é algo até prazeroso. Quem tem que sair de casa de madrugada, por exemplo, nem sente isso como um problema, visto que são muitas as atrações pelo caminho até o trabalho. Seja de ônibus ou mesmo a pé, é possível apreciar, dentro do bairro, alguns lugares muito bonitos e atraentes, bem iluminados, aproveitando ainda aquele cheiro gostoso de café, acompanhado dos deliciosos lanches e o inconfundível “pão na chapa” com bastante manteiga, que ajudam qualquer pessoa a acordar. O cheiro bom vem das padarias que, no Bosque da Saúde, já atende logo cedo a clientela, em geral, pessoas que trabalham à noite ou acordam muito cedo. E o café da manhã, sempre farto, dá um gosto todo especial para o dia que vem a seguir. O Bosque da Saúde é um bairro que atrai por várias peculiaridades. Por exemplo, as ruas, embora movimentadas, ainda conservam uma tranquilidade, bem diferente das vias de outros pontos da capital, onde mesmo de madrugada, nota-se um fervilhar constante de carros e ônibus. No Bosque, contudo, tudo é tão planejado que lembra muito uma cidade do interior. Uma cidade tal qual tanta gente sonha em morar: com toda infraestrutura necessária e aquele aconchego que só um Bosque pode oferecer. Quem acorda mais tarde, lá pelas 9h ou 10h da manhã, também terá muito o que aproveitar no bairro. Embora o dia já tenha começado, sempre é possível tomar um bom café e sair por aí para fazer compras, colocar as vitrines do shopping em dia, fazer qualquer exame ou checar as contas no banco. Uma das qualidades do Bosque é a quantidade de prestadores de serviços que disponibilizam um atendimento de qualidade, principalmente, no ramo de comida. Padarias, lanchonetes, barzinhos… O Bosque da Saúde concentra uma grande quantidade de opções quando o assunto é comida. Se é para tomar um ótimo café da manhã, o que não faltam são opções, tais como Casas de Bolo, Confeitarias, como por exemplo, a Karol do Bosque, ou ainda a Sodiê Doces, famosíssima em todo país. E claro, tudo limpinho e com qualidade. São negócios de família que foram crescendo, se ampliando e conquistaram o paladar e o gosto de cada cliente que frequenta. Se é para trabalhar, o que não falta ao Bosque são oportunidades. Os principais empreendimentos da região geram renda, trabalho e atraem interessados e consumidores de várias partes da cidade e até do estado. Qualquer jovem ou profissional mais experiente que chegue para trabalhar no bairro, certamente se encantará com as oportunidades que vão lhe encher os olhos de sonhos e esperanças. O setor de serviços é algo tão forte no Bairro Bosque da Saúde, que um dos mais importantes Shoppings Centers da capital, localizado ali no coração do Bosque, revitalizou todo o seu espaço e ampliou o número de lojas e marcas. Tudo para poder atender à demanda que cresce oriunda tanto do Bosque como das regiões vizinhas. Estamos falando do Shopping Plaza Sul, que é fonte de lazer, de renda e de oportunidades no bairro. Em 2018, o Shopping Plaza Sul saiu na frente em seu segmento com um investimento milionário que aumentou de 207 para 220 lojas abertas, estacionamento maior (1360 vagas), espaço família e kid’s place para quem traz os filhos e cinema moderno em formato de estádio com telas de projeção bem maiores. Quem trabalha próximo das avenidas Prof. Abraão de Moraes, Avenida do Cursino ou Bosque da Saúde, por exemplo, dificilmente resiste a dar uma passadinha no Shopping Plaza Sul. Seja quem for, mesmo que venha ao bairro só para dar aquela voltinha depois do almoço ou ainda tomar suco ou sorvete, quer visitar o shopping que não para de crescer, sendo o orgulho do Bosque. É impressionante como o bairro Bosque da Saúde cresceu ao longo do século, e sem perder a identidade calma e aconchegante do velho bosque. Essa é uma opinião em comum de muita gente que conhece o bairro há anos. O Bosque da Saúde é um dos 13 bairros que compõem a Zona Sul de São Paulo, uma região considerada nobre. Segundo o livro “Bairros Paulistanos de A a Z”, do historiador Levino Ponciano, a zona Sul era, nos séculos passados, apenas um ponto de parada dos tropeiros que seguiam viagem pelo estado afora. Em pleno século XIX, os tropeiros encontraram uma cruz e não tardou até que o local se tornasse um ponto de peregrinação. Desta forma, surgiu em 1910, a capela de Santa Cruz, onde atualmente ficam as ruas Santa Cruz e Domingos de Morais. Inicialmente, a região foi então chamada de “Cruz das Almas”. Com o tempo, o povoamento se formou e cresceu ao redor desta capela, que em 1928, passou por obras de reforma, sendo transformada na Igreja Nossa Senhora da Saúde, cujo nome rebatizou a região. Contudo, foram as ferrovias que proporcionaram forte crescimento à região. Isto porque, ainda no século XIX, mais precisamente em 1886, chegava à zona sul a linha Tramway de Santo Amaro, uma ferrovia de bitola estreita que ligava São Paulo a Santo Amaro. Ela trazia e levava passageiros da capital à outra cidade. Era necessário que se compusesse de alguma forma uma atividade mais frequente para atender as demandas destes passageiros. Não tardou até que várias estações e paradas fossem erguidas, sendo uma delas a atual Estação São Judas. A ferrovia permaneceu ativa até 1913 quando foi então finalmente substituída pelas linhas do bonde, que circularam por toda capital até o início dos anos 70. destinava para lazer e eventos aos finais de semana. Uma área de conservação. Estendia-se da Praça da Árvore, pela avenida Bosque da Saúde, descendo a região e cruzando o então riacho do Ipiranga, formando pelo caminho várzeas com vários campos de futebol, e seguindo pelas ruas Ibirarema, Guararema até o final da rua Tiquatira, já de encontro com a avenida do Cursino. O bairro Bosque da Saúde, portanto, não tem esse nome à toa e se tratava de uma área verde imensa, que a partir dos anos 30, atendendo as necessidades de urbanização pelas quais a cidade já passava, foi totalmente dividida e loteada, sendo mantidos apenas alguns pontos de vegetação em áreas tidas como recreativas até os dias de hoje. Atualmente é uma das áreas consideradas mais bem planejadas de São Paulo, combinando a beleza do verde e a qualidade de vida do interior com a modernidade e conforto que só uma grande cidade como São Paulo oferece. Trabalhar é bom demais. Ainda mais quando se conta com um mercado promissor e a vantagem de se fazer o que gosta. Dedicação e amor ao que se faz e propõe no mercado é o que não falta no Bosque da Saúde e estas são as razões pelas quais a região concentra uma atividade econômica tão forte e variada. Muita gente sonha em ter um negócio próprio. Gente que vem de longa data trabalhando com carteira assinada e hoje, após um grave cenário de crise, dispõe de um valor satisfatório para realizar o sonho da independência financeira. Gente que encontrou, por exemplo, no Bosque da Saúde, a oportunidade de realizar o sonho de ser “chefe de si mesmo”. E assim, o trabalho no bairro se estende pelos mais variados segmentos e mercados, indo desde a pequena porta que conserta celulares às grandes indústrias de confecção, autopeças, educação, informática, mercearias e outros. Uma destas empresas no Bosque da Saúde, por exemplo, é a Yakult que exporta do bairro para cidades e estados brasileiros e até para outros países. Desde o tradicional leite fermentado até as mais variadas sobremesas, como iogurtes, achocolatados, sucos e outras bebidas, como a famosa Taffman Ex, Hiline F, dentre outras. Tudo derivado de alimentos com probióticos, que segundo pesquisas científicas, regulam a flora intestinal e colaboram para uma saúde com mais qualidade. Na área farmacêutica, uma empresa, em especial, possui suas únicas unidades físicas abertas no bairro Bosque da Saúde. É a Ultrafarma, cuja rede contempla a venda de medicamentos genéricos e muito mais baratos. Além da Ultrafarma, é grande também a quantidade de outras farmácias abertas em todo o bairro. Na área petroquímica, o Bosque da Saúde também acolhe uma marca. Mais precisamente na rua Itaboraí onde está localizada a Termax Paulista de Petróleo, empresa de refino de petróleo, que dentre outras coisas, cuida da fabricação de tintas para canetas, além de aglutinantes, peptona, óleos vegetais e outros. E dá-lhe mais empregos, investimentos, capital de giro e etc. Espantoso, não é? Mas não é só da atividade de grandes marcas que o bairro se projeta. O bairro Bosque da Saúde conta com uma infindável variedade de prestadores de serviços. Confecções de roupa, lojas de informática, escolas, salões de beleza e outras portas que também geram emprego e impulsionam a renda. Sem contar os supermercados Extra e Carrefour que abastecem o bairro. No setor da construção civil, destaques para o Center Castilho e a Telhanorte. No setor de Pet Shops, a COBASI é imbatível, vendendo e exportando para todo o Estado. Se em terra de grandes oportunidades, todos têm uma chance, não seria exagero afirmar que o Bosque é a “terra prometida” de muitos empreendedores e empreendimentos.
Rua Pinheiro Guimarães, 542 - Parque da Vila PrudenteTerreno Nivelado com Portão de Ferro Ideal para estacionamento. Vila Prudente é um distrito do município de São Paulo, localizado na zona leste do município e pertencente à Subprefeitura da Vila Prudente. Bairros de Vila Prudente: Vila Prudente; Vila Alpina; Vila Zelina; Vila São Maurício; Vila Haddad; Vila Santa Teresa; Vila São Carlos; Quinta da Paineira; Parque Lituânia; Vila Alois; Conj. Hab. Cintra Gordinho; Parque da Vila Prudente; Vila Bela; Vila Lúcia; Jardim Avelino; Vila Macedópolis; Vila Califórnia. Vila Prudente é um distrito do município de São Paulo, localizado na zona leste do município e pertencente à Subprefeitura da Vila Prudente. Bairros de Vila Prudente: Vila Prudente; Vila Alpina; Vila Zelina; Vila São Maurício; Vila Haddad; Vila Santa Teresa; Vila São Carlos; Quinta da Paineira; Parque Lituânia; Vila Alois; Conj. Hab. Cintra Gordinho; Parque da Vila Prudente; Vila Bela; Vila Lúcia; Jardim Avelino; Vila Macedópolis; Vila Califórnia. A história da Vila Prudente começou no início do século XVI com a doação de uma sesmaria a João Ramalho, para que ele a povoasse. Depois de três séculos, em 1829, o negociante João Pedroso adquiriu lotes e formou na área sítios de recreio, nos quais criava gado e plantava árvores frutíferas. Aos poucos, ele foi ampliando os limites da área, que passou a englobar os baixos do Zimbaúba (atuais Vila Zelina, Vila Bela e Jardim Independência). A fundação de Vila Prudente ocorreu em 4 de outubro de 1890. Foi neste ano que os imigranes italianos Irmãos Falchi (Emiídio, Panfilio e Bernardino Falchi), com auxílio do financista Serafino Corso, compraram a gleba de terra de Martinha Maria, viúva de Antônio Pedroso e instalaram a primeira indústria da região, a Fábrica de Chocolates Falchi. O nome do bairro (e distrito) vem da admiração que os irmãos Falchi, proprietários na época da fundação, tinham pelo então presidente do estado de São Paulo, Prudente de Morais, que seria, anos depois, o primeiro presidente do Brasil de origem paulista. Ela pode ser vista, talvez superdimensionada, na planta de Gomes Cardim, de 1897.[2]O bairro passou a ser atendido por uma linha de bonde em 1912, partindo da Praça Padre Damião, e indo para a Praça da Sé. A linha, de número 32, foi desativada junto com o resto da rede na década de 1960. Terreno Nivelado com Portão de Ferro Ideal para estacionamento. Vila Prudente é um distrito do município de São Paulo, localizado na zona leste do município e pertencente à Subprefeitura da Vila Prudente. Bairros de Vila Prudente: Vila Prudente; Vila Alpina; Vila Zelina; Vila São Maurício; Vila Haddad; Vila Santa Teresa; Vila São Carlos; Quinta da Paineira; Parque Lituânia; Vila Alois; Conj. Hab. Cintra Gordinho; Parque da Vila Prudente; Vila Bela; Vila Lúcia; Jardim Avelino; Vila Macedópolis; Vila Califórnia. Vila Prudente é um distrito do município de São Paulo, localizado na zona leste do município e pertencente à Subprefeitura da Vila Prudente. Bairros de Vila Prudente: Vila Prudente; Vila Alpina; Vila Zelina; Vila São Maurício; Vila Haddad; Vila Santa Teresa; Vila São Carlos; Quinta da Paineira; Parque Lituânia; Vila Alois; Conj. Hab. Cintra Gordinho; Parque da Vila Prudente; Vila Bela; Vila Lúcia; Jardim Avelino; Vila Macedópolis; Vila Califórnia. A história da Vila Prudente começou no início do século XVI com a doação de uma sesmaria a João Ramalho, para que ele a povoasse. Depois de três séculos, em 1829, o negociante João Pedroso adquiriu lotes e formou na área sítios de recreio, nos quais criava gado e plantava árvores frutíferas. Aos poucos, ele foi ampliando os limites da área, que passou a englobar os baixos do Zimbaúba (atuais Vila Zelina, Vila Bela e Jardim Independência). A fundação de Vila Prudente ocorreu em 4 de outubro de 1890. Foi neste ano que os imigranes italianos Irmãos Falchi (Emiídio, Panfilio e Bernardino Falchi), com auxílio do financista Serafino Corso, compraram a gleba de terra de Martinha Maria, viúva de Antônio Pedroso e instalaram a primeira indústria da região, a Fábrica de Chocolates Falchi. O nome do bairro (e distrito) vem da admiração que os irmãos Falchi, proprietários na época da fundação, tinham pelo então presidente do estado de São Paulo, Prudente de Morais, que seria, anos depois, o primeiro presidente do Brasil de origem paulista. Ela pode ser vista, talvez superdimensionada, na planta de Gomes Cardim, de 1897.[2]O bairro passou a ser atendido por uma linha de bonde em 1912, partindo da Praça Padre Damião, e indo para a Praça da Sé. A linha, de número 32, foi desativada junto com o resto da rede na década de 1960. Terreno Nivelado com Portão de Ferro Ideal para estacionamento. Vila Prudente é um distrito do município de São Paulo, localizado na zona leste do município e pertencente à Subprefeitura da Vila Prudente. Bairros de Vila Prudente: Vila Prudente; Vila Alpina; Vila Zelina; Vila São Maurício; Vila Haddad; Vila Santa Teresa; Vila São Carlos; Quinta da Paineira; Parque Lituânia; Vila Alois; Conj. Hab. Cintra Gordinho; Parque da Vila Prudente; Vila Bela; Vila Lúcia; Jardim Avelino; Vila Macedópolis; Vila Califórnia. Vila Prudente é um distrito do município de São Paulo, localizado na zona leste do município e pertencente à Subprefeitura da Vila Prudente. Bairros de Vila Prudente: Vila Prudente; Vila Alpina; Vila Zelina; Vila São Maurício; Vila Haddad; Vila Santa Teresa; Vila São Carlos; Quinta da Paineira; Parque Lituânia; Vila Alois; Conj. Hab. Cintra Gordinho; Parque da Vila Prudente; Vila Bela; Vila Lúcia; Jardim Avelino; Vila Macedópolis; Vila Califórnia. A história da Vila Prudente começou no início do século XVI com a doação de uma sesmaria a João Ramalho, para que ele a povoasse. Depois de três séculos, em 1829, o negociante João Pedroso adquiriu lotes e formou na área sítios de recreio, nos quais criava gado e plantava árvores frutíferas. Aos poucos, ele foi ampliando os limites da área, que passou a englobar os baixos do Zimbaúba (atuais Vila Zelina, Vila Bela e Jardim Independência). A fundação de Vila Prudente ocorreu em 4 de outubro de 1890. Foi neste ano que os imigranes italianos Irmãos Falchi (Emiídio, Panfilio e Bernardino Falchi), com auxílio do financista Serafino Corso, compraram a gleba de terra de Martinha Maria, viúva de Antônio Pedroso e instalaram a primeira indústria da região, a Fábrica de Chocolates Falchi. O nome do bairro (e distrito) vem da admiração que os irmãos Falchi, proprietários na época da fundação, tinham pelo então presidente do estado de São Paulo, Prudente de Morais, que seria, anos depois, o primeiro presidente do Brasil de origem paulista. Ela pode ser vista, talvez superdimensionada, na planta de Gomes Cardim, de 1897.