Mapa
Rua João de Carvalho, 23 - LiberdadeLiberdade é um bairro situado na zona central do município de São Paulo pertencente em parte ao distrito da Liberdade e em parte ao distrito da Sé. É conhecido como o maior reduto da comunidade japonesa no município, comunidade esta que é considerada a maior do mundo fora do Japão. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentesSão Paulo - SPLiberdade é um bairro situado na zona central do município de São Paulo pertencente em parte ao distrito da Liberdade e em parte ao distrito da Sé. É conhecido como o maior reduto da comunidade japonesa no município, comunidade esta que é considerada a maior do mundo fora do Japão. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.[1][2] Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos.[3] Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho. Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade. Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia – atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes – hoje casa de shows[5]) e Tokyo (rua São Joaquim – também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente, funciona, no local, o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o Bon Odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas japoneses passaram a receber também artistas e cantores japoneses. Em 1970, foi inaugurado os antigos estúdios da M. Okuhara TV Produções, atual IMJ Produções, onde foi produzido o programa Imagens do Japão, com Rosa Miyake. Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram no bairro. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos japoneses e nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo, também, não nipodescendentes
Rua São Gabriel Arcanjo, 23 - Vila GustavoGeografia Localização Geográfica Características Ver também Vila Gustavo Artigo Discussão Ler Editar Ver histórico Ferramentas Aspeto ocultar Texto Pequeno Padrão Grande Largura Padrão Largo Cor (beta) Automático Claro Noite 23° 29′ 01,7″ S, 46° 35′ 42,8″ O Vila Gustavo Bairro de São Paulo Bairro da Vila Gustavo Dia Oficial 25 de julho Fundação 25 de julho de 1916 (109 anos) (aquisição do terreno) 1928 (início do loteamento) Imigração predominante Portugal Portugal Itália Distrito Tucuruvi Subprefeitura Santana/Tucuruvi Região Administrativa Nordeste Mapa Wikimedia | © OpenStreetMap ver Vila Gustavo é um tradicional bairro localizado na Zona Norte da cidade de São Paulo, no Brasil. Pertence ao distrito do Tucuruvi, administrado pela Subprefeitura de Santana/Tucuruvi O bairro tem predominância de residências e de uma população de classe média. Pelo bairro passam vias importantes, como a Avenida Gustavo Adolfo e a rua Major Dantas Cortez (Norte e Oeste), Avenida Doutor Antônio Maria Laet e Avenida Guapira (Oeste e Norte), rua Cruz de Malta (Sul e Oeste) e a Avenida Júlio Buono (Leste e Sul). História Primeiras vias do bairro. (1930). Propriedade comprada por Gustavo Backheuser e Adolfo Thieler, em 1916, (daí o nome da Avenida Gustavo Adolfo), teve o projeto e planta de loteamento projetada pelo escritório do Engenheiro Oscar Krug, em 1928. Já na década de 10 viviam nesta região as famílias em sua maioria de imigrantes portugueses e italianos, se destacam as famílias de Manoel da Ponte e Manoel Guarda (foi José Guarda filho mais velho de Manoel, caseiro na chácara do Sr. Gustavo.) Com o loteamento dos terrenos do sítio Buraco Fundo, cujo proprietário era Francisco Buono em 25 de julho de 1916 (109 anos), o bairro inicia-se. Na época era possível caçar pequenos animais (lebres, gatos-do-mato e perdizes) que existiam na área de matas. Conhecido também como Sítio do Tanque, devido a um reservatório de água cujo entorno era utilizado para criação de gado. Este mesmo tanque também originou o nome de uma das ruas da região, a Rua Tanque Velho. Somente na década de 1950, vieram a ser implantados os serviços básicos de água e luz.