[2]O bairro passou a ser atendido por uma linha de bonde em 1912, partindo da Praça Padre Damião, e indo para a Praça da Sé. A linha, de número 32, foi desativada junto com o resto da rede na década de 1960. Terreno Nivelado com Portão de Ferro Ideal para estacionamento. Vila Prudente é um distrito do município de São Paulo, localizado na zona leste do município e pertencente à Subprefeitura da Vila Prudente. Bairros de Vila Prudente: Vila Prudente; Vila Alpina; Vila Zelina; Vila São Maurício; Vila Haddad; Vila Santa Teresa; Vila São Carlos; Quinta da Paineira; Parque Lituânia; Vila Alois; Conj. Hab. Cintra Gordinho; Parque da Vila Prudente; Vila Bela; Vila Lúcia; Jardim Avelino; Vila Macedópolis; Vila Califórnia. Vila Prudente é um distrito do município de São Paulo, localizado na zona leste do município e pertencente à Subprefeitura da Vila Prudente. Bairros de Vila Prudente: Vila Prudente; Vila Alpina; Vila Zelina; Vila São Maurício; Vila Haddad; Vila Santa Teresa; Vila São Carlos; Quinta da Paineira; Parque Lituânia; Vila Alois; Conj. Hab. Cintra Gordinho; Parque da Vila Prudente; Vila Bela; Vila Lúcia; Jardim Avelino; Vila Macedópolis; Vila Califórnia. A história da Vila Prudente começou no início do século XVI com a doação de uma sesmaria a João Ramalho, para que ele a povoasse. Depois de três séculos, em 1829, o negociante João Pedroso adquiriu lotes e formou na área sítios de recreio, nos quais criava gado e plantava árvores frutíferas. Aos poucos, ele foi ampliando os limites da área, que passou a englobar os baixos do Zimbaúba (atuais Vila Zelina, Vila Bela e Jardim Independência). A fundação de Vila Prudente ocorreu em 4 de outubro de 1890. Foi neste ano que os imigranes italianos Irmãos Falchi (Emiídio, Panfilio e Bernardino Falchi), com auxílio do financista Serafino Corso, compraram a gleba de terra de Martinha Maria, viúva de Antônio Pedroso e instalaram a primeira indústria da região, a Fábrica de Chocolates Falchi. O nome do bairro (e distrito) vem da admiração que os irmãos Falchi, proprietários na época da fundação, tinham pelo então presidente do estado de São Paulo, Prudente de Morais, que seria, anos depois, o primeiro presidente do Brasil de origem paulista. Ela pode ser vista, talvez superdimensionada, na planta de Gomes Cardim, de 1897.[2]O bairro passou a ser atendido por uma linha de bonde em 1912, partindo da Praça Padre Damião, e indo para a Praça da Sé. A linha, de número 32, foi desativada junto com o resto da rede na década de 1960.São Paulo - SPTerreno Nivelado com Portão de Ferro Ideal para estacionamento. Vila Prudente é um distrito do município de São Paulo, localizado na zona leste do município e pertencente à Subprefeitura da Vila Prudente. Bairros de Vila Prudente: Vila Prudente; Vila Alpina; Vila Zelina; Vila São Maurício; Vila Haddad; Vila Santa Teresa; Vila São Carlos; Quinta da Paineira; Parque Lituânia; Vila Alois; Conj. Hab. Cintra Gordinho; Parque da Vila Prudente; Vila Bela; Vila Lúcia; Jardim Avelino; Vila Macedópolis; Vila Califórnia. Vila Prudente é um distrito do município de São Paulo, localizado na zona leste do município e pertencente à Subprefeitura da Vila Prudente. Bairros de Vila Prudente: Vila Prudente; Vila Alpina; Vila Zelina; Vila São Maurício; Vila Haddad; Vila Santa Teresa; Vila São Carlos; Quinta da Paineira; Parque Lituânia; Vila Alois; Conj. Hab. Cintra Gordinho; Parque da Vila Prudente; Vila Bela; Vila Lúcia; Jardim Avelino; Vila Macedópolis; Vila Califórnia. A história da Vila Prudente começou no início do século XVI com a doação de uma sesmaria a João Ramalho, para que ele a povoasse. Depois de três séculos, em 1829, o negociante João Pedroso adquiriu lotes e formou na área sítios de recreio, nos quais criava gado e plantava árvores frutíferas. Aos poucos, ele foi ampliando os limites da área, que passou a englobar os baixos do Zimbaúba (atuais Vila Zelina, Vila Bela e Jardim Independência). A fundação de Vila Prudente ocorreu em 4 de outubro de 1890. Foi neste ano que os imigranes italianos Irmãos Falchi (Emiídio, Panfilio e Bernardino Falchi), com auxílio do financista Serafino Corso, compraram a gleba de terra de Martinha Maria, viúva de Antônio Pedroso e instalaram a primeira indústria da região, a Fábrica de Chocolates Falchi. 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Aos poucos, ele foi ampliando os limites da área, que passou a englobar os baixos do Zimbaúba (atuais Vila Zelina, Vila Bela e Jardim Independência). A fundação de Vila Prudente ocorreu em 4 de outubro de 1890. Foi neste ano que os imigranes italianos Irmãos Falchi (Emiídio, Panfilio e Bernardino Falchi), com auxílio do financista Serafino Corso, compraram a gleba de terra de Martinha Maria, viúva de Antônio Pedroso e instalaram a primeira indústria da região, a Fábrica de Chocolates Falchi. O nome do bairro (e distrito) vem da admiração que os irmãos Falchi, proprietários na época da fundação, tinham pelo então presidente do estado de São Paulo, Prudente de Morais, que seria, anos depois, o primeiro presidente do Brasil de origem paulista. Ela pode ser vista, talvez superdimensionada, na planta de Gomes Cardim, de 1897.[2]O bairro passou a ser atendido por uma linha de bonde em 1912, partindo da Praça Padre Damião, e indo para a Praça da Sé. A linha, de número 32, foi desativada junto com o resto da rede na década de 1960. Terreno Nivelado com Portão de Ferro Ideal para estacionamento. Vila Prudente é um distrito do município de São Paulo, localizado na zona leste do município e pertencente à Subprefeitura da Vila Prudente. Bairros de Vila Prudente: Vila Prudente; Vila Alpina; Vila Zelina; Vila São Maurício; Vila Haddad; Vila Santa Teresa; Vila São Carlos; Quinta da Paineira; Parque Lituânia; Vila Alois; Conj. Hab. Cintra Gordinho; Parque da Vila Prudente; Vila Bela; Vila Lúcia; Jardim Avelino; Vila Macedópolis; Vila Califórnia. Vila Prudente é um distrito do município de São Paulo, localizado na zona leste do município e pertencente à Subprefeitura da Vila Prudente. Bairros de Vila Prudente: Vila Prudente; Vila Alpina; Vila Zelina; Vila São Maurício; Vila Haddad; Vila Santa Teresa; Vila São Carlos; Quinta da Paineira; Parque Lituânia; Vila Alois; Conj. Hab. 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O nome do bairro (e distrito) vem da admiração que os irmãos Falchi, proprietários na época da fundação, tinham pelo então presidente do estado de São Paulo, Prudente de Morais, que seria, anos depois, o primeiro presidente do Brasil de origem paulista. Ela pode ser vista, talvez superdimensionada, na planta de Gomes Cardim, de 1897.[2]O bairro passou a ser atendido por uma linha de bonde em 1912, partindo da Praça Padre Damião, e indo para a Praça da Sé. A linha, de número 32, foi desativada junto com o resto da rede na década de 1960. Terreno Nivelado com Portão de Ferro Ideal para estacionamento. Vila Prudente é um distrito do município de São Paulo, localizado na zona leste do município e pertencente à Subprefeitura da Vila Prudente. Bairros de Vila Prudente: Vila Prudente; Vila Alpina; Vila Zelina; Vila São Maurício; Vila Haddad; Vila Santa Teresa; Vila São Carlos; Quinta da Paineira; Parque Lituânia; Vila Alois; Conj. Hab. 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Aos poucos, ele foi ampliando os limites da área, que passou a englobar os baixos do Zimbaúba (atuais Vila Zelina, Vila Bela e Jardim Independência). A fundação de Vila Prudente ocorreu em 4 de outubro de 1890. Foi neste ano que os imigranes italianos Irmãos Falchi (Emiídio, Panfilio e Bernardino Falchi), com auxílio do financista Serafino Corso, compraram a gleba de terra de Martinha Maria, viúva de Antônio Pedroso e instalaram a primeira indústria da região, a Fábrica de Chocolates Falchi. O nome do bairro (e distrito) vem da admiração que os irmãos Falchi, proprietários na época da fundação, tinham pelo então presidente do estado de São Paulo, Prudente de Morais, que seria, anos depois, o primeiro presidente do Brasil de origem paulista. Ela pode ser vista, talvez superdimensionada, na planta de Gomes Cardim, de 1897.[2]O bairro passou a ser atendido por uma linha de bonde em 1912, partindo da Praça Padre Damião, e indo para a Praça da Sé. 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Rua Ateneu, 22 - IPIRANGACobertura Duplex noIpiranga Living para dois ambientes, tabuas largas, 3 dormitórios com armários embutidos sendo 1 suíte, sacada nos 3 dormitórios, wc suíte pia com gabinete e box blindex, wc social pia com gabinete e box blindex, cozinha com armários embutidos , despensa, wc de empregada e área de serviço. Está a procura de apartamento para comprar no Ipiranga? Então você pode ter certeza de que estará morando em uma localidade repleta de qualidades e atributos para se morar. Afinal, o bairro do Ipiranga é um verdadeiro sinônimo de qualidade de vida. Conhecidíssimo, entre outros motivos, por estar vinculado à Independência e por ter sido cantado no hino nacional brasileiro, o bairro do Ipiranga é uma poderosa e importante referência histórica para a capital paulista. Nele se encontram alguns dos pontos culturais e históricos mais importantes de São Paulo e de todo o Brasil. Conheça mais um pouco desse bairro no decorrer deste artigo. A história do bairro do Ipiranga O termo Ipiranga não possui nenhum estudo definitivo que diga sobre qual seria a sua tradução precisa, dado que haviam muitas línguas diferentes usadas pelos nativos de Piratininga, no decorrer de toda a história. Contudo, um dos significados mais reconhecidos é o de “água vermelha” ou ainda “água barrenta”. Esse sentido foi dado pelos primeiros residentes brancos do Planalto, que, o que é mais provável, foi obtido diretamente dos índios Guaianazes nativos da região, há quase 500 anos. Alguns dos primeiros registros que se tem dessa localidade do Ipiranga datam do ano de 1510, período esse no qual João Ramalho habitava por ali, em conjunto com os indígenas, na área do Planalto Piranitinga, situada entre a margem direita do chamado Ribeirão Guapituva até aquela que se caracterizava como a aldeia do cacique de nome Tibiriçá. Depois de diversas doações de terras que ocorreram por ali, a área chamada de Ipiranga passou a ter uma maior ocupação de brancos, o que culminou em uma gigantesca debandada de índios Guaianazes para outros lugares, que não conseguiram se adaptam aos costumes desses novos habitantes. Até o fim do século XVI, a região de Piratininga já possuía uma comunidade de cerca de 1500 pessoas, que se espalhavam por praticamente toda a extensão da colina ribeirinha do Tamanduateí. A localização privilegiada, próxima do mar, acabou servindo de estímulo para a concentração e igualmente a expansão de fazendas e sítios, resultando, por conseguinte, no desenvolvimento do comércio da região, que, aliás, é um dos maiores atributos dessa localidade até os dias atuais. O principal acontecimento histórico que aconteceu no bairro do Ipiranga foi a Independência do Brasil, no dia 7 de setembro de 1822, por D.Pedro I, às margens do ribeirão Ipiranga. Muitas décadas depois desse fato e justamente por conta dele, inaugurou-se o Museu do Ipiranga, em 1895 e o Monumento do Ipiranga, em 1922. A localização do Ipiranga O Ipiranga é localizado na Zona Sul da cidade de São Paulo. Ele comporta o Parque da Independência, que nada mais é do que um apanhado de construções que representam a independência política do país. O Monumento do Ipiranga e o Museu da Independência, já citados, são devidamente interligados a outros espaços históricos como a Capela Imperial e a Casa do Grito por um jardim no estilo francês. Quem está à procura de apartamento no Ipiranga precisa saber que o distrito do Ipiranga é composto pelos bairros Ipiranga, Alto do Ipiranga, Vila Independência, Vila Carioca, Vila São José, Vila Heliópolis, Vila Eulália e Vila Monumento. Acrescentando-se ainda os distritos do Cursinho e do Sacomã, forma-se então a região que igualmente ganha o nome de Ipiranga, que contém uma população de aproximadamente 425 mil habitantes. Hoje em dia, o distrito em questão é notória como uma fornecedora de serviços, ao passo em que experimenta uma verticalização imobiliária crescente. Além de usufruir de uma estação de metrô, o bairro do Ipiranga é recheado com linhas de trem e ônibus que vão para diferentes regiões da capital. Ademais, o Ipiranga possui um fácil acesso a duas das principais rodovias da cidade de São Paulo: a Anchieta e a Imigrantes. Também está perto de vias de acesso importantíssimas, como a Avenida Nazaré, a Avenida Doutor Ricardo Jafet e a Avenida do Estado. Cultura, lazer e entretenimento Além dos lugares históricos citados anteriormente, o bairro do Ipiranga conta com a existência da Cinemateca, na qual está armazenado o maior acervo audiovisual de toda a América Latina, além também do museu Lagar Segall, voltado também para o universo cinematográfico e afins, onde há igualmente uma biblioteca repleta de livros nacionais e internacionais. Uma atração cultural que costuma receber uma grande leva de visitações é o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP). Há também o Aquário de São Paulo, onde podem ser vislumbrados animais brasileiros como o jacaré do Pantanal e o peixe-boi da Amazônia, além também de leão-marinho, tubarão, canguru e urso polar. Outras opções de lazer interessantes que podem ser encontradas nessa área são os shoppings Mooca Plaza, Park Shopping Caetano, Central Plaza e Metrô Santa Cruz, todos situados bem pertinho do bairro. Infraestrutura do bairro do Ipiranga O bairro do Ipiranga é sinônimo de qualidade de vida e não é à toa. Essa qualidade de vida começa pelo fato dele possuir ruas arborizadas, tranquilas. Isso faz com que o ambiente em si do bairro seja mais agradável e proporcione maior bem-estar. Os mais diversos tipos de serviços podem ser encontrados nessa região. Em outras palavras, aqui se encontra absolutamente de tudo, dispensando a necessidade de ficar se deslocando para outras áreas da cidade. O bairro possui muitas instituições de ensino, de todos os graus de escolaridade, desde creches e escolas primárias, passando por escolas de ensino fundamental e médio até institutos de ensino técnico e superior, como o SENAC, a Universidade São Camilo, respectivamente, entre muitos outros. Encontra-se ainda toda sorte de estabelecimentos e comércios, como os mercados Carrefour, Extra Fácil, Pão de Açúcar, sem falar também em agências bancárias e hospitais públicos e particulares. Agora você sabe mais informações a respeito do famoso e histórico bairro do Ipiranga, na cidade de São Paulo. Curta e compartilhe esse post em suas redes sociais!São Paulo - SPCobertura Duplex noIpiranga Living para dois ambientes, tabuas largas, 3 dormitórios com armários embutidos sendo 1 suíte, sacada nos 3 dormitórios, wc suíte pia com gabinete e box blindex, wc social pia com gabinete e box blindex, cozinha com armários embutidos , despensa, wc de empregada e área de serviço. Está a procura de apartamento