[1] Geografia Localização Geográfica O bairro da Vila Gustavo é relativamente extenso e fica situando ao leste do distrito do Tucuruvi, fazendo divisa com a Vila Ede, em Vila Medeiros. Parte do distrito possui uma topografia acidentada de ladeiras e colinas e de certos pontos avista-se a Rodovia Fernão Dias (BR-381) e parte da cidade de Guarulhos, além de outros bairros e distritos. Limita-se, em sentido horário, com os bairros de: Santana, Jardim São Paulo, Tucuruvi, Jardim Brasil, Vila Medeiros, Vila Ede e Parada Inglesa. Características A Vila Gustavo é, de forma geral, residencial. Construtoras têm feito prédios voltados a classe média. De comércio, destacam-se supermercados, farmácias, padarias, restaurantes e bares. A proximidade dos bairros de Santana, Jardim São Paulo, Jardim França, Tucuruvi e Parada Inglesa, que são conhecidos pela presença de importantes áreas verdes na capital, faz da Vila Gustavo um dos lugares mais bem localizados da Zona Norte da capital paulista. Ver também Parada Inglesa Tucuruvi Santana (bairro de São Paulo) [Expandir] Vila Gustavo Ícone de esboço Este artigo sobre geografia do estado de São Paulo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. «Vila Gustavo comemora 93 anos de fundação». Jornal SP Norte. 24 de Julho de 2009. Consultado em 5 de agosto de 2009 Categoria: Bairros do Tucuruvi (distrito de São Paulo) Esta página foi editada pela última vez às 18h49min de 14 de outubro de 2024. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-SA 4.0) da Creative Commons; pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de utilização.Automático Claro Noite 23° 29′ 01,7″ S, 46° 35′ 42,8″ O Vila Gustavo Bairro de São Paulo Bairro da Vila Gustavo Dia Oficial 25 de julho Fundação 25 de julho de 1916 (109 anos) (aquisição do terreno) 1928 (início do loteamento) Imigração predominante Portugal Portugal Itália Distrito Tucuruvi Subprefeitura Santana/Tucuruvi Região Administrativa Nordeste Mapa Wikimedia | © OpenStreetMap ver Vila Gustavo é um tradicional bairro localizado na Zona Norte da cidade de São Paulo, no Brasil. Pertence ao distrito do Tucuruvi, administrado pela Subprefeitura de Santana/Tucuruvi O bairro tem predominância de residências e de uma população de classe média. Pelo bairro passam vias importantes, como a Avenida Gustavo Adolfo e a rua Major Dantas Cortez (Norte e Oeste), Avenida Doutor Antônio Maria Laet e Avenida Guapira (Oeste e Norte), rua Cruz de Malta (Sul e Oeste) e a Avenida Júlio Buono (Leste e Sul). História Primeiras vias do bairro. (1930). Propriedade comprada por Gustavo Backheuser e Adolfo Thieler, em 1916, (daí o nome da Avenida Gustavo Adolfo), teve o projeto e planta de loteamento projetada pelo escritório do Engenheiro Oscar Krug, em 1928. Já na década de 10 viviam nesta região as famílias em sua maioria de imigrantes portugueses e italianos, se destacam as famílias de Manoel da Ponte e Manoel Guarda (foi José Guarda filho mais velho de Manoel, caseiro na chácara do Sr. Gustavo.) Com o loteamento dos terrenos do sítio Buraco Fundo, cujo proprietário era Francisco Buono em 25 de julho de 1916 (109 anos), o bairro inicia-se. Na época era possível caçar pequenos animais (lebres, gatos-do-mato e perdizes) que existiam na área de matas. Conhecido também como Sítio do Tanque, devido a um reservatório de água cujo entorno era utilizado para criação de gado. Este mesmo tanque também originou o nome de uma das ruas da região, a Rua Tanque Velho. Somente na década de 1950, vieram a ser implantados os serviços básicos de água e luz.[1] Geografia Localização Geográfica O bairro da Vila Gustavo é relativamente extenso e fica situando ao leste do distrito do Tucuruvi, fazendo divisa com a Vila Ede, em Vila Medeiros. Parte do distrito possui uma topografia acidentada de ladeiras e colinas e de certos pontos avista-se a Rodovia Fernão Dias (BR-381) e parte da cidade de Guarulhos, além de outros bairros e distritos. Limita-se, em sentido horário, com os bairros de: Santana, Jardim São Paulo, Tucuruvi, Jardim Brasil, Vila Medeiros, Vila Ede e Parada Inglesa. Características A Vila Gustavo é, de forma geral, residencial. Construtoras têm feito prédios voltados a classe média. De comércio, destacam-se supermercados, farmácias, padarias, restaurantes e bares. A proximidade dos bairros de Santana, Jardim São Paulo, Jardim França, Tucuruvi e Parada Inglesa, que são conhecidos pela presença de importantes áreas verdes na capital, faz da Vila Gustavo um dos lugares mais bem localizados da Zona Norte da capital paulista. Ver também Parada Inglesa Tucuruvi Santana (bairro de São Paulo) [Expandir] Vila Gustavo Ícone de esboço Este artigo sobre geografia do estado de São Paulo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. «Vila Gustavo comemora 93 anos de fundação». Jornal SP Norte. 