para comprar no Ipiranga? Então você pode ter certeza de que estará morando em uma localidade repleta de qualidades e atributos para se morar. Afinal, o bairro do Ipiranga é um verdadeiro sinônimo de qualidade de vida. Conhecidíssimo, entre outros motivos, por estar vinculado à Independência e por ter sido cantado no hino nacional brasileiro, o bairro do Ipiranga é uma poderosa e importante referência histórica para a capital paulista. Nele se encontram alguns dos pontos culturais e históricos mais importantes de São Paulo e de todo o Brasil. Conheça mais um pouco desse bairro no decorrer deste artigo. A história do bairro do Ipiranga O termo Ipiranga não possui nenhum estudo definitivo que diga sobre qual seria a sua tradução precisa, dado que haviam muitas línguas diferentes usadas pelos nativos de Piratininga, no decorrer de toda a história. Contudo, um dos significados mais reconhecidos é o de “água vermelha” ou ainda “água barrenta”. Esse sentido foi dado pelos primeiros residentes brancos do Planalto, que, o que é mais provável, foi obtido diretamente dos índios Guaianazes nativos da região, há quase 500 anos. Alguns dos primeiros registros que se tem dessa localidade do Ipiranga datam do ano de 1510, período esse no qual João Ramalho habitava por ali, em conjunto com os indígenas, na área do Planalto Piranitinga, situada entre a margem direita do chamado Ribeirão Guapituva até aquela que se caracterizava como a aldeia do cacique de nome Tibiriçá. Depois de diversas doações de terras que ocorreram por ali, a área chamada de Ipiranga passou a ter uma maior ocupação de brancos, o que culminou em uma gigantesca debandada de índios Guaianazes para outros lugares, que não conseguiram se adaptam aos costumes desses novos habitantes. Até o fim do século XVI, a região de Piratininga já possuía uma comunidade de cerca de 1500 pessoas, que se espalhavam por praticamente toda a extensão da colina ribeirinha do Tamanduateí. A localização privilegiada, próxima do mar, acabou servindo de estímulo para a concentração e igualmente a expansão de fazendas e sítios, resultando, por conseguinte, no desenvolvimento do comércio da região, que, aliás, é um dos maiores atributos dessa localidade até os dias atuais. O principal acontecimento histórico que aconteceu no bairro do Ipiranga foi a Independência do Brasil, no dia 7 de setembro de 1822, por D.Pedro I, às margens do ribeirão Ipiranga. Muitas décadas depois desse fato e justamente por conta dele, inaugurou-se o Museu do Ipiranga, em 1895 e o Monumento do Ipiranga, em 1922. A localização do Ipiranga O Ipiranga é localizado na Zona Sul da cidade de São Paulo. Ele comporta o Parque da Independência, que nada mais é do que um apanhado de construções que representam a independência política do país. O Monumento do Ipiranga e o Museu da Independência, já citados, são devidamente interligados a outros espaços históricos como a Capela Imperial e a Casa do Grito por um jardim no estilo francês. Quem está à procura de apartamento no Ipiranga precisa saber que o distrito do Ipiranga é composto pelos bairros Ipiranga, Alto do Ipiranga, Vila Independência, Vila Carioca, Vila São José, Vila Heliópolis, Vila Eulália e Vila Monumento. Acrescentando-se ainda os distritos do Cursinho e do Sacomã, forma-se então a região que igualmente ganha o nome de Ipiranga, que contém uma população de aproximadamente 425 mil habitantes. Hoje em dia, o distrito em questão é notória como uma fornecedora de serviços, ao passo em que experimenta uma verticalização imobiliária crescente. Além de usufruir de uma estação de metrô, o bairro do Ipiranga é recheado com linhas de trem e ônibus que vão para diferentes regiões da capital. Ademais, o Ipiranga possui um fácil acesso a duas das principais rodovias da cidade de São Paulo: a Anchieta e a Imigrantes. Também está perto de vias de acesso importantíssimas, como a Avenida Nazaré, a Avenida Doutor Ricardo Jafet e a Avenida do Estado. Cultura, lazer e entretenimento Além dos lugares históricos citados anteriormente, o bairro do Ipiranga conta com a existência da Cinemateca, na qual está armazenado o maior acervo audiovisual de toda a América Latina, além também do museu Lagar Segall, voltado também para o universo cinematográfico e afins, onde há igualmente uma biblioteca repleta de livros nacionais e internacionais. Uma atração cultural que costuma receber uma grande leva de visitações é o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP). Há também o Aquário de São Paulo, onde podem ser vislumbrados animais brasileiros como o jacaré do Pantanal e o peixe-boi da Amazônia, além também de leão-marinho, tubarão, canguru e urso polar. Outras opções de lazer interessantes que podem ser encontradas nessa área são os shoppings Mooca Plaza, Park Shopping Caetano, Central Plaza e Metrô Santa Cruz, todos situados bem pertinho do bairro. Infraestrutura do bairro do Ipiranga O bairro do Ipiranga é sinônimo de qualidade de vida e não é à toa. Essa qualidade de vida começa pelo fato dele possuir ruas arborizadas, tranquilas. Isso faz com que o ambiente em si do bairro seja mais agradável e proporcione maior bem-estar. Os mais diversos tipos de serviços podem ser encontrados nessa região. Em outras palavras, aqui se encontra absolutamente de tudo, dispensando a necessidade de ficar se deslocando para outras áreas da cidade. O bairro possui muitas instituições de ensino, de todos os graus de escolaridade, desde creches e escolas primárias, passando por escolas de ensino fundamental e médio até institutos de ensino técnico e superior, como o SENAC, a Universidade São Camilo, respectivamente, entre muitos outros. Encontra-se ainda toda sorte de estabelecimentos e comércios, como os mercados Carrefour, Extra Fácil, Pão de Açúcar, sem falar também em agências bancárias e hospitais públicos e particulares. Agora você sabe mais informações a respeito do famoso e histórico bairro do Ipiranga, na cidade de São Paulo. Curta e compartilhe esse post em suas redes sociais!
Rua Batuíra, 400 - Vila MoraesGalpão na Vila Moraes, com entrada Trifasica Local amplo para manobrar caminhão ou máquinas Área do terreno 250 m2 Área construída 180 m2 Pronto para construir na parte superior Escritório Cozinha Área de produção/,armazenamento Ótima localização ,próximo da via Anchieta, fácil acesso as principais avenidas grande oportunidade....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................São Paulo - SPGalpão na Vila Moraes, com entrada Trifasica Local amplo para manobrar caminhão ou máquinas Área do terreno 250 m2 Área construída 180 m2 Pronto para construir na parte superior Escritório Cozinha Área de produção/,armazenamento Ótima localização ,próximo da via Anchieta, fácil acesso as principais avenidas grande oportunidade....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
Rua do Manifesto, 2216 - IpirangaPrédio para locação, Ipiranga, São Paulo, SP possue 16 salas 2 banheiros, area de serviço, sao dois andares. excelente localização....... Ipiranga é um bairro localizado no distrito de homônimo[1] no município de São Paulo, Brasil. É um dos bairros localizado na zona Sul do município de São Paulo e abriga importantes pontos históricos, como o Museu do Ipiranga,[2][3][4] um dos mais conhecidos no Brasil, e o Parque da Independência, em frente ao edifício do museu. No Parque da Independência, há um monumento que simboliza a Independência do Brasil (proclamada onde hoje está o parque) e o famoso "Grito do Ipiranga". Dentro do parque, é possível se ver a Casa do Grito, que aparece no lado direito do quadro do pintor Pedro Américo que retrata a independência do Brasil. Topônimo O nome do bairro é uma referência ao riacho do Ipiranga, local onde foi proclamada a independência do Brasil, em 1822. De acordo com Eduardo de Almeida Navarro, o topônimo de origem tupi é formado pelas termos "y + pirang + a" e significa "rio vermelho" ou "água vermelha"[5] Descrição Além de ser um bairro residencial, também é um bairro comercial, tendo a avenida Nazaré como sua principal via. Paralelo à essa avenida está localizado o chamado "miolo do Ipiranga", entre as ruas Manifesto, Tabor, Comandante Taylor e a Avenida Nazaré, que é o ponto mais famoso do bairro e o mais valorizado.[carece de fontes] O bairro é atendido por quatro estações da Linha 2 do Metrô de São Paulo. São elas: Tamanduateí, Sacomã, Alto do Ipiranga e Santos-Imigrantes, e ainda pelas estações Tamanduateí e Ipiranga da Linha 10 do Trem Metropolitano de São Paulo. Também conta com boa parte da extensão do Expresso Tiradentes. História Conhecido como um dos bairros mais antigos do município de São Paulo, foi fundado em 7 de Setembro de 1822, data também da Proclamação da Independência, por Dom Pedro I às margens do ribeirão Ipiranga.[6] O bairro foi povoado por índios guaianases, porém no século XVI os homens brancos chegaram nessas terras. O português João Ramalho foi um dos primeiros a chegar no bairro e a contribuir para o surgimento de uma população mesclada do lugar. João se casou com Bartira, filha do cacique com quem teve muitos filhos. Após um tempo, os índios que residiam naquelas terras foram embora, pois não queriam mais ser escravizados pelos homens brancos. [7] Com o passar do tempo, o bairro deixou de ser apenas uma passagem entre o mar e a cidade, e Ipiranga testemunhou e colaborou nas modificações urbanas provocadas pela indústria, em 1904, foi palco do primeiro bonde elétrico. [7] Outro fator que provou a industrialização da região foi a inauguração da Rodovia Anchieta, que no ano de 1947 ocasionou na instalação de indústrias, comerciantes e novos moradores ao bairro. [8] Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. A Família Jafet foi uma das primeiras de origem libanesa a chegar no Brasil. Benjamin Jafet foi o primeiro membro da família a chegar no país. Após alguns anos, os irmãos Jafet se tornariam os principais atacadistas e empreendedores da indústria têxtil brasileira. Sua Companhia Fabril de Tecelagem e Estamparia, contribuiu para o surgimento do bairro Ipiranga, auxiliando no seu desenvolvimento. A partir desse momento, a família Jafet em geral esteve presente nas principais obras da região do Ipiranga. Foram eles os responsáveis pela implantação de fábricas, obras de tratamentos as águas do rio Tamanduateí, construção de hospitais, escolas e estradas. [9] Outra figura importante para o surgimento e desenvolvimento do bairro foi a do Conde José Vicente de Azevedo, advogado, professor, parlamentar e precursor da ação social católica. Nos últimos anos do Império, José adquiriu terras na colina do Ipiranga. Através da expansão urbana do bairro, se desenvolve o Conde Vicente de Azevedo sua obra, fundada nos princípios de solidariedade cristã, dispondo de colaboradores notáveis da época. No dia 22 de Novembro de 1896, é inaugurado o "Asilo de Meninas Órfãs", primeira grande empreitada do Conde no bairro. O asilo proporcionou diversas obras de cunho educacional e assistencial. [10] Através das mudanças, se tornou um dos bairros mais tradicionais e conhecidos do município de São Paulo. Hoje, é considerado um museu a céu aberto, pois em 8 de maio de 2007 as doze construções centenárias do bairro foram tombadas pelo Conpresp (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Município de São Paulo). [6] Pontos de Interesse O bairro Ipiranga possui alguns pontos de interesse: Hospital Dom Antônio de Alvarenga Hospital Monumento Hospital da Plástica SP Parque da Independência Associação Museu de Arte Mágica e Ilusionismo João Peixoto dos Santos Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo Mercado Municipal do Ipiranga Centro Universitário São Camilo Clube Atlético Ypiranga Hamburgeria do Seu Osvaldo Casa Do Grito Monumento à Independência Congregação Cristã no Brasil - Ipiranga S.E.S. Imperador do Ipiranga G.R.C.E.S. Acadêmico.s do Ipiranga Ipiranga é um bairro localizado no distrito de homônimo[1] no município de São Paulo, Brasil. É um dos bairros localizado na zona Sul do município de São Paulo e abriga importantes pontos históricos, como o Museu do Ipiranga,[2][3][4] um dos mais conhecidos no Brasil, e o Parque da Independência, em frente ao edifício do museu. No Parque da Independência, há um monumento que simboliza a Independência do Brasil (proclamada onde hoje está o parque) e o famoso "Grito do Ipiranga". Dentro do parque, é possível se ver a Casa do Grito, que aparece no lado direito do quadro do pintor Pedro Américo que retrata a independência do Brasil. Topônimo O nome do bairro é uma referência ao riacho do Ipiranga, local onde foi proclamada a independência do Brasil, em 1822. De acordo com Eduardo de Almeida Navarro, o topônimo de origem tupi é formado pelas termos "y + pirang + a" e significa "rio vermelho" ou "água vermelha"[5] Descrição Além de ser um bairro residencial, também é um bairro comercial, tendo a avenida Nazaré como sua principal via. Paralelo à essa avenida está localizado o chamado "miolo do Ipiranga", entre as ruas Manifesto, Tabor, Comandante Taylor e a Avenida Nazaré, que é o ponto mais famoso do bairro e o mais valorizado.[carece de fontes] O bairro é atendido por quatro estações da Linha 2 do Metrô de São Paulo. São elas: Tamanduateí, Sacomã, Alto do Ipiranga e Santos-Imigrantes, e ainda pelas estações Tamanduateí e Ipiranga da Linha 10 do Trem Metropolitano de São Paulo. Também conta com boa parte da extensão do Expresso Tiradentes. História Conhecido como um dos bairros mais antigos do município de São Paulo, foi fundado em 7 de Setembro de 1822, data também da Proclamação da Independência, por Dom Pedro I às margens do ribeirão Ipiranga.