24 de Julho de 2009. Consultado em 5 de agosto de 2009 Categoria: Bairros do Tucuruvi (distrito de São Paulo) Esta página foi editada pela última vez às 18h49min de 14 de outubro de 2024. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-SA 4.0) da Creative Commons; pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de utilização.São Paulo - SPGeografia Localização Geográfica Características Ver também Vila Gustavo Artigo Discussão Ler Editar Ver histórico Ferramentas Aspeto ocultar Texto Pequeno Padrão Grande Largura Padrão Largo Cor (beta) Automático Claro Noite 23° 29′ 01,7″ S, 46° 35′ 42,8″ O Vila Gustavo Bairro de São Paulo Bairro da Vila Gustavo Dia Oficial 25 de julho Fundação 25 de julho de 1916 (109 anos) (aquisição do terreno) 1928 (início do loteamento) Imigração predominante Portugal Portugal Itália Distrito Tucuruvi Subprefeitura Santana/Tucuruvi Região Administrativa Nordeste Mapa Wikimedia | © OpenStreetMap ver Vila Gustavo é um tradicional bairro localizado na Zona Norte da cidade de São Paulo, no Brasil. Pertence ao distrito do Tucuruvi, administrado pela Subprefeitura de Santana/Tucuruvi O bairro tem predominância de residências e de uma população de classe média. Pelo bairro passam vias importantes, como a Avenida Gustavo Adolfo e a rua Major Dantas Cortez (Norte e Oeste), Avenida Doutor Antônio Maria Laet e Avenida Guapira (Oeste e Norte), rua Cruz de Malta (Sul e Oeste) e a Avenida Júlio Buono (Leste e Sul). História Primeiras vias do bairro. (1930). Propriedade comprada por Gustavo Backheuser e Adolfo Thieler, em 1916, (daí o nome da Avenida Gustavo Adolfo), teve o projeto e planta de loteamento projetada pelo escritório do Engenheiro Oscar Krug, em 1928. Já na década de 10 viviam nesta região as famílias em sua maioria de imigrantes portugueses e italianos, se destacam as famílias de Manoel da Ponte e Manoel Guarda (foi José Guarda filho mais velho de Manoel, caseiro na chácara do Sr. Gustavo.) Com o loteamento dos terrenos do sítio Buraco Fundo, cujo proprietário era Francisco Buono em 25 de julho de 1916 (109 anos), o bairro inicia-se. Na época era possível caçar pequenos animais (lebres, gatos-do-mato e perdizes) que existiam na área de matas. Conhecido também como Sítio do Tanque, devido a um reservatório de água cujo entorno era utilizado para criação de gado. Este mesmo tanque também originou o nome de uma das ruas da região, a Rua Tanque Velho. Somente na década de 1950, vieram a ser implantados os serviços básicos de água e luz.[1] Geografia Localização Geográfica O bairro da Vila Gustavo é relativamente extenso e fica situando ao leste do distrito do Tucuruvi, fazendo divisa com a Vila Ede, em Vila Medeiros. Parte do distrito possui uma topografia acidentada de ladeiras e colinas e de certos pontos avista-se a Rodovia Fernão Dias (BR-381) e parte da cidade de Guarulhos, além de outros bairros e distritos. Limita-se, em sentido horário, com os bairros de: Santana, Jardim São Paulo, Tucuruvi, Jardim Brasil, Vila Medeiros, Vila Ede e Parada Inglesa. Características A Vila Gustavo é, de forma geral, residencial. Construtoras têm feito prédios voltados a classe média. De comércio, destacam-se supermercados, farmácias, padarias, restaurantes e bares. A proximidade dos bairros de Santana, Jardim São Paulo, Jardim França, Tucuruvi e Parada Inglesa, que são conhecidos pela presença de importantes áreas verdes na capital, faz da Vila Gustavo um dos lugares mais bem localizados da Zona Norte da capital paulista. Ver também Parada Inglesa Tucuruvi Santana (bairro de São Paulo) [Expandir] Vila Gustavo Ícone de esboço Este artigo sobre geografia do estado de São Paulo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. «Vila Gustavo comemora 93 anos de fundação». Jornal SP Norte. 