[6] O bairro foi povoado por índios guaianases, porém no século XVI os homens brancos chegaram nessas terras. O português João Ramalho foi um dos primeiros a chegar no bairro e a contribuir para o surgimento de uma população mesclada do lugar. João se casou com Bartira, filha do cacique com quem teve muitos filhos. Após um tempo, os índios que residiam naquelas terras foram embora, pois não queriam mais ser escravizados pelos homens brancos. [7] Com o passar do tempo, o bairro deixou de ser apenas uma passagem entre o mar e a cidade, e Ipiranga testemunhou e colaborou nas modificações urbanas provocadas pela indústria, em 1904, foi palco do primeiro bonde elétrico. [7] Outro fator que provou a industrialização da região foi a inauguração da Rodovia Anchieta, que no ano de 1947 ocasionou na instalação de indústrias, comerciantes e novos moradores ao bairro. [8] Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. A Família Jafet foi uma das primeiras de origem libanesa a chegar no Brasil. Benjamin Jafet foi o primeiro membro da família a chegar no país. Após alguns anos, os irmãos Jafet se tornariam os principais atacadistas e empreendedores da indústria têxtil brasileira. Sua Companhia Fabril de Tecelagem e Estamparia, contribuiu para o surgimento do bairro Ipiranga, auxiliando no seu desenvolvimento. A partir desse momento, a família Jafet em geral esteve presente nas principais obras da região do Ipiranga. Foram eles os responsáveis pela implantação de fábricas, obras de tratamentos as águas do rio Tamanduateí, construção de hospitais, escolas e estradas. [9] Outra figura importante para o surgimento e desenvolvimento do bairro foi a do Conde José Vicente de Azevedo, advogado, professor, parlamentar e precursor da ação social católica. Nos últimos anos do Império, José adquiriu terras na colina do Ipiranga. Através da expansão urbana do bairro, se desenvolve o Conde Vicente de Azevedo sua obra, fundada nos princípios de solidariedade cristã, dispondo de colaboradores notáveis da época. No dia 22 de Novembro de 1896, é inaugurado o "Asilo de Meninas Órfãs", primeira grande empreitada do Conde no bairro. O asilo proporcionou diversas obras de cunho educacional e assistencial. [10] Através das mudanças, se tornou um dos bairros mais tradicionais e conhecidos do município de São Paulo. Hoje, é considerado um museu a céu aberto, pois em 8 de maio de 2007 as doze construções centenárias do bairro foram tombadas pelo Conpresp (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Município de São Paulo). [6] Pontos de Interesse O bairro Ipiranga possui alguns pontos de interesse: Hospital Dom Antônio de Alvarenga Hospital Monumento Hospital da Plástica SP Parque da Independência Associação Museu de Arte Mágica e Ilusionismo João Peixoto dos Santos Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo Mercado Municipal do Ipiranga Centro Universitário São Camilo Clube Atlético Ypiranga Hamburgeria do Seu Osvaldo Casa Do Grito Monumento à Independência Congregação Cristã no Brasil - Ipiranga S.E.S. Imperador do Ipiranga G.R.C.E.S. Acadêmicos do IpirangaSão Paulo - SPPrédio para locação, Ipiranga, São Paulo, SP possue 16 salas 2 banheiros, area de serviço, sao dois andares. excelente localização....... Ipiranga é um bairro localizado no distrito de homônimo[1] no município de São Paulo, Brasil. É um dos bairros localizado na zona Sul do município de São Paulo e abriga importantes pontos históricos, como o Museu do Ipiranga,[2][3][4] um dos mais conhecidos no Brasil, e o Parque da Independência, em frente ao edifício do museu. No Parque da Independência, há um monumento que simboliza a Independência do Brasil (proclamada onde hoje está o parque) e o famoso "Grito do Ipiranga". Dentro do parque, é possível se ver a Casa do Grito, que aparece no lado direito do quadro do pintor Pedro Américo que retrata a independência do Brasil. Topônimo O nome do bairro é uma referência ao riacho do Ipiranga, local onde foi proclamada a independência do Brasil, em 1822. De acordo com Eduardo de Almeida Navarro, o topônimo de origem tupi é formado pelas termos "y + pirang + a" e significa "rio vermelho" ou "água vermelha"[5] Descrição Além de ser um bairro residencial, também é um bairro comercial, tendo a avenida Nazaré como sua principal via. Paralelo à essa avenida está localizado o chamado "miolo do Ipiranga", entre as ruas Manifesto, Tabor, Comandante Taylor e a Avenida Nazaré, que é o ponto mais famoso do bairro e o mais valorizado.[carece de fontes] O bairro é atendido por quatro estações da Linha 2 do Metrô de São Paulo. São elas: Tamanduateí, Sacomã, Alto do Ipiranga e Santos-Imigrantes, e ainda pelas estações Tamanduateí e Ipiranga da Linha 10 do Trem Metropolitano de São Paulo. Também conta com boa parte da extensão do Expresso Tiradentes. História Conhecido como um dos bairros mais antigos do município de São Paulo, foi fundado em 7 de Setembro de 1822, data também da Proclamação da Independência, por Dom Pedro I às margens do ribeirão Ipiranga.[6] O bairro foi povoado por índios guaianases, porém no século XVI os homens brancos chegaram nessas terras. O português João Ramalho foi um dos primeiros a chegar no bairro e a contribuir para o surgimento de uma população mesclada do lugar. João se casou com Bartira, filha do cacique com quem teve muitos filhos. Após um tempo, os índios que residiam naquelas terras foram embora, pois não queriam mais ser escravizados pelos homens brancos. [7] Com o passar do tempo, o bairro deixou de ser apenas uma passagem entre o mar e a cidade, e Ipiranga testemunhou e colaborou nas modificações urbanas provocadas pela indústria, em 1904, foi palco do primeiro bonde elétrico. [7] Outro fator que provou a industrialização da região foi a inauguração da Rodovia Anchieta, que no ano de 1947 ocasionou na instalação de indústrias, comerciantes e novos moradores ao bairro. [8] Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. A Família Jafet foi uma das primeiras de origem libanesa a chegar no Brasil. Benjamin Jafet foi o primeiro membro da família a chegar no país. Após alguns anos, os irmãos Jafet se tornariam os principais atacadistas e empreendedores da indústria têxtil brasileira. Sua Companhia Fabril de Tecelagem e Estamparia, contribuiu para o surgimento do bairro Ipiranga, auxiliando no seu desenvolvimento. A partir desse momento, a família Jafet em geral esteve presente nas principais obras da região do Ipiranga. Foram eles os responsáveis pela implantação de fábricas, obras de tratamentos as águas do rio Tamanduateí, construção de hospitais, escolas e estradas. [9] Outra figura importante para o surgimento e desenvolvimento do bairro foi a do Conde José Vicente de Azevedo, advogado, professor, parlamentar e precursor da ação social católica. Nos últimos anos do Império, José adquiriu terras na colina do Ipiranga. Através da expansão urbana do bairro, se desenvolve o Conde Vicente de Azevedo sua obra, fundada nos princípios de solidariedade cristã, dispondo de colaboradores notáveis da época. No dia 22 de Novembro de 1896, é inaugurado o "Asilo de Meninas Órfãs", primeira grande empreitada do Conde no bairro. O asilo proporcionou diversas obras de cunho educacional e assistencial. [10] Através das mudanças, se tornou um dos bairros mais tradicionais e conhecidos do município de São Paulo. Hoje, é considerado um museu a céu aberto, pois em 8 de maio de 2007 as doze construções centenárias do bairro foram tombadas pelo Conpresp (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Município de São Paulo). [6] Pontos de Interesse O bairro Ipiranga possui alguns pontos de interesse: Hospital Dom Antônio de Alvarenga Hospital Monumento Hospital da Plástica SP Parque da Independência Associação Museu de Arte Mágica e Ilusionismo João Peixoto dos Santos Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo Mercado Municipal do Ipiranga Centro Universitário São Camilo Clube Atlético Ypiranga Hamburgeria do Seu Osvaldo Casa Do Grito Monumento à Independência Congregação Cristã no Brasil - Ipiranga S.E.S. Imperador do Ipiranga G.R.C.E.S. Acadêmico.s do Ipiranga Ipiranga é um bairro localizado no distrito de homônimo[1] no município de São Paulo, Brasil. É um dos bairros localizado na zona Sul do município de São Paulo e abriga importantes pontos históricos, como o Museu do Ipiranga,[2][3][4] um dos mais conhecidos no Brasil, e o Parque da Independência, em frente ao edifício do museu. No Parque da Independência, há um monumento que simboliza a Independência do Brasil (proclamada onde hoje está o parque) e o famoso "Grito do Ipiranga". Dentro do parque, é possível se ver a Casa do Grito, que aparece no lado direito do quadro do pintor Pedro Américo que retrata a independência do Brasil. Topônimo O nome do bairro é uma referência ao riacho do Ipiranga, local onde foi proclamada a independência do Brasil, em 1822. De acordo com Eduardo de Almeida Navarro, o topônimo de origem tupi é formado pelas termos "y + pirang + a" e significa "rio vermelho" ou "água vermelha"[5] Descrição Além de ser um bairro residencial, também é um bairro comercial, tendo a avenida Nazaré como sua principal via. Paralelo à essa avenida está localizado o chamado "miolo do Ipiranga", entre as ruas Manifesto, Tabor, Comandante Taylor e a Avenida Nazaré, que é o ponto mais famoso do bairro e o mais valorizado.[carece de fontes] O bairro é atendido por quatro estações da Linha 2 do Metrô de São Paulo. São elas: Tamanduateí, Sacomã, Alto do Ipiranga e Santos-Imigrantes, e ainda pelas estações Tamanduateí e Ipiranga da Linha 10 do Trem Metropolitano de São Paulo. Também conta com boa parte da extensão do Expresso Tiradentes. História Conhecido como um dos bairros mais antigos do município de São Paulo, foi fundado em 7 de Setembro de 1822, data também da Proclamação da Independência, por Dom Pedro I às margens do ribeirão Ipiranga.[6] O bairro foi povoado por índios guaianases, porém no século XVI os homens brancos chegaram nessas terras. O português João Ramalho foi um dos primeiros a chegar no bairro e a contribuir para o surgimento de uma população mesclada do lugar. João se casou com Bartira, filha do cacique com quem teve muitos filhos. Após um tempo, os índios que residiam naquelas terras foram embora, pois não queriam mais ser escravizados pelos homens brancos. [7] Com o passar do tempo, o bairro deixou de ser apenas uma passagem entre o mar e a cidade, e Ipiranga testemunhou e colaborou nas modificações urbanas provocadas pela indústria, em 1904, foi palco do primeiro bonde elétrico. [7] Outro fator que provou a industrialização da região foi a inauguração da Rodovia Anchieta, que no ano de 1947 ocasionou na instalação de indústrias, comerciantes e novos moradores ao bairro. [8] Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. A Família Jafet foi uma das primeiras de origem libanesa a chegar no Brasil. Benjamin Jafet foi o primeiro membro da família a chegar no país. Após alguns anos, os irmãos Jafet se tornariam os principais atacadistas e empreendedores da indústria têxtil brasileira. Sua Companhia Fabril de Tecelagem e Estamparia, contribuiu para o surgimento do bairro Ipiranga, auxiliando no seu desenvolvimento. A partir desse momento, a família Jafet em geral esteve presente nas principais obras da região do Ipiranga. Foram eles os responsáveis pela implantação de fábricas, obras de tratamentos as águas do rio Tamanduateí, construção de hospitais, escolas e estradas. [9] Outra figura importante para o surgimento e desenvolvimento do bairro foi a do Conde José Vicente de Azevedo, advogado, professor, parlamentar e precursor da ação social católica. Nos últimos anos do Império, José adquiriu terras na colina do Ipiranga. Através da expansão urbana do bairro, se desenvolve o Conde Vicente de Azevedo sua obra, fundada nos princípios de solidariedade cristã, dispondo de colaboradores notáveis da época. No dia 22 de Novembro de 1896, é inaugurado o "Asilo de Meninas Órfãs", primeira grande empreitada do Conde no bairro. O asilo proporcionou diversas obras de cunho educacional e assistencial. [10] Através das mudanças, se tornou um dos bairros mais tradicionais e conhecidos do município de São Paulo. Hoje, é considerado um museu a céu aberto, pois em 8 de maio de 2007 as doze construções centenárias do bairro foram tombadas pelo Conpresp (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Município de São Paulo). [6] Pontos de Interesse O bairro Ipiranga possui alguns pontos de interesse: Hospital Dom Antônio de Alvarenga Hospital Monumento Hospital da Plástica SP Parque da Independência Associação Museu de Arte Mágica e Ilusionismo João Peixoto dos Santos Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo Mercado Municipal do Ipiranga Centro Universitário São Camilo Clube Atlético Ypiranga Hamburgeria do Seu Osvaldo Casa Do Grito Monumento à Independência Congregação Cristã no Brasil - Ipiranga S.E.S. Imperador do Ipiranga G.R.C.E.S. Acadêmicos do Ipiranga
Rua Dois de Julho, 740 - Ipiranga1 dormitório , com armários, bancada em mármore, varanda ampla , com fechamento em vidro retrátil, vista livre, face norte. Com persiana de rolo. O lazer é completíssimo! Salão de festas e churrasqueiras com vista panorâmica na cobertura, lavanderia , home office, mercado Hirota , piscinas com muito sol, quadra, academia super equipada, sauna e muito mais. Localizado próximo ao metrô e fura fila. Possui inúmeros comércios e serviços nas proximidades. Ipiranga é um bairro localizado no distrito de homônimo[1] no município de São Paulo, Brasil. É um dos bairros localizado na zona norte do município e abriga importantes pontos históricos, como o Museu do Ipiranga,[2][3][4] um dos mais conhecidos no Brasil, e o Parque da Independência, em frente ao edifício do museu. No Parque da Independência, há um monumento que simboliza a Independência do Brasil (proclamada onde hoje está o parque) e o famoso "Grito do Ipiranga". Dentro do parque, é possível se ver a Casa do Grito, que aparece no lado direito do quadro do pintor Pedro Américo que retrata a independência. Topônimo O nome do bairro é uma referência ao riacho do Ipiranga, local onde foi proclamada a independência do Brasil, em 1822. De acordo com Eduardo de Almeida Navarro, o topônimo de origem tupi é formado pelas termos "y + pirang + a" e significa "rio vermelho" ou "água vermelha"[5] Descrição Além de ser um bairro residencial, também é um bairro comercial, tendo a avenida Nazaré como sua principal via. Paralelo à essa avenida está localizado o chamado "miolo do Ipiranga", entre as ruas Manifesto, Tabor, Comandante Taylor e a Avenida Nazaré, que é o ponto mais famoso do bairro e o mais valorizado.[carece de fontes] O bairro é atendido por quatro estações da Linha 2 - Verde do Metrô de São Paulo. São elas: Tamanduateí, Sacomã, Alto do Ipiranga e Santos-Imigrantes, e ainda pela Estação Tamanduateí e Estação Ipiranga da Linha 10-Turquesa, pertencentes a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Também conta com boa parte da extensão do Expresso Tiradentes. História Conhecido como um dos bairros mais antigos do município de São Paulo, foi fundado em 7 de Setembro de 1822, data também da Proclamação da Independência, por Dom Pedro I às margens do ribeirão Ipiranga.