24 de Julho de 2009. Consultado em 5 de agosto de 2009 Categoria: Bairros do Tucuruvi (distrito de São Paulo) Esta página foi editada pela última vez às 18h49min de 14 de outubro de 2024. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-SA 4.0) da Creative Commons; pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de utilização.Automático Claro Noite 23° 29′ 01,7″ S, 46° 35′ 42,8″ O Vila Gustavo Bairro de São Paulo Bairro da Vila Gustavo Dia Oficial 25 de julho Fundação 25 de julho de 1916 (109 anos) (aquisição do terreno) 1928 (início do loteamento) Imigração predominante Portugal Portugal Itália Distrito Tucuruvi Subprefeitura Santana/Tucuruvi Região Administrativa Nordeste Mapa Wikimedia | © OpenStreetMap ver Vila Gustavo é um tradicional bairro localizado na Zona Norte da cidade de São Paulo, no Brasil. Pertence ao distrito do Tucuruvi, administrado pela Subprefeitura de Santana/Tucuruvi O bairro tem predominância de residências e de uma população de classe média. Pelo bairro passam vias importantes, como a Avenida Gustavo Adolfo e a rua Major Dantas Cortez (Norte e Oeste), Avenida Doutor Antônio Maria Laet e Avenida Guapira (Oeste e Norte), rua Cruz de Malta (Sul e Oeste) e a Avenida Júlio Buono (Leste e Sul). História Primeiras vias do bairro. (1930). Propriedade comprada por Gustavo Backheuser e Adolfo Thieler, em 1916, (daí o nome da Avenida Gustavo Adolfo), teve o projeto e planta de loteamento projetada pelo escritório do Engenheiro Oscar Krug, em 1928. Já na década de 10 viviam nesta região as famílias em sua maioria de imigrantes portugueses e italianos, se destacam as famílias de Manoel da Ponte e Manoel Guarda (foi José Guarda filho mais velho de Manoel, caseiro na chácara do Sr. Gustavo.) Com o loteamento dos terrenos do sítio Buraco Fundo, cujo proprietário era Francisco Buono em 25 de julho de 1916 (109 anos), o bairro inicia-se. Na época era possível caçar pequenos animais (lebres, gatos-do-mato e perdizes) que existiam na área de matas. Conhecido também como Sítio do Tanque, devido a um reservatório de água cujo entorno era utilizado para criação de gado. Este mesmo tanque também originou o nome de uma das ruas da região, a Rua Tanque Velho. Somente na década de 1950, vieram a ser implantados os serviços básicos de água e luz.[1] Geografia Localização Geográfica O bairro da Vila Gustavo é relativamente extenso e fica situando ao leste do distrito do Tucuruvi, fazendo divisa com a Vila Ede, em Vila Medeiros. Parte do distrito possui uma topografia acidentada de ladeiras e colinas e de certos pontos avista-se a Rodovia Fernão Dias (BR-381) e parte da cidade de Guarulhos, além de outros bairros e distritos. Limita-se, em sentido horário, com os bairros de: Santana, Jardim São Paulo, Tucuruvi, Jardim Brasil, Vila Medeiros, Vila Ede e Parada Inglesa. Características A Vila Gustavo é, de forma geral, residencial. Construtoras têm feito prédios voltados a classe média. De comércio, destacam-se supermercados, farmácias, padarias, restaurantes e bares. A proximidade dos bairros de Santana, Jardim São Paulo, Jardim França, Tucuruvi e Parada Inglesa, que são conhecidos pela presença de importantes áreas verdes na capital, faz da Vila Gustavo um dos lugares mais bem localizados da Zona Norte da capital paulista. Ver também Parada Inglesa Tucuruvi Santana (bairro de São Paulo) [Expandir] Vila Gustavo Ícone de esboço Este artigo sobre geografia do estado de São Paulo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. «Vila Gustavo comemora 93 anos de fundação». Jornal SP Norte. 24 de Julho de 2009. Consultado em 5 de agosto de 2009 Categoria: Bairros do Tucuruvi (distrito de São Paulo) Esta página foi editada pela última vez às 18h49min de 14 de outubro de 2024. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-SA 4.0) da Creative Commons; pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de utilização.