[6] O bairro foi povoado por índios guaianases, porém no século XVI os homens brancos chegaram nessas terras. O português João Ramalho foi um dos primeiros a chegar no bairro e a contribuir para o surgimento de uma população mesclada do lugar. João se casou com Bartira, filha do cacique com quem teve muitos filhos. Após um tempo, os índios que residiam naquelas terras foram embora, pois não queriam mais ser escravizados pelos homens brancos. [7] Com o passar do tempo, o bairro deixou de ser apenas uma passagem entre o mar e a cidade, e Ipiranga testemunhou e colaborou nas modificações urbanas provocadas pela indústria, em 1904, foi palco do primeiro bonde elétrico. [7] Outro fator que provou a industrialização da região foi a inauguração da Rodovia Anchieta, que no ano de 1947 ocasionou na instalação de indústrias, comerciantes e novos moradores ao bairro. [8] Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. A Família Jafet foi uma das primeiras de origem libanesa a chegar no Brasil. Benjamin Jafet foi o primeiro membro da família a chegar no país. Após alguns anos, os irmãos Jafet se tornariam os principais atacadistas e empreendedores da indústria têxtil brasileira. Sua Companhia Fabril de Tecelagem e Estamparia, contribuiu para o surgimento do bairro Ipiranga, auxiliando no seu desenvolvimento. A partir desse momento, a família Jafet em geral esteve presente nas principais obras da região do Ipiranga. Foram eles os responsáveis pela implantação de fábricas, obras de tratamentos as águas do rio Tamanduateí, construção de hospitais, escolas e estradas. [9] Outra figura importante para o surgimento e desenvolvimento do bairro foi a do Conde José Vicente de Azevedo, advogado, professor, parlamentar e precursor da ação social católica. Nos últimos anos do Império, José adquiriu terras na colina do Ipiranga. Através da expansão urbana do bairro, se desenvolve o Conde Vicente de Azevedo sua obra, fundada nos princípios de solidariedade cristã, dispondo de colaboradores notáveis da época. No dia 22 de Novembro de 1896, é inaugurado o "Asilo de Meninas Órfãs", primeira grande empreitada do Conde no bairro. O asilo proporcionou diversas obras de cunho educacional e assistencial. [10] Através das mudanças, se tornou um dos bairros mais tradicionais e conhecidos do município de São Paulo. Hoje, é considerado um museu a céu aberto, pois em 8 de maio de 2007 as doze construções centenárias do bairro foram tombadas pelo Conpresp (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Município de São Paulo). O bairro Ipiranga é o mais antigo de São Paulo e, portanto, um dos mais tradicionais da capital paulista. Embora sua história esteja ligada à proclamação da independência por D. Pedro em 1822, às margens do Rio Ipiranga (que atravessa o bairro de mesmo nome), trata-se de um local moderno. A região abrange o que há de melhor na importante metrópole brasileira e latino-americana. Portanto, se você vem buscando morar em um apartamento bem localizado e com excelente infraestrutura em São Paulo, saiba que esse bairro pode ser uma excelente opção. Características do bairro Ipiranga O ritmo de vida intenso que marca a cidade de São Paulo é algo comum de ser visto na maioria de seus bairros — mesmo os mais bem localizados e com melhor infraestrutura. Apesar disso, esse cenário muda um pouco quando estamos falando do Ipiranga. Um dos principais motivos é que o bairro está situado próximo a dois importantes parques da metrópole paulista: o Parque Aclimação e o Parque da Independência. Portanto, a região abriga um grande oásis verde em pleno ambiente urbano da capital. Além disso, a boa infraestrutura, com amplo comércio, vias de acesso e qualidade de vida proveniente do clima aprazível do bairro, é um dos destaques que serão aprofundados ao longo deste post. A seguir, conheça algumas de suas principais características e entenda por que comprar imóvel nesse logradouro pode ser vantajoso. Moradia O Ipiranga se configura como um misto de arranha-céus, prédios menores e casas que ainda preservam as feições tradicionais da região em alguns pontos. Isso contribui para que seja um bairro tranquilo e com o clima mais ameno, sendo um excelente ponto para uma boa oportunidade de negócio. Não há a interposição de vários condomínios de prédios, um após o outro, como costuma acontecer em outros bairros de classe média ou média alta da capital paulista. Comércios Ainda que não seja um bairro de vida noturna intensa, a presença de bares tradicionais, padarias e restaurantes de boa qualidade é uma das grandes marcas do bairro Ipiranga. O fácil acesso a Correios, bancos, farmácias ou facilidades diversas é outra característica da vida comercial da região. Escolas O bairro abriga a Escola Estadual Seminário Nossa Senhora da Glória, fundada em 1827 e a primeira a ser direcionada exclusivamente a mulheres. Hoje, a instituição de ensino atende a um público diverso, formado por quase dois mil alunos. Há, ainda, instituições privadas, como o Colégio Dom Pedro e a Escola Internacional. Portanto, prover uma boa educação aos filhos não é um problema entre quem opta por morar no Ipiranga. Hospitais O acesso a hospitais é outra questão bastante descomplicada na região. Algumas de suas principais instalações são: Hospital Ipiranga; Hospital Dom Alvarenga; Hospital Monumento; Hospital São Camilo. Além desses grandes centros de saúde, você encontra várias clínicas especializadas. Dessa forma, é possível ter o conforto de acessar um serviço tão importante sem precisar percorrer longas distâncias pela capital paulista. Isso faz com que seja um dos melhores locais de São Paulo para comprar apartamento. Vantagens da região Bom, agora é chegada a hora de conhecer algumas das vantagens do bairro Ipiranga. Para além dos itens que já foram citados sobre essa região, existem alguns outros aspectos que merecem ser levados em conta. Veja! Mobilidade O transporte público é facilitado pelas três linhas de metrô que abastecem o bairro e uma de trem. Vale destacar o fato de que a Avenida do Estado, localizada na região, dá acesso ao centro de São Paulo, à Zona Sudeste e a algumas cidades do interior. Vale destacar também as ciclovias presentes nas avenida Nazaré e, nas Ruas dona Leopoldina, Santa Cruz e Mont Alverne, próximo a Estação Alto do Ipiranga. Este último local conta com uma cúpula de vidro que beneficia a entrada de luz natural em seu projeto sustentável e seus 34 metros subterrâneos, atendendo a, aproximadamente, 20 mil pessoas diariamente. Cultura Além do Mercado Municipal do Ipiranga, que é um charme nas feições tradicionais desse logradouro e recebe anualmente a Feira do Livro do Ipiranga, o bairro contém mais de 12 construções históricas que foram tombadas. Quase todas estão ligadas aos antigos conventos coloniais que integravam sua arquitetura original. Algumas delas são: Instituto Padre Chico; Educandário Sagrada Família; Antigo Grupo Escolar São José; Instituto Cristóvão Colombo; Instituto Maria Imaculada. Trata-se de uma região com muita história para contar e que recebe a devida atenção institucional para a preservação de suas obras. Isso faz do bairro Ipiranga um verdadeiro museu a céu aberto, que atrai atividades culturais o ano todo. O único aquário de São Paulo também fica no local, sendo outro grande atrativo para quem mora em seu entorno. Lazer e descanso Conforme dissemos em outro tópico, dois importantes parques da capital paulista estão situados no bairro Ipiranga. O Parque da Aclimação e o Parque da Independência são muito frequentados pelo publico da região, devido à sua extensão, excelente localização e ampla oferta de atividades a serem feitas ao ar livre. Isso é um ganho e tanto para os moradores — que, quando quiserem quebrar a rotina estressante, podem facilmente acessar ambos os parques sem nem mesmo dependerem de carro ou transporte público. Considere ainda que diversas atividades culturais são desenvolvidas nesses locais, o que é um benefício extra para quem está próximo e pode frequentar ambos sem dificuldades. Bom custo-benefício Atualmente, o valor do metro quadrado no bairro Ipiranga gira em torno dos R$7.403. Para um bairro de classe média e média alta em São Paulo, o preço é justo e proporciona um bom custo-benefício. A soma de todos os fatores que apresentamos acima é prova disso, tornando-o uma excelente escolha para aquisição de imóvel. Ipiranga é um bairro localizado no distrito de homônimo[1] no município de São Paulo, Brasil. É um dos bairros localizado na zona norte do município e abriga importantes pontos históricos, como o Museu do Ipiranga,[2][3][4] um dos mais conhecidos no Brasil, e o Parque da Independência, em frente ao edifício do museu. No Parque da Independência, há um monumento que simboliza a Independência do Brasil (proclamada onde hoje está o parque) e o famoso "Grito do Ipiranga". Dentro do parque, é possível se ver a Casa do Grito, que aparece no lado direito do quadro do pintor Pedro Américo que retrata a independência. Topônimo O nome do bairro é uma referência ao riacho do Ipiranga, local onde foi proclamada a independência do Brasil, em 1822. De acordo com Eduardo de Almeida Navarro, o topônimo de origem tupi é formado pelas termos "y + pirang + a" e significa "rio vermelho" ou "água vermelha"[5] Descrição Além de ser um bairro residencial, também é um bairro comercial, tendo a avenida Nazaré como sua principal via. Paralelo à essa avenida está localizado o chamado "miolo do Ipiranga", entre as ruas Manifesto, Tabor, Comandante Taylor e a Avenida Nazaré, que é o ponto mais famoso do bairro e o mais valorizado.[carece de fontes] O bairro é atendido por quatro estações da Linha 2 - Verde do Metrô de São Paulo. São elas: Tamanduateí, Sacomã, Alto do Ipiranga e Santos-Imigrantes, e ainda pela Estação Tamanduateí e Estação Ipiranga da Linha 10-Turquesa, pertencentes a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Também conta com boa parte da extensão do Expresso Tiradentes. História Conhecido como um dos bairros mais antigos do município de São Paulo, foi fundado em 7 de Setembro de 1822, data também da Proclamação da Independência, por Dom Pedro I às margens do ribeirão Ipiranga.[6] O bairro foi povoado por índios guaianases, porém no século XVI os homens brancos chegaram nessas terras. O português João Ramalho foi um dos primeiros a chegar no bairro e a contribuir para o surgimento de uma população mesclada do lugar. João se casou com Bartira, filha do cacique com quem teve muitos filhos. Após um tempo, os índios que residiam naquelas terras foram embora, pois não queriam mais ser escravizados pelos homens brancos. [7] Com o passar do tempo, o bairro deixou de ser apenas uma passagem entre o mar e a cidade, e Ipiranga testemunhou e colaborou nas modificações urbanas provocadas pela indústria, em 1904, foi palco do primeiro bonde elétrico. [7] Outro fator que provou a industrialização da região foi a inauguração da Rodovia Anchieta, que no ano de 1947 ocasionou na instalação de indústrias, comerciantes e novos moradores ao bairro. [8] Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. A Família Jafet foi uma das primeiras de origem libanesa a chegar no Brasil. Benjamin Jafet foi o primeiro membro da família a chegar no país. Após alguns anos, os irmãos Jafet se tornariam os principais atacadistas e empreendedores da indústria têxtil brasileira. Sua Companhia Fabril de Tecelagem e Estamparia, contribuiu para o surgimento do bairro Ipiranga, auxiliando no seu desenvolvimento. A partir desse momento, a família Jafet em geral esteve presente nas principais obras da região do Ipiranga. Foram eles os responsáveis pela implantação de fábricas, obras de tratamentos as águas do rio Tamanduateí, construção de hospitais, escolas e estradas. [9] Outra figura importante para o surgimento e desenvolvimento do bairro foi a do Conde José Vicente de Azevedo, advogado, professor, parlamentar e precursor da ação social católica. Nos últimos anos do Império, José adquiriu terras na colina do Ipiranga. Através da expansão urbana do bairro, se desenvolve o Conde Vicente de Azevedo sua obra, fundada nos princípios de solidariedade cristã, dispondo de colaboradores notáveis da época. No dia 22 de Novembro de 1896, é inaugurado o "Asilo de Meninas Órfãs", primeira grande empreitada do Conde no bairro. O asilo proporcionou diversas obras de cunho educacional e assistencial. [10] Através das mudanças, se tornou um dos bairros mais tradicionais e conhecidos do município de São Paulo. Hoje, é considerado um museu a céu aberto, pois em 8 de maio de 2007 as doze construções centenárias do bairro foram tombadas pelo Conpresp (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Município de São Paulo). O bairro Ipiranga é o mais antigo de São Paulo e, portanto, um dos mais tradicionais da capital paulista. Embora sua história esteja ligada à proclamação da independência por D. Pedro em 1822, às margens do Rio Ipiranga (que atravessa o bairro de mesmo nome), trata-se de um local moderno. A região abrange o que há de melhor na importante metrópole brasileira e latino-americana. Portanto, se você vem buscando morar em um apartamento bem localizado e com excelente infraestrutura em São Paulo, saiba que esse bairro pode ser uma excelente opção. Características do bairro Ipiranga O ritmo de vida intenso que marca a cidade de São Paulo é algo comum de ser visto na maioria de seus bairros — mesmo os mais bem localizados e com melhor infraestrutura. Apesar disso, esse cenário muda um pouco quando estamos falando do Ipiranga. Um dos principais motivos é que o bairro está situado próximo a dois importantes parques da metrópole paulista: o Parque Aclimação e o Parque da Independência. Portanto, a região abriga um grande oásis verde em pleno ambiente urbano da capital. Além disso, a boa infraestrutura, com amplo comércio, vias de acesso e qualidade de vida proveniente do clima aprazível do bairro, é um dos destaques que serão aprofundados ao longo deste post. A seguir, conheça algumas de suas principais características e entenda por que comprar imóvel nesse logradouro pode ser vantajoso. Moradia O Ipiranga se configura como um misto de arranha-céus, prédios menores e casas que ainda preservam as feições tradicionais da região em alguns pontos. Isso contribui para que seja um bairro tranquilo e com o clima mais ameno, sendo um excelente ponto para uma boa oportunidade de negócio. Não há a interposição de vários condomínios de prédios, um após o outro, como costuma acontecer em outros bairros de classe média ou média alta da capital paulista. Comércios Ainda que não seja um bairro de vida noturna intensa, a presença de bares tradicionais, padarias e restaurantes de boa qualidade é uma das grandes marcas do bairro Ipiranga. O fácil acesso a Correios, bancos, farmácias ou facilidades diversas é outra característica da vida comercial da região. Escolas O bairro abriga a Escola Estadual Seminário Nossa Senhora da Glória, fundada em 1827 e a primeira a ser direcionada exclusivamente a mulheres. Hoje, a instituição de ensino atende a um público diverso, formado por quase dois mil alunos. Há, ainda, instituições privadas, como o Colégio Dom Pedro e a Escola Internacional. Portanto, prover uma boa educação aos filhos não é um problema entre quem opta por morar no Ipiranga. Hospitais O acesso a hospitais é outra questão bastante descomplicada na região. Algumas de suas principais instalações são: Hospital Ipiranga; Hospital Dom Alvarenga; Hospital Monumento; Hospital São Camilo. Além desses grandes centros de saúde, você encontra várias clínicas especializadas. Dessa forma, é possível ter o conforto de acessar um serviço tão importante sem precisar percorrer longas distâncias pela capital paulista. Isso faz com que seja um dos melhores locais de São Paulo para comprar apartamento. Vantagens da região Bom, agora é chegada a hora de conhecer algumas das vantagens do bairro Ipiranga. Para além dos itens que já foram citados sobre essa região, existem alguns outros aspectos que merecem ser levados em conta. Veja! Mobilidade O transporte público é facilitado pelas três linhas de metrô que abastecem o bairro e uma de trem. Vale destacar o fato de que a Avenida do Estado, localizada na região, dá acesso ao centro de São Paulo, à Zona Sudeste e a algumas cidades do interior. Vale destacar também as ciclovias presentes nas avenida Nazaré e, nas Ruas dona Leopoldina, Santa Cruz e Mont Alverne, próximo a Estação Alto do Ipiranga. Este último local conta com uma cúpula de vidro que beneficia a entrada de luz natural em seu projeto sustentável e seus 34 metros subterrâneos, atendendo a, aproximadamente, 20 mil pessoas diariamente. Cultura Além do Mercado Municipal do Ipiranga, que é um charme nas feições tradicionais desse logradouro e recebe anualmente a Feira do Livro do Ipiranga, o bairro contém mais de 12 construções históricas que foram tombadas. Quase todas estão ligadas aos antigos conventos coloniais que integravam sua arquitetura original. Algumas delas são: Instituto Padre Chico; Educandário Sagrada Família; Antigo Grupo Escolar São José; Instituto Cristóvão Colombo; Instituto Maria Imaculada. Trata-se de uma região com muita história para contar e que recebe a devida atenção institucional para a preservação de suas obras. Isso faz do bairro Ipiranga um verdadeiro museu a céu aberto, que atrai atividades culturais o ano todo. O único aquário de São Paulo também fica no local, sendo outro grande atrativo para quem mora em seu entorno. Lazer e descanso Conforme dissemos em outro tópico, dois importantes parques da capital paulista estão situados no bairro Ipiranga. O Parque da Aclimação e o Parque da Independência são muito frequentados pelo publico da região, devido à sua extensão, excelente localização e ampla oferta de atividades a serem feitas ao ar livre. Isso é um ganho e tanto para os moradores — que, quando quiserem quebrar a rotina estressante, podem facilmente acessar ambos os parques sem nem mesmo dependerem de carro ou transporte público. Considere ainda que diversas atividades culturais são desenvolvidas nesses locais, o que é um benefício extra para quem está próximo e pode frequentar ambos sem dificuldades. Bom custo-benefício Atualmente, o valor do metro quadrado no bairro Ipiranga gira em torno dos R$7.403. Para um bairro de classe média e média alta em São Paulo, o preço é justo e proporciona um bom custo-benefício. A soma de todos os fatores que apresentamos acima é prova disso, tornando-o uma excelente escolha para aquisição de imóvel. Ipiranga é um bairro localizado no distrito de homônimo[1] no município de São Paulo, Brasil. É um dos bairros localizado na zona norte do município e abriga importantes pontos históricos, como o Museu do Ipiranga,[2][3][4] um dos mais conhecidos no Brasil, e o Parque da Independência, em frente ao edifício do museu. No Parque da Independência, há um monumento que simboliza a Independência do Brasil (proclamada onde hoje está o parque) e o famoso "Grito do Ipiranga". Dentro do parque, é possível se ver a Casa do Grito, que aparece no lado direito do quadro do pintor Pedro Américo que retrata a independência. Topônimo O nome do bairro é uma referência ao riacho do Ipiranga, local onde foi proclamada a independência do Brasil, em 1822. De acordo com Eduardo de Almeida Navarro, o topônimo de origem tupi é formado pelas termos "y + pirang + a" e significa "rio vermelho" ou "água vermelha"[5] Descrição Além de ser um bairro residencial, também é um bairro comercial, tendo a avenida Nazaré como sua principal via. Paralelo à essa avenida está localizado o chamado "miolo do Ipiranga", entre as ruas Manifesto, Tabor, Comandante Taylor e a Avenida Nazaré, que é o ponto mais famoso do bairro e o mais valorizado.[carece de fontes] O bairro é atendido por quatro estações da Linha 2 - Verde do Metrô de São Paulo. São elas: Tamanduateí, Sacomã, Alto do Ipiranga e Santos-Imigrantes, e ainda pela Estação Tamanduateí e Estação Ipiranga da Linha 10-Turquesa, pertencentes a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Também conta com boa parte da extensão do Expresso Tiradentes. História Conhecido como um dos bairros mais antigos do município de São Paulo, foi fundado em 7 de Setembro de 1822, data também da Proclamação da Independência, por Dom Pedro I às margens do ribeirão Ipiranga.[6] O bairro foi povoado por índios guaianases, porém no século XVI os homens brancos chegaram nessas terras. O português João Ramalho foi um dos primeiros a chegar no bairro e a contribuir para o surgimento de uma população mesclada do lugar. João se casou com Bartira, filha do cacique com quem teve muitos filhos. Após um tempo, os índios que residiam naquelas terras foram embora, pois não queriam mais ser escravizados pelos homens brancos. [7] Com o passar do tempo, o bairro deixou de ser apenas uma passagem entre o mar e a cidade, e Ipiranga testemunhou e colaborou nas modificações urbanas provocadas pela indústria, em 1904, foi palco do primeiro bonde elétrico. [7] Outro fator que provou a industrialização da região foi a inauguração da Rodovia Anchieta, que no ano de 1947 ocasionou na instalação de indústrias, comerciantes e novos moradores ao bairro. [8] Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. A Família Jafet foi uma das primeiras de origem libanesa a chegar no Brasil. Benjamin Jafet foi o primeiro membro da família a chegar no país. Após alguns anos, os irmãos Jafet se tornariam os principais atacadistas e empreendedores da indústria têxtil brasileira. Sua Companhia Fabril de Tecelagem e Estamparia, contribuiu para o surgimento do bairro Ipiranga, auxiliando no seu desenvolvimento. A partir desse momento, a família Jafet em geral esteve presente nas principais obras da região do Ipiranga. Foram eles os responsáveis pela implantação de fábricas, obras de tratamentos as águas do rio Tamanduateí, construção de hospitais, escolas e estradas. [9] Outra figura importante para o surgimento e desenvolvimento do bairro foi a do Conde José Vicente de Azevedo, advogado, professor, parlamentar e precursor da ação social católica. Nos últimos anos do Império, José adquiriu terras na colina do Ipiranga. Através da expansão urbana do bairro, se desenvolve o Conde Vicente de Azevedo sua obra, fundada nos princípios de solidariedade cristã, dispondo de colaboradores notáveis da época. No dia 22 de Novembro de 1896, é inaugurado o "Asilo de Meninas Órfãs", primeira grande empreitada do Conde no bairro. O asilo proporcionou diversas obras de cunho educacional e assistencial. [10] Através das mudanças, se tornou um dos bairros mais tradicionais e conhecidos do município de São Paulo. Hoje, é considerado um museu a céu aberto, pois em 8 de maio de 2007 as doze construções centenárias do bairro foram tombadas pelo Conpresp (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Município de São Paulo). O bairro Ipiranga é o mais antigo de São Paulo e, portanto, um dos mais tradicionais da capital paulista. Embora sua história esteja ligada à proclamação da independência por D. Pedro em 1822, às margens do Rio Ipiranga (que atravessa o bairro de mesmo nome), trata-se de um local moderno. A região abrange o que há de melhor na importante metrópole brasileira e latino-americana. Portanto, se você vem buscando morar em um apartamento bem localizado e com excelente infraestrutura em São Paulo, saiba que esse bairro pode ser uma excelente opção. Características do bairro Ipiranga O ritmo de vida intenso que marca a cidade de São Paulo é algo comum de ser visto na maioria de seus bairros — mesmo os mais bem localizados e com melhor infraestrutura. Apesar disso, esse cenário muda um pouco quando estamos falando do Ipiranga. Um dos principais motivos é que o bairro está situado próximo a dois importantes parques da metrópole paulista: o Parque Aclimação e o Parque da Independência. Portanto, a região abriga um grande oásis verde em pleno ambiente urbano da capital. Além disso, a boa infraestrutura, com amplo comércio, vias de acesso e qualidade de vida proveniente do clima aprazível do bairro, é um dos destaques que serão aprofundados ao longo deste post. A seguir, conheça algumas de suas principais características e entenda por que comprar imóvel nesse logradouro pode ser vantajoso. Moradia O Ipiranga se configura como um misto de arranha-céus, prédios menores e casas que ainda preservam as feições tradicionais da região em alguns pontos. Isso contribui para que seja um bairro tranquilo e com o clima mais ameno, sendo um excelente ponto para uma boa oportunidade de negócio. Não há a interposição de vários condomínios de prédios, um após o outro, como costuma acontecer em outros bairros de classe média ou média alta da capital paulista. Comércios Ainda que não seja um bairro de vida noturna intensa, a presença de bares tradicionais, padarias e restaurantes de boa qualidade é uma das grandes marcas do bairro Ipiranga. O fácil acesso a Correios, bancos, farmácias ou facilidades diversas é outra característica da vida comercial da região. Escolas O bairro abriga a Escola Estadual Seminário Nossa Senhora da Glória, fundada em 1827 e a primeira a ser direcionada exclusivamente a mulheres. Hoje, a instituição de ensino atende a um público diverso, formado por quase dois mil alunos. Há, ainda, instituições privadas, como o Colégio Dom Pedro e a Escola Internacional. Portanto, prover uma boa educação aos filhos não é um problema entre quem opta por morar no Ipiranga. Hospitais O acesso a hospitais é outra questão bastante descomplicada na região. Algumas de suas principais instalações são: Hospital Ipiranga; Hospital Dom Alvarenga; Hospital Monumento; Hospital São Camilo. Além desses grandes centros de saúde, você encontra várias clínicas especializadas. Dessa forma, é possível ter o conforto de acessar um serviço tão importante sem precisar percorrer longas distâncias pela capital paulista. Isso faz com que seja um dos melhores locais de São Paulo para comprar apartamento. Vantagens da região Bom, agora é chegada a hora de conhecer algumas das vantagens do bairro Ipiranga. Para além dos itens que já foram citados sobre essa região, existem alguns outros aspectos que merecem ser levados em conta. Veja! Mobilidade O transporte público é facilitado pelas três linhas de metrô que abastecem o bairro e uma de trem. Vale destacar o fato de que a Avenida do Estado, localizada na região, dá acesso ao centro de São Paulo, à Zona Sudeste e a algumas cidades do interior. Vale destacar também as ciclovias presentes nas avenida Nazaré e, nas Ruas dona Leopoldina, Santa Cruz e Mont Alverne, próximo a Estação Alto do Ipiranga. Este último local conta com uma cúpula de vidro que beneficia a entrada de luz natural em seu projeto sustentável e seus 34 metros subterrâneos, atendendo a, aproximadamente, 20 mil pessoas diariamente. Cultura Além do Mercado Municipal do Ipiranga, que é um charme nas feições tradicionais desse logradouro e recebe anualmente a Feira do Livro do Ipiranga, o bairro contém mais de 12 construções históricas que foram tombadas. Quase todas estão ligadas aos antigos conventos coloniais que integravam sua arquitetura original. Algumas delas são: Instituto Padre Chico; Educandário Sagrada Família; Antigo Grupo Escolar São José; Instituto Cristóvão Colombo; Instituto Maria Imaculada. Trata-se de uma região com muita história para contar e que recebe a devida atenção institucional para a preservação de suas obras. Isso faz do bairro Ipiranga um verdadeiro museu a céu aberto, que atrai atividades culturais o ano todo. O único aquário de São Paulo também fica no local, sendo outro grande atrativo para quem mora em seu entorno. Lazer e descanso Conforme dissemos em outro tópico, dois importantes parques da capital paulista estão situados no bairro Ipiranga. O Parque da Aclimação e o Parque da Independência são muito frequentados pelo publico da região, devido à sua extensão, excelente localização e ampla oferta de atividades a serem feitas ao ar livre. Isso é um ganho e tanto para os moradores — que, quando quiserem quebrar a rotina estressante, podem facilmente acessar ambos os parques sem nem mesmo dependerem de carro ou transporte público. Considere ainda que diversas atividades culturais são desenvolvidas nesses locais, o que é um benefício extra para quem está próximo e pode frequentar ambos sem dificuldades. Bom custo-benefício Atualmente, o valor do metro quadrado no bairro Ipiranga gira em torno dos R$7.403. Para um bairro de classe média e média alta em São Paulo, o preço é justo e proporciona um bom custo-benefício. A soma de todos os fatores que apresentamos acima é prova disso, tornando-o uma excelente escolha para aquisição de imóvel.São Paulo - SP1 dormitório , com armários, bancada em mármore, varanda ampla , com fechamento em vidro retrátil, vista livre, face norte. Com persiana de rolo. O lazer é completíssimo! Salão de festas e churrasqueiras com vista panorâmica na cobertura, lavanderia , home office, mercado Hirota , piscinas com muito sol, quadra, academia super equipada, sauna e muito mais. Localizado próximo ao metrô e fura fila. Possui inúmeros comércios e serviços nas proximidades. Ipiranga é um bairro localizado no distrito de homônimo[1] no município de São Paulo, Brasil. É um dos bairros localizado na zona norte do município e abriga importantes pontos históricos, como o Museu do Ipiranga,[2][3][4] um dos mais conhecidos no Brasil, e o Parque da Independência, em frente ao edifício do museu. No Parque da Independência, há um monumento que simboliza a Independência do Brasil (proclamada onde hoje está o parque) e o famoso "Grito do Ipiranga". Dentro do parque, é possível se ver a Casa do Grito, que aparece no lado direito do quadro do pintor Pedro Américo que retrata a independência. Topônimo O nome do bairro é uma referência ao riacho do Ipiranga, local onde foi proclamada a independência do Brasil, em 1822. De acordo com Eduardo de Almeida Navarro, o topônimo de origem tupi é formado pelas termos "y + pirang + a" e significa "rio vermelho" ou "água vermelha"[5] Descrição Além de ser um bairro residencial, também é um bairro comercial, tendo a avenida Nazaré como sua principal via. Paralelo à essa avenida está localizado o chamado "miolo do Ipiranga", entre as ruas Manifesto, Tabor, Comandante Taylor e a Avenida Nazaré, que é o ponto mais famoso do bairro e o mais valorizado.[carece de fontes] O bairro é atendido por quatro estações da Linha 2 - Verde do Metrô de São Paulo. São elas: Tamanduateí, Sacomã, Alto do Ipiranga e Santos-Imigrantes, e ainda pela Estação Tamanduateí e Estação Ipiranga da Linha 10-Turquesa, pertencentes a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Também conta com boa parte da extensão do Expresso Tiradentes. História Conhecido como um dos bairros mais antigos do município de São Paulo, foi fundado em 7 de Setembro de 1822, data também da Proclamação da Independência, por Dom Pedro I às margens do ribeirão Ipiranga.[6] O bairro foi povoado por índios guaianases, porém no século XVI os homens brancos chegaram nessas terras. O português João Ramalho foi um dos primeiros a chegar no bairro e a contribuir para o surgimento de uma população mesclada do lugar. João se casou com Bartira, filha do cacique com quem teve muitos filhos. Após um tempo, os índios que residiam naquelas terras foram embora, pois não queriam mais ser escravizados pelos homens brancos. [7] Com o passar do tempo, o bairro deixou de ser apenas uma passagem entre o mar e a cidade, e Ipiranga testemunhou e colaborou nas modificações urbanas provocadas pela indústria, em 1904, foi palco do primeiro bonde elétrico. [7] Outro fator que provou a industrialização da região foi a inauguração da Rodovia Anchieta, que no ano de 1947 ocasionou na instalação de indústrias, comerciantes e novos moradores ao bairro. [8] Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. A Família Jafet foi uma das primeiras de origem libanesa a chegar no Brasil. Benjamin Jafet foi o primeiro membro da família a chegar no país. Após alguns anos, os irmãos Jafet se tornariam os principais atacadistas e empreendedores da indústria têxtil brasileira. Sua Companhia Fabril de Tecelagem e Estamparia, contribuiu para o surgimento do bairro Ipiranga, auxiliando no seu desenvolvimento. A partir desse momento, a família Jafet em geral esteve presente nas principais obras da região do Ipiranga. Foram eles os responsáveis pela implantação de fábricas, obras de tratamentos as águas do rio Tamanduateí, construção de hospitais, escolas e estradas. [9] Outra figura importante para o surgimento e desenvolvimento do bairro foi a do Conde José Vicente de Azevedo, advogado, professor, parlamentar e precursor da ação social católica. Nos últimos anos do Império, José adquiriu terras na colina do Ipiranga. Através da expansão urbana do bairro, se desenvolve o Conde Vicente de Azevedo sua obra, fundada nos princípios de solidariedade cristã, dispondo de colaboradores notáveis da época. No dia 22 de Novembro de 1896, é inaugurado o "Asilo de Meninas Órfãs", primeira grande empreitada do Conde no bairro. O asilo proporcionou diversas obras de cunho educacional e assistencial. [10] Através das mudanças, se tornou um dos bairros mais tradicionais e conhecidos do município de São Paulo. Hoje, é considerado um museu a céu aberto, pois em 8 de maio de 2007 as doze construções centenárias do bairro foram tombadas pelo Conpresp (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Município de São Paulo). O bairro Ipiranga é o mais antigo de São Paulo e, portanto, um dos mais tradicionais da capital paulista. Embora sua história esteja ligada à proclamação da independência por D. Pedro em 1822, às margens do Rio Ipiranga (que atravessa o bairro de mesmo nome), trata-se de um local moderno. A região abrange o que há de melhor na importante metrópole brasileira e latino-americana. Portanto, se você vem buscando morar em um apartamento bem localizado e com excelente infraestrutura em São Paulo, saiba que esse bairro pode ser uma excelente opção. Características do bairro Ipiranga O ritmo de vida intenso que marca a cidade de São Paulo é algo comum de ser visto na maioria de seus bairros — mesmo os mais bem localizados e com melhor infraestrutura. Apesar disso, esse cenário muda um pouco quando estamos falando do Ipiranga. Um dos principais motivos é que o bairro está situado próximo a dois importantes parques da metrópole paulista: o Parque Aclimação e o Parque da Independência. Portanto, a região abriga um grande oásis verde em pleno ambiente urbano da capital. Além disso, a boa infraestrutura, com amplo comércio, vias de acesso e qualidade de vida proveniente do clima aprazível do bairro, é um dos destaques que serão aprofundados ao longo deste post. A seguir, conheça algumas de suas principais características e entenda por que comprar imóvel nesse logradouro pode ser vantajoso. Moradia O Ipiranga se configura como um misto de arranha-céus, prédios menores e casas que ainda preservam as feições tradicionais da região em alguns pontos. Isso contribui para que seja um bairro tranquilo e com o clima mais ameno, sendo um excelente ponto para uma boa oportunidade de negócio. Não há a interposição de vários condomínios de prédios, um após o outro, como costuma acontecer em outros bairros de classe média ou média alta da capital paulista. Comércios Ainda que não seja um bairro de vida noturna intensa, a presença de bares tradicionais, padarias e restaurantes de boa qualidade é uma das grandes marcas do bairro Ipiranga. O fácil acesso a Correios, bancos, farmácias ou facilidades diversas é outra característica da vida comercial da região. Escolas O bairro abriga a Escola Estadual Seminário Nossa Senhora da Glória, fundada em 1827 e a primeira a ser direcionada exclusivamente a mulheres. Hoje, a instituição de ensino atende a um público diverso, formado por quase dois mil alunos. Há, ainda, instituições privadas, como o Colégio Dom Pedro e a Escola Internacional. Portanto, prover uma boa educação aos filhos não é um problema entre quem opta por morar no Ipiranga. Hospitais O acesso a hospitais é outra questão bastante descomplicada na região. Algumas de suas principais instalações são: Hospital Ipiranga; Hospital Dom Alvarenga; Hospital Monumento; Hospital São Camilo. Além desses grandes centros de saúde, você encontra várias clínicas especializadas. Dessa forma, é possível ter o conforto de acessar um serviço tão importante sem precisar percorrer longas distâncias pela capital paulista. Isso faz com que seja um dos melhores locais de São Paulo para comprar apartamento. Vantagens da região Bom, agora é chegada a hora de conhecer algumas das vantagens do bairro Ipiranga. Para além dos itens que já foram citados sobre essa região, existem alguns outros aspectos que merecem ser levados em conta. Veja! Mobilidade O transporte público é facilitado pelas três linhas de metrô que abastecem o bairro e uma de trem. Vale destacar o fato de que a Avenida do Estado, localizada na região, dá acesso ao centro de São Paulo, à Zona Sudeste e a algumas cidades do interior. Vale destacar também as ciclovias presentes nas avenida Nazaré e, nas Ruas dona Leopoldina, Santa Cruz e Mont Alverne, próximo a Estação Alto do Ipiranga. Este último local conta com uma cúpula de vidro que beneficia a entrada de luz natural em seu projeto sustentável e seus 34 metros subterrâneos, atendendo a, aproximadamente, 20 mil pessoas diariamente. Cultura Além do Mercado Municipal do Ipiranga, que é um charme nas feições tradicionais desse logradouro e recebe anualmente a Feira do Livro do Ipiranga, o bairro contém mais de 12 construções históricas que foram tombadas. Quase todas estão ligadas aos antigos conventos coloniais que integravam sua arquitetura original. Algumas delas são: Instituto Padre Chico; Educandário Sagrada Família; Antigo Grupo Escolar São José; Instituto Cristóvão Colombo; Instituto Maria Imaculada. Trata-se de uma região com muita história para contar e que recebe a devida atenção institucional para a preservação de suas obras. Isso faz do bairro Ipiranga um verdadeiro museu a céu aberto, que atrai atividades culturais o ano todo. O único aquário de São Paulo também fica no local, sendo outro grande atrativo para quem mora em seu entorno. Lazer e descanso Conforme dissemos em outro tópico, dois importantes parques da capital paulista estão situados no bairro Ipiranga. O Parque da Aclimação e o Parque da Independência são muito frequentados pelo publico da região, devido à sua extensão, excelente localização e ampla oferta de atividades a serem feitas ao ar livre. Isso é um ganho e tanto para os moradores — que, quando quiserem quebrar a rotina estressante, podem facilmente acessar ambos os parques sem nem mesmo dependerem de carro ou transporte público. Considere ainda que diversas atividades culturais são desenvolvidas nesses locais, o que é um benefício extra para quem está próximo e pode frequentar ambos sem dificuldades. Bom custo-benefício Atualmente, o valor do metro quadrado no bairro Ipiranga gira em torno dos R$7.403. Para um bairro de classe média e média alta em São Paulo, o preço é justo e proporciona um bom custo-benefício. A soma de todos os fatores que apresentamos acima é prova disso, tornando-o uma excelente escolha para aquisição de imóvel. Ipiranga é um bairro localizado no distrito de homônimo[1] no município de São Paulo, Brasil. É um dos bairros localizado na zona norte do município e abriga importantes pontos históricos, como o Museu do Ipiranga,[2][3][4] um dos mais conhecidos no Brasil, e o Parque da Independência, em frente ao edifício do museu. No Parque da Independência, há um monumento que simboliza a Independência do Brasil (proclamada onde hoje está o parque) e o famoso "Grito do Ipiranga". Dentro do parque, é possível se ver a Casa do Grito, que aparece no lado direito do quadro do pintor Pedro Américo que retrata a independência. Topônimo O nome do bairro é uma referência ao riacho do Ipiranga, local onde foi proclamada a independência do Brasil, em 1822. De acordo com Eduardo de Almeida Navarro, o topônimo de origem tupi é formado pelas termos "y + pirang + a" e significa "rio vermelho" ou "água vermelha"[5] Descrição Além de ser um bairro residencial, também é um bairro comercial, tendo a avenida Nazaré como sua principal via. Paralelo à essa avenida está localizado o chamado "miolo do Ipiranga", entre as ruas Manifesto, Tabor, Comandante Taylor e a Avenida Nazaré, que é o ponto mais famoso do bairro e o mais valorizado.[carece de fontes] O bairro é atendido por quatro estações da Linha 2 - Verde do Metrô de São Paulo. São elas: Tamanduateí, Sacomã, Alto do Ipiranga e Santos-Imigrantes, e ainda pela Estação Tamanduateí e Estação Ipiranga da Linha 10-Turquesa, pertencentes a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Também conta com boa parte da extensão do Expresso Tiradentes. História Conhecido como um dos bairros mais antigos do município de São Paulo, foi fundado em 7 de Setembro de 1822, data também da Proclamação da Independência, por Dom Pedro I às margens do ribeirão Ipiranga.[6] O bairro foi povoado por índios guaianases, porém no século XVI os homens brancos chegaram nessas terras. O português João Ramalho foi um dos primeiros a chegar no bairro e a contribuir para o surgimento de uma população mesclada do lugar. João se casou com Bartira, filha do cacique com quem teve muitos filhos. Após um tempo, os índios que residiam naquelas terras foram embora, pois não queriam mais ser escravizados pelos homens brancos. [7] Com o passar do tempo, o bairro deixou de ser apenas uma passagem entre o mar e a cidade, e Ipiranga testemunhou e colaborou nas modificações urbanas provocadas pela indústria, em 1904, foi palco do primeiro bonde elétrico. [7] Outro fator que provou a industrialização da região foi a inauguração da Rodovia Anchieta, que no ano de 1947 ocasionou na instalação de indústrias, comerciantes e novos moradores ao bairro. [8] Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. A Família Jafet foi uma das primeiras de origem libanesa a chegar no Brasil. Benjamin Jafet foi o primeiro membro da família a chegar no país. Após alguns anos, os irmãos Jafet se tornariam os principais atacadistas e empreendedores da indústria têxtil brasileira. Sua Companhia Fabril de Tecelagem e Estamparia, contribuiu para o surgimento do bairro Ipiranga, auxiliando no seu desenvolvimento. A partir desse momento, a família Jafet em geral esteve presente nas principais obras da região do Ipiranga. Foram eles os responsáveis pela implantação de fábricas, obras de tratamentos as águas do rio Tamanduateí, construção de hospitais, escolas e estradas. [9] Outra figura importante para o surgimento e desenvolvimento do bairro foi a do Conde José Vicente de Azevedo, advogado, professor, parlamentar e precursor da ação social católica. Nos últimos anos do Império, José adquiriu terras na colina do Ipiranga. Através da expansão urbana do bairro, se desenvolve o Conde Vicente de Azevedo sua obra, fundada nos princípios de solidariedade cristã, dispondo de colaboradores notáveis da época. No dia 22 de Novembro de 1896, é inaugurado o "Asilo de Meninas Órfãs", primeira grande empreitada do Conde no bairro. O asilo proporcionou diversas obras de cunho educacional e assistencial. [10] Através das mudanças, se tornou um dos bairros mais tradicionais e conhecidos do município de São Paulo. Hoje, é considerado um museu a céu aberto, pois em 8 de maio de 2007 as doze construções centenárias do bairro foram tombadas pelo Conpresp (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Município de São Paulo). O bairro Ipiranga é o mais antigo de São Paulo e, portanto, um dos mais tradicionais da capital paulista. Embora sua história esteja ligada à proclamação da independência por D. Pedro em 1822, às margens do Rio Ipiranga (que atravessa o bairro de mesmo nome), trata-se de um local moderno. A região abrange o que há de melhor na importante metrópole brasileira e latino-americana. Portanto, se você vem buscando morar em um apartamento bem localizado e com excelente infraestrutura em São Paulo, saiba que esse bairro pode ser uma excelente opção. Características do bairro Ipiranga O ritmo de vida intenso que marca a cidade de São Paulo é algo comum de ser visto na maioria de seus bairros — mesmo os mais bem localizados e com melhor infraestrutura. Apesar disso, esse cenário muda um pouco quando estamos falando do Ipiranga. Um dos principais motivos é que o bairro está situado próximo a dois importantes parques da metrópole paulista: o Parque Aclimação e o Parque da Independência. Portanto, a região abriga um grande oásis verde em pleno ambiente urbano da capital. Além disso, a boa infraestrutura, com amplo comércio, vias de acesso e qualidade de vida proveniente do clima aprazível do bairro, é um dos destaques que serão aprofundados ao longo deste post. A seguir, conheça algumas de suas principais características e entenda por que comprar imóvel nesse logradouro pode ser vantajoso. Moradia O Ipiranga se configura como um misto de arranha-céus, prédios menores e casas que ainda preservam as feições tradicionais da região em alguns pontos. Isso contribui para que seja um bairro tranquilo e com o clima mais ameno, sendo um excelente ponto para uma boa oportunidade de negócio. Não há a interposição de vários condomínios de prédios, um após o outro, como costuma acontecer em outros bairros de classe média ou média alta da capital paulista. Comércios Ainda que não seja um bairro de vida noturna intensa, a presença de bares tradicionais, padarias e restaurantes de boa qualidade é uma das grandes marcas do bairro Ipiranga. O fácil acesso a Correios, bancos, farmácias ou facilidades diversas é outra característica da vida comercial da região. Escolas O bairro abriga a Escola Estadual Seminário Nossa Senhora da Glória, fundada em 1827 e a primeira a ser direcionada exclusivamente a mulheres. Hoje, a instituição de ensino atende a um público diverso, formado por quase dois mil alunos. Há, ainda, instituições privadas, como o Colégio Dom Pedro e a Escola Internacional. Portanto, prover uma boa educação aos filhos não é um problema entre quem opta por morar no Ipiranga. Hospitais O acesso a hospitais é outra questão bastante descomplicada na região. Algumas de suas principais instalações são: Hospital Ipiranga; Hospital Dom Alvarenga; Hospital Monumento; Hospital São Camilo. Além desses grandes centros de saúde, você encontra várias clínicas especializadas. Dessa forma, é possível ter o conforto de acessar um serviço tão importante sem precisar percorrer longas distâncias pela capital paulista. Isso faz com que seja um dos melhores locais de São Paulo para comprar apartamento. Vantagens da região Bom, agora é chegada a hora de conhecer algumas das vantagens do bairro Ipiranga. Para além dos itens que já foram citados sobre essa região, existem alguns outros aspectos que merecem ser levados em conta. Veja! Mobilidade O transporte público é facilitado pelas três linhas de metrô que abastecem o bairro e uma de trem. Vale destacar o fato de que a Avenida do Estado, localizada na região, dá acesso ao centro de São Paulo, à Zona Sudeste e a algumas cidades do interior. Vale destacar também as ciclovias presentes nas avenida Nazaré e, nas Ruas dona Leopoldina, Santa Cruz e Mont Alverne, próximo a Estação Alto do Ipiranga. Este último local conta com uma cúpula de vidro que beneficia a entrada de luz natural em seu projeto sustentável e seus 34 metros subterrâneos, atendendo a, aproximadamente, 20 mil pessoas diariamente. Cultura Além do Mercado Municipal do Ipiranga, que é um charme nas feições tradicionais desse logradouro e recebe anualmente a Feira do Livro do Ipiranga, o bairro contém mais de 12 construções históricas que foram tombadas. Quase todas estão ligadas aos antigos conventos coloniais que integravam sua arquitetura original. Algumas delas são: Instituto Padre Chico; Educandário Sagrada Família; Antigo Grupo Escolar São José; Instituto Cristóvão Colombo; Instituto Maria Imaculada. Trata-se de uma região com muita história para contar e que recebe a devida atenção institucional para a preservação de suas obras. Isso faz do bairro Ipiranga um verdadeiro museu a céu aberto, que atrai atividades culturais o ano todo. O único aquário de São Paulo também fica no local, sendo outro grande atrativo para quem mora em seu entorno. Lazer e descanso Conforme dissemos em outro tópico, dois importantes parques da capital paulista estão situados no bairro Ipiranga. O Parque da Aclimação e o Parque da Independência são muito frequentados pelo publico da região, devido à sua extensão, excelente localização e ampla oferta de atividades a serem feitas ao ar livre. Isso é um ganho e tanto para os moradores — que, quando quiserem quebrar a rotina estressante, podem facilmente acessar ambos os parques sem nem mesmo dependerem de carro ou transporte público. Considere ainda que diversas atividades culturais são desenvolvidas nesses locais, o que é um benefício extra para quem está próximo e pode frequentar ambos sem dificuldades. Bom custo-benefício Atualmente, o valor do metro quadrado no bairro Ipiranga gira em torno dos R$7.403. Para um bairro de classe média e média alta em São Paulo, o preço é justo e proporciona um bom custo-benefício. A soma de todos os fatores que apresentamos acima é prova disso, tornando-o uma excelente escolha para aquisição de imóvel. Ipiranga é um bairro localizado no distrito de homônimo[1] no município de São Paulo, Brasil. É um dos bairros localizado na zona norte do município e abriga importantes pontos históricos, como o Museu do Ipiranga,[2][3][4] um dos mais conhecidos no Brasil, e o Parque da Independência, em frente ao edifício do museu. No Parque da Independência, há um monumento que simboliza a Independência do Brasil (proclamada onde hoje está o parque) e o famoso "Grito do Ipiranga". Dentro do parque, é possível se ver a Casa do Grito, que aparece no lado direito do quadro do pintor Pedro Américo que retrata a independência. Topônimo O nome do bairro é uma referência ao riacho do Ipiranga, local onde foi proclamada a independência do Brasil, em 1822. De acordo com Eduardo de Almeida Navarro, o topônimo de origem tupi é formado pelas termos "y + pirang + a" e significa "rio vermelho" ou "água vermelha"[5] Descrição Além de ser um bairro residencial, também é um bairro comercial, tendo a avenida Nazaré como sua principal via. Paralelo à essa avenida está localizado o chamado "miolo do Ipiranga", entre as ruas Manifesto, Tabor, Comandante Taylor e a Avenida Nazaré, que é o ponto mais famoso do bairro e o mais valorizado.[carece de fontes] O bairro é atendido por quatro estações da Linha 2 - Verde do Metrô de São Paulo. São elas: Tamanduateí, Sacomã, Alto do Ipiranga e Santos-Imigrantes, e ainda pela Estação Tamanduateí e Estação Ipiranga da Linha 10-Turquesa, pertencentes a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Também conta com boa parte da extensão do Expresso Tiradentes. História Conhecido como um dos bairros mais antigos do município de São Paulo, foi fundado em 7 de Setembro de 1822, data também da Proclamação da Independência, por Dom Pedro I às margens do ribeirão Ipiranga.[6] O bairro foi povoado por índios guaianases, porém no século XVI os homens brancos chegaram nessas terras. O português João Ramalho foi um dos primeiros a chegar no bairro e a contribuir para o surgimento de uma população mesclada do lugar. João se casou com Bartira, filha do cacique com quem teve muitos filhos. Após um tempo, os índios que residiam naquelas terras foram embora, pois não queriam mais ser escravizados pelos homens brancos. [7] Com o passar do tempo, o bairro deixou de ser apenas uma passagem entre o mar e a cidade, e Ipiranga testemunhou e colaborou nas modificações urbanas provocadas pela indústria, em 1904, foi palco do primeiro bonde elétrico. [7] Outro fator que provou a industrialização da região foi a inauguração da Rodovia Anchieta, que no ano de 1947 ocasionou na instalação de indústrias, comerciantes e novos moradores ao bairro. [8] Durante a Revolta Paulista de 1924 o bairro foi bombardeado por aviões do Governo Federal. O exército legalista ao governo de Artur Bernardes se utilizou do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como Mooca, Ipiranga, Brás, Belenzinho e Centro, que foram seriamente afetados pelos bombardeios. A Família Jafet foi uma das primeiras de origem libanesa a chegar no Brasil. Benjamin Jafet foi o primeiro membro da família a chegar no país. Após alguns anos, os irmãos Jafet se tornariam os principais atacadistas e empreendedores da indústria têxtil brasileira. Sua Companhia Fabril de Tecelagem e Estamparia, contribuiu para o surgimento do bairro Ipiranga, auxiliando no seu desenvolvimento. A partir desse momento, a família Jafet em geral esteve presente nas principais obras da região do Ipiranga. Foram eles os responsáveis pela implantação de fábricas, obras de tratamentos as águas do rio Tamanduateí, construção de hospitais, escolas e estradas. [9] Outra figura importante para o surgimento e desenvolvimento do bairro foi a do Conde José Vicente de Azevedo, advogado, professor, parlamentar e precursor da ação social católica. Nos últimos anos do Império, José adquiriu terras na colina do Ipiranga. Através da expansão urbana do bairro, se desenvolve o Conde Vicente de Azevedo sua obra, fundada nos princípios de solidariedade cristã, dispondo de colaboradores notáveis da época. No dia 22 de Novembro de 1896, é inaugurado o "Asilo de Meninas Órfãs", primeira grande empreitada do Conde no bairro. O asilo proporcionou diversas obras de cunho educacional e assistencial. [10] Através das mudanças, se tornou um dos bairros mais tradicionais e conhecidos do município de São Paulo. Hoje, é considerado um museu a céu aberto, pois em 8 de maio de 2007 as doze construções centenárias do bairro foram tombadas pelo Conpresp (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Município de São Paulo). O bairro Ipiranga é o mais antigo de São Paulo e, portanto, um dos mais tradicionais da capital paulista. Embora sua história esteja ligada à proclamação da independência por D. Pedro em 1822, às margens do Rio Ipiranga (que atravessa o bairro de mesmo nome), trata-se de um local moderno. A região abrange o que há de melhor na importante metrópole brasileira e latino-americana. Portanto, se você vem buscando morar em um apartamento bem localizado e com excelente infraestrutura em São Paulo, saiba que esse bairro pode ser uma excelente opção. Características do bairro Ipiranga O ritmo de vida intenso que marca a cidade de São Paulo é algo comum de ser visto na maioria de seus bairros — mesmo os mais bem localizados e com melhor infraestrutura. Apesar disso, esse cenário muda um pouco quando estamos falando do Ipiranga. Um dos principais motivos é que o bairro está situado próximo a dois importantes parques da metrópole paulista: o Parque Aclimação e o Parque da Independência. Portanto, a região abriga um grande oásis verde em pleno ambiente urbano da capital. Além disso, a boa infraestrutura, com amplo comércio, vias de acesso e qualidade de vida proveniente do clima aprazível do bairro, é um dos destaques que serão aprofundados ao longo deste post. A seguir, conheça algumas de suas principais características e entenda por que comprar imóvel nesse logradouro pode ser vantajoso. Moradia O Ipiranga se configura como um misto de arranha-céus, prédios menores e casas que ainda preservam as feições tradicionais da região em alguns pontos. Isso contribui para que seja um bairro tranquilo e com o clima mais ameno, sendo um excelente ponto para uma boa oportunidade de negócio. Não há a interposição de vários condomínios de prédios, um após o outro, como costuma acontecer em outros bairros de classe média ou média alta da capital paulista. Comércios Ainda que não seja um bairro de vida noturna intensa, a presença de bares tradicionais, padarias e restaurantes de boa qualidade é uma das grandes marcas do bairro Ipiranga. O fácil acesso a Correios, bancos, farmácias ou facilidades diversas é outra característica da vida comercial da região. Escolas O bairro abriga a Escola Estadual Seminário Nossa Senhora da Glória, fundada em 1827 e a primeira a ser direcionada exclusivamente a mulheres. Hoje, a instituição de ensino atende a um público diverso, formado por quase dois mil alunos. Há, ainda, instituições privadas, como o Colégio Dom Pedro e a Escola Internacional. Portanto, prover uma boa educação aos filhos não é um problema entre quem opta por morar no Ipiranga. Hospitais O acesso a hospitais é outra questão bastante descomplicada na região. Algumas de suas principais instalações são: Hospital Ipiranga; Hospital Dom Alvarenga; Hospital Monumento; Hospital São Camilo. Além desses grandes centros de saúde, você encontra várias clínicas especializadas. Dessa forma, é possível ter o conforto de acessar um serviço tão importante sem precisar percorrer longas distâncias pela capital paulista. Isso faz com que seja um dos melhores locais de São Paulo para comprar apartamento. Vantagens da região Bom, agora é chegada a hora de conhecer algumas das vantagens do bairro Ipiranga. Para além dos itens que já foram citados sobre essa região, existem alguns outros aspectos que merecem ser levados em conta. Veja! Mobilidade O transporte público é facilitado pelas três linhas de metrô que abastecem o bairro e uma de trem. Vale destacar o fato de que a Avenida do Estado, localizada na região, dá acesso ao centro de São Paulo, à Zona Sudeste e a algumas cidades do interior. Vale destacar também as ciclovias presentes nas avenida Nazaré e, nas Ruas dona Leopoldina, Santa Cruz e Mont Alverne, próximo a Estação Alto do Ipiranga. Este último local conta com uma cúpula de vidro que beneficia a entrada de luz natural em seu projeto sustentável e seus 34 metros subterrâneos, atendendo a, aproximadamente, 20 mil pessoas diariamente. Cultura Além do Mercado Municipal do Ipiranga, que é um charme nas feições tradicionais desse logradouro e recebe anualmente a Feira do Livro do Ipiranga, o bairro contém mais de 12 construções históricas que foram tombadas. Quase todas estão ligadas aos antigos conventos coloniais que integravam sua arquitetura original. Algumas delas são: Instituto Padre Chico; Educandário Sagrada Família; Antigo Grupo Escolar São José; Instituto Cristóvão Colombo; Instituto Maria Imaculada. Trata-se de uma região com muita história para contar e que recebe a devida atenção institucional para a preservação de suas obras. Isso faz do bairro Ipiranga um verdadeiro museu a céu aberto, que atrai atividades culturais o ano todo. O único aquário de São Paulo também fica no local, sendo outro grande atrativo para quem mora em seu entorno. Lazer e descanso Conforme dissemos em outro tópico, dois importantes parques da capital paulista estão situados no bairro Ipiranga. O Parque da Aclimação e o Parque da Independência são muito frequentados pelo publico da região, devido à sua extensão, excelente localização e ampla oferta de atividades a serem feitas ao ar livre. Isso é um ganho e tanto para os moradores — que, quando quiserem quebrar a rotina estressante, podem facilmente acessar ambos os parques sem nem mesmo dependerem de carro ou transporte público. Considere ainda que diversas atividades culturais são desenvolvidas nesses locais, o que é um benefício extra para quem está próximo e pode frequentar ambos sem dificuldades. Bom custo-benefício Atualmente, o valor do metro quadrado no bairro Ipiranga gira em torno dos R$7.403. Para um bairro de classe média e média alta em São Paulo, o preço é justo e proporciona um bom custo-benefício. A soma de todos os fatores que apresentamos acima é prova disso, tornando-o uma excelente escolha para aquisição de imóvel.
Rua Apeninos, 222 - AclimaçãoEndereço: Rua Apeninos, 222 • Região: Paraíso • Área do terreno: 2.261,16 m² • N° de pavimentos: 9 • N° de subsolos: 4 • Nº de elevadores: 3 • N° de escadas: 1 • N° de vagas: 1 • Gerador de energia com ligação automática no caso de interrupção do fornecimento de energia elétrica pela concessionária. • Sistema de circuito fechado de câmeras e monitoramento. • Sistema de acesso por catracas. Ao lado da estação Vergueiro do metrô • 600m da Av. 23 de Maio • 900m da Av. Paulista • Próximo dos principais hospitais da capital. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentes. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentes.São Paulo - SPEndereço: Rua Apeninos, 222 • Região: Paraíso • Área do terreno: 2.261,16 m² • N° de pavimentos: 9 • N° de subsolos: 4 • Nº de elevadores: 3 • N° de escadas: 1 • N° de vagas: 1 • Gerador de energia com ligação automática no caso de interrupção do fornecimento de energia elétrica pela concessionária. • Sistema de circuito fechado de câmeras e monitoramento. • Sistema de acesso por catracas. Ao lado da estação Vergueiro do metrô • 600m da Av. 23 de Maio • 900m da Av. Paulista • Próximo dos principais hospitais da capital. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentes. Um alto arco torii vermelho marca a entrada da Liberdade, a região japonesa da cidade, onde as ruas são decoradas com lanternas. As opções gastronômicas incluem bares de sushi, lojas de ramen e barracas de macarrão yakisoba, bem como restaurantes chineses e coreanos. As lojas de presentes e os supermercados vendem quimonos, panelas e iguarias asiáticas importadas, enquanto a Feira da Liberdade, aos domingos, tem acessórios e artesanato. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentes.
Avenida Doutor Gentil de Moura, 856 - IpirangaDescubra o Condomínio Independence Park, uma residência que reflete o espírito vibrante de São Paulo. Situado na Avenida Doutor Gentil de Moura, ele oferece uma ampla variedade de recursos para enriquecer a vida cotidiana. Com portaria 24 horas, elevador, academia, piscina, quadra esportiva, salão de festas, gás encanado, churrasqueira, playground e sauna, o Condomínio Independence Park é ideal para quem busca conforto e entretenimento. A proximidade com Estação Sacomã, Terminal Sacomã, Estação Alto do Ipiranga, UBS Almirante Delamare, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo- Campus Ipiranga e Instituto de Cegos Padre Chico adiciona praticidade a essa experiência.São Paulo - SPDescubra o Condomínio Independence Park, uma residência que reflete o espírito vibrante de São Paulo. Situado na Avenida Doutor Gentil de Moura, ele oferece uma ampla variedade de recursos para enriquecer a vida cotidiana. Com portaria 24 horas, elevador, academia, piscina, quadra esportiva, salão de festas, gás encanado, churrasqueira, playground e sauna, o Condomínio Independence Park é ideal para quem busca conforto e entretenimento. A proximidade com Estação Sacomã, Terminal Sacomã, Estação Alto do Ipiranga, UBS Almirante Delamare, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo- Campus Ipiranga e Instituto de Cegos Padre Chico adiciona praticidade